09/02/2012 atualizado às 0:30
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Tirar o véu e a liberdade

A França prepara-se para proibir o uso do véu integral, usado por menos de 0,1% das muçulmanas do país, em transportes e edifícios públicos. A liberdade individual é cada vez mais difícil de defender.

10:30 Quarta feira, 27 de janeiro de 2010
O Parlamento francês resolveu nomear uma comissão para debater um magno assunto: o uso de véu integral no espaço público. A coisa é de uma enorme importância. Afinal de contas, o niqab e a burka são usados por menos de duas mil mulheres num total de cinco milhões de muçulmanos. Ou seja, menos de 0,1% das muçulmanas em França.

O conselho parlamentar é o de proibir o uso destas vestimentas em edifícios e transportes públicos. Segundo a comissão, não se pode permitir que as mulheres sejam obrigadas a tapar a cara. Claro que é difícil determinar as que são obrigadas e as que querem mesmo usar a coisa. Por isso, em defesa da liberdade da mulher, o Estado determina o que pode e não pode vestir a mulher.

Não tenho qualquer esperança de que aqueles que se dizem liberais percebam a contradição de defender a liberdade e pôr o Estado a determinar como cada um se pode vestir. Que aqueles que dizem defender a liberdade compreendam que ela nem sempre nos é confortável. Mas espero ao menos que percebam qual é, tendo em conta o reduzidíssimo número de mulheres que em toda a França usa o véu integral, o objectivo desta encenação.

A recente obsessão pelo véu, mesmo quando não é integral - apesar de em versões diferentes também ser comum entre as judias ortodoxas casadas (no caso, o uso de peruca) e, por exemplo, as freiras católicas -, merecia séria psicanálise. Quando da sua glória passada restam pouco mais do que cacos, sobram estas patéticas demonstrações de testosterona para a França e a Europa encontrarem a sua própria identidade. E este é o campo de batalha de políticos que nada têm a fazer pelo seu povo e precisam, como sempre precisaram os medíocres, de perigos externos.

Disse o presidente do Parlamento: "O véu integral representa de uma maneira extraordinária tudo o que a França espontaneamente rejeita". Está quase tudo dito sobre o entendimento que um eleito tem da democracia quando fala de rejeições espontâneas. E explicou: "É a bandeira do integrismo extremista".

É coisa sabida que a simplificação é filha da ignorância - pensam-se que o niqab é anterior ao próprio Islão. Mas não se queixe dos resultados dos seus actos quem faz de uma prática que é excepção entre as mulheres muçulmanas a sua bandeira política pela intolerância. Apenas darão força ao que dizem querer combater. Muito provavelmente muitas muçulmanas que nunca usariam tal coisa terão agora um pouco mais de vontade de o fazer.

A comissão parecia querer ir mais longe e proibir pura e simplesmente o uso do véu em todas as circunstâncias (é provável que o partido de Sarkozy tente chegar aí). Mas tal seria inconstitucional. Contrário, isso sim, aos valores da República. Um ataque a esse valor que eu gostava de acreditar que ainda é europeu: o da liberdade individual. E essa liberdade individual inclui o direito a ser conservador. Posso não gostar. Mas a liberdade dos outros é para isso mesmo: para aquilo que eu não gosto no outro.

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Quando se critica a França ...
Brilhantina (seguir utilizador), 3 pontos (Interessante), 12:43 | Quarta feira, 27 de janeiro de 2010
pela atitude de querer proibir a burka sem mencionar ou seja, omitir o que uma mulher ocidental pode sujeitar-se na maioria dos países mulçumanos por não fazer uso do véu, está-se a pôr a França nos promórdios da civilização e da tolerância fazendo da civilização mulçumana, mais concretamente da nação mulçumana, vítima da civilização ocidental mais propriamente, está-se a ser masoquista.
Esta postura de defesa de certos hábitos religiosos determinantes e marcantes de uma determinada civilização, não esquecer que a actual civilização Árabe/Mulçumana é iniciada, marcada e determinada com a divulgação dos textos Corânicos e a história para o mundo mulçumano começa com esta divulgação porque antes, segundo os seus profetas, só existia o caos. Mas como estava a dizer, a defesa de outros hábitos civilizacionais retrógados marcados pela religião na sua componente mais fundamentalista, está-se a cair numa ingenuidade tremenda indo ao ponto de pôr em causa a própria segurança da Civilização ou do Estado que acolhe tais seguidores.
Quanto ao véu a ser utilizado no espaço Europeu não tenho nada a dizer, tolero-o, mas defender aqui o uso da BURKA, que cobre da cabeça aos pés, não levo à paciência por muitas razões e de entre elas a segurança dos meus concidadãos. Qualquer um pode usar uma BURKA seja ele homem ou mulher assaltante ou bombista, é uma forma de se servir de uma indumentária religiosa que se deve tolerantemente respeitar mas que poderá esconder objectivos tenebrosos.
 
