12/02/2012 atualizado às 16:04
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Venda de jornais continua em queda

Todos os jornais nacionais generalistas sofreram quebras na circulação paga em 2009, indica hoje o boletim da APCT. As quebras também atingiram o Expresso, que desceu 7,4%, mas mantém-se distanciado na liderança dos semanários. 

Alexandre Costa (www.expresso.pt)
17:13 Terça feira, 29 de dezembro de 2009

A imprensa portuguesa continuou a ser fortemente afectada por quebras nas vendas em 2009. Segundo os dados hoje divulgados no boletim da Associação Portuguesa para o Controlo de Tiragem e Circulação (APCT) , entre Janeiro e Outubro de 2009 registaram-se descidas, tanto da circulação paga como da circulação total, de todos os jornais nacionais de informação geral, em comparação com igual período de 2008.

O Expresso vendeu em média 111 954 exemplares, o que representa uma descida de 7,4%, enquanto que o "Sol" desceu para 43 752 (-4,5%).

Em relação aos jornais diários o cenário é ainda mais negro. O "24 Horas", que mudou o seu formato, sofreu a queda de vendas mais acentuada, - 27,7%, descendo para 27 691. O "Correio da Manhã" continua a ser líder dos jornais diários vendendo 118 532 (-1%), aumentando a distância em relação ao "Jornal de Notícias", que desceu para 91 422 (-12,4%). O "Público" desceu as vendas para 37 996 (-9,3%), mas apesar dos maus resultados distanciou-se do "Diário de Notícias", que vendeu 34 407 (-17%). O novo diário "i" vendeu uma média de 12 167 exemplares.

"Sábado" e diários económicos subiram


As fortes quebras nas vendas dos jornais registaram-se apesar da distribuição dos gratuitos ter diminuído significativamente em 2009. O gratuito de maior distribuição, o Global Notícias, diminuiu em 47,9% o número de exemplares (105 679), o "Metro Portugal", diminuiu 39,3% (passando para 103 685 exemplares), o "Destak" -42,6% (94 332) e o "Meia Hora", que descontinuou a sua publicação, -61,9% (25 301).

Entre as "newsmagazines" a "Sábado" conseguiu aumentar em 5% as vendas, que passaram para 78 910, aproximando-se da "Visão" que mantém a liderança do sector com uma média de 101 024 exemplares vendidos, o mesmo registado em igual período de 2008.

Num ano fortemente marcado pela crise, todos os diários de economia conseguiram aumentar as vendas. O "Oje" atingiu os 24 844 (+6,1%), "Diário Económico" vendeu uma média de 14 726 (+9,7%) e "Jornal de Negócios" 9 664 (+15,2%).

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FALÊNCIA E ALCOOLISMO
Musoko (seguir utilizador), 4 pontos (Interessante), 19:02 | Terça feira, 29 de dezembro de 2009
Já aqui tinha sido escrito que a imprensa portuguesa, de uma forma geral, está falida, não tem dinheiro nem perspectivas de sair do buraco.
Já houve crises anteriores, lembro-me de uma grande crise na década de 80, não havia publicidade, e no maior jornal do país teve ser o patrão e o administrador a tentarem vender publicidade pq a secção respectiva não conseguia.
E então recorre-se a tudo para vender, como parece ser o casod e hoje do DN, que já aqui denunciei e volto a faze-lo.
Com cada exemplar é oferecida uma garrafa de bebida alcoolica com «11,5%vol». Tudo bem? Tudo mal. Distribuição de alcool sem controlo? É permitido em Portugal? Não é só para maiores de 16? Então um jovem de 13 anos vai ao quiosque e compra o DN e dão-lhe a garrafa e ele pode consumir e, se tiver dinheiro e gostar, pode comprar 10, 12, X DNs. Estou a ver bem, meus irmãos portugueses? Já alguém apresentou queixa? Eu acho isto muito grave, e vocês? Não é a mesma coisa do que oferecer mapas ou dvd's ou livros, estão a ver a diferença?
 
