Díli, 08 set (Lusa) -- O pedido de resignação do vice primeiro ministro Mário Carrascalão é visto por deputados do CNRT e do Partido Democrático, partidos que integram a Aliança da Maioria Parlamentar, como uma atitude "individual" e "normal" em democracia.
Para o chefe da bancada parlamentar do Conselho Nacional da Reconstrução de Timor (CNRT), Eduardo de Deus Barreto, compreende-se que Mário Carrascalão, "com a idade que tem, esteja cansado das muitas responsabilidades governativas" e a sua resignação não deverá ter implicações na coligação.
"É um contratempo que não deverá ter efeitos na continuidade do governo AMP. Eu acho que a resignação de um indivíduo não representa a posição de um partido e, no caso de Mário Carrascalão, não representa o Partido Social-democrata.