Caracas, 04 set (Lusa) -- A organização não governamental Programa Venezuela de Educação -- Ação em Direitos Humanos (Provea) denunciou hoje que 2500 cidadãos enfrentam processos penais por exercerem direitos constitucionais, entre eles de manifestação na via pública e greve.
"(...) Temos vindo a denunciar o crescente processo de restrição das liberdades democráticas no país, nomeadamente, a restrição do direito de manifestação pacífica e do direito à greve", disse Marino Alvarado, coordenador da Provea.
A denúncia foi feita durante uma marcha de protesto, convocada por diversas organizações não governamentais venezuelanas, de defesa dos direitos humanos e organizações sindicais, que terminou junto da Procuradoria Geral da República, e que tinha como propósito solicitar a libertação de Rubén González, dirigente sindical da empresa Ferrominera del Orinoco.