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Viagem ao Douro dos anos 50, sem barragens

Ainda não havia protestos de ambientalistas contra a construção de barragens e o rio e as suas margens apresentavam-se de forma agreste e muito pouco acessível.

Vítor Andrade e Liliana Coelho (www.expresso.pt)
13:10 Segunda feira, 23 de agosto de 2010

Com a construção das várias barragens que o Douro hoje tem o nível das águas subiu, fizeram-se estradas e melhoram-se as acessibilidades, tanto para os locais como para os turistas - ficou mais fácil circular junto ao vale do Douro vinhateiro, hoje património da humanidade.

Será que se não tivesse havido esta evolução e os investimentos que se fizaram nas barragens, o Douro hoje teria a importância que tem? Seria tão conhecido e tão visitado como agora é? Questões que ficam e que dividem opiniões.

Uma coisa é certa e garantida já por decreto governamental, com a chancela do Ambiente. As barragens de Foz Tua e do Sabor vão ser uma realidade. A paisagem vai mudar. Mas o país fica com mais energia verde e com novas acessibilidades junto a esses empreendimentos. Quem é que fica a ganhar? Todos ou só alguns?

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Do Tua até Bragança : Precisamos do seu apoio!
José Telhado (seguir utilizador), 3 pontos (Bem Escrito), 17:25 | Segunda feira, 23 de agosto de 2010
Um novo movimento de cidadãos criado numa aldeia do concelho de Carrazeda de Ansiães quer juntar 10 mil assinaturas para pedir a reabertura da linha do Tua até Bragança.
Destak/Lusa | destak@destak.ptEste endereço de e-mail está protegido contra spam bots, pelo que o JavaScript terá de estar activado para que possa visualizar o endereço de email
http://www.destak.pt/arti...

Há dois dias que o Movimento de Cidadãos em Defesa da Linha do Tua está no terreno a recolher assinaturas e a angariar defensores para salvar a última ferrovia do Nordeste Transmontano, ameaçada pela barragem de Foz Tua.

O movimento nasceu na aldeia de Codeçais “entre familiares, amigos e vizinhos” como contou à Lusa a principal dinamizadora, Graciela Nunes.

Os promotores acreditam que “há financiamento europeu para preservar comboios históricos” como o do Tua, “só falta vontade”.

“Nós temos paisagens únicas que em países como a Suíça e Espanha são preservadas, enquanto nós deitamos aquilo que é bom fora”, considerou.

O novo movimento defende que “a preservação da linha do Tua pode trazer novo vigor à região” e vai lutar não só para preservar os cerca de 60 quilómetros que restam entre Mirandela e o Tua mas também pela reabertura de Mirandela até Bragança, troço desativado em 1992.

Graciela Nunes espera poder entregar “em meados de setembro”, na Assembleia da República, as dez mil assinaturas com a pretensão do movimento.
...
 
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Kukukaa (seguir utilizador), 1 ponto , 19:31 | Segunda feira, 23 de agosto de 2010
Projeto turístico para o Tua premiado
José Telhado (seguir utilizador), 2 pontos , 17:32 | Segunda feira, 23 de agosto de 2010
Daniel Conde ganhou o terceiro prémio do concurso “Acredita Portugal” com um projeto que prevê a dinamização turística do Vale do Tua a partir da linha ferroviária

Um “cruzeiro” ferroviário pela Linha do Tua com os turistas a percorrer de comboio toda a região e a parar nos vários locais para visitas ao património histórico, natural, cultural e gastronómico, vindos do Douro Vinhateiro até à Terra Quente transmontana, subindo à Terra Fria e terminando na vizinha Espanha, na Puebla de Sanábria – é este o “sonho” de Daniel Conde. O jovem, ligado ao Movimento Cívico pela Linha do Tua, apresentou este projecto ao concurso realizado pela Associação Acredita Portugal, a par com mais de 700 outras iniciativas, e conseguiu chegar à final, arrecadando o terceiro prémio a nível nacional. O objectivo é aproveitar a Linha do Tua para dinamizar o turismo naquela zona e em toda a região, prevendo um possível reaproveitamento da linha até Bragança, com ligação à Puebla de Sanábria, na vizinha Espanha, capitalizando tudo o que existe a nível de recursos turísticos para os aglomerar num só “produto” regional. A possibilidade da construção da barragem de Foz Tua, que, a avançar, deixará submersa parte da linha ferroviária, não é entrave ao projeto, como explicou Daniel Conde ao Mensageiro. “

