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10 anos do euro

PM diz que prioridade para 2009 é emprego

José Sócrates, Durão Barroso, Teixeira dos Santos e Vítor Constâncio fazem elogio da moeda única europeia.

Luísa Meireles
19:33 Segunda feira, 5 de janeiro de 2009
Vítor Constâncio, Teixeira dos Santos, José Sócrates e Durão Barroso, hoje, no Ministério das Finanças, na inauguração de uma exposição sobre os 10 anos do euro
Vítor Constâncio, Teixeira dos Santos, José Sócrates e Durão Barroso, hoje, no Ministério das Finanças, na inauguração de uma exposição sobre os 10 anos do euro
Nacho Doce/Reuters

O primeiro-ministro José Sócrates voltou hoje a repetir que a prioridade para Portugal em 2009 será o emprego e que tudo fará para "proteger as pessoas do desemprego e ajudar as empresas".

José Sócrates falava na inauguração, hoje, no Ministério das Finanças, de uma exposição sobre os 10 anos do euro e à qual compareceram também Durão Barroso, Teixeira dos Santos e Vítor Constâncio.

O primeiro-ministro salientou a importância da moeda única para a resolução da presente crise financeira e económica, sublinhando que, "sem ela, a estabilização do sistema financeiro teria sido muito mais difícil e dolorosa. O euro induz e impõe uma resposta articulada à actual crise", afirmou.

Barroso admite revisão plano europeu

Já anteriormente, o presidente da Comissão Europeia tinha sublinhado o papel da moeda europeia nesta crise, destacando que "o euro é uma protecção poderosa sobretudo para as pequenas economias abertas", como a portuguesa.

Abordando o plano europeu de combate à crise, Barroso não excluiu, porém, a possibilidade de o rever: "A União Europeia teve a resposta adequada, mas a situação está a evoluir, pelo que não é de excluir a sua revisão se tal se revelar necessário".

Barroso respondia assim aos comentários anteriores do presidente do Banco de Portugal, que classificou como "tímida" a resposta europeia à crise. "Não se pode comparar os Estados Unidos, que são um único país e cujo desequilíbrio é muito maior, com a UE, que são 27, e onde é mais difícil tomar decisões", declarou. "Não é correcto comparar nem o tipo de resposta, nem o tipo de instrumento".

Constâncio garante descida de juros

Segundo Constâncio, os programas públicos na Europa são "uma tentativa de resposta, talvez insuficiente" à crise, que perfazem apenas 1,5% do PIB europeu e, em alguns casos, limitam-se a "medidas adicionais".

O governador do Banco de Portugal manifestou-se no entanto convicto de que, "se houver risco de deflação, a política monetária europeia responderá com uma descida das taxas de juro".

"O euro e a política monetária europeia são um factor de estabilidade para a Europa e podiam ser um factor de afirmação maior ainda da Europa na comunidade internacional", disse Constâncio.

Coube, aliás, ao governador do Banco de Portugal fazer o elogio da moeda única, citando alguns números: em dez anos, o euro valorizou-se 20% em relação ao dólar e 40% em relação à libra; em 40 países com referência ao euro, as reservas internacionais da moeda passaram de 18% para 27%; é a moeda em que se verifica a maior emissão de instrumentos de dívida em mercados internacionais e as suas notas têm uma circulação monetária superior à do dólar.

Segundo Constâncio, a inflação baixou de 3% para 2% na zona euro nos 10 anos de existência da moeda única (em Portugal de 6% para 3%), o desemprego baixou de 10% para 7% no mesmo período e, em toda a área, criaram-se 18 milhões de novos empregos (15 milhões nos Estados Unidos).

"O euro é, hoje, uma moeda robusta e credível", disse o governador do Banco Central, que o qualificou como "a maior realização da construção europeia pela partilha de soberania que implica e que não tem paralelo em mais nenhum sector, nem precedente histórico".

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UM PAÍS AOS PEDAÇOS
santo e peca (seguir utilizador), 3 pontos (Bem Escrito), 21:10 | Segunda feira, 5 de janeiro de 2009
O 1º ministro não pode dizer mais nada do que isto e repetir até à exaustão, acreditando na máxima que diz; uma mentira repetida muitas vezes é tida como verdade. Se este governo em vez de reformar e reformalizar a Administração Pública apenas fez uma coisa que foi destruir postos de trabalho, como é que vai criar emprego no sector privado? Se este governo assentou as suas políticas(?) no despedimento de 75.000 funcionários públicos, como pode ter aprendido a empregar alguém? Se este governo fez depender o equilíbrio das contas públicas da exploração de quem trabalha, criando polícias de impostos, económicas como a ASAE esganando todo o tecido empresarial, como vai criar emprego? Se este governo nos endividou a todos para ir socorrer um conjunto de ladrões e novos-ricos (BPN e BPP) aumentando a carga fiscal durante o seu mandato em 13% contribuindo para a destruição de milhares de postos de trabalho, como vai criar emprego? Se este governo inscreve no orçamento uma verba de 20 mil milhões de euros para linhas de crédito às empresas e no mesmo espaço baixa em 2 pontos a taxa de bonificação, como é que espera criar emprego? Se este governo não vacilou em cobrar o IVA a quem ainda o não recebeu, levando à falência muitas micro-empresas, como vai criar emprego? Se este governo aunciou projectos para Sines, que deram em nada, para não falar da barraca das minas de Aljustrel como pode criar emprego? Se este governo já parece desempregado, como vai convencer alguém que cria emprego?
 
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1º. / Impostos
Jbap (seguir utilizador), 2 pontos (Divertido), 20:38 | Segunda feira, 5 de janeiro de 2009
De bla,bla,bla,estamos todos fartos sr pr. ministro.Queremos acção.Se cada promessa não cumprida pagasse imposto, o senhor não seria só o primeiro dos ministros,mas também o 1º.dos contribuintes pagantes...
 
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    Re: 1º. / Impostos    Ver comentário
santo e peca (seguir utilizador), 1 ponto , 21:13 | Segunda feira, 5 de janeiro de 2009
e ja agora salários....
B l u e S k y (seguir utilizador), 1 ponto , 20:18 | Segunda feira, 5 de janeiro de 2009
é que muitos "empregados" estão sem receber, Sr. Primeiro Ministro.
 
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Quando se quer faz-se...!
4 DE DEZEMBRO (seguir utilizador), 1 ponto , 21:22 | Segunda feira, 5 de janeiro de 2009
Harmonização Fiscal.
Harmonização Salarial.
Harmonização Social.

Só assim podemos partir para um desenvolvimento estruturado na redução das assimetrias e não nos pressupostos dos baixos custos.
Quem pode pode. Quem pode fica.
É um parto dorido? É!
É um risco? É!
Só depois da maré, muita maré, vem a bonança.

Quem não der conta que a crise ainda não chegou e que com paliativos vai passar ao lado, ficará irremediavelmente pelo caminho.

Cesariana, meus caros, Cesariana...!
 
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    Re: Quando se quer faz-se...!    Ver comentário
J Saints (seguir utilizador), 1 ponto , 16:25 | Sexta feira, 24 de abril de 2009
Socratretas
Cruzadas (seguir utilizador), 1 ponto , 1:52 | Terça feira, 6 de janeiro de 2009
Olhem lá para a foto desta notícia. Quem a veja até fica surpreendido do país atravessar uma crise. Pelo menos para aqueles não parece haver crise.
 
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As medidas
Sebastião da Treta (seguir utilizador), 1 ponto , 9:08 | Terça feira, 6 de janeiro de 2009
O tal plano está a ser implementado e continuará a sê-lo durante 2009... Espero que dê resultado e que, quando esta crise acabar, os investimentos dos Estados se traduzam em maior crescimento. É um plano caríssimo, a nível europeu, que para implementar foi necessária uma batalha política enorme. Esta é uma nova forma de enfrentar uma crise, visto que no passado só se fazia baixa generalizada de impostos, sem qualquer resultado. Veremos então se resulta. A resposta virá.
 
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10 anos de Euro e em 2009 prioridade p / o emprego
Cool Carlos (seguir utilizador), 1 ponto , 15:45 | Terça feira, 6 de janeiro de 2009
O emprego deve ser sempre uma prioridade para qualquer Governo desde que a taxa de desemprego suba acima dos 3-4%, patamar abaixo do qual se considera estar em situação de pleno emprego.Se toda a acção política visa, ou deve visar, o Homem e a sua condição na breve passagem pela vida, é obrigatório que quem está na governação faça tudo para que o objectivo do pleno emprego seja atingido.
O Euro é um dos casos exemplares de sucesso no difícil processo de construção de uma União Europeia.Abrangendo já 16 países e tendencialmente vários outros no futuro próximo, e talvez todos os 27 a longo prazo(?), a moeda única da Zona Euro afirmou-se pela positiva de forma convincente e notável.Seguindo, no essencial, a tradição do Bundesbank o Banco Central Europeu tem conseguido gerir os tempos e os momentos da economia real de forma maioritariamente benéfica para os Estados que o integram através dos respectivos Bancos Centrais.Isto apesar das diferenças assinaláveis entre a estrutura das economias dos actuais 16.
Hoje, com a crise financeira demolidora e suas consequências para a economia real, ningùém poderá negar que o Euro tem sido um referencial de estabilidade em todos os sentidos conferindo mais protecção a economias de menor dimensão e mais expostas ao exterior.Certamente que os 12 iniciais, depois 15 e agora 16 não beneficiaram por igual com o advento da moeda única mas estou convencido que o saldo global para cada um dos 15, excluindo a recém-chegada Eslováquia, é positivo.
 
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O rapaz não se enxerga!
libertino (seguir utilizador), 1 ponto , 21:45 | Terça feira, 6 de janeiro de 2009
Não se enxerga o rapaz. Bota faladura, bota faladura... mas não faz nada de interesse. Só quando é óbvio para o mais dos nalafabetos funcionais do país é que vem reconhecer que estamoa numa crise e se perpectivam tempos difícieis. O rapaz deve ser pitosga, talvez, uma versão portuguesa do Mrs. Magoo - lembram-se da banda desenhada!?.
Está ao nível do seu amigo Hugo Chaves. É pena a triste aproximação à america latrina.
 
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Depois da lei laboral que impÔs...
Mór Daky (seguir utilizador), 1 ponto , 16:18 | Quarta feira, 7 de janeiro de 2009
... e do rumo da sua politica durante estes anos que governa, SÓCRATES tem como prioridade, continuar a mentir ao eleitorado, para GANHAR AS ELEIÇÕES e prosseguir como PM.

ALDRABAR SEMPRE... É o lema de Sócrates.

O problema dele vai ser o de ... como esconder tanta mentira,
apesar de tantos o ajudarem.
 
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A prioridade em 2009 é correr com este gajo...
Cuernavaca (seguir utilizador), 0 pontos (Despropositado), 0:23 | Terça feira, 6 de janeiro de 2009
A pontapé! Já não se aguenta este anormal do sokas!
 
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