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Os 'hipers' e o imigrante

João Vieira Pereira (www.expresso.pt)
0:01 Quinta feira, 24 de dezembro de 2009

Algures em Alcântara existe uma mercearia de um imigrante que está aberta até à meia-noite. Nunca lá fui, mas a RTP achou que era relevante e deu espaço em notícia sobre os privilégios de se poder fazer compras até à meia-noite. Lisboa e outras cidades portuguesas são peritas em complicar a vida de quem lá vive. São agora 22 horas de quinta-feira e quando sair do Expresso se quiser ir às compras só tenho como opção sujeitar-me às escolhas absurdas e preços exorbitantes das estações de serviço.

O facto de não aparecerem espaços de comércio abertos 24 horas, ou pelo menos durante maior parte da noite, deveria ser explicado por uma razão: não haver mercado. Houve em tempos um sem-número de lojas 'Extra' que foram desaparecendo. Se houvesse procura em número suficiente haveria supermercados, mercearias e muito mais restaurantes abertos toda a noite. Mas neste caso não é uma questão de falta de procura, mas de destruição legal do mercado. Os impeditivos legais em termos de horários e os custos laborais exorbitantes para quem até arrisca são um exemplo perfeito de como certas leis servem apenas para nos complicar a vida.

As empresas de distribuição querem aproveitar a nova lei laboral para introduzir alterações no horário normal de trabalho para as 60 horas semanais. É possível fazê-lo desde que seja com o acordo da maioria dos trabalhadores. Os sindicatos respondem com greve. Nem lhes passou pela cabeça negociar contrapartidas... nada. Greve na véspera de Natal, que até dá jeito ir mais cedo para casa.

Já o comércio tradicional tem aquela aberração costumeira de fechar sábado à hora de almoço e abrir na segunda de manhã. Durante o fim-de-semana, quando as pessoas têm tempo para ir às compras fecham, ajudando a desertificar os centros da cidade e empurrando as pessoas para os centros comerciais.

E se não fosse suficiente, ainda existe uma lei que restringe os horários das superfícies comerciais com mais de 2000m2. Uma guerra que levou à demissão de um ministro da Economia nos anos 90 (Daniel Bessa), movida pelas associações de pequenos comerciantes. Esta atitude perante o fazer dinheiro é uma guerra geracional onde palavras como inovação e risco estão excluídas. O imigrante, que nada tem a perder e tudo tem a ganhar, está aberto mais umas horas e com isso ganha mais dinheiro.

Faz-se à vida. Outros preferem culpar a crise e os grandes centros comerciais pelas suas próprias escolhas. Felizmente algumas boas apostas vão devolvendo a cidade às pessoas.

Texto publicado na edição do Expresso de 19 de Dezembro de 2009

 

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Os hopers e o imigrante
Toni 2 (seguir utilizador), 2 pontos , 19:42 | Quinta feira, 24 de dezembro de 2009
Nunca entendi, nem entendo esta maneira de pensar de carneiro, que todos têm de saltar onde salta o primeiro. Lá deve ter a sua logica de animal tavez como defesa dos tempos primordios para evitar os perigos. Não tem lógica a meu ver todos entrarem às oito ou às nove horas e depois saírem todos à mesma hora. É ver as filas que se formam e a má qualidade de vida que proporciona. Pergunto se não seria mais interessante a flexibilidade de horários e se não traria mais qualidade de vida.
 
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A visão do senhor João Vieira Pereira
António Da Rocha (seguir utilizador), 2 pontos , 10:43 | Domingo, 27 de dezembro de 2009

... é "a visão" de quem vive a maior parte do dia "na escuridão ou sob os holofotes das discotecas do deslumbramento" que o colocam na posição de "senhor" de um conhecimento de "exigência" que só a ele tem em vista servir!

Já tive oportunidade de ouvir o senhor João em diversas intervenções num programa televisivo de "opinião pública" e sei qual a sua estrutura mental!

E a estrutura mental deste senhor não é mais nem menos da que lhe foi induzida pelo ambiente em que "estudou" e vive: a da defesa dos interesses daqueles que só têm em vista aumentar, de forma exponencial, o capital que querem "rentabilizar", maximizando todos os aspectos e processos necessários para esse objectivo, nem que seja à custa de trabalho escravo daqueles a quem não pagam um salário digno para que possam levar uma vida simples, mesmo muito simples!

O que é estranho nesta "visão" é que não se aperceba que ela está passada, pois todos os estudos que vão sendo feitos dão a indicação de que quanto mais tempo livre tiverem as famílias, mais dinâmico se mostra "o mercado", o comércio e toda a cadeia produtiva.

O problema está na falta de entendimento destas premissas e na falta de planeamento e gestão dos tempos de funcionamento das unidades comerciais e produtivas, que o "patronato" português evidencia, o que não admira sabendo-se da sua incompetência para a adopção de soluções mais modernas e que tenham em vista aumentar a produtividade!

Assim, restam sempre os JVP para os "defender"!
 
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    Re: A visão do senhor João Vieira Pereira    Ver comentário
João Vieira Pereira (seguir utilizador), 1 ponto , 9:58 | Terça feira, 5 de janeiro de 2010
JVC - Os hipers e o emigrante
António Da Rocha (seguir utilizador), 2 pontos , 13:01 | Terça feira, 5 de janeiro de 2010
Senhor João Veira Pereira, muito bom-dia!

Começo por lhe agradecer a resposta ao meu comentário, o que me leva a reconhecer-lhe um nível de educação que muito o dignifica!
Relativamente à questão comentada e nos termos em que foi comentada, as minhas desculpa pelo que considerou de "tom impróprio".
Já tive a oportunidade de o ouvir em várias intervenções na SICN, no "Opinião Pública", e, por isso, tenho como adquirido que a sua intervenção tipo vai sempre no sentido da defesa da "economia" e dos detentores das unidades económicas e do "capital"!
Diz o senhor que "A culpa não é sempre dos chefes.
Às vezes também é daquele empregado tipo que acha que trabalhar é apenas um direito e que por isso tudo o resto tem de estar de acordo com a sua vontade. Patrão, gestor, colegas e até clientes. "
Permita-me que lhe diga, JVP, que a experiência de mais de 40 anos de trabalho por conta de outrém não confirmam a sua convicção, que infelizmente se transformou num chavão!
Há trabalhadores maus? concerteza!
Muitos deles são maus exactamente porque os empregadores também o são, como bem deve saber!
Mas há muitos empregadores que são péssimos e outros não !
As generalizações são sempre defeituosas e pouco sérias!
Quanto ao tema da questão, o alargamento dos horários de trabalho para lá do razoável, não tem que ver com o facto de manter "os espaços comerciais, culturais e de lazer ... abertos mais tempo... para ... fomentar o emprego", como bem sabe! ...
 
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Sr. Jornalista, abra então uma mercearia 24/7.
BrunoS (seguir utilizador), 1 ponto , 0:54 | Quinta feira, 24 de dezembro de 2009
E o que o senhor jornalista talvez saiba mas não queira pensar nisso, é que a maior parte das pessoas que trabalha nessas superfícies comerciais está em situação de precariedade e não pode dizer "Não" quando lhes "Pedem" para trabalhar a um Sábado, Domingo ou se uma destas medidas for para a frente, durante um turno da madrugada por um salário que ao fim do mês continuaria a ser muito próximo do mínimo nacional.

A sua qualidade de vida, caro senhor, também devia passar pela qualidade de vida dos outros, por isso, se não pode dispender um pouco da sua energia mental durante a semana a pensar que tem de comprar comida para o fim se semana, então sim, acho muito bem que pague os preços exorbitantes das estações de serviço e tenha de fazer todas as suas refeições em restaurantes durante o fim de semana. Ninguém está aqui para ser explorado para seu prazer.

Na Holanda, os supermercados e comercio, fecham às 18h e estão fechados durante Sábados de tarde e Domingos ... não me parece que nenhum Holandês fique a invejar o nível de vida em Portugal por causa disso.
 
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    "estão fechados durante Sábados de tarde" ???    Ver comentário
kcorreia (seguir utilizador), 1 ponto , 12:40 | Quinta feira, 24 de dezembro de 2009
    Re:    Ver comentário
BrunoS (seguir utilizador), 1 ponto , 13:50 | Quinta feira, 24 de dezembro de 2009
    Fechado em Leida e Haia?!?!    Ver comentário
kcorreia (seguir utilizador), 1 ponto , 15:14 | Quinta feira, 24 de dezembro de 2009
    Re: Fechado em Leida e Haia?!?!    Ver comentário
BrunoS (seguir utilizador), 1 ponto , 16:29 | Quinta feira, 24 de dezembro de 2009
    Chiça, que é teimoso...    Ver comentário
kcorreia (seguir utilizador), 1 ponto , 17:33 | Quinta feira, 24 de dezembro de 2009
    Re: Chiça, que é teimoso...    Ver comentário
THUNDERS (seguir utilizador), 1 ponto , 18:54 | Quinta feira, 24 de dezembro de 2009
    Re: Chiça, que é teimoso...    Ver comentário
kcorreia (seguir utilizador), 1 ponto , 19:07 | Quinta feira, 24 de dezembro de 2009
    Re: Chiça, que é teimoso...    Ver comentário
Toni 2 (seguir utilizador), 2 pontos , 19:27 | Quinta feira, 24 de dezembro de 2009
    Re: Fechado em Leida e Haia?!?!    Ver comentário
userEX50677 (seguir utilizador), 1 ponto , 22:31 | Quinta feira, 31 de dezembro de 2009
PORTUGAL;COMO É UM PAÍS MAIS EVOLUÍDO;OS SUPER
Tibiriçá.... (seguir utilizador), 1 ponto , 1:13 | Quinta feira, 24 de dezembro de 2009
Portugal;como é um país mais evolído que a holanda;por isso as grandes superfícies estão 24 horas abertas..ASSIM É QUE É BOM..é para que os pequenos fechem as portas;e em portugal;já é tudo rico;ninguém precisa de ter esses comércios antigos..Isso é para países atrazados;com a holanda;que o PIB DELES;É SUPERIOR AO DOS POBRES DE PORTUGAL 4 OU 5 VEZES VEZES MAIS..e olhem que a dimensão da holanda;é menos de metade da nossa de portugal...E ainda uma parte foi construida em cima do mar..É SÓ..E VIVA A REPÚBLICA DAS BANANAS DE LISBOA.. ATÉ MAIS. KANTIFLAS.
 
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Chamada de atenção
Morador_do_Mundo (seguir utilizador), 1 ponto , 10:34 | Quinta feira, 24 de dezembro de 2009
Compreendo, por vezes, a confusão e as ideias erradamente concebidas pelos jornalistas e cronistas. Quando não se tem a informação toda, alguma dela mais dificil de obter ou mesmo conhecida por poucos, é criada uma imagem incompleta que passa para o "papel".
O “fazer-se à vida”, referido no texto, é realizado por muitas pessoas no nosso país, sendo a maioria o pequeno comércio. Contrariando um pouco da imagem que se tem que o português não produz, nem quer produzir.
Neste caso estamos a falar de pessoas, que muitas das vezes se levantam a horas às quais nós ainda estamos no primeiro sono, que têm de fazer jornadas de transporte de produtos, para que que à hora de abertura do estabelecimento, esteja tudo arrumado e o sorriso esteja na cara pronto a receber o próximo cliente, que poderá chegar à conclusão que afinal "aqui é caro" e no "hiper é mais barato!".
Por isso peço desculpa, quando não compreendo quando é referida a abertura à hora de almoço... Confesso, que nesta matéria tenho algum conhecimento, e peço apenas que se pondere um pouco...
No comércio tradicional, vende-se mais do que um produto, vende-se também uma identidade. Quando não se gosta da identidade ("cara" do comerciante), vai-se à loja ao lado. Nas grandes superficies apenas se vendem produtos. Quantos de nós conhemos as pessoas que estão atrás do balcão nestes grandes estabelecimentos onde a quantidade raramente é qualidade e muitas das vezes nem chega ao barato?!
 
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Ó sr jornalista
caprylm56 (seguir utilizador), 1 ponto , 10:39 | Quinta feira, 24 de dezembro de 2009
Voçê é habilidoso, então explique por que motivos os bancos fecham às 3h da tarde e fim de semana nem vê-los.
Mais ainda voçê não deve viajar muito para fora deste país, eu sei que este país é um paraiso de parasitas.
 
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    Re: Ó sr jornalista    Ver comentário
Trapezio (seguir utilizador), 1 ponto , 11:30 | Quinta feira, 24 de dezembro de 2009
Globalização oblige ...
Trapezio (seguir utilizador), 1 ponto , 11:24 | Quinta feira, 24 de dezembro de 2009
Quando eu vim para Portugal em meados dos anos 80, uma das coisas que mais me chamaram a atenção foi o facto de a maioria das lojas comerciais estarem fechadas à hora de almoço, supostamente para tirarem a "sesta", que era um costume que EXISTIA cá em Portugal (e ainda existe em Espanha), mas desconhecido em São Paulo.

Eu penso que o articulista tem toda a razão em exigir ao pequeno comerciante que trabalhe vinte e quatro horas por dia.

"Arbeit Macht Frei" é a ordem desta Nova Ordem Mundial que nos querem impor, ou seja, o homem a serviço (como escravo) da economia e não a economia ao serviço do homem. E como cerejinha em cima do bolo, teremos o Escravo ao serviço da Economia - pois alguém há de pagar os impostos, principalmente os que não puderem pôr as suas economias a salvo numa offshore - a ser governado por Iluminados, que, pelos vistos, até tiram cursos aos domingos em universidades de vão de escada ...

 
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    Re: Globalização oblige ...    Ver comentário
Tibiriçá.... (seguir utilizador), 1 ponto , 11:56 | Quinta feira, 24 de dezembro de 2009
    Re: Globalização oblige ...    Ver comentário
Trapezio (seguir utilizador), 1 ponto , 12:05 | Quinta feira, 24 de dezembro de 2009
    Re: Globalização oblige ...    Ver comentário
Tibiriçá.... (seguir utilizador), 1 ponto , 16:56 | Quinta feira, 24 de dezembro de 2009
    Re: Globalização oblige ...    Ver comentário
fimdalinha (seguir utilizador), 1 ponto , 9:09 | Domingo, 27 de dezembro de 