12/02/2012 atualizado às 15:25

Telecom: António Mendonça diz que obras públicas não podem ser vistas apenas do ponto de vista do défice

Lisboa, 19 Nov (Lusa) - O ministro das Obras Públicas, Transportes e Comunicações, António Mendonça, afirmou hoje que as obras públicas não podem ser vistas apenas do ponto de vista do défice das contas públicas.

23:09 Quinta feira, 19 de novembro de 2009

Lisboa, 19 Nov (Lusa) - O ministro das Obras Públicas, Transportes e Comunicações, António Mendonça, afirmou hoje que as obras públicas não podem ser vistas apenas do ponto de vista do défice das contas públicas.

"As obras públicas têm que ser vistas não apenas do ponto de vista do défice - é claro que o défice é uma restrição - mas a nossa preocupação é colocar o país num patamar de desenvolvimento tecnológico que permita aumentar a sua competitividade e atractividade", afirmou António Mendonça aos jornalistas à saída do XIX Congresso das Comunicações.

"São investimentos que procuram levantar os constrangimentos que levaram o país nos últimos anos a não ter o desenvolvimento que deveria ter", concluiu o ministro.

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É VERDADE..SE CONSTRUAM PIRÂMIDES........
Tibiriçá.... (seguir utilizador), 1 ponto , 0:54 | Sexta feira, 20 de novembro de 2009
POIS FAÇAM-SE PIRÂMIDES.Daqui a 2000 anos serão admiradas;por aqueles um dia viverão.?cum.kantiflas
 
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Ter ou não ter, eis a questão
Ventanias (seguir utilizador), 1 ponto , 9:31 | Sexta feira, 20 de novembro de 2009
O Sr Ministro pode ter razão. Se as obras públicas a fazer vierem de facto aumentar as condições de competitividade nacionais.

Ou não ter. Será o caso da construção de autoestradas onde uma estrada baste, de aeroportos que não fazem falta quando os existentes não estão bem explorados, de pontes que replicam problemas em vez de resolverem os que existem, etc. etc.

A grande questão é a falta de critério nas obras públicas dos últimos anos. As que tem sido feitas, não o foram para melhorar a competitividade do País. Parece até que o foram apenas para alimentar a máquina das empresas de obras públicas-centrão político.
 
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