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    Re: FALÊNCIA E ALCOOLISMO    Ver comentário
ANO1933 (seguir utilizador), 2 pontos , 19:41 | Terça feira, 29 de dezembro de 2009
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Miranda07 (seguir utilizador), 2 pontos , 11:24 | Quarta feira, 30 de dezembro de 2009
    Re: Denúncia    Ver comentário
ANO1933 (seguir utilizador), 2 pontos , 12:07 | Quarta feira, 30 de dezembro de 2009
    Re: Denúncia    Ver comentário
Miranda07 (seguir utilizador), 2 pontos , 12:17 | Quarta feira, 30 de dezembro de 2009
    Re: Denúncia    Ver comentário
ANO1933 (seguir utilizador), 2 pontos , 12:31 | Quarta feira, 30 de dezembro de 2009
    Re: FALÊNCIA E ALCOOLISMO    Ver comentário
Miranda07 (seguir utilizador), 2 pontos , 12:18 | Quarta feira, 30 de dezembro de 2009
    Re: FALÊNCIA E ALCOOLISMO    Ver comentário
Kinikós (seguir utilizador), 2 pontos , 12:38 | Quarta feira, 30 de dezembro de 2009
    Re: FALÊNCIA E ALCOOLISMO    Ver comentário
Musoko (seguir utilizador), 2 pontos , 9:59 | Quinta feira, 31 de dezembro de 2009
    Re: FALÊNCIA E ALCOOLISMO    Ver comentário
Kinikós (seguir utilizador), 2 pontos , 10:54 | Quinta feira, 31 de dezembro de 2009
Porquê, tanta admiração?
António Da Rocha (seguir utilizador), 4 pontos (Interessante), 22:01 | Terça feira, 29 de dezembro de 2009

Quando comecei a ler jornais, com seis anos de idade, todas as notícias passavam pelos revisores e pela chefia das redacções.
Quem as escrevia, os jornalistas, levava muito a sério a sua profissão, que era exercida com muita integridade!
E o público, ou povo, como então se designava, acreditava no que lia e tinha o maior respeito pelos jornalistas!
Aqueles que não tinham dinheiro para comprar livros aprendiam com a leitura dos jornais.
Um erro ortográfico ou de sintax era motivo de censura!
E os jornalistas e respectivos jornais sabiam muito bem isso!
Um jornalista tinha, então, que lutar muito para ser reconhecido profissionalmente, reconhecido pelo mérito, para poder ser reconhecido como jornalista, para poder conseguir a sua "carta de alforria"!
E hoje, o que vemos?
Erros ortográficos que são de horrorizar qualquer um e os erros de sintax são o prato forte!
As notícias são vendidas a metro e publicadas sem qualquer cuidado.
Não se sente o cunho pessoal deste ou daquele jornalista!
Não se identifica imediatamente uma notícia com um jornalista.
Bem pelo contrário: o que um afirma qualquer outro replica!
Assim sendo, qual a admiração que poderá resultar do facto de um dia, um dia próximo, a imprensa ficar reduzida a um único jornal?
Nenhuma, digo eu!
E, com o recurso da web, esse futuro é cada vez mais certo!
O que é verdadeiramente insólito é que muitos ditos e autoproclamados "jornalistas" não se apercebam do que lhes vai acontecer!
Boa sorte, pois!
Cump
 
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Miranda07 (seguir utilizador), 2 pontos , 11:17 | Quarta feira, 30 de dezembro de 2009
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lusofora (seguir utilizador), 1 ponto , 15:49 | Quarta feira, 30 de dezembro de 2009
    Re: Um ponto mais    Ver comentário
Musoko (seguir utilizador), 2 pontos , 16:06 | Quinta feira, 31 de dezembro de 2009
Expresso
ANO1933 (seguir utilizador), 3 pontos (Bem Escrito), 18:28 | Terça feira, 29 de dezembro de 2009
O Expresso continua inigualável.
De longe o melhor órgão escrito português.
Não é, pois, de estranhar a sua grande aceitação por parte do Público.
Quanto aos outros jornais sofrerem quebras de circulação são de diversa ordem.
Uns, porque não têem nada de interessante.
Outros, porque optaram pela partidarite.
Refiro-me em especial ao Diário de Notícias.
A partir do momento, em que o grupo de Joaquim de Oliveira o adquiriu e João Marcelino, passou a ser o seu director, a qualidade de "Jornal de Referência", desapareceu.
Passou a estar conotado com o PS, e daí a quebra.
Os editoriais de João Marcelino são de uma subserviência total.
Só vê as coisas, pelo lado de José Sócrates !
Volte para o Jornalismo Desportivo, onde é bem mais fácil a tarefa.
 
