13/02/2012 atualizado às 15:47
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Sócrates: "Caminho mais fácil seria aumentar os impostos"

O primeiro-ministro afirmou que o Programa de Estabilidade e Crescimento (PEC) está centrado na diminuição da despesa do Estado, assumindo uma "opção política clara de não aumentar os impostos."

com Lusa
20:17 Segunda feira, 8 de março de 2010
Baixar o nível de investimento público para números inferiores aos da crise é um dos objectivos do Governo, disse Sócrates
Baixar o nível de investimento público para números inferiores aos da crise é um dos objectivos do Governo, disse Sócrates
Alberto Frias

O primeiro ministro afirmou hoje que a redução dos benefícios fiscais para os contribuintes com maiores rendimentos estava já prevista nos programas de Governo e do PS e não significam aumento de impostos.

José Sócrates falava aos jornalistas após ter recebido em audiência em São Bento as forças políticas com representação Parlamentar sobre o PEC, documento que será debatido na Assembleia da República dia 25.

Após ler a sua declaração inicial sobre as principais linhas do PEC, José Sócrates foi interrogado se a redução das despesas fiscais prevista até 2013 não poderá ser encarada como uma falha de compromisso político, perspectiva que o primeiro ministro recusou.

"Quem ler o programa eleitoral do PS ou o programa do Governo, sabe que está bem expresso que nós iríamos agir na redução dos benefícios fiscais, em particular para os rendimentos mais elevados", sustentou o líder do executivo.

Sistema fiscal mais justo



Para José Sócrates, "O caminho mais fácil seria aumentar os impostos, mas é preciso que os portugueses tenham consciência que o sistema que o país tinha beneficiava aqueles que possuíam rendimentos mais elevados, porque esses poderiam beneficiar das deduções fiscais mais do que com os outros".

"É com isso que queremos acabar e isso não significa aumento de impostos. Isso significa reduzir a despesa fiscal e tornar mais justo o sistema fiscal português", advogou.

Na sua declaração inicial sobre o PEC, o primeiro ministro frisou que este programa não prevê aumento de impostos até 2013, "para defender as empresas e as famílias".

Mas "haverá uma excepção: estabelecemos uma tributação extraordinária para os rendimentos acima de 150 mil euros [ano], que serão tributados à taxa de 45%", disse.

"Fazemos esta excepção em nome de um princípio que está presente em todo o PEC: o da justiça e equidade na distribuição do esforço nacional que o país precisa de fazer", acrescentou.

"Sentido de responsabilidade é essencial" 



O ministro disse esperar que o Programa de Estabilidade e Crescimento (PEC) reúna consenso político e social alargado, alegando que esse sentido de responsabilidade é essencial para a credibilidade externa da economia portuguesa.

"Com este diálogo que estabelecemos com os partidos, que continuaremos terça feira com os parceiros sociais, esperamos obter um consenso político e social para as medidas necessárias e justas que o país precisa de tomar", justificou o primeiro ministro.

Segundo Sócrates, até 2013, Portugal tem pela frente "o duplo desafio de relançar a economia e ter mais emprego, mas também equilibrar as contas públicas - e este é o momento para o fazer".

"Tenho a certeza que todos actuarão de forma responsável para que Portugal possa defender a credibilidade da sua economia, a confiança na nossa economia e as condições de financiamento das nossa economia", disse.

"PEC é ambicioso"



Confrontado com a corrente de opinião que considera esta proposta de PEC do Governo como sendo pouco ambiciosa em 2010, José Sócrates manifestou-se em desacordo.

"Em toda a Europa, metade dos países vai aumentar o seu défice e Portugal vai reduzi-lo em 2010. Dentro do conjunto de países que vai reduzir o défice, somos um dos países que mais vai baixá-lo, passando de 9,3% para 8,3%, dando o primeiro sinal claro do empenhamento político do Governo no sentido de pôr as contas públicas em ordem", referiu.

