Lisboa, 16 mar (Lusa) - O bastonário da Ordem dos Economistas (OE) afirmou hoje não ter ficado "chocado" com a intenção do Governo de avançar com a privatização de várias empresas estratégicas nacionais e defendeu-as como "óbvias" e "lógicas".
"Acho que as privatizações, à exceção de uma, que é a dos seguros, que foi uma surpresa, são relativamente óbvias e quando muito poderá haver uma antecipação, como é o caso dos CTT que poderá ser liberalizado para o ano a nível europeu e poderá haver uma tendência para privatizar", defendeu Murteira Nabo, em declarações aos jornalistas, à margem de um almoço debate organizado pela OE.
O bastonário apontou que, nessa matéria, a REN e a Galp já começaram a ser privatizadas.