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CARNAVAL
S THUNDERS (seguir utilizador), 2 pontos (Bem Escrito), 10:50 | Quarta feira, 27 de janeiro de 2010
no carnaval é que se usa máscaras.
 
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ANTIDEMOCRATA (seguir utilizador), 1 ponto , 16:32 | Quarta feira, 27 de janeiro de 2010
Não me parece
Miranda07 (seguir utilizador), 2 pontos , 11:25 | Quarta feira, 27 de janeiro de 2010
Não me parece que seja uma boa ideia proibir o véu. Na Turquia, por exemplo, as tentativas de "proibir" o véu tiverem como efeito o aparecimento de organizações de mulheres, cada vez mais numerosas, a proclamar, a torto e a direito, o seu inalienável direito de se protegerem, de andarem vestidas como bem lhes parece, ou seja, com a tal burka. Numa palavra: o problema é sério e complicado. O Estado Francês tem as suas razões, que me parecem sérias; mas as mulheres muçulmanas também têm as suas. E o que me parece é o seguinte: num país cada vez mais descaracterizado do ponto de vista religioso, o impacto de muçulmanos fiéis à sua religião será cada vez maior. É ver, por exemplo, o que se passa com muitos taxistas em Paris! Daí o que eu gostaria fosse o meu apelo: que estas questões sejam tratadas com delicadeza, sensibilidade, rigor político e atenção aos valores constitucionais. E depois, que todos se lembrem: uma sociedade e uma cultura dada ao vazio, dada ao nada, só pode ser uma sociedade e uma cultura destinada a ser preenchida por valores que, de facto, não são os seus. Por outras palavras: uma França anti-cristã, não vai ser, em meu entender, uma França laica; vai ser, temo, uma França "muçulmana". Faltam alguns decénios; mas esperem e logo verão. Daí então a minha proposta à França de hoje: France, glorieuse, devient ce que tu es, ce que tu as toujours été: une Fille bien-aimée de l'Église! A toit, donc, le choix! (Que a França me desculpe os lapsos de língua!
 
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    Re: Não me parece    Ver comentário
Anthos (seguir utilizador), 1 ponto , 13:24 | Quarta feira, 27 de janeiro de 2010
Hipocrisia
Tautalos (seguir utilizador), 2 pontos (Bem Escrito), 12:21 | Quarta feira, 27 de janeiro de 2010
Tem sempre uma imensa piada, sem graça, a indignação do esquerdista estereotipado com a «supressão da liberdade!» quando quem toma posições de força são Europeus. Os daniéisoliveiras não mostram, sequer referem, qualquer preocupação com a supressão da liberdade das muçulmanas que, pressionadas pela sua própria comunidade, se vêem, cada vez mais, forçadas a usar o véu. Com essa violência, real, marginal ao Estado, não se preocupam os daniéisoliveiras - pudera: não é uma violência exercida pelo branco opressor, porque o branco é sempre um opressor e um malandro, com séculos de culpas, ui, o branco na sua própria terra não tem sequer o direito de exigir ver as caras de quem anda na rua, nem há nenhuma consequência para a segurança pública nem nada, que ideia, nem é verdade que qualquer terrorista pode calmamente fazer o que quiser e depois desaparecer no seio da multidão de mulheres muçulmanas...
 
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    Re: Hipocrisia    Ver comentário
sebassc (seguir utilizador), 1 ponto , 18:26 | Quarta feira, 27 de janeiro de 2010
    Re: Hipocrisia    Ver comentário
Titan88 (seguir utilizador), 1 ponto , 20:48 | Quarta feira, 27 de janeiro de 2010
Proibir ou obrigar?
CondestavelXXI (seguir utilizador), 2 pontos , 14:55 | Quarta feira, 27 de janeiro de 2010
Em breve homens e mulheres de qualquer credo ou condição passarão a ser sistematicamente scaneados para aceder a qualquer aglomeração pública de pessoas. Está a começar nos aviões e vai estender-se progressivamente.
Isto faz com que o traje deixe de ter a função de proteger a intimidade de uma pessoa em lugares públicos.
O véu islamico deve ser visto como mais um dos variadíssimos trajes e disfarces que se podem ver tranquilamente nas ruas de qualquer país livre pelo que não deve ser proibido sob pena de constituir um factor de tensão social perfeitamente desnecessário até pela pouca expressão que tem no mundo ocidental.
O que, a meu ver, deve ser obrigatório, não apenas para mulheres muçulmanas mas para toda a gente é destapar a cara ou retirar certos adornos em situações pré-definidas que requeiram por, exemplo, identificação fotográfica legal, etc. Nestas situaçõe bem precisas é que não devem ser toleradas objecções nem exigências de nenhum tipo e quem não quizer aceitar as regras que procure a sociedade adequada para viver como gosta.
A rua é um lugar público e não posso aceitar que uma mulher muçulmana seja proibida de andar na rua com a cara tapada ao mesmo tempo que se permite todo o tipo de tonterias que passe pela cabeça dos restantes transeuntes.
 
