13/02/2012 atualizado às 19:42
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Teixeira dos Santos apresenta linhas gerais do Orçamento e PEC em Bruxelas

O ministro das Finanças deverá apresentar hoje o Orçamento do Estado para 2010 e do Programa de Estabilidade e Crescimento (PEC) aos ministros da zona euro.

11:26 Segunda feira, 15 de março de 2010

O ministro das Finanças, Teixeira dos Santos , deverá hoje apresentar as linhas gerais do Orçamento do Estado para este ano e do Programa de Estabilidade e Crescimento (PEC) aos ministros da zona euro, em Bruxelas.  
 
Fonte comunitária disse à Agência Lusa que "é habitual" que, depois da aprovação do Orçamento por um Estado-membro, o ministro correspondente faça uma "breve referência" ao mesmo no encontro mensal dos ministros das Finanças da zona euro.   O facto de o Orçamento do Estado para 2010 iniciar um ciclo de quatro anos, até 2013, de ajustamento orçamental, levará "certamente" Teixeira dos Santos a fazer uma referência também em relação ao PEC atualizado, de acordo com a mesma fonte.

Meta de quatro anos


 
O PEC traça a estratégia orçamental de Lisboa até 2013, ano em que o défice orçamental deverá ser inferior ao limite de 3% imposto pelas regras europeias - o Governo aponta para um desequilíbrio de 2,8% nas contas públicas nesse ano.  
  A Assembleia da República aprovou na sexta feira passada o Orçamento do Estado para 2010 e o Governo finalizou no sábado o PEC que só deverá ser entregue à Comissão Europeia depois de 25 de março, quando for discutido pelos deputados.  
A reunião dos ministros das Finanças de segunda (zona euro) e terça feira (UE) deverá, no entanto, ser dominada por um debate sobre a situação orçamental da Grécia, que levou a medidas de austeridade que resultaram em greves, algumas violentas.

 

Este texto foi escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico

Nota da Direcção do Expresso

O Expresso apoia e vai adoptar o novo Acordo Ortográfico. Do nosso ponto de vista, as novas normas não afectam - antes contribuem - para a clarificação da língua portuguesa.

Por outro lado, não consideramos a ideia de que a ortografia afecta a fonética, mas sim o contrário. O facto de a partir de 1911 a palavra phleugma se passar a escrever fleugma e, já depois, fleuma não trouxe alterações ao modo como é pronunciada. Assim como pharmacia ou philosophia.

O facto de a agência Lusa adoptar, a partir de amanhã, o Acordo, enquanto o Expresso, por razões técnicas (correctores e programas informáticos de edição) ainda não o fez, leva a que neste sítio na Internet coexistam as ortografias pré-acordo e pós-acordo.

Pedimos, pois, a compreensão dos nossos leitores.

Lusa
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