De acordo com o primeiro ministro, as reformas feitas por Portugal nos últimos cinco anos, como a da Segurança Social e da administração pública, permitem agora ao país seguir um PEC "sem aumento de impostos excepção feita aos contribuintes com rendimentos acima dos 150 mil euros" anuais.

"O Governo vai concentrar-se na redução da despesa do Estado, tarefa que é provavelmente a mais difícil e exigente. Mais fácil seria aumentar impostos, mas isso prejudicaria a nossa economia", disse.

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PEC
ANO1933 (seguir utilizador), 11 pontos (Bem Escrito), 21:16 | Segunda feira, 8 de março de 2010
Das declarações do Sr. PM. retiro algumas conclusões:
Afirmou que as despesas do Estado iriam ser mais rigorosas.
Ilação tirada: Até aqui, NÃO HAVIA RIGOR ...
"O caminho mais fácil seria aumentar os impostos", disse.
Vamos a um caso concreto e que abrange 3 milhões de contribuintes sujeitos a IRS:
Os mesmos não vão ser agravados nas taxas, mas o mesmo não sucede nos benefícios fiscais, como a saúde e a educação.
Significa isto que uma boa parte deles em 2011, vai pagar mais IRS.
Sr. PM. chame-lhe o que quiser, mas isto é um AUMENTO DE IMPOSTOS, SÓ QUE DE UM MODO ENCAPOTADO!
Já por mais de uma vez acusou os governos do PSD (É bom recordar, que nestes últimos 15 anos, o PS esteve na governação 12.5 anos) de ter recorrido a privatizações para baixar o défice, e então agora não vai fazer a mesma coisa, ao privatizar algumas das empresas, consideradas como as Jóias da Coroa, a saber GALP, CTT, EDP, REN e CTT?
A que chamar isto ?
Será que vai haver cortes nos assessores, que são aos magotes e aos estudos efectuados por empresas externas, como por exemplo grandes escritórios de advogados ?
E os prémios das empresas tuteladas pelo Estado, vão manter-se na mesma ?
Aguardámos para ver.
Há uns mais culpados do que outros.
Os Directores de uma empresa não têm mais responsabilidades do que os trabalhadores ?

