Leiria, 04 set (Lusa) -- O secretário geral da UGT admitiu hoje em Leiria contestação social e greves caso a proposta de aumentos salariais entre 2,6 e 3,2 por cento da central sindical não seja atendida.
"Se não houver, é evidente que em termos de setores e mesmo em termos nacionais, é evidente há contestações, com certeza, e haverá greves", afirmou João Proença acrescentando que "as greves continuam a ocorrer justamente pelo bloqueamento da negociação coletiva".
A UGT propôs esta semana aumentos médios salariais de 2,9 por cento para 2011.