12/02/2012 atualizado às 13:55

Sócrates/Magrebe: Três dias para apoiar a diversificação dos mercados portugueses

Lisboa, 19 mar (Lusa) - A visita de José Sócrates ao Magrebe, que começa no domingo, vai potenciar as relações comerciais com os países do Norte de África, cada vez mais importantes para diversificar as exportações portuguesas, considerou o presidente do AICEP, Basílio Horta.

13:48 Sexta feira, 19 de março de 2010

Lisboa, 19 mar (Lusa) - A visita de José Sócrates ao Magrebe, que começa no domingo, vai potenciar as relações comerciais com os países do Norte de África, cada vez mais importantes para diversificar as exportações portuguesas, considerou o presidente do AICEP, Basílio Horta.

O primeiro ministro, que visita a Líbia, Argélia, Tunísia e Marrocos, numa digressão que termina na terça feira, deverá reforçar as relações políticas com os quatro países, o que permitirá facilitar as exportações portuguesas, segundo Basílio Horta.

"São países com grande potencialidade e onde nós temos grande capacidade competitiva. Por outro lado, são países onde os negócios são tanto mais fáceis quanto mais fáceis forem as relações políticas. E a relação política entre Portugal e os países do Magrebe tem sido muito positiva", disse o presidente da AICEP - Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal.

Lusa
Palavras-chave  diplomacia
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M.Farid (seguir utilizador), 1 ponto , 19:18 | Sexta feira, 19 de março de 2010
...que uma parte do comércio externo a realizar com os países do Magrebe fosse acautelado e atribuído à frota mercante nacional,dentro da quota que lhe cabe,de modo a estimular aquele sector dos transportes marítimos que tão mal tratado tem sido pela tutela do sector.
Neste momento o tal "País de Marinheiros" não é mais que uma nostálgica recordação,onde os navios mercantes se contam pelos dedos e que urge reanimar aproveitando as novas oportunidades de negócio.Já os nossos antepassados do séculos XV e XVI intuiram que o comércio marítimo com o Norte de África era proveitoso,embora a corrente política que defendia o comércio com o Oriente tivesse prevalecido com custos enormes que acabaram por o destruír.
 
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