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    Re: Expresso    Ver comentário
Toni 2 (seguir utilizador), 2 pontos , 19:21 | Terça feira, 29 de dezembro de 2009
    Re: Expresso    Ver comentário
ANO1933 (seguir utilizador), 2 pontos , 19:35 | Terça feira, 29 de dezembro de 2009
    Re: Expresso    Ver comentário
Toni 2 (seguir utilizador), 2 pontos , 22:06 | Terça feira, 29 de dezembro de 2009
    Re: Expresso    Ver comentário
ANO1933 (seguir utilizador), 2 pontos , 23:17 | Terça feira, 29 de dezembro de 2009
    Re: Expresso    Ver comentário
Toni 2 (seguir utilizador), 2 pontos , 12:13 | Quarta feira, 30 de dezembro de 2009
    Re: Expresso    Ver comentário
ANO1933 (seguir utilizador), 2 pontos , 13:18 | Quarta feira, 30 de dezembro de 2009
    Re: Expresso    Ver comentário
Toni 2 (seguir utilizador), 2 pontos , 14:40 | Quarta feira, 30 de dezembro de 2009
    Re: Expresso    Ver comentário
ANO1933 (seguir utilizador), 2 pontos , 14:52 | Quarta feira, 30 de dezembro de 2009
    Re: Expresso    Ver comentário
clareza (seguir utilizador), 1 ponto , 18:38 | Terça feira, 29 de dezembro de 2009
    Subserviência ?! Não senhor!...    Ver comentário
nortagus (seguir utilizador), 1 ponto , 7:35 | Quarta feira, 30 de dezembro de 2009
    Re: Subserviência ?! Não senhor!...    Ver comentário
ANO1933 (seguir utilizador), 2 pontos , 10:10 | Quarta feira, 30 de dezembro de 2009
Deviam dar mais atenção ao que publição!!!
lord byron (seguir utilizador), 2 pontos , 18:04 | Terça feira, 29 de dezembro de 2009
E assim não eram apanhados de surpresa!!!

http://aeiou.expresso.pt/... os-media=f526169
 
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    errata    Ver comentário
lord byron (seguir utilizador), 2 pontos , 18:07 | Terça feira, 29 de dezembro de 2009
Vendas de jornais continua em queda
Toni 2 (seguir utilizador), 2 pontos , 19:37 | Terça feira, 29 de dezembro de 2009
Não tenho duvidas que os jornais estão a passar um mau bocado. No entanto também não podem deitar as culpas todas para cima das novas técnologias embora como todos sabemos não estão isentas de tal facto. A verdade é que a maior parte quando compro o jornal para estar entretido no café não vislumbro nada de interessante. Por isso acabo por me distraír a ver passar as garinas, fazendo ver que estou a ler. As novas técnologias não destrõem as anteriores. Todas têm o seu lugar. A Internet, não acabou com a televisão, assim como esta não fez desaparecer a rádio. Dou ainda outro exemplo para confirmar o que digo, porque é a melhor maneira de provar que assim é. O micro-ondas, não terminou com o fogão e este por sua vez também não fez desaparecer a lareira. O que acontece é que o uso passa a ser diferente. Já agora quem não gosta de um bom guizado feito numa panela de ferro à lareira, ou de um bom peixe grelhado?
 
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DN + MARCELINO + SÓCRATES + OLIVEIRA = - 17%
Geraldo Sem Favor (seguir utilizador), 2 pontos , 3:03 | Quarta feira, 30 de dezembro de 2009
O "crime" de ser um boletim do PS e não um JORNAL HISTÓRICO E DIGNO não compensa !!!
 
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Parabéns e Bom Ano ao Expresso
águiadois (seguir utilizador), 1 ponto , 17:37 | Terça feira, 29 de dezembro de 2009
Desde 1973 o Expresso lidera.Pinto Balsemão é um Jornalista de primeira água e um raro gestor de Comunicação Social.Soube criar á sua volta uma equipa de colaboradores competente onde os víciados no Olimpo estão condenados.Mas é preciso estar sempre alerta e saber dar ao leitor,semana a semana, a garantia de competência,indepêndencia,liberdade e responsabilidade.Boas Festas.
 
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O formato do "24 Horas"...
JCCC (seguir utilizador), 1 ponto , 18:36 | Terça feira, 29 de dezembro de 2009
Em época de crise é natural que também a comunicação social impressa sofra os seus efeitos.
No caso do "24 Horas" e a sua grande quebra, quando começaram as campanhas de preparação para a mudança do seu formato (desconheço o motivo de tão arrojada estratégia) achei um risco muito grande.
Se a intenção era ganhar mercado resultou num "flope".
Chamaram-lhe "Jorvista", tentaram fazer a ideia vingar mas na verdade julgo que é complicado alterar radicalmente os hábitos dos leitores e a forma como estes estão habituados a fazê-lo.
Imagens, títulos, fluidez do texto, paginação, são todos factores que pesam no momento da leitura.
Quanto aos económicos também se percebe que a crise veio despertar aos leitores um interesse acrescido por notícias deste tipo.
 
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E porquê?
clareza (seguir utilizador), 1 ponto , 18:42 | Terça feira, 29 de dezembro de 2009
Porque são sempre os mesmos politicamente engajados. Já se sabe o que pensam e o que defendem - ou PS ou PSD, e vira o disco. Outros é só crime, assaltos, mortos e feridos, e fófocas, como se Portugal fosse um Western com o John Whaine. Quanto menos pluralismo menos interesse.
 
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Venda de jornais em queda
sara09 (seguir utilizador), 1 ponto , 18:43 | Terça feira, 29 de dezembro de 2009
Teremos que dizer:
que os jornais também estão a diminuir o número de páginas, a dimensão da cobertura notíciosa e a qualidade e credibilidade dos artigos.
Parabéns ao Expresso, por manter uma linha editorial coerente e ocupar um lugar de destaque na comunicação social escrita.
 
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Algumas razões da quebra de venda dos jornais !
PIANINHO (seguir utilizador), 1 ponto , 19:58 | Terça feira, 29 de dezembro de 2009
Na minha perspectiva, para além dos factores que se sabem, de reconhecida baixa de qualidade jornalística, não há investigação, há demasiadas falsas notícias, copiam-se integralmente as notícias das agências sem se certificarem da sua veracidade o que também o fazem entre si nos jornais.

Há excessivos caso de 1ªs. páginas, que fazem grandes "caixas" especulativas e até escandalosas e lendo o conteúdo da notícia no interior, não corresponde ao transmitido no frontispício do jornal.

A falta de confiança e consequente perda de credibilidade na imprensa, são factores que contribuem para que os leitores recusem participar em autênticos atentados à ética e deontologia jornalística, que devia presidir sempre na imprensa.

A falta de pluralidade e até laivos de sectarismo na política, principalmente quando se aproximam actos eleitorais, tornou-se mais notório no ano de 2009, pela frequência de eleições e o arrastar de "casos" envolvendo figuras politicas, que geradas inicialmente com o objectivo principal de aumentar as vendas, à medida que as notícias são posteriormente desmontadas, progressivamente as quebras acentuam-se significativamente, tornando os números finais acumulados um fiasco no volume de vendas.

A imprensa tem da aprender à sua custa de que os portugueses já não “comem” tudo o que lhe querem impingir, porque já exigem qualidade certificada, com ética e deontologia, tanto mais que existem
muito mais meios à nossa escolha de acesso à informação.
 
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Imprensa
D.Correia (seguir utilizador), 1 ponto , 20:27 | Terça feira, 29 de dezembro de 2009
O que eu choro é a morte de bons jornais, como o saudoso Diário de Lisboa, agora a maioria é trampa.
Que o bom senso permita que se conserve a Visão, o Expresso... e talvez o i e que cresça saudável.
O DN depende.
O Público precisa de nos fazer esquecer que tem dono.
O Resto é trampa, alguma paga pela "democracia" angolana....
 
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Admirados?
lavrador velho (seguir utilizador), 1 ponto , 20:37 | Terça feira, 29 de dezembro de 2009
Não é de esperar outra coisa. Com honrosas,-mas muito poucas- excepções, os jornalistas foram-se, com as máquinas de escrever! Os "jornalistas de hoje", são Drs. de aviário que não sabem escrever,nem falam português, e nem a tabuada sabem.
Os "donos",tambem com pouquíssimas excepções,( o Expresso é uma das,) só pensam em resultados, esquecendo que quem compra e lê jornais,detesta fofocas e gajas nuas, a substituir notícias e artigos bem escritos.E não aceita ver as mesmas notícias, escritas da mesma maneira, em tudo que se intitula imprensa escrita. Os Marcelinos, deram cabo da Imprensa.Tenho pena.
 
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Eles não são caros
caprylm56 (seguir utilizador), 1 ponto , 20:55 | Terça feira, 29 de dezembro de 2009
Eu é que tou a ganhar pouco.
E vejam que as novas tecnologias vieram dar uma ajuda, que o diga a Manuela M guedes.
 
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Se essa é a tendêncial mundial ,
J Saints (seguir utilizador), 1 ponto , 23:21 | Terça feira, 29 de dezembro de 2009


estavamos nós á espera de quê ???

internet , é muita internet ......
 
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