 
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    E quem e o quê deveria fazer ?..    Ver comentário
Fernando Torres (seguir utilizador), 1 ponto , 22:27 | Segunda feira, 8 de março de 2010
    Re: E quem e o quê deveria fazer ?..    Ver comentário
nao tento (seguir utilizador), 1 ponto , 9:27 | Terça feira, 9 de março de 2010
    Re: E quem e o quê deveria fazer ?..    Ver comentário
Fernando Torres (seguir utilizador), 1 ponto , 10:57 | Terça feira, 9 de março de 2010
    Re: E quem e o quê deveria fazer ?..    Ver comentário
nao tento (seguir utilizador), 1 ponto , 21:56 | Terça feira, 9 de março de 2010
    Re: E quem e o quê deveria fazer ?..    Ver comentário
Fernando Torres (seguir utilizador), 2 pontos , 22:33 | Terça feira, 9 de março de 2010
    Re: PEC    Ver comentário
Marco de Salvaterra (seguir utilizador), 1 ponto , 23:03 | Segunda feira, 8 de março de 2010
    Re: PEC    Ver comentário
Goodwaves (seguir utilizador), 2 pontos , 0:31 | Terça feira, 9 de março de 2010
    Re: PEC    Ver comentário
ANO1933 (seguir utilizador), 2 pontos , 0:33 | Terça feira, 9 de março de 2010
    Re: PEC    Ver comentário
Heinkel (seguir utilizador), 1 ponto , 15:59 | Terça feira, 9 de março de 2010
    Re: PEC    Ver comentário
ANO1933 (seguir utilizador), 2 pontos , 16:43 | Terça feira, 9 de março de 2010
    Re: PEC    Ver comentário
Maria Portuguesa (seguir utilizador), 1 ponto , 18:19 | Terça feira, 9 de março de 2010
    Re: PEC    Ver comentário
ANO1933 (seguir utilizador), 2 pontos , 19:14 | Terça feira, 9 de março de 2010
    Re: PEC    Ver comentário
Maria Portuguesa (seguir utilizador), 1 ponto , 19:36 | Terça feira, 9 de março de 2010
    Re: PEC    Ver comentário
ANO1933 (seguir utilizador), 2 pontos , 20:41 | Terça feira, 9 de março de 2010
    EM SOCRATÊS-LIGEIRO AJUSTAMENTO DA CONTRIBUIÇÃO    Ver comentário
AUGUSTO ROSA (seguir utilizador), 1 ponto , 3:42 | Terça feira, 9 de março de 2010
    Re: PEC    Ver comentário
cafre (seguir utilizador), 1 ponto , 23:39 | Segunda feira, 8 de março de 2010
    Re: PEC    Ver comentário
ANO1933 (seguir utilizador), 2 pontos , 9:40 | Terça feira, 9 de março de 2010
    Atestado de burrice!    Ver comentário
luis.sousa.6 (seguir utilizador), 1 ponto , 12:50 | Terça feira, 9 de março de 2010
    Era tão mau o PEC e hoje os críticos calam-se?    Ver comentário
MPV (seguir utilizador), 1 ponto , 23:54 | Terça feira, 9 de março de 2010
    Re: Era tão mau o PEC e hoje os críticos calam-se?    Ver comentário
ANO1933 (seguir utilizador), 2 pontos , 0:55 | Quarta feira, 10 de março de 2010
Mais fácil ?
Malekas (seguir utilizador), 5 pontos (Interessante), 20:59 | Segunda feira, 8 de março de 2010
Isto é o cúmulo da patetice...
É o completo desnorte.
A carga tributária só não é maior nem é aumentada porque o filão esgotou-se há muito. Já nem osso há.
É preciso lata...O).
Mas há pacóvios que ouvindo ou lendo isto, pensam lá para eles : "Mas que grande homem. Isto é que é um amigo do povo. Não lhe pede mais sacrifícios".
Chama-se a isto esperteza saloia. Mas há ainda muita maltinha que, por sabujice, ignorância ou talvez um pouco das duas, acredite e embarque nestas patranhas.
A desfaçatez deste "animal"...
Este José Pinto de Sousa é dos tais que qq. dia algum assessor lhe diz que o povo nem dinheiro tem já para o pão e ainda terá a lata de lhe retorquir : "Comam croissants".
lol
 
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    Re: Mais fácil ?    Ver comentário
Toni 2 (seguir utilizador), 2 pontos , 22:55 | Segunda feira, 8 de março de 2010
    Re: Mais fácil ?    Ver comentário
Heinkel (seguir utilizador), 1 ponto , 16:04 | Terça feira, 9 de março de 2010
    nao da para perceber    Ver comentário
stiffo (seguir utilizador), 1 ponto , 21:21 | Segunda feira, 8 de março de 2010
    Re: nao da para perceber    Ver comentário
Goodwaves (seguir utilizador), 2 pontos , 0:36 | Terça feira, 9 de março de 2010
    Re: nao da para perceber    Ver comentário
cafre (seguir utilizador), 1 ponto , 23:42 | Segunda feira, 8 de março de 2010
    Re: nao da para perceber    Ver comentário
tocaafalar (seguir utilizador), 1 ponto , 15:25 | Terça feira, 9 de março de 2010
    Re: Mais fácil ?    Ver comentário
clareza (seguir utilizador), 1 ponto , 22:04 | Segunda feira, 8 de março de 2010
    lamento mas ainda nao percebo    Ver comentário
stiffo (seguir utilizador), 1 ponto , 22:10 | Segunda feira, 8 de março de 2010
    Re: lamento mas ainda nao percebo    Ver comentário
Goodwaves (seguir utilizador), 2 pontos , 0:40 | Terça feira, 9 de março de 2010
O DESGOVERNO DO GOVERNO
ANPICAPA (seguir utilizador), 4 pontos (Bem Escrito), 20:53 | Segunda feira, 8 de março de 2010
O Mais fácil para o engenheiro era saber governar e não desgovernar. Encheu os bolsos dos amigos e agora, os desgraçados vão generosamente recompensa-lo pelo pessimo governo ( ?) desgoverno que andou a fingir aos governos. Eu tinha vergonha na cara de na minha vida fazer tanta asneira junta. Só tenho de me gabar: NUNCA ACREDITEI NEM VOTEI NESTES INDIVIDUOS, QUE SE DIZEM SOCIALISTAS. Anos depois dou razão aquem um dia disse que maus tempos vem aí para os portugueses.
Adivinhou!....
 
