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Reforma antecipada duplica na Função Pública

Em janeiro e fevereiro de 2010 acentuou-se a corrida às reformas antecipadas na Função Pública , para uma média diária de 162 pedidos de aposentação

9:10 Quinta feira, 18 de março de 2010

A Caixa Geral de Aposentações (CGA) recebeu, em janeiro e fevereiro, uma média diária de 162 pedidos de aposentação de funcionários públicos, num total de 7.140, o que representa mais do dobro dos pedidos registados nos dois primeiros meses de 2009. 

De acordo com dados do Ministério das Finanças a que a Lusa teve acesso, nos últimos dois meses de 2009 e nos dois primeiros de 2010 pediram a aposentação 13.843 trabalhadores da Administração Pública, tendo a maioria dos pedidos sido apresentados em fevereiro (5.523) e em dezembro (4.118). Em novembro foram apresentados 2.585 pedidos de reforma e em janeiro foram apresentados 1.617 pedidos de aposentação. 

Segundo dados da Caixa Geral de Aposentações, ao longo de todo o ano passado entraram na CGA 28.500 pedidos de reforma, cerca de um terço dos quais por antecipação, ou seja, antes da idade legal da aposentação. Os 10.439 trabalhadores que se reformaram por antecipação no ano passado sofreram uma penalização média de 13,8% na pensão que lhes foi fixada. 

Saídas afetam qualidade dos serviços


Os sindicatos da função Pública têm vindo a público dizer que tem havido uma corrida às reformas antecipadas, independentemente da penalização, desde que foram anunciados os agravamentos das condições de aposentação, e têm alertado para os efeitos negativos que isso poderá ter nos serviços públicos.

O secretário de Estado da Administração Pública também manifestou preocupação por ver os trabalhadores avançarem com pedidos de aposentações com penalizações de 50 e 60% e apelou aos sindicatos para que evitem que alguns funcionários públicos se precipitem no pedido de reformas antecipadas com fortes penalizações. 

Em janeiro e fevereiro de 2009 os pedidos de aposentação foram 3.527.

O Ministério das Finanças não dispõe ainda de dados relativos a pedidos de reforma antecipada este ano. 

Convergência nos setores público e privado


O Orçamento do Estado para este ano prevê a aplicação de uma penalização de 6,5% por cada ano de antecipação da reforma. Atualmente, essa penalização é de 4,5% na Administração Pública e de 6,5% no setor privado. 

O Programa de Estabilidade e Crescimento (PEC) também prevê a antecipação para 2012 ou 2013 da convergência da idade da reforma com o setor privado, para os 65 anos. 

Estava previsto que a idade de reforma na Função Pública fosse aumentando todos os anos seis meses, assim como o tempo de serviço, de modo a que em 2015 fosse fixada nos 65 anos, e 40 anos de serviço, como acontece no setor privado. 

*** Este texto foi escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico*** 

Nota da Direcção do Expresso

O Expresso apoia e vai adoptar o novo Acordo Ortográfico. Do nosso ponto de vista, as novas normas não afectam - antes contribuem - para a clarificação da língua portuguesa.

Por outro lado, não consideramos a ideia de que a ortografia afecta a fonética, mas sim o contrário. O facto de a partir de 1911 a palavra phleugma se passar a escrever fleugma e, já depois, fleuma não trouxe alterações ao modo como é pronunciada. Assim como pharmacia ou philosophia.

O facto de a agência Lusa adoptar o Acordo Ortográfico, enquanto o Expresso, por razões técnicas (correctores e programas informáticos de edição) ainda não o fez, leva a que neste sítio na Internet coexistam as ortografias pré-acordo e pós-acordo.

Pedimos, pois, a compreensão dos nossos leitores.

Lusa
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Ao que isto chegou
Zé do Poço-Partido (seguir utilizador), 7 pontos (Interessante), 11:21 | Quinta feira, 18 de março de 2010
Haverá várias razões para o fenómeno.
Uns, podem continuar a sua actividade no privado (nomeadamente, médicos, enfermeiros), onde conseguem que parte dos rendimentos não fiquem sujeitos ao saque das finanças.
Outros, ficam satisfeitos com a reforma, mesmo penalizada, pois o que ganhariam a mais era na grande parte comido pelos escalões de IRS e despesas para trabalhar (transporte, vestuário mais cuidado, medicamentos para manter a serenidade do local de trabalho e para dormir em casa).
E muitos outros estão convencidos que não vai haver dinheiro para reformas e que a lei vai ser sucessivamente alterada, sempre que se aproximam da idade de reforma, até que uma lei decrete que a reforma é atribuída automaticamente no dia do funeral e logo que o coveiro tape a cova.
Ou seja, é tudo fruto da desconfiança no futuro do país.
 
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Terra_maronesa (seguir utilizador), 1 ponto , 14:06 | Quinta feira, 18 de março de 2010
Reformas
mamamon (seguir utilizador), 4 pontos (Bem Escrito), 12:54 | Quinta feira, 18 de março de 2010
Mais uma vez a palavra no seu sentido negativo.
Neste caso em vez de significar aposentação, deveria substanciar mudança para melhor nos serviços do Estado.
Porém e devido à nossa comprovada falta de organização administrativa em todos os sectores da vida pública, uma ancestralidade que não é de agora, sabe-se por quê; esta tendência perniciosa irá certamente ocasionar o descontrole de muitos serviços, devido às lacunas que neles se irão processar.
Quer o Governo através do seus ministérios, quer as suas direcções gerais, não vão ser capazes de se saber organizar de forma a compensar as faltas de muitos serviços incapazes de conseguir suprir as suas necessidades por falta de pe3ssoal qualificado.
Se existem sectores onde é notória a sobrelotação de funcionários; ministérios, empresas públicas ou com intervenção estatal, serviços autárquicos, de consultadoria, etc.etc., noutros há uma confrangedora privação de servidores, com evidente prejuízo para o utente.
Não chegariam as linhas deste comentário para os mencionar, mas que são sobejamente conhecidos de todos os beneficiários.
O que pretendo sublinhar, é que a saída (muito embora necessária) de muitos funcionários de determinados locais de trabalho, se não for cabalmente organizada e estruturada a sua substituição, poderão causar sérios problemas na estrutura sócio-económica da Nação.
 
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manavasa (seguir utilizador), 1 ponto , 21:05 | Quinta feira, 18 de março de 2010
    Re: Reformas    Ver comentário
mamamon (seguir utilizador), 1 ponto , 13:34 | Sexta feira, 19 de março de 2010
Fujammmmm
Ricardo37 (seguir utilizador), 3 pontos (Divertido), 10:52 | Quinta feira, 18 de março de 2010
Os funcionários Publicos fogem do Socrates como o diabo da cruz. Eu não teria quaisquer duvidas. Tivesse idade e faria o mesmo.

PS: Alguém tem de pagar para as empresas que, de forma CRIMINOSA não pagaram os seus impostos, poderem ser perdoadas se pagarem 5%. Estarei acordado ou a viver um pesadelo? Como é possivel aceitar-mos isto?
 
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É o salve-se quem puder
águiadois (seguir utilizador), 3 pontos (Bem Escrito), 11:15 | Quinta feira, 18 de março de 2010
O Estado -a hierarquia do Estado-tem que tratar os seus funcionários com o respeito e a dignidade que merecem.
Só que, para que isso aconteça ,o exemplo tem que vir de cima ,o serviço público prestigiado e defendido, por quem tem esse dever e obrigação.
Ora nada disto acontece.
Não há um percurso de carreira,uma avaliação com coerência,uma politica incentivadora para quem lá trabalha e dá o seu melhor.
É a desorientação geral e cada um procura salvar o mais que pode nesta hora do salve-se quem puder.
 
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Finalmente uma boa noticia...
Icezero (seguir utilizador), 2 pontos (Bem Escrito), 10:49 | Quinta feira, 18 de março de 2010
Finalmente o peso da administração publica esta a diminuir consideravelmente. Tirando alguns serviços em que é de lamentar a saida de profissionais pois ja não existem muitos (hospitais e afins) tudo o resto acho muito bem, pois muitos que la andam (não todos) são uma camabada de lambões que não fazem nada... Certamente estes que vão sair eram aqueles que eram inflexiveis, que não tinham capacidade de actualizar os seus conhecimentos e na minha opinião muitas vezes os responsaveis por as coisas continuarem iguais...

Eu penso que isto é uma boa noticia e penso que esta na hora de acabar-mos com todos estes lambões do sector publico... pois se tivessem no sector privado, muito provavelmente ja tinham ido para a rua ha muito tempo...

Para que não haja duvidas, eu não sou fã do Socrates muito pelo contrario. Mas tenho que reconhecer que ha certas coisas que ele esta a fazer bem e que são necessarias para o nosso pais não ter o mesmo destino da Grecia. O problema de muitos é que quando olham para estas medidades so veem o curto prazo ou o medio prazo para alcançar votos...

Mais, esta pode ser uma boa oportunidade para estas velhas carcaças serem substituidos por jovens dinamicos e com ideias inovadoras e assim diminuir a taxa de desemprego.
 
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    Re: Finalmente uma boa noticia...    Ver comentário
Terra_maronesa (seguir utilizador), 2 pontos , 12:24 | Quinta feira, 18 de março de 2010
    Re: Finalmente uma boa noticia...    Ver comentário
carteiro2666 (seguir utilizador), 1 ponto , 13:29 | Quinta feira, 18 de março de 2010
    Re: Finalmente uma boa noticia...    Ver comentário
Icezero (seguir utilizador), 1 ponto , 14:22 | Quinta feira, 18 de março de 2010
    Re: Finalmente uma boa noticia...    Ver comentário
Terra_maronesa (seguir utilizador), 1 ponto , 14:54 | Quinta feira, 18 de março de 2010
O neo liberalismo desmantelou a sociedade
Mordaquikesaileite (seguir utilizador), 2 pontos , 10:56 | Quinta feira, 18 de março de 2010
A solução é a população que se poder reformar opte por isso e o resto da população só lhe resta emigrar...
 
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Música para os ouvidos de Teixeira dos Santos...
JM Rocha Moreira (seguir utilizador), 2 pontos (Interessante), 15:52 | Quinta feira, 18 de março de 2010
Esta onda de reformas precipitadas e antecipadas serão música para o Gov. Nem sequer precisa de pôr a andar os funcionários públicos. Eles vão pelo seu pé, o que por este modo pode ultrapassar de longe, o que está previsto no OE (saem dois e entra um). Claro que havendo profissões (saúde, segurança, exército, transportes, justiça) em que esta regra não podendo ser tão linear, no geral o governo só tem que dar mais um jeitito ao PEC: os reformados públicos que forem trabalhar para o privado perdem o direito à reforma, ou mais cinicamente, têm que descontar para a segurança social (para a sua re-reforma), como qualquer trabalhador activo, além do IRS. "Sete anos serviu Jacob, Labão pai de Raquel/mas não servia o Pai servia a ela" (Camões)...
 
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Descrédito em quem nos (des)governa
Zita Poveira (seguir utilizador), 2 pontos (Bem Escrito), 16:56 | Quinta feira, 18 de março de 2010
Curiosamente uma boa notícia - "aumento do número de funcionários públicos a pedir reforma antecipada" - não está a ser bem aceite pelo Governo.
Esta iniciativa dos funcionários públicos facilita que o Governo implemente o tão propalado anúncio para "substituir 2 funcionarios que saem por 1 que entra". Mas, para tal, é necessário que os serviços públicos se reformem. E reformar dá trabalho, dá canseira, implica renovar. Obriga a que o Governo se empenhe, audite, tome decisões. Mas "isso" dá tanto trabalho, meu Deus,...
E já agora, porque será que há funcionários públicos (normalmente os melhores e mais produtivos) a pedir reforma antecipada, com penalizações não dispiciendas? Porque não acreditam no Governo. Facilitam, desleixam-se na governação e depois, 'por dá cá aquela palha' altera as regras 'a meio do jogo'. É a fixação (ou tentativa) de tectos (esquecendo-se que os contribuintes descontaram com base em valores para reformas específicas). É, outro exemplo, a alteração unilateral das regras contratuais na remuneração de certificados de aforro. E o resultado só pode ser um: DESCRÉDITO EM QUEM NOS (DES)GOVERNA. E as pessoas reagem como podem: fogem do Estado mal têm uma oportunidade. Devia dar que pensar aos nossos governantes, mas não. "Aguça-lhes" o engenho para mais uma qualquer jogada legislativa. Vai ser o resultado final. Cumprimentos
 
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convergência
Alberto Teixeira (seguir utilizador), 2 pontos (Bem Escrito), 17:07 | Quinta feira, 18 de março de 2010
A convergência com a segurança social fez-se com prejuizo para os FP's. Descontam na realidade 12,5% enquanto que o trabalhador de SS desconta 11%.Poder-se-a dizer que 1,5% é para a ADSE mas a verdade é que esse desconto é obrigatório, use o funcionário ou não esse sistema de saúde.
A convergência nas reformas uma vez mais foi feita lesando os FP's que, ao contrários dos privados não podem optar pelos 3 tipos diferentes de pensão ficando obrigados a receber "sine die" o valor que auferiam em 2005 com meras actualizações por parte da administração pública.Ou seja quando se reformarem (aos 65 ou mais anos) terão uma reforma desactualizadíssima. Ora o reverso da medalha na convergência foi permitir aos FP's aquilo que já era permitido no privado, a reforma antecipada com penalização de 0,5/mês. Assim sendo, os actuais FP's que tenham já idade para não verem a sua reforma completamente comida pelas penalizações, face à perspectiva de irem daqui por uns anos com reformas inferiores estão a antecipar as suas reformas, sendo em alguns casos penalizados fortemente em quase metade das pensões.Estamos a falar de professores, médicos, policias, cantoneiros, militares, pessoas que educam os nossos filhos, que os tratam, que os protegem, que reparam as estradas, que defendem o País, enfim, gente melhor do que os comentadores que por aqui andam a arrogar-se patrões desses FP's mas que, na realidade vivem à custa do Estado, sem nada fazer em troca ou nalguma empresa que recebe incentivos.
 
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Saídas da função publica
nao tento (seguir utilizador), 1 ponto , 10:26 | Quinta feira, 18 de março de 2010
Não é por acaso que está a sair muita gente da função publica. Os serviços estão a entrar em colapso, há poucos funcionários e estes são obrigados a alcançar objectivos sem meios para os atingir. As pessoas chegam a fazer 12 horas diárias para atingir os objectivos, são obrigados a fazer serviços para os quais não estavam habituados, ainda com a agravante de poderem ser colocados a trabalhar em locais fora do serviço habitual e para o qual não foram contratados. Estão pessoas a mandar que não têm o minimo conhecimento dos serviços. Como exemplo, se assim o entenderem, experimentem ir verificar o que se passa no instituto de registos e notariados, nas finanças, etc.
 
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    Re: Saídas da função publica    Ver comentário
AlphaAXP (seguir utilizador), 1 ponto , 23:20 | Sexta feira, 19 de março de 2010
    Re: Saídas da função publica    Ver comentário
nao tento (seguir utilizador), 1 ponto , 10:39 | Sábado, 20 de março de 2010
Porque será?
milhazes (seguir utilizador), 1 ponto , 11:58 | Quinta feira, 18 de março de 2010
Se a reforma da função-publica fosse igual à do sector privado ninguém se reformava antecipadamente.
 
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    Re: Porque será?    Ver comentário
Alberto Teixeira (seguir utilizador), 1 ponto , 17:47 | Quinta feira, 18 de março de 2010
    Re: Porque será?    Ver comentário
tarik (seguir utilizador), 1 ponto , 13:18 | Sexta feira, 19 de março de 2010
Os funcionários públicos estão convencidos.
aaaa (seguir utilizador), 1 ponto , 12:09 | Quinta feira, 18 de março de 2010
O mundo mudou e é necessário trocar os funcionários públicos para a nova geração e em muito menor número.
Assim o milagre vai acontecendo e, ao contrário do que diz o texto, eu encontro os funcionários públicos que ficam muito mais educados e competentes; agora são funcionários públicos e não patrões do serviço público.
 
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    Re: A reformulação    Ver comentário
Maria Portuguesa (seguir utilizador), 1 ponto , 16:40 | Quinta feira, 18 de março de 2010
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aaaa (seguir utilizador), 1 ponto , 17:38 | Quinta feira, 18 de março de 2010
    Re: A reformulação    Ver comentário
Maria Portuguesa (seguir utilizador), 1 ponto , 19:16 | Quinta feira, 18 de março de 2010
    Re: A reformulação    Ver comentário
aaaa (seguir utilizador), 1 ponto , 21:09 | Quinta feira, 18 de março de 2010
    Re: A reformulação    Ver comentário
Maria Portuguesa (seguir utilizador), 1 ponto , 22:17 | Quinta feira, 18 de março de 2010
    Re: A reformulação    Ver comentário
aaaa (seguir utilizador), 1 ponto , 22:40 | Quinta feira, 18 de março de 2010
conveniência de seviço
Figgs (seguir utilizador), 1 ponto , 13:50 | Quinta feira, 18 de março de 2010
Seria normal, e inteligente, que um parágrafo " desde que observada a Conveniência de serviço " estivesse na lei. É assim que se faz nas empresas. Se houver inconveniente o funcionário não se pode reformar ( não sendo prejudicado )
 
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Penalização 6,5% ou 6%???
Alforreca Azul (seguir utilizador), 1 ponto , 13:59 | Quinta feira, 18 de março de 2010
Os jornalista do expresso e da sic cada vez estão mais incompetentes; não fazem o devido trabalho de casa; ainda agota no Jornal da Tarde referem penalização de 6,5% quando na verdade a penalização na seg. social e agora na função publica é de 0,5% ao mês;ora, como dizia o outro basta fazer as conts: 0,5% X 12 meses = 6% ao ano.
A ânsia de tritutar é tanta que cometem gaffes vergonhosas.
Tenham decoro e sejam profissionais.
 
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O secretário de estado está preocupado?
divergente (seguir utilizador), 1 ponto , 19:18 | Quinta feira, 18 de março de 2010
Mas não era isso que este governo queria? 2 por 1? Então estavavam há espera de quê? Não fizeram o trabalho de casa? Agora os serviços não funcionam? Afinal sempre prescisam do ser humano, para que os serviços funcionem. É natural que os funcionários de estado peçam reformas antecipadas, pois estão a mudar tudo, sem ter consideração pelas pessoas, sejam elas trabalhadoras públicas ou privadas, estão a ir sempre ao seu bolso. Roubar não é só tirar a carteira, é fazer leis que sejam sempre os mesmos a pagar! Agora vão começar a meter os sobrinhos, afilhados etc. porque não vai haver concurso público, era o que os governantes queriam, tudo há balda e fé em deus, logo se vê e está visto!!!!! Aturar estes governantes qualquer cidadão fica com os nervos em franja, não trabalham e os portugueses que lhes paguem. Politicos deste existem só nos país africanos ditatoriais.
 
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