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Projeto turístico para o Tua premiado - 2
José Telhado (seguir utilizador), 2 pontos , 17:35 | Segunda feira, 23 de agosto de 2010
“O intuito é implementar este projecto, desde já, entre o Tua e Mirandela, a pensar numa futura reabertura de toda a Linha do Tua”, apontou, mas, “se houver barragem, o projecto pode continuar a implementar-se, embora perdendo potencialidade”. No entender do jovem, a possível submersão de parte da linha compromete o projecto turístico mas não o deita por terra. Claramente contra a construção do empreendimento, Daniel Conde considera que, mais importante, é partir já para o terreno, congregar esforços e aproveitar as oportunidades, tirando partido da proximidade com o Alto Douro Vinhateiro, património da Unesco e terceiro destino turístico de Portugal. “É preciso avançar e sair da letargia, mostrando que há forças na região e capitalizando as oportunidades existentes. As soluções para a região não caem do céu, não se pode esperar mais”, atirou. Vencer o terceiro prémio de um concurso nacional que visa promover o empreendedorismo é motivo que leva Daniel Conde a acreditar, cada vez mais, no futuro da região a nível turístico. A título de exemplo, o jovem lembra projectos deste género, já implementados na Europa, com bastante sucesso, como acontece na vizinha Espanha com o Transcantábrico. Numa primeira fase, ainda sem todos os estudos concluídos, o projecto turístico ferroviário prevê um investimento na ordem dos 350 mil euros, com previsões de lucro logo no primeiro ano e tendo o comboio a operar, no máximo, oito meses do ano.

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Projeto turístico para o Tua premiado - 3
José Telhado (seguir utilizador), 2 pontos , 17:38 | Segunda feira, 23 de agosto de 2010
Para a implementação no terreno, Daniel Conde vai contar com a ajuda do prémio alcançado que prevê uma compensação monetária na ordem dos cinco mil euros, a par com 13 mil euros em serviços, publicidade online, serviços de gestão de relação com os media e serviços jurídicos. A par disso, o jovem empreendedor partiu já para o terreno para tentar estabelecer parcerias com outras entidades, como a CP para, por exemplo, trazer para Mirandela o comboio turístico do Corgo que, actualmente, se encontra parado na estação da Régua, sem aproveitamento e a ser alvo de actos de vandalismo.

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Espanha responde positivamente
José Telhado (seguir utilizador), 2 pontos , 17:41 | Segunda feira, 23 de agosto de 2010
Recentemente, o Movimento Cívico pela Linha do Tua enviou um conjunto de propostas às câmaras do Vale do Tua, aos municípios de Bragança, Macedo de Cavaleiros e aos vizinhos espanhóis de Puebla de Sanabria e de Pedrabla de la Padreria, para a reabertura da linha. Até ao momento, os únicos que terão respondido positivamente foram os municípios espanhóis, manifestando interesse numa possível ligação a Portugal pelo Nordeste Transmontano. Daniel Conde revelou, no entanto, que o município de Macedo de Cavaleiros revelou, também, disponibilidade para reunir e debater algumas das propostas. Entre as iniciativas apresentadas, está uma que prevê a reabertura da linha entre Mirandela e Vale da Porca, com ligação até à Praia do Azibo por uma via com apenas 60 centímetros de largura. Para concretizar o projecto, o jovem diz que há a possibilidade das autarquias de Macedo de Cavaleiros e de Mirandela se candidatarem a um programa do QREN, vocacionado para a ferrovia e dotado com cem milhões de euros. “É um programa diferente do usual porque não tem prazo limite para a apresentação de candidaturas e é especificamente para a região Norte. Até agora só o Metro do Porto tem aproveitado, em parte, a dotação oferecida por este programa”, contou.

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Espanha responde positivamente-2
José Telhado (seguir utilizador), 2 pontos , 17:43 | Segunda feira, 23 de agosto de 2010
A ligação à praia do Azibo é vista como “essencial” para o desenvolvimento turístico daquela área, pois possibilitaria a mobilidade das pessoas. Segundo Daniel Conde, para avançar com esta iniciativa, a câmara de Macedo de Cavaleiros e a de Mirandela teriam que investir cerca de três milhões de euros, um número apurado com base em estudos do especialista Manuel Tão. “Há obras camarárias que têm valores bem mais elevados”, apontou, sublinhando que este seria “um investimento corajoso” com “mais-valias” para a região. A futura ligação a Bragança e a Espanha, tantas vezes já reivindicada, custaria algo como 150 milhões de euros, “dois estádios e meio de Aveiro”, mas, até ao momento, apenas os espanhóis terão mostrado interesse nas propostas do Movimento Cívico pela Linha do Tua. Daniel Conde considera que isto prova a “letargia de muitos autarcas”: “há dinheiro, não há é vontade política, também por culpa de alguns autarcas da região que estão em letargia total”.