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    Re: O DESGOVERNO DO GOVERNO    Ver comentário
Isabel Coutinho (seguir utilizador), 1 ponto , 3:40 | Terça feira, 9 de março de 2010
COMO ACREDITAR EM TANTO INCUMPRIMENTO?!
darkshot (seguir utilizador), 4 pontos (Interessante), 21:15 | Segunda feira, 8 de março de 2010
Gostava de poder acreditar que o PM vai de facto fazer o que acabo de ouvir. Infelizmente não consigo crer numa única palavra do que disse, exceptuando o facto da certeza de que iremos ter mais impostos e que acabaremos por pagar a crise em que a nossa política nos meteu. Enganou-nos quando fez a sua campanha política, enganou-nos pois pensávamos saber governar, continua a enganar-nos pois é essa a sua grande virtude; saber mentir com cara de quem diz a maior das verdades. É infeliz o nosso país porque não tem gente honesta na política, é infeliz o nosso povo porque vai aguentando, ano após ano, o pagamento de tanta crise que este país vem vivendo. E fá-lo de uma forma tão pacífica que permite que gente sem escrúpulos tenha subido ao poder e nos continue a manietar e a sugar o pouco que ainda temos e que tão passivamente vamos entregando. Tal como li num outro comentário, também não contribuí para os colocar no poder, mas será que o acto que cometi, ou não, não terá para isso contribuído? Será que o facto de também ir deixando que ano após ano me continuem a sonegar sem que nada diga, sem gritar, não contribui para que continuem? Parece-me que a revolução dos cravos foi bem mostra daquilo de que este povo não é capaz, de punir fortemente os que o vêem enganando e desgraçando ao longo dos anos e que, com tristeza me apercebi, não deixará de continuar.
 
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POUCO, MUITO POUCO...
Pretoriano (seguir utilizador), 3 pontos (Bem Escrito), 20:56 | Segunda feira, 8 de março de 2010
...o PEC é insuficiente e vai ser reequacionado pelo pelo governo num futuro muito proximo, pois, tanto a UE como os mercados irão obrigar o governo a tomar medidas mais duras.
Crescimento de 1,7% (?!!?), conjugando uma economia fragil e a volatilidade dos mercados financeiros, fazer uma previsão destas com 3 anos de antecedencia é no minimo (vou ser soft) pouco serio, medidas fiscais irrisorias (aumentar em 2,5% o ultimo escalão do IRS) que terão um significado diminuto nas contas publicas.
Redizir 6,6% no deficit do estado com medidas deste tipo (?), com um crescimento medio que com sorte andará à volta 1%, PORTUGAL NÃO O VAI CONSEGUIR, mas virá alguem por-nos na ordem.
Só pessoas pouco serias apresentariam numeros destes e quem entenda um pouco de economia, facilmente verá que com estas medidas não chegaremos a 2013 com 3% de deficit.
Enfim...
Cumpts.
      Z70
P.S. - note-se que a UE obrigou a Grecia a endurecer as medidas para reducão do deficit
 