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O argumento hipócrita
CondestavelXXI (seguir utilizador), 2 pontos , 16:44 | Quarta feira, 27 de janeiro de 2010
Podem existir muitos motivos e argumentos para, pelos menos em determinadas situações bem precisas, não admitir rostos, cabeças ou outras partes do corpo cobertas ou descobertas.
O que não tem outro nome para além de hipocrisia é afirmar que a proibição da burka se destina a defender a liberdade da mulher muçulmana.
 
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Liberdade também quer dizer dignidade.
Brilhantina (seguir utilizador), 2 pontos , 20:17 | Quarta feira, 27 de janeiro de 2010
''o artigo apenas defende que quem a quer usar deve ter essa liberdade'' diz ou relama ''sebassc''

Toda e qualquer democracia que se preze deve impor a igualdade de direitos e de oportunidades aos seus cidadão e cidadãs, combater o anafabetismo, lutar pela dignidade do ser humano para que tenha uma identidade um rosto e que participe como cidadão nos desígnios do País. A BURKA simboliza o oposto.
É um autêntico absurdo que a liberdade tenha condescendência com a utilização da BURKA. Tenha condescendência com quem não quer por os filhos na escola, Tenha condescendência com quem pretenda fomentar a analfabetismo. Tenha condescendência com quem pretende não ter uma identidade. Tenha condescendência com quem não pretende ter um rosto. Tenha condescendência com quem se submete a ser um ser inferior.
A civilização Ocidental é contra estes aspectos e como tal deve impôr as suas regras de jogo, regras estas que foram ganhas em muitas batalhas e em muitas revoluções populares.
 
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finalmente
sebassc (seguir utilizador), 1 ponto , 10:51 | Quarta feira, 27 de janeiro de 2010
finalmente alguem que diz uma coisa acertada sobre este assunto.

nem mais.
 
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A pulseira ectrónica e a Liberdade.
águiadois (seguir utilizador), 1 ponto , 10:58 | Quarta feira, 27 de janeiro de 2010
Se a burka é sinónimo de pulseira electrónica para quem a usa,um Estado que respeite a liberdade não o pode permitir.O resto são os linguados do costume. Et vive la France.
 
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Deixemo-nos de tretas !
certo iactu (seguir utilizador), 1 ponto , 11:18 | Quarta feira, 27 de janeiro de 2010
Ser de esquerda não tem a ver com ser cego, sr. Daniel ! Apenas porque ser de esquerda pressupõe saber pensar, enquadrar, relacionar, saber de história, prever o futuro, respeitar a vida...
Acorde e lembre-se, (daqui a uns tempos, se acaso me ler) do que aqui se diz, e então relacione o que pensa agora com o que viverá, então. Isto, se o que preconiza for realidade...
 
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A hipocrisia da esquerda de Daniel Oliveira
CM84 (seguir utilizador), 1 ponto , 11:26 | Quarta feira, 27 de janeiro de 2010
Daniel Oliveira não defende o fortalecimento do Estado? Um Estado de amparamentos e de superintendência? Então não tem que se admirar das pequenas intromissões.

Mas relativamente ao assunto, Daniel de Oliveira não tem conhecimento das associações de defesa dos direitos da MULHER muçulmana? Se não fosse a "repressão" Estatal e social, mesmo em França a mulher muçulmana não teria quaisquer direitos?

E após puxar pela memória, não me consegui recordar, de alguém da nossa esquerda condenar a inexistência de direitos para as mulheres nos países muçulmanos.

Há sempre uma palavra de compreensão, pela religião e pela cultura e claro também pela... hipocrisia.

 
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Deixemo-nos de tretas 2
certo iactu (seguir utilizador), 1 ponto , 11:28 | Quarta feira, 27 de janeiro de 2010
E já agora, a liberdade individual que tanto aqui defende é exactamente a mesma, do mesmo sinal, e da mesma qualidade, que tem dado origem a tanta injustiça e " malfeitorias" que o senhor denuncia...
Isto não pode ser " conforme e consoante" nos convém...
 