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Algumas incorreções...
JoséPinto73 (seguir utilizador), 2 pontos (Bem Escrito), 1:45 | Terça feira, 24 de agosto de 2010
Belas fotos, mas não dos anos 50. Devem ter mais de cem, quando a linha era nova. Notem as estações pintadas de vermelho sem azulejos, sem casas em redor, Foz Tua sem a ponte em arco, a linha assente em saibro, pequenas máquinas a vapor com carruagens de madeira...
Leiam "A cidade e as serras" de Eça de Queirós.
As estações do cf, no vale do Douro, desenvolveram em redor povoações, posteriormente no século XX fizeram-se estradas, e depois as barragens. Estas foram obrigadas a manter a navegabilidade do Douro, sem a qual não se poderiam ter os cruzeiros no Douro, um dos principais atractivos do nosso pais para os turistas.
Também está garantido que na nova barragem Foz Tua NÃO SERÃO construídas novas estradas.
Se o DOURO VINHATEIRO é património mundial deve-se ao facto de os portugueses ali terem erguido vinhas em socalcos onde antes só cresciam giestas e silvas, num trabalho comparável em imponência às pirâmides do Egipto ou Muralha da China.
As barragens são necessárias e geram riqueza, mas não devem ser construídas em locais onde já existam riquezas maiores, senão perdemos todos para que ganhe a EDP, é muito injusto.
 
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É TUDO UMA QUESTÃO DE OPÇÃO!
politici lieg (seguir utilizador), 2 pontos , 11:42 | Quinta feira, 15 de dezembro de 2011
Ou compro o cobertor, ou fico com o dinheiro!
" As 2 coisas ao mesmo tempo é complicado"
 
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Parabéns Daniel Conde
mario sales carvalho (seguir utilizador), 1 ponto , 21:35 | Segunda feira, 23 de agosto de 2010
Afinal os Bacocos Caducos babados que foram eleitos para defender Trás os Montes em vez de se admirarem como parolos das lampadinhas , dos prédios altos e das rebolonas de Lisboa, deviam era preocupar-se com esta juventude transmontana e apoiá-la para aprenderem como se mandam cabazes de laranjas , por combóio , para Lisboa.. como fazia a seª sua mãezinha .. o que contribuiu para que crescesse e esquecesse as origens ..

seu covarde
 
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Barragens .. sim ou Não??
mario sales carvalho (seguir utilizador), 1 ponto , 21:51 | Segunda feira, 23 de agosto de 2010
Na minha opinião... depende do local e dos benefício versos prejuízos

As Do Douro troyxeram mais benefícios ou prejuízos ao Douro????

Havia mais população?.. Havia mais vinhas e mais agricultura?.. Havia mais produção?.. Havia menos dependencia do exterior? As pessoas eram mais felizes??

Onde está a riqueza gerada?.. Para onde foi a energia?

Para onde foram os transmontanos que ficaram sem as terras?.. Quando começou a emigração? .. Anos 60 .. certo

Vieram os gajos do governo... roubar os trabalhadores das terras para irem para a guerra e mais tarde os transmontanos não tiveram outro remedio senão fugir a salto... os que ficavam... roubaram-lhes as terras com as BARRAGENS.... e retiram-lhes todos os meios de subsitencia... e os combóios, os médico, hospitais, serviços
enquanto os filhos dos senhores eram .. heróicamente desertores no exilio de Paris ... à grande e à francesa
mas

SE AS BARRAGENS TROUXERAM

 
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o Desenvolvimento
mario sales carvalho (seguir utilizador), 1 ponto , 21:59 | Segunda feira, 23 de agosto de 2010
SE AS BARRAGENS DO DOURO TROXERAM DESENVOLVIMENTO E RIQUEZA .. ONDE ESTÁ???????!!!

PORQUE É QUE TRÁS OS MONTES ... onde existe o maior número de barragens não é a zona mais rica e desenvolvida do PAÍS????

e antes pelo contrário é a mais pobre e explorada

como a Nigéria.. meia dúzia de crápulas vendem o seu povo, a sua mãe e o seu pai.. as suas origens,. atroco de benesses de uma badalhoca qualquer e.. poem o seu povo a a sua família a viver na lamacenta exploração de se quiserem petróleo têm de furar os pipelines..