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    pense bem    Ver comentário
stiffo (seguir utilizador), 1 ponto , 21:12 | Segunda feira, 8 de março de 2010
    Re: pense bem    Ver comentário
Pretoriano (seguir utilizador), 2 pontos , 21:26 | Segunda feira, 8 de março de 2010
    Re: pense bem    Ver comentário
ANO1933 (seguir utilizador), 2 pontos , 22:04 | Segunda feira, 8 de março de 2010
    Re: pense bem    Ver comentário
Pretoriano (seguir utilizador), 1 ponto , 22:17 | Segunda feira, 8 de março de 2010
    Re: pense bem    Ver comentário
ANO1933 (seguir utilizador), 2 pontos , 22:26 | Segunda feira, 8 de março de 2010
    Re: pense bem    Ver comentário
cafre (seguir utilizador), 1 ponto , 23:46 | Segunda feira, 8 de março de 2010
    Re: pense bem    Ver comentário
Celtibero2 (seguir utilizador), 1 ponto , 0:46 | Terça feira, 9 de março de 2010
    Re: pense bem    Ver comentário
Celtibero2 (seguir utilizador), 1 ponto , 0:51 | Terça feira, 9 de março de 2010
    Re: pense bem    Ver comentário
Pretoriano (seguir utilizador), 1 ponto , 18:34 | Terça feira, 9 de março de 2010
    Re: POUCO, MUITO POUCO...    Ver comentário
clareza (seguir utilizador), 1 ponto , 22:08 | Segunda feira, 8 de março de 2010
    Re: POUCO, MUITO POUCO...    Ver comentário
Pretoriano (seguir utilizador), 1 ponto , 22:20 | Segunda feira, 8 de março de 2010
    Matemáticamente é possivel..    Ver comentário
Fernando Torres (seguir utilizador), 1 ponto , 23:15 | Segunda feira, 8 de março de 2010
    Re: Matemáticamente é possivel..    Ver comentário
Pretoriano (seguir utilizador), 1 ponto , 18:15 | Terça feira, 9 de março de 2010
    Tive foi sorte..azar vamos ter..    Ver comentário
Fernando Torres (seguir utilizador), 1 ponto , 18:28 | Terça feira, 9 de março de 2010
    Re: Tive foi sorte..azar vamos ter..    Ver comentário
Pretoriano (seguir utilizador), 1 ponto , 18:39 | Terça feira, 9 de março de 2010
    Re: POUCO, MUITO POUCO...    Ver comentário
Heinkel (seguir utilizador), 1 ponto , 16:14 | Terça feira, 9 de março de 2010
    Re: POUCO, MUITO POUCO...    Ver comentário
Pretoriano (seguir utilizador), 1 ponto , 18:17 | Terça feira, 9 de março de 2010
Concurso de Ideias para Reduzir o Défice
onossolado (seguir utilizador), 3 pontos (Interessante), 21:54 | Segunda feira, 8 de março de 2010
O Expresso devia lançar um concurso de ideias para reduzir o défice e superar a crise, onde cada pessoa pudesse enunciar uma lista de medidas.
1. Desistir do TGV
2. Desistir do Aeroporto
3. Eliminar pensões (reduzir!) mais altas
4. Eliminar salários (reduzir) mais altos
5. Acabar com mordomias (carros, assessores, etc) na classe política
6. ..

por aí adiante.
Poderia colocar um contador/mealheiro, em que cada sugestão seria avaliada a somaria uma verba que se poupava.
Penso que devia promover isso.
 
