10/02/2012 atualizado às 15:10

Timor-Leste: Partidos da maioria confiam na estabilidade, PSD em silêncio e oposição diz que governo cairá por si

Díli, 08 set (Lusa) -- O pedido de resignação do vice primeiro ministro Mário Carrascalão é visto por deputados do CNRT e do Partido Democrático, partidos que integram a Aliança da Maioria Parlamentar, como uma atitude "individual" e "normal" em democracia.

12:55 Quarta feira, 8 de setembro de 2010

Díli, 08 set (Lusa) -- O pedido de resignação do vice primeiro ministro Mário Carrascalão é visto por deputados do CNRT e do Partido Democrático, partidos que integram a Aliança da Maioria Parlamentar, como uma atitude "individual" e "normal" em democracia.

Para o chefe da bancada parlamentar do Conselho Nacional da Reconstrução de Timor (CNRT), Eduardo de Deus Barreto, compreende-se que Mário Carrascalão, "com a idade que tem, esteja cansado das muitas responsabilidades governativas" e a sua resignação não deverá ter implicações na coligação.

"É um contratempo que não deverá ter efeitos na continuidade do governo AMP. Eu acho que a resignação de um indivíduo não representa a posição de um partido e, no caso de Mário Carrascalão, não representa o Partido Social-democrata.

Lusa
Palavras-chave  Partidos e movimentos
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