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Polémica: Utilizador habitual do Twitter responde a artigo de Pacheco Pereira

Leia o texto de opinião onde João Moreira de Sá (Arcebispo de Cantuária no Twitter) responde ao artigo de Pacheco Pereira no jornal Público.

17:39 Domingo, 18 de Out de 2009
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A TDACHSR vista à lupa: não é vírus, é micróbio

É tão bom falar do que não sabemos, não é? E simples, basta pôr umas palavras complicadas, daquelas que dão um ar erudito a qualquer prosa e faz-se de um biografo oficioso de Álvaro Cunhal um aparente sábio analista social com laivos de neurologista.
Só que nem tudo o que aparenta é e, visto à lupa, pouco mais sobra que arrogância que tenta camuflar ignorância e ressabiamento.

TDACHSR, que segundo o medíocre autor se lê "tedacherr" (o que, convenhamos, é um acrónimo perfeitamente parvo por não reflectir sonoramente a suposta oralidade das iniciais inventadas e que por azar não soavam a nada) consiste num texto repleto de erros e contradições, digno apenas de um país onde umas barbas brancas dão a qualquer Pacheco uma atenção e "estatuto" de intelectual que ninguém se atreve a questionar.
Eu atrevo porque não suporto a mediocridade quando esta se quer fazer erudição e porque não me sinto na obrigação de respeitar quem demonstra não respeitar ninguém além se si mesmo.

Podemos começar logo pelo título: "Transtorno do deficit de atenção cívica com hiperactividade social em rede (TDACHSR)". Não é preciso ser uma Edite Estela para constatar o clamoroso erro de português vejamos: a palavra déficit não existe na língua portuguesa, queria o autor dizer "défice de atenção", que em si é já um transtorno de algo pelo que "Transtorno do déficit", a ter algum significado em português correcto (que não tem, é apenas mau português) resulta numa redundância, pois um "défice" transtornado será, por lógica, ou um duplo transtorno ou a correcção do défice.

Ma se o artigo começa com dois erros, um gramatical e outro de sintaxe (o que eu, editor fosse, já não deixaria passar), a asneirada prossegue logo na abertura do texto. Vamos lá buscar novamente a lupa:
Se JPP, anti-tudo, se dá ao trabalho de ver "na Wikipédia essa tradução e embora não esteja certo do rigor da dita, para o que vou dizer chega-me" e se contenta com o uso do nome da doença em inglês, "Attention-deficit hyperactivity disorder", com uma pesquisa na Wikipédia em português teria ficado a saber que está a falar de "Perturbação de Hiperactividade com défice de Atenção" e que não é tanto uma doença do foro psiquiátrico como diz mas sim do âmbito da neurologia e psicologia, embora eu entenda que uma personalidade como a de JPP tenha um certo carinho pela psiquiatria.

Diz o Pacheco que "não é a doença da "psique" propriamente dita que me interessa, mas uma sua variante social" e nesta variante social faz uma diferença absolutamente redutora e demonstrativa do seu (mau) carácter ao separar, na perigosa doença acabada de inventar em mau português, a que "ataca o povo" da que "ataca as elites que já nem sabem o que é ser elite". Eu vejo aqui uma doença muitíssimo mais grave, o elitismo, a soberba e a imodéstia de JPP que, elite das elites, se afirma como o último reduto do saber ser elite. Isto sim já me parece do foro psiquiátrico.
Ou então é mera estupidez e preconceito, já que o sagaz analista social logo no parágrafo seguinta nos informa que todos os negros da amadora são obrigatoriamente "rappers" e os "betos" anda todos em colégios da Opus-Dei ("chegará a todos, ao rapper negro da Amadora, como ao "beto" do colégio da Opus Dei")

O chorrilho de disparates, preconceitos e lugares comuns é infindável, senão atente-se nesta absurda linha de raciocínio que pode ser anulada pela lógica pensamento a pensamento: "um nerd qualquer infectou outros nerds", "depois os amadores das últimas modas tecnológicas" (o que para JPP é contra-natura, devíamos estar todos a jogar xadrez borrifando-nos para a tecnologia), "depois os autores de blogues" (isto de quem se gaba ser um pioneiro nos mesmos), "depois os jornalistas" (num texto escrito num jornal, jornalista fosse eu e ficava ofendido, a sério que ficava), "depois as "juventudes" partidárias, já "amolecidas" para a infecção pelo telemóvel" (mas... espera aí, eu tenho telemóvel e não sou "juventude" partidária!) e vai por aí fora, numa espiral de insanidade que acaba em conclusão nenhuma. O parágrafo só não é um desperdício porque nos revela todos os traumas e preconceitos de Pacheco.