TENHAM VERGONHA!!! MAS NÃO SABEM O QUE ISSO É PORQUE SÃO PIORES QUE OS PIORES
 
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TANTOS Hipócritas se dizem seus admiradores..
mario sales carvalho (seguir utilizador), 1 ponto , 22:12 | Segunda feira, 23 de agosto de 2010
Antes quebrar que tocer..

quantos só torcem.. embora por moda se digam seus admiradores

"Gerês, 6 de Agosto de 1968 - Derradeira visita à aldeia de Vilarinho da
Furna, em vésperas de ser alagada, como tantas da região. Primeiro, o
Estado, através dos Serviços Florestais, espoliou estes povos pastoris do
espaço montanhês de que necessitavam para manter os rebanhos, de onde
tiravam o melhor da alimentação - o leite, o queijo e a carne - e
alicerçavam a economia - a lã, as crias e as peles; depois, o super-Estado,
o capitalismo, transformou-lhes as várzeas de cultivo em albufeiras - ponto
final das suas possibilidades de vida. E assim, progressivamente, foram
riscados do mapa alguns dos últimos núcleos comunitários do país.

continua
 
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HIócritas
mario sales carvalho (seguir utilizador), 1 ponto , 22:16 | Segunda feira, 23 de agosto de 2010
Conhecê-los, era rememorar todo um caminho penoso de esforço gregário do
bicho antropóide, desde que ergueu as mãos do chão e chegou a pessoa, os
instintos agressivos transformados paulatinamente em boas maneiras de trato
e colaboração. Talvez que o testemunho de uma urbanidade tão dignamente
conseguida, com a correspondente cultura que ela implica, não interesse a
uma época que prefere convívios de arregimentação embrutecida e produtiva, e
dispõe de meios rápidos e eficientes para os conseguir, desde a lavagem do
cérebro aos campos de concentração. Mas eu ainda sou pela ordem voluntária
no ócio e no trabalho, por uma disciplina cívica consentida e prestante, a
que os heréticos chamam democracia de rosto humano. De maneira que gostava
de ir de vez em quando até Vilarinho presenciar a harmonia social em pleno
funcionamento, sem polícias fardados ou à paisana. Dava-me contentamento ver
a lei moral a pulsar quente e consciente nos corações, e a entreajuda
espontânea a produzir os seus frutos. Regressava de lá com um pouco mais de
esperança nos outros e em mim.
Do esfacelamento interior que vai sofrer aquela gente, desenraizada no
mundo, com todas as amarras afectivas cortadas, sem mortos no cemitério para
chorar e lajes afeiçoadas aos pés para caminhar, já nem falo. Quem me
entenderia?"
(Miguel Torga, Diário XI)
 
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Belas imagens
kimdareia (seguir utilizador), 1 ponto , 0:26 | Terça feira, 24 de agosto de 2010
e bela reportagem. Bom trabalho de investigação!
Parabéns
 
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DESCARAMENTO
kaolha (seguir utilizador), 1 ponto , 17:38 | Quinta feira, 26 de agosto de 2010
de Carlos Romão no blogue A Bixa do Porto:

Veja-se o diaporama Viagem ao Douro dos anos 50 sem barragens, publicado pelo Expresso. Para além das fotografias do rio não serem dos anos 50 do século XX, como afirma o jornal, (são de Emílio Biel, fotógrafo do séc. XIX) o texto não é ao Douro que quer chegar mas sim ao Tua, num exercício contorcionista que não passa de um um frete à estratégia da EDP, de apropriação da água dos rios do norte para no futuro a comercializar através de transvases no sul do país.

A energia dita "verde", a produzir pela hipotética barragem do Tua, corresponde a menos de 1% das necessidades nacionais, o que, posto no prato da balança, com a destruição da paisagem e da linha ferroviária do Tua, que a barragem implicará, vale ZERO. Se as barragens trouxessem riqueza e desenvolvimento para as regiões, como afirma o Expresso, Trás-os-Montes não seria a região mais pobre e menos desenvolvida do país. A riqueza produzida pelas barragens transmontanas - comandadas à distância - paga impostos ao estado central no sul e é lá que cria postos de trabalho. Até a derrama, imposto municipal, é paga à... Câmara Municipal de Bragança? Não! A derrama é paga - pasme-se - à Câmara Municipal de Lisboa. E o Expresso, descarado, ainda pergunta, "quem é que fica a ganhar, todos ou só alguns?".
 
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