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Deixe lá, Daniel. Eles não sabem o que dizem...
a_Razao (seguir utilizador), 1 ponto , 11:36 | Quarta feira, 27 de janeiro de 2010
Aquilo que estes comentadores condenam, ou dizem condenar, ou melhor, aqueles valores que dizem defender, como é o caso da "liberdade individual", eles próprios metem em causa.
Tal como diz, se é certo que o véu é o simbolo da sujeição da mulher em relação ao seu companheiro, também é por outro lado, uma tradição, e, hoje, a maioria das mulculmanas, usa-o porque assim o deseja. Elas, vão deixar de o usar, mas será por iniciativa delas, pela luta no feminino no islamismo.
Será que as freiras e os padres, usam mascara? Por favor; hipócrisia não. Impor os nossos costumes aos outros, é imperialismo ditadurial.
Enfim..., pobres diabos...(sem ofensa claro)
 
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    Re: Deixe lá, Daniel. Eles não sabem o que dizem..    Ver comentário
amboiva (seguir utilizador), 1 ponto , 12:11 | Quarta feira, 27 de janeiro de 2010
    Re: Deixe lá, Daniel. Eles não sabem o que dizem..    Ver comentário
a_Razao (seguir utilizador), 1 ponto , 13:15 | Quarta feira, 27 de janeiro de 2010
    Re: Deixe lá, Daniel. Eles não sabem o que dizem..    Ver comentário
amboiva (seguir utilizador), 1 ponto , 15:48 | Quarta feira, 27 de janeiro de 2010
    Re: Deixe lá, Daniel. Eles não sabem o que dizem..    Ver comentário
sacristão (seguir utilizador), 1 ponto , 23:03 | Quarta feira, 27 de janeiro de 2010
    Re: Deixe lá, Daniel. Eles não sabem o que dizem..    Ver comentário
Durruti Blak (seguir utilizador), 1 ponto , 13:59 | Quarta feira, 27 de janeiro de 2010
    Para Durruti Blak    Ver comentário
CM84 (seguir utilizador), 1 ponto , 15:06 | Quarta feira, 27 de janeiro de 2010
    Re: Para Durruti Blak    Ver comentário
a_Razao (seguir utilizador), 1 ponto , 15:29 | Quarta feira, 27 de janeiro de 2010
    Re: Para Durruti Blak    Ver comentário
CM84 (seguir utilizador), 1 ponto , 15:58 | Quarta feira, 27 de janeiro de 2010
    Re: Para Durruti Blak    Ver comentário
a_Razao (seguir utilizador), 1 ponto , 19:05 | Quarta feira, 27 de janeiro de 2010
    Re: Para Durruti Blak    Ver comentário
Durruti Blak (seguir utilizador), 1 ponto , 15:47 | Quarta feira, 27 de janeiro de 2010
    Re: Para Durruti Blak    Ver comentário
CM84 (seguir utilizador), 1 ponto , 16:28 | Quarta feira, 27 de janeiro de 2010
    Re: Para Durruti Blak    Ver comentário
Durruti Blak (seguir utilizador), 1 ponto , 16:48 | Quarta feira, 27 de janeiro de 2010
Daniel de Oliveira
ERA 2009 (seguir utilizador), 1 ponto , 11:56 | Quarta feira, 27 de janeiro de 2010
Este, não é um militante do BE ?
Então está tudo dito.
 
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ckage (seguir utilizador), 1 ponto , 15:16 | Quarta feira, 27 de janeiro de 2010
De resto...
Tautalos (seguir utilizador), 1 ponto , 12:28 | Quarta feira, 27 de janeiro de 2010
E eu nem sequer sou dos mais preocupados com esta questão, note-se. Acho que a medida é superficial e enrascada, própria de uma elite burguesa que, fragilizada por anos de ateísmo e de laicismo sossegado e sofisticado, não sabe como é que há-de lidar com a hoste religiosa mais violenta e imperialista da História da Humanidade, que é precisamente a dos agachados de Alá. Por um lado, percebe que essa coisa aberrante que é o multiculturalismo, derivado e ao mesmo tempo provocador da imigração em massa (iminvasão), está a dar seriamente para o torto; mas, por outro, os seus dogmas morais neo-cristãos-mas-não-religiosos, ou seja, politicamente correctos anti-racistas (ou não fosse o Crucificado o antepassado moral da Esquerda anti-racista), esses dogmas, dizia, impedem-nos de fazer o mais simples e legítimo, que é travar de imediato a imigração e começar a repatriar os não europeus.
 
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    Re: De resto...    Ver comentário
a_Razao (seguir utilizador), 1 ponto , 19:17 | Quarta feira, 27 de janeiro de 2010
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