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    Re: Concurso de Ideias para Reduzir o Défice    Ver comentário
Desiludido... (seguir utilizador), 1 ponto , 23:36 | Segunda feira, 8 de março de 2010
    Re: Concurso de Ideias para Reduzir o Défice    Ver comentário
ja1864 (seguir utilizador), 1 ponto , 9:44 | Terça feira, 9 de março de 2010
    Re: Concurso de Ideias para Reduzir o Défice    Ver comentário
Heinkel (seguir utilizador), 1 ponto , 16:22 | Terça feira, 9 de março de 2010
PEC
ANO1933 (seguir utilizador), 3 pontos (Bem Escrito), 1:28 | Terça feira, 9 de março de 2010
Os jornais de hoje, na generalidade escrevem:
"AS FAMÍLAS VÃO PAGAR MAIS IMPOSTOS DEVIDO AO PEC".
Será que todos estão a mentir ?
Os jornais económicos afirmam, por outro lado de que vai haver cortes no subsídio de desemprego.
O governo insiste de quanto ao IRS não há aumento de impostos.
Ora vámos lá desmontar esse problema, com um simples exercício:
Um contribuinte,nas condições actuais, pagava de IRS 1.500 euros e com a alteração nos benefícios fiscais, como nos PPR, Saúde e Educação, passa a ter de liquidar 1.800 euros.
Pergunto, se o contribuinte vai liquidar mais 300 euros, o que é isto senão um aumento de impostos ?
E os deficientes, também não escapam ao aumento de impostos...
E o "BURRO SOU EU " ?
 
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    Re: PEC    Ver comentário
Toni 2 (seguir utilizador), 2 pontos , 9:21 | Terça feira, 9 de março de 2010
    Re: PEC    Ver comentário
ANO1933 (seguir utilizador), 2 pontos , 9:36 | Terça feira, 9 de março de 2010
    Re: PEC    Ver comentário
Toni 2 (seguir utilizador), 2 pontos , 11:18 | Terça feira, 9 de março de 2010
    Re: PEC    Ver comentário
ANO1933 (seguir utilizador), 2 pontos , 12:06 | Terça feira, 9 de março de 2010
    Re: PEC    Ver comentário
Toni 2 (seguir utilizador), 2 pontos , 19:24 | Terça feira, 9 de março de 2010
    Re: PEC    Ver comentário
Heinkel (seguir utilizador), 1 ponto , 16:27 | Terça feira, 9 de março de 2010
    Re: PEC    Ver comentário
MPV (seguir utilizador), 1 ponto , 3:38 | Terça feira, 9 de março de 2010
    Re: PEC    Ver comentário
ANO1933 (seguir utilizador), 2 pontos , 9:26 | Terça feira, 9 de março de 2010
    Re: PEC    Ver comentário
ANO1933 (seguir utilizador), 2 pontos , 10:01 | Terça feira, 9 de março de 2010
    Re: PEC    Ver comentário
MPV (seguir utilizador), 1 ponto , 23:32 | Terça feira, 9 de março de 2010
fIQUEI COMOVIDO
caprylm56 (seguir utilizador), 2 pontos , 21:03 | Segunda feira, 8 de março de 2010
Com tanta benesse para os pobres?
Merecia com um trapo húmido naquela cara até um gato morto miar.
E chama-se a isto um governante, mais parece um chalatão a vender a banha da cobra.
Decadênçia socialista.
 
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    Re: fIQUEI COMOVIDO    Ver comentário
clareza (seguir utilizador), 2 pontos , 22:05 | Segunda feira, 8 de março de 2010
PEC
ANO1933 (seguir utilizador), 2 pontos , 21:20 | Segunda feira, 8 de março de 2010
E ainda falta o principal: SABER COMO OS MERCADOS INTERNACIONAIS VÃO REAGIR E SE BRUXELAS O ACEITA, TAL COMO ESTÁ ?
 
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A CRISE DO CAPITALISMO PORTUGUÊS
José Telhado (seguir utilizador), 2 pontos (Bem Escrito), 21:40 | Segunda feira, 8 de março de 2010
Estamos a viver, porventura a mais grave crise económica durante as nossas vidas.

Até agora conseguiu salvar-se o sistema financeiro, só que ele está tão abalado que funciona péssimamente.

