13/02/2012 atualizado às 17:27
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Vieira da Silva: "PEC não é só contenção, é também crescimento"

O ministro da Economia rejeitou a ideia de que o Programa de Estabilidade e Crescimento (PEC) apresentado pelo Governo está centrado apenas na contenção da despesa.

22:42 Terça feira, 16 de março de 2010
Vieira da Silva durante a Comissão Parlamentar de Assuntos Económicos, Inovação e Energia na Assembleia da
República
Vieira da Silva durante a Comissão Parlamentar de Assuntos Económicos, Inovação e Energia na Assembleia da República
Mário Cruz/Lusa

O ministro da Economia rejeitou a ideia de que o Programa de Estabilidade e Crescimento (PEC) apresentado pelo Governo está centrado apenas na contenção da despesa, afirmando que Portugal "mantém um ritmo de investimento e de iniciativa pública muito importante".

"O PEC tem um objetivo duplo de crescimento e de garantir a estabilidade, mas temos de ter a noção de que Portugal, como muitos outros países da UE [União Europeia] tem a responsabilidade de, nos próximos anos, conduzir um processo de reequilíbrio das suas contas públicas", disse hoje José Vieira da Silva, à saída da Comissão Parlamentar de Assuntos Económicos, Inovação e Energia na Assembleia da República.

O ministro acrescentou que o Governo procurará atingir esse objetivo "com o menor dano possível para a economia".

"Por isso é que o PEC é também um programa de crescimento, não só porque corrigir o défice é útil para o crescimento no médio e no longo prazo, como também do ponto de vista do curto prazo. Se Portugal não tiver a capacidade de o fazer, verá inevitavelmente deterioradas as condições de acesso ao financiamento e isso é mau para o país: Estado, empresas e famílias", explicou o mesmo responsável.

Ainda assim, acrescentou Vieira da Silva, "Portugal mantém um ritmo de investimento e de iniciativa pública muito importante em muitas áreas, como escolas, energia e infraestruturas", realçou.

No que diz respeito à carga fiscal, será mantido "um sistema fiscal que procura que as empresas possam reagir a esta fase de recuperação económica de forma positiva".

"Não agravámos as condições de funcionamento das empresas precisamente porque sabemos a importância que tem neste momento a estabilidade para poderem retomar o crescimento. Por isso é que este programa é também um programa de crescimento e não só de estabilidade", concluiu o ministro.


Este texto foi escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico


Nota da Direcção do Expresso


O Expresso apoia e vai adoptar o novo Acordo Ortográfico. Do nosso ponto de vista, as novas normas não afectam - antes contribuem - para a clarificação da língua portuguesa.

Por outro lado, não consideramos a ideia de que a ortografia afecta a fonética, mas sim o contrário. O facto de a partir de 1911 a palavra phleugma se passar a escrever fleugma e, já depois, fleuma não trouxe alterações ao modo como é pronunciada. Assim como pharmacia ou philosophia.

O facto de a agência Lusa adoptar o Acordo, enquanto o Expresso, por razões técnicas (correctores e programas informáticos de edição) ainda não o fez, leva a que neste sítio na Internet coexistam as ortografias pré-acordo e pós-acordo.

Pedimos, pois, a compreensão dos nossos leitores.

Lusa
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Vieira da Silva
ANO1933 (seguir utilizador), 2 pontos , 2:28 | Quarta feira, 17 de março de 2010
Por onde tem andado Vieira da Silva, num momento em que tanto precisávamos de um MInistro da Economia a sério ?
É que ele anda tão "desaparecido" que até me apetece perguntar se este governo tem Ministro de Economia...
Quanto a mim, José Sócrates errou na sua escolha.
Vieira da Silva não está talhado para o lugar.
 
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Afirmações
caprylm56 (seguir utilizador), 2 pontos , 11:55 | Sábado, 20 de março de 2010
Viera da Silva afirma que este PEC, não é só contenção mas tambem crescimento? só se for mais miséria para o povo.
Ministro troglodita.
 
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Vieira da Silva: "PEC...
WebLogs (seguir utilizador), 1 ponto , 1:08 | Quarta feira, 17 de março de 2010
É crescimento mas é no seu salário, já milionário. Grande ministro. É mais um dos muitos que andam a navegar neste desgrassado país.
 
 
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Tenha vergonha, Sr. Silva Ex.mo!
lavrador velho (seguir utilizador), 1 ponto , 23:26 | Sábado, 27 de março de 2010
Estou de acordo.
A fortuna dos COELHONES, todos os coelhones do grupo, estão em crescimento exponencial.
O Ministro Sr Silva tem razão.Aliás todos os ministros tem razão;-a "imprevidência" do Estado é lei, e como as leis são feitas por estes Pinóquios, não podemos esperar outra coisa que não o crescimento!
Dos bolsos deles.
 
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