Paradoxal é que no inicio do parágrafo seguinte afirme que as "novas gerações" e as "ex-novas gerações" "começam a escrever umas banalidades arrogantes em qualquer sítio da Rede"... que é nem mais nem menos o que JPP faz neste artigo. Pode, claro, arrogar-se de ter sido pioneiro na arte da banalidade, por mim assenta-lhe que nem uma luva, mas engana-se (outra vez) quando diz que tal acontecerá "quando passarem do SMS no telemóvel para o Facebook e o Twitter". É que já passámos, ó Pereira, em vez de andarmos a biografar o Cunhal e a minar o PSD.

Mas "O que é que caracteriza esta TDACHSR?" pergunta e, claro, responde: "Uma completa falta de atenção ao que é relevante, cultural, social, económica, politicamente", ou seja, andamos a falar pouco de JPP nas redes sociais, é isso que ele quer dizer mas não pode, apenas pensa. Mas para o José a coisa é pior que isso, verifica-se uma "multidão de "pontos", todos igualmente dispersos, todos igualmente irrelevantes". Irrelevantes porque não são os dele, além do perigo da pluralidade de opiniões que, como se vê na sua coutada particular a que dá o nome de PSD é coisa que não lhe agrada, como o demonstra mais adiante: "O vírus da TDACHSR produz uma rede muito complexa porque emaranhada, mas é incapaz de gerar uma seta, uma direcção, um sentido, um significado". Põe-nos a pensar pela nossa cabeça. sem um Grande Líder que aponte o caminho. E aqui eu começo a perceber melhor o fascínio por Cunhal e o(s) seu(s) PC(s)...

Mas "a rede" feita doença tem outros perigos, o de estarmos "demasiado interactivos", de tal forma que ele, Pacheco, que não gosta, não tem nem vê o Twitter consegue ainda assim saber "a que horas se vão deitar os directores dos jornais portugueses e onde comem e o que comem". Curioso que eu que passo muito tempo ligado no Twitter e Facebook não sei, talvez por prestar mais atenção a outras "frivolidades" que "escorrem pelo labirinto".

A grande charice, confessa-nos é que "... Tudo produz opinião". Oh como era bom quando só as "elites" o podiam fazer nos seus abruptos, com quase exclusividade de "bocas mais ou menos envenenadas"

Mas como eu disse no inicio, toda esta verborreia que tresanda a ressabiamento do termos percebido que qualquer um de nós pode ser um Pacheco Pereira, coisa que os Pachecos Pereiras não suportam, é no fim adornada com aquelas frases que não querendo dizer absolutamente nada quase (já só quase) parecem dar um ar erudito à coisa, como em "A TDACHSR não é pluralista no seu interesse, mas monista na sua desatenção. Ela mantém fortes relações com o relativismo ético". Um bilhete para os U2 a quem tirar disto algum significado (útil)

Mas, caro JPP, lamento não "apaga as distinções entre o saber e a ignorância, a decência e a perversidade, a verdade e a falsidade, o carácter e a esperteza". Lendo o seu artigozeco percebe-se perfeitamente qual destas palavras se aplicam ao seu autor e a "diferença que nasce de "literacias" que exigem atenção, esforço, trabalho, tolerância e vida" presumia-se que, aplicando-se a si, JPP, evitasse erros clamorosos de confundir psiquiatria com neurologia ou incluir erros de português no título.

João Moreira de Sá (Arcebisco de Cantuária no Twiiter)




O link em baixo permite aceder ao artigo de Pacheco Pereira, no entanto, o Expresso alerta que o mesmo se encontra na zona de assinantes pagos do site do jornal Público

