13/02/2012 atualizado às 19:13
Página Inicial » Economia » Portugal contraiu-se 1% no último trimestre de 2009

Portugal contraiu-se 1% no último trimestre de 2009

Portugal registou uma queda de 1% no último trimestre do ano passado, face ao período homólogo de 2008, e caiu 0,2% face ao terceiro trimestre do ano passado. 

12:17 Quinta feira, 11 de março de 2010
Portugal registou uma queda de 1% no último trimestre do ano passado, face ao período homólogo de 2008, e caiu 0,2% face ao terceiro trimestre do ano passado, interrompendo dois trimestres de crescimento.  
 
O Instituto Nacional de Estatística (INE) revê assim, em baixa, a previsão inicial de estagnação nos últimos três meses do ano passado, "refletindo sobretudo nova informação sobre o comércio internacional (valores nominais e deflatores)", explica o organismo oficial das contas nacionais.  
 
Olhando para todo o ano de 2009, confirma-se que o Produto Interno Bruto (PIB) recuou 2,7%, "após a variação nula verificado no ano anterior". De acordo com o INE, "o contributo da procura interna para esta variação foi negativo (-2,8%), enquanto o da procura externa líquida foi ligeiramente positivo (0,1%), refletindo a maior redução em termos absolutos das importações comparativamente à observada nas exportações."
 
No ano passado, "o comportamento das principais componentes da procura interna foi diferenciado, assistindo-se a uma redução acentuada do investimento, a uma redução moderada do consumo final das famílias e a um aumento do consumo final das administrações públicas. Em termos nominais, o PIB ascendeu a cerca de 163,6 mil milhões de euros, menos 1,7% que no ano anterior", acrescenta o comunicado do INE.  
 

Governo estima crescimento do PIB de 0,7%


Centrando a análise nos últimos três meses do ano passado, o INE conclui que "o PIB diminuiu 1% em volume face ao período homólogo de 2008 (variações de -2,5%, -3,4% e -3,8%, respetivamente no 3º, 2º e 1º trimestres de 2009). A redução menos intensa do PIB em termos homólogos no 4º trimestre esteve associada ao contributo menos negativo da procura interna, que passou de -2,2% no 3º trimestre para -1,2% no seguinte, e ao aumento do contributo da procura externa líquida, que se fixou em 0,2% (-0,3% no trimestre anterior)", conclui a nota do INE.  
 
Para este ano, o Governo estima, no Orçamento do Estado e no Programa de Estabilidade e Crescimento, um crescimento do PIB de 0,7%. 
 
*** Este texto foi escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico ***
Nota da Direcção do Expresso

O Expresso apoia e vai adoptar o novo Acordo Ortográfico. Do nosso ponto de vista, as novas normas não afectam - antes contribuem - para a clarificação da língua portuguesa.

Por outro lado, não consideramos a ideia de que a ortografia afecta a fonética, mas sim o contrário. O facto de a partir de 1911 a palavra phleugma se passar a escrever fleugma e, já depois, fleuma não trouxe alterações ao modo como é pronunciada. Assim como pharmacia ou philosophia.

O facto de a agência Lusa adoptar o Acordo Ortográfico, enquanto o Expresso, por razões técnicas (correctores e programas informáticos de edição) ainda não o fez, leva a que neste sítio na Internet coexistam as ortografias pré-acordo e pós-acordo.

Pedimos, pois, a compreensão dos nossos leitores.

Lusa
Faça login pelo Facebook e comente este artigo!
Página 1 de 1   
ordenar por:
mais votados ▼
Quem vê luz ao fundo do túnel?!
ameijoafresca (seguir utilizador), 1 ponto , 12:56 | Quinta feira, 11 de março de 2010
A sociedade sufocada
pelos impostos devoradores
sente a carteira atacada
por políticos enganadores.

Da frouxidão imaginativa
de um desvairo mal amanhado
brada a ruína efectiva
do nosso regime definhado.

As palmas de satisfação,
desta gente tão rosada,
é pura manifestação
de natura enfezada.

Dá vontade de gritar
de forma bem audível,
vincando o protestar
de asserção credível.
(ameijoafresca.blogspot.com)
 
 Regras da comunidade
Mas.....
zebano (seguir utilizador), 1 ponto , 14:37 | Sexta feira, 12 de março de 2010
afinal portugal não era, na boca do primeio ministro, um dos paises que mais rapidademte tinha saido da recessão?!! Não era isso um grande motivo de orgulho nacional!!! Parece que não... apesar da forma como josé Sócrates pinta o pais, continuamos com 10 % de desempregados, com uma taxa de pobreza na ordem dos 18%, continuamos com uma carga fiscal das mais elevadas da europa, daí as pessoas não terem poder de compra, nem as empresas capacidade de investimento, continuamos com uma económia débil e estagnada.
Já para não falar no valor dos salários, no valor das pensões, no custo de vida, ou ainda na ineficiencia da justiça, da educação, das polícias... Pois, os mais ignorantes votaram sócrates e reconduziram-o ao poder. Certtamente, nos próximos 4 anos não terão motivo para se queixar.
 
 Regras da comunidade
Contraiu-se ?!!!
SoundsandNews (seguir utilizador), 1 ponto , 7:28 | Sábado, 13 de março de 2010
Do meu lado, está tudo com o mesmo tamanho carago.

 
 Regras da comunidade
Página 1 de 1   
PUB
Email
O Expresso no
PUB




BCE reduz compra de dívida para €59 mil milhões
16:36 Segunda feira, 13 de fevereiro de 2012,
Cavaco: economia deverá crescer só no próximo ano
16:15 Segunda feira, 13 de fevereiro de 2012,
Empresas privadas não vão aplicar aumentos em 2012
15:48 Segunda feira, 13 de fevereiro de 2012,
Fim do bloqueio na Cerâmica de Valadares
14:07 Segunda feira, 13 de fevereiro de 2012, 9
Breve história das bancarrotas na Grécia
13:40 Segunda feira, 13 de fevereiro de 2012, 26
"Financial Times": Grécia e Portugal devem entrar em falência
13:32 Segunda feira, 13 de fevereiro de 2012, 15
Portugal afunda-se, Grécia e Irlanda em recuperação
11:45 Segunda feira, 13 de fevereiro de 2012, 50
Dívida: juros aliviam em Portugal e continuam pressionados na Grécia
10:48 Segunda feira, 13 de fevereiro de 2012,
Iberia cancela 121 voos por novo dia de greve
10:21 Segunda feira, 13 de fevereiro de 2012,
Alemanha diz que Grécia só deu o primeiro passo
9:24 Segunda feira, 13 de fevereiro de 2012, 20
Leia aqui toda a informação das últimas 24 horas | últimos 2 dias |  anterior »
MBA
Grupo ImpresaACAP