Sempre acreditei que para haver um sistema capitalista forte era necessário haver primeiro uma grande acumulação de capital.

Infelízmente o capitalismo em Portugal estava nas mãos dos Quinas, dos Melos, dos Champalimauds, isto é, meia dúzia de famílias que detinham o poder económico e que por isso quando se falava em distribuição da riqueza, sempre questionava, distribuir o quê?

Hoje sei que tinha razão, desde a expulsão dos judeus por D.Manuel I, Portugal ficou amputado do motor da sua economia, o capital empreendedor.

A partir daí foi um acumular de ilusões e de grandes frustrações. De trambolhão em trambolhão chegámos à crise mundial do capitalismo sem um estrutura forte da nossa economia.

Continuamos a pensar em reivindicações absurdas e os senhores dos sindicatos já deviam ter percebido que a maioria da população não está para aí virada. Afinal os sindicatos parecem só defender o funcionalismo público, esquecendo os desempregados e os outros trabalhadores. Precisamos de paz social e de acumular capital para desenvolver Portugal e distribuir riqueza.

Se estamos assim tão mal, pois que se venda as tais empresas TAP, EDP, etc., e também os submarinos que custaram uma fortuna e que não têm qualquer utilidade.
 
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    Re: A CRISE DO CAPITALISMO PORTUGUÊS    Ver comentário
odagrom (seguir utilizador), 2 pontos , 22:24 | Segunda feira, 8 de março de 2010
    Re: A CRISE DO CAPITALISMO PORTUGUÊS    Ver comentário
cafre (seguir utilizador), 1 ponto , 23:59 | Segunda feira, 8 de março de 2010
    Re: A CRISE DO CAPITALISMO PORTUGUÊS    Ver comentário
clareza (seguir utilizador), 1 ponto , 22:02 | Segunda feira, 8 de março de 2010
Porque não o PSD se fundir com o actual PS?...
Mordaquikesaileite (seguir utilizador), 2 pontos , 22:02 | Segunda feira, 8 de março de 2010
Assim com uma politica igual ao PSD o PS consegue
que o PSD nunca mais seja uma nova alternância de poder, transformando-se Socrates no melhor leader do PSD. É a continuação das privatizações, a não tributação dos ganhos na Bolsa e o fazer pagar a crise aos trabalhadores, deixando de fora os grupos financeiros e grandes grupos económicos que se apropriaram das riquezas do país em proveito próprio e que agora, com os lucros auferidos não investem em actividades reprodutivas. Nesse sentido o Conselho de Ministros extraordinário aprovou hoje as medidas do Programa de Estabilidade e Crescimento para reduzir o défice para 3% do PIB até 2013. Com o congelamento dos salários dos funcionários públicos, da eliminação de alguns benefícios fiscais e da imposição de limites ao endividamento do Sector Empresarial do Estado, Teixeira dos Santos apresentou o programa de reprivatizações considerado bastante ambicioso, para a estabilidade fiscal e redução da despesa...
 
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    A não tributação dos ganhos na Bolsa está a mais.    Ver comentário
Mordaquikesaileite (seguir utilizador), 2 pontos , 22:11 | Segunda feira, 8 de março de 2010
Desculpem, mas isto só dá vontade de rir...
Mordaquikesaileite (seguir utilizador), 2 pontos , 22:28 | Segunda feira, 8 de março de 2010
Então o PSD andou numa luta contra o TGV. Socrates, então resolveu adiar o TGV com a ligação de Lisboa ao Porto e aparecem responsáveis do norte do PSD muito zangados devido ao adiamento da ligação do TGV Lisboa Porto, dizendo que o norte fica isolado, etc.etc. Já não há pachora para aguentar...aukistuxego...
 