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Cantuária
Miranda07 (seguir utilizador), 3 pontos (Bem Escrito), 19:31 | Domingo, 18 de Out de 2009
O arcebispo de Cantuária chama-se João Moreira de Sá? Ora aqui está uma grande notícia. Mas eu pergunto: Como é possível? Quando é que isso aconteceu? Como foi que lá chegou? E que tem o "arcebispo" de lá a ver com a hiperactividade dos de cá ou os seus erros de sintaxe? Em suma: não percebo nada deste alarido que o alarido faz sobre o alarido. Mas onde é que estamos? Será que isto é já o tempo fora do tempo? Mas: Quem sabe? No fundo, eu penso que sobre o tema tanto sabe o "presunto" arcebispo como o JPP. Só com uma diferença: JPP escreve num meio que resiste; Moreira de Sá, porém, é apenas virtual. Essa, enfim, talvez uma das diferenças. "Penso eu de que...", para citar apenas uma outra "autoridade", mormente linguística, no reino que (ainda) não é de sua majestade.
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    Como foi que lá chegou? Inventou o nick :-)    Ver comentário
Xico Taxista (seguir utilizador), 2 pontos , 20:30 | Segunda-feira, 19 de Out de 2009
    Re: Como foi que lá chegou? Inventou o nick :-)    Ver comentário
Miranda07 (seguir utilizador), 2 pontos , 22:30 | Segunda-feira, 19 de Out de 2009
    Re: Cantuária    Ver comentário
ora-ai-vai (seguir utilizador), 1 ponto , 12:15 | Segunda-feira, 19 de Out de 2009
    Re: Cantuária    Ver comentário
Miranda07 (seguir utilizador), 2 pontos , 15:11 | Segunda-feira, 19 de Out de 2009
Polémica Utilizador habitual do Twitter responde
Toni 2 (seguir utilizador), 3 pontos (Bem Escrito), 22:38 | Domingo, 18 de Out de 2009
Tenho a certesa que o Pacheco Pereira vai ter muito que explicar e pelo andar da carruagem vai ser desta vez que vai ao barbeiro, para cortar o cabelo e a barba.
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JPP
caetanopereira (seguir utilizador), 2 pontos (Bem Escrito), 19:31 | Domingo, 18 de Out de 2009
Excelente Sr José Moreira de Sá. Gostaria de ver a cara do Sr JPP ao ler o seu comentário.
Parabens.
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O que é o Twiter?
NãoHáInocentes (seguir utilizador), 2 pontos , 20:24 | Domingo, 18 de Out de 2009
É aquele passarinho amarelo dos desenhos animados?
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Para quem gosta de se armar em sábio...
Kikas_o_je (seguir utilizador), 2 pontos (Bem Escrito), 22:08 | Domingo, 18 de Out de 2009
..., JPP, obteve um comentário ao melhor nível...

Deve ficar satisfeito, pois não é todos os dias que alguém com as suas (JPP) aspirações a "sábio nacional e talvez universal", vai ao tapete desta maneira, nem vale a pena contar até 10 para ver se consegue erguer-se!

Gostei ler!!!
Parabéns!!!
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Já era tempo de alguém dizer umas verdades
Goodwaves (seguir utilizador), 2 pontos (Bem Escrito), 22:23 | Domingo, 18 de Out de 2009
a JPP, que não passa de um ego com pernas.....e barbas. Se Sócrates andou à solta e levou o País ao caos em que nos encontramos, porque a ausência de oposição do PSD muito se deve a JPP, por ter sistematicamente minado, desacreditado e portanto enfraquecido todas as lideranças que o partido teve nos últimos anos, até MFL.

JPP foi o estratega de MFL e viu o seu projecto ser sufragado pelo povo que lhe deu os mesmos votos que Santana teve em 2005, apesar das circunstâncias em que este foi a eleições na altura, contra tudo e contra todos, incluindo claro JPP.

Quero ver agora JPP ou no parlamento, na primeira linha da acção politica a defender o seu projecto falido, ou desaparecer do espaço público ao qual as suas contribuições nada acrescentam. Não pode é continuar a fazer de conta que a maior derrota nas legislativas que o PSD teve, nada teve que ver com ele e andar a embandeirar em arco com a "vitória" que obteve nas autárquicas enquanto mandatário por Rio Maior, como fez na Quadratura do Círculo. Fale-nos mas é da enorme derrota do seu projecto politico para o País, e das tristes escolhas que fizeram quer nas listas, quer no programa, quer na estratégia.

Mal esteve que deu demasiado tempo de antena a esta ameba da política, que nada constrói e que tudo destrói!
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Polémica ???
J Saints (seguir utilizador), 2 pontos , 23:59 | Domingo, 18 de Out de 2009


isto cheira-me a " guerrilha ", entre JMS e JPP .

