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Caso BPN

BPN: Advogado Rogério Alves antecipa um julgamento demorado

O advogado Rogério Alves, que participa no processo do BPN, acredita que será um julgamento demorado face ao elevado número de arguidos. (Veja vídeo SIC no final do texto)Clique para visitar o dossiê Caso BPN

O advogado Rogério Alves, que participa no processo do BPN, disse hoje à chegada ao Campus da Justiça que o elevado número de arguidos neste caso deverá levar a um julgamento demorado.  

Clique para aceder ao índice do DOSSIÊ CASO BPN   "Apurar as culpas de todas as pessoas acusadas neste processo terá que demorar algum tempo", afirmou o advogado aos jornalistas, escusando-se a adiantar quem está a representar neste processo.     Questionado sobre uma previsão do tempo que durará este julgamento, Rogério Alves admitiu que deverá ser "demorado": "A justiça tem esse custo marginal, mas depois tem o benefício final".     Para o advogado, "os arguidos devem ser os últimos a falar" ao contrário do que atualmente acontece no sistema judicial português.  

"Confissões só na Igreja" 

À pergunta sobre se acreditava que irá haver confissões neste caso, Rogério Alves respondeu que "confissões só na Igreja".     A comunicação social está impedida até ao momento de entrar na sala onde decorrerá o julgamento, uma vez que há indicações na portaria para ser dada prioridade aos familiares dos 15 arguidos, tendo a sala apenas capacidade para 14 lugares.     O ex-presidente do BPN Oliveira e Costa começa hoje a ser julgado por crimes de abuso de confiança, burla qualificada, falsificação de documentos, branqueamento de capitais, infidelidade, fraude fiscal qualificada e aquisição ilícita de ações.     Juntamente com José Oliveira e Costa serão também julgadas outras 14 pessoas e a empresa Labicer por crimes diversos, que vão desde abuso de confiança a burla qualificada, passando por fraude fiscal e falsificação de documentos, entre outros ilícitos.