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    Re: Desculpem, mas isto só dá vontade de rir...    Ver comentário
Goodwaves (seguir utilizador), 2 pontos , 2:57 | Terça feira, 9 de março de 2010
Sócrates Caminho mais fácil
Toni 2 (seguir utilizador), 2 pontos , 23:16 | Segunda feira, 8 de março de 2010
Musoko (seguir utilizador), 2 pontos , 20:51 | Sábado, 6
Fixem bem o que vou escrever: José Sócrates será um dia Presidente da República Portuguesa. Cumprirá este mandato, depois outro ou dois e então será lançada a sua candidatura e vencerá.
É o dirigente político em Portugal que mais e melhor se identifica com a natureza mais profunda do povo de todas as classes sociais.
Assumida ou não-assumidamente todos se revêem em Sócrates.
A não ser que surja outro político ainda mais identificado com o povo (nãos e consegue ver no curto prazo), Sócrates ganhará as eleições em que participar
"Se bem me parece Manuela Ferreira Leite acha demagógico cortar nos salários e reformas douradas, mesmo que sejam três ou quatro por cabeça. Com pensamentos destes o que querem que o homem faça.
Das duas uma ou enfrenta o Ventriluco de Belém, ou o pessoal na rua. Do mal o menos e será menos temivel a rua. Não se esqueçam que já cortou no TGV, para não ser mais batido. Se ele cortasse nas reformas e nos ordenados dourados a Manela queimava-o vivo. Foi-se a maioria foi-se a vontade propria. Já não manda só, mas também.
 
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    Re: Sócrates Caminho mais fácil    Ver comentário
CarlosLuanda (seguir utilizador), 1 ponto , 8:27 | Terça feira, 9 de março de 2010
    Luanda fala e impõe!    Ver comentário
Trapezio (seguir utilizador), 1 ponto , 8:41 | Terça feira, 9 de março de 2010
Falsos socialistas promovem o saque do que resta
Mordaquikesaileite (seguir utilizador), 2 pontos , 9:02 | Terça feira, 9 de março de 2010

Porque não o PSD se fundir com o actual PS?...
   
Assim com uma politica igual ao PSD o PS consegue
que o PSD nunca mais seja uma nova alternância de poder, transformando-se Socrates no melhor leader do PSD. É a continuação das privatizações com a entrega a uma minoria do que resta do Estado. A alternativa seria não cair no mesmo erro, mas sim nacionalizar algumas empresas, para devolver ao Estado aquilo que foi saqueado no passado. É o fazer pagar a crise aos trabalhadores, entregando o que resta aos grupos financeiros e grandes grupos económicos que se têm apropriado das riquezas do país em proveito próprio e que agora, com os lucros auferidos não investem em actividades reprodutivas. Nesse sentido foi aprovado as medidas do Programa de Estabilidade e Crescimento para reduzir o défice para 3% do PIB até 2013. Com o congelamento dos salários dos funcionários públicos, da eliminação de benefícios fiscais e para atirarem poeira para os olhos lançam uma taxa de 45% para quem ganha mais de 150 mil euros, para quererem dizer que a crise é dividida por todos. É mentira. Teixeira dos Santos apresentou o programa de reprivatizações considerado bastante ambicioso, para a estabilidade fiscal e redução da despesa... Assim também eu. Equilibrava as contas em minha casa, vendendo o que não me pertencia...
 
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Aumento de Impostos
ANO1933 (seguir utilizador), 2 pontos , 9:54 | Terça feira, 9 de março de 2010
O Expreso titula uma das notícias: OS CONTRIBUINTES COM RENDIMENTO ANUAL SUPERIOR A 7.250 EUROS VÃO PAGAR MAIS IRS.
Não me digam que o Expresso volta a mentir.
É que desta feita todos os jornais afinam pelo mesmo diapasão.
Em conclusão só não são afectados os contribuintes que até agora estavam isentos do pagamento de tal imposto, isto é, aqueles com salários mensais líquidos inferiores a 500 euros.
O resto é conversa de travesseiro.
É querem vender-nos gato por lebre.
 
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