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'Trolleybus' liga Amadora a Odivelas

Uma linha de metro ligeiro com pneus, sucessor dos antigos troleicarros como os que existem em Coimbra, vai ligar as novas extensões do metropolitano. (Veja o vídeo e o mapa em documento PDF no final do texto).

Helder C. Martins
11:29 Sábado, 25 de julho de 2009

As câmaras da Amadora e de Odivelas vão investir na criação de uma linha de metro sobre pneus, numa extensão de 7,5 km entre a actual estação de Metro da Amadora e o interface a construir na Reboleira, prolongando-se depois até ao centro comercial Dolce Vita Tejo.

O investimento na primeira fase é de 8,9 milhões de euros e de 16 milhões para a segunda, afirmou o vice-presidente e vereador dos transportes da Câmara da Amadora, Gabriel Oliveira.

A Chamartin proprietária do Dolce Vita deverá contribuir com 4 milhões para as obras. Gabriel Oliveira salienta ainda que este modo de transporte não só é mais barato que o convencional metro de superfície sobre carris, mas também é mais amigo do ambiente. 

Esta linha vai permitir fazer a ligação às novas extensões do metropolitano previstas, como o prolongamento da Amadora ao Hospital Amadora-Sintra.  São três novas estações (Atalaia, Amadora-Centro e Hospital) num percurso de 2,5 km, que têm um custo estimado de €240 milhões.

A secretária de Estado dos Transportes, Ana Paula Vitorino considera que  a coordenação entre a administração central e local permite que as mais-valias geradas sirvam para financiar o processo. "Há um compromisso das câmaras para apoiarem projectos junto das futuras estações cujas mais-valias poderão financiar o metropolitano", acrescentou.    


Mapa de novas extensões do Metropolitano (clique na imagem para ver o documento em formato PDF)



 


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A GRANDE MENTIRA:" é mais amigo do ambiente"!!!!
José Telhado (seguir utilizador), 2 pontos (Interessante), 21:55 | Sábado, 25 de julho de 2009
É intolerável que se minta descaradamente e se diga que este troley é mais amigo do ambiente do que o metro ligeiro sobre carris. Mais amigo, porquê?

Vale tudo para assassinar o grande projecto da circular exterior em metro de superficie que permitia ligar as várias linhas radiais de metro pesado, consagrando uma moderna rede de transportes.

Primeiro cortaram o troço de Odivelas-Loures-Parque das Nações.
Agora cortam o troço da Amadora-Odivelas.
A seguir cortam o troço Algés-Amadora.

Tantos estudos e tanto trabalho de 10 anos deitado pela porta fora com a conivência do socialista Raposo da Amadora e do socialista de Loures!

É também muito grave que a Ana Paula Vitorino que devia saber os custos que tem desvirtuar uma rede bem concebida e que apadrinha estes malvados projectos.

Nada, mesmo nada chega ao conforto do contacto roda-carril.

Pode-se vir a ler calmamente um livro ou um jornal num metro de superficie, mas se fôr de pneus a trepidação do veículo não aconselha a leituras.

Além disso é uma heresia chamar metro a este autocarro eléctrico, que tem custos elevadíssimos de manutenção corrente e de manutenção periódica.

Estou farto de um país onde impera tanta ignorância junta e onde se calam os que deviam falar!

A comissão concelhia do CDS-PP considera que o projecto nada tem a ver com o que foi apresentado no programa eleitoral do PS e constitui um "flop" em relação ao adiamento da abertura e do próprio metro, que "não passa de um trolley" ...
 
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Helder Antunes (seguir utilizador), 1 ponto , 15:48 | Terça feira, 28 de julho de 2009
A GRANDE MENTIRA ...
José Telhado (seguir utilizador), 1 ponto , 21:58 | Sábado, 25 de julho de 2009
A entrada em funcionamento do metro, que terá pneus de borracha em vez de circular em carris, chegou a estar prevista para o mês de Maio, mas, segundo o vereador dos Transportes, Gabriel Oliveira (PS), O GABI, a complexidade técnica do projecto levou a autarquia a adiar a inauguração para o final de 2010. De acordo com o responsável, os custos da obra, inicialmente calculados em 11 milhões de euros, deverão afinal rondar os sete milhões e serão suportados "substancialmente" pela Chamartín Imobiliária, proprietária da superfície comercial, estando a autarquia a procurar financiamento junto da CP, do Metro e da REN, um processo que está "a correr bem".

Para o vereador social-democrata Carlos Reis, o facto de o metro de superfície não ser inaugurado na data esperada, em conjunto com o Dolce Vita Tejo, é "inusitado" e "acima de tudo criticável", já que "o sucesso do próprio empreendimento depende da criação de uma alternativa de transporte de massas".

Já a comissão concelhia do CDS-PP considera que o projecto nada tem a ver com o que foi apresentado no programa eleitoral do PS e constitui um "flop" em relação ao adiamento da abertura e do próprio metro, que "não passa de um trolley" já conhecido em Portugal.

 
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A GRANDE MENTIRA...
José Telhado (seguir utilizador), 1 ponto , 22:05 | Sábado, 25 de julho de 2009
Em declarações à Lusa, o líder da estrutura política, João Castanheira, diz mesmo que duvida do cumprimento do prazo anunciado (final de 2010) e da eficácia do sistema. "Um metro de superfície tem canais próprios que permite maior fluidez, mas não é isso que se vai oferecer às pessoas. Com este não se vai resolver rigorosamente nada, vai movimentar-se em ruas entupidas de tráfego, qual é a vantagem?", questiona.

Notícia Agência Lusa
Miguel Maurício disse...
Eu quero ver o "metro" ligeiro que afinal é um trolley,mas que no fundo parece que é um autocarro com motor electrico a circular,deve dar para rir..Que tristeza!! Meu abençoado automóvel,com transportes publicos destes é mesmo a melhor opção. Agora é que eu percebo o porque de nem quando o petróleo esteve a 140 dolares o barril as pessoas deixarem os popós em casa,é que os transportes são pensados por quem nada percebe de mobilidade e acessibilidades!!!

02-04-2009 22:37
O líder da comissão concelhia do PCP, Marco Varela, considera, no entanto, que o plano não serve a população local na totalidade e defende a revitalização de um antigo projecto, que previa a construção de um metro de superfície entre Algés (Oeiras) e Loures, com passagem pela Amadora e por Odivelas.

"Não deixamos de realçar que o metro de superfíce faz falta, mas se é para servir as populações devia-se pensar em algo mais abrangente. Este troço não deixa de ser importante, mas assim ficará interrompido", afirmou hoje à Lusa.

 
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A GRANDE MENTIRA...
José Telhado (seguir utilizador), 1 ponto , 22:11 | Sábado, 25 de julho de 2009
Estudos prévios para a implementação do Metro Ligeiro de Superfície

Trabalho elaborado tendo em vista a construção de 3 circulares distintas. Para cada uma das circulares foram elaborados diversos estudos, sempre elaborados ou acompanhados pela Carristur.

Circular exterior (Algés – Loures) – Implicou estudos como o de Reestruturação da Rede Rodoviaria de Transportes Colectivos de Passageiros no eixo Algés / Loures, Estudos de Ordenamento, Circulação e Estacionamento Rodoviário na mesma zona, Estudos de Urbanismo e Ordenamento do Território, Acompanhamento do estudo de Procura e acompanhamento do Estudo de Impacte Ambiental.

Circular interior (Falagueira – Stª Apolónia) – Elaboração de Estudos Prelimares do Metro Ligeiro de Superfície na ligação Falagueira – Stª Apolónia, Estudos de Ordenamento, Circulação e Estacionamento do corredor TCSP (Transporte Colectivo em Sitio Próprio) para a mesma zona de intervenção, formulação de propostas de ordenamento da circulação e de estacionamento com objectivos especificos e Estudos de Procura.

Circular interior (Alcântara – Estação Oriente) – Elaboração de Estudos Prelimares do Metro Ligeiro de Superfície na ligação Alcântara – Aeroporto Prior Velho - Estação Oriente, Estudos de Ordenamento, Circulação e Estacionamento do corredor na zona de implementação da circular, Formulação de propostas de ordenamento da circulação e do estacionamento, Estudos de Urbanismo Ordenamento do Território.

TUDO ISTO PARA NADA
 
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A GRANDE MENTIRA TAMBÉM NO ALGARVE...
José Telhado (seguir utilizador), 1 ponto , 22:29 | Sábado, 25 de julho de 2009
Num estudo elaborado por um antigo funcionário da Carris, Reis Simões. muito conhecido pelo caso dos acidentes com os primeiros autocarros que arrancavam para cima das pessoas, matando e ferindo gente, este "estudioso" da treta vem propor a substituição do metro ligeiro do Algarve por esta treta do autocarro eléctrico. Metro de superfície pode "virar" autocarro
O projecto de um metro ligeiro para o Algarve está em estudo por um grupo técnico, mas João Reis Simões apresenta uma alternativa mais económica: o autocarro guiado. A ideia é aproveitar o canal ferroviário entre Tunes e Lagos para instalar as infra-estruturas necessárias, com duas vias, para a deslocação do autocarro guiado, com a vantagem de este poder sair do percurso fixo deslocando-se até aos aglomerados habitacionais.
João Reis Simões, engenheiro consultor das Câmaras de Portimão e Lagos com experiência em transportes, disse ao Observatório do Algarve que o sistema por ele defendido “devia ser estudado em paralelo com o metro ligeiro”.

O consultor refere ainda que “o investimento em infra-estruturas e veículos tem um custo 40 por cento inferior” ao necessário para a implementação do metro ligeiro como uma vantagem deste meio de transporte, aliada às caracteristicas de poder deslocar-se a diferentes velocidades e dentro das cidades.

José Macário Correia, presidente da AMAL, não soube ou não quis defende o Algarve como era seu dever!

Tantas aldrabices com este modo de transporte cheira-me a esturro!
 
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O REIS SIMÕES AO ATAQUE NO ALGARVE!
martacarapacho (seguir utilizador), 1 ponto , 0:20 | Domingo, 26 de julho de 2009
Este Reis Simões que quer destruir o Metro de Superficie previsto para substituir o velho e vergonhoso comboio regional do Algarve é o mesmo que esteve há uns anos juntamente com o cretino Helder de Oliveira na administração da Carris, nomeado pelo Guterres e que queria acabar com o eléctrico 18 da Ajuda.

O povo uniu-se e deu uma tareia a estes malandros e ainda hoje temos o nosso querido eléctrico para a Ajuda.

Agora foi para o Algarve com o mesmo ódio aos eléctricos e a defender a busway.

Tristes câmaras (Lagos e Portimão) que têm estes ignorantes consultores!
 
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Quando?
atchim (seguir utilizador), 1 ponto , 0:39 | Domingo, 26 de julho de 2009
E para quando o investimento a sério em transportes públicos para a cidade de Lisboa em vez de faciltar o acesso dos cuburbanos aos centros comerciais? O Dolce Vita vai pagar?
 
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Outra vez???
Azur (seguir utilizador), 1 ponto , 21:34 | Domingo, 26 de julho de 2009

Já em 2007 este projecto do trolley foi apresentado e até deveria estar concluido em Maio de 2009, altura prevista para a abertura do Dolce Vita.
 
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