Só ainda não percebi o interesse do expresso , dos leitores vê-se que é pouco ...
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As elites da net...
lsreis (seguir utilizador), 2 pontos (Bem Escrito), 0:43 | Segunda-feira, 19 de Out de 2009
Devo dizer, antes de mais, que só há pouco tempo percorro estas denominadas "auto-estradas" do conhecimento. Ah! denomina-se choque tecnológico ... ou seja, colocar mais portugueses, que pensam, no "ciber-espaço"! ... mas, pelo que vejo, colocar-se em "órbita" uns milhares de portugueses incomoda muita gente, colocar dezenas de milhar já incomoda muitas mais! A começar pelo Sr. JPP, a continuar por outros "opinion-makers", que pensavam que tinham encontrado o espaço ideal para a sua "demagogia", as suas opiniões que "torneavam" a opinião pública! Ora a net é também um espaço democrático, talvez o mais democrático de todos ... mais não seja, porque nos permite dizer o que pensamos, directamente, aos senhores comentadores de programas televisivos, aquilo que não nos permitem dizer em directo. Sr. JPP a denominada "TDACHSR" não sei se existe, ou quem a denominou, mas sei que existe o "síndrome burnout", que deve afectar muitos portugueses, incluindo políticos, jornalistas, acessores, comentadores ... já agora mede-se cientificamente por uma escala ... "Maslach burnout inventory" ... O seu "transtorno "não sei como se mede? Inveja ... será? por estarmos a ocupar um espaço que deveria ser só seu e de mais alguns?
Mais um comentário que tenho que fazer, mas que me entristece profundamente ...
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Qual o interesse deste "regateio" ?
Xico Taxista (seguir utilizador), 2 pontos , 20:12 | Segunda-feira, 19 de Out de 2009

Que (quase) ninguém passa "cartucho" a Pacheco Pereira, já todos sabemos.

Que Pacheco Pereira se põe frequentemente em "bicos de pés" também não é novidade.

A questão crucial é: Que trouxe de novo este tal João Moreira de Sá, que só é "Arcebispo da Cantuária" no nick?

Já agora: Que importância tem este tal João Moreira de Sá, para merecer tamanho destaque?

Última pergunta: Já arranjou emprego no tal call center Sr. "Arcebispo" ?

Quem diria que até no clero há salários em atraso, que os obriga a ir para call centers :-)

Para os curiosos aqui vai:

http://joaomoreiradesa.bl...

http://arcebispodecantuar...

http://www.facebook.com/p...

http://www.linkedin.com/i...

http://twitter.com/arcebi...

http://twitterportugal.co...

Já chega? Querem mais ?

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Foi preciso um bispo para tirar as calças
dedalo11 (seguir utilizador), 2 pontos , 23:34 | Segunda-feira, 19 de Out de 2009
a Pacheco Pereira!!! Impressionante como por cá ainda o lemos e ouvimos. Ficou totalmente nú. E isso é importante, não por exibir o umbigo que tanto ama, mas porque alguém, um dia, teria de o fazer de forma clara como agora. Muito bem!!!
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Polémica??
grami (seguir utilizador), 1 ponto , 18:24 | Domingo, 18 de Out de 2009
Não percebo o título desta notícia,"Polémica:.."
Não vejo o porquê da polémica, por ser um artigo extremamente bem redigido e crítico a JPP? Porque lá no fundo José Moreira de Sá tem toda a razão? Porque o Sr. JPP é o "TAL" erudito e intelectual da sociedade, e tudo o que diz é lei, e não pode nem deve ser questionado? Sim Sr. Arcebispo da Cantuária, parabéns pela correcção feita e o esclarecimento público. Talvez sirva para que o Sr. JPP se torne menos arrogante, e altere a sua postura, e todos os outros JPP do nosso burgo.
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Bah!
Alfredino Cunha (seguir utilizador), 1 ponto , 19:36 | Domingo, 18 de Out de 2009
Sem interesse nenhum.

Nem o texto do Pacheco nem a crítica junta.
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    Nem mais !    Ver comentário
Xico Taxista (seguir utilizador), 2 pontos , 20:56 | Segunda-feira, 19 de Out de 2009
Polémica onde?!
SirArthur (seguir utilizador), 1 ponto , 20:34 | Domingo, 18 de Out de 2009
Quem publica um texto arrisca-se a levar uma resposta... simples quanto isso.
Agora estou como o Alfredino Cunha, "bah!"
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tretas...
vasil (seguir utilizador), 1 ponto , 21:32 | Domingo, 18 de Out de 2009
Destas pseudos trocas de galhardetes, sem nada e ineficázes é que os jornalistas apreciam...
Sobretudo porque é um nome e um título que contrapõe ao vazio de JPP, se fosse um anónimo que dissesse algo com sentido, ninguém no Expresso se lembraria de dar atenção!

   
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    Re: tretas...    Ver comentário
José Couto Nogueira (seguir utilizador), 1 ponto , 9:26 | Segunda-feira, 19 de Out de 2009
Acerca das intervenções de Pacheco Pereira
Mordaquikesaileite (seguir utilizador), 1 ponto , 23:05 | Domingo, 18 de Out de 2009
tenho pouco a dizer. Porque será que lhe dão tanto protagonismo? Será por causa do parlapié? O parlapií só serve para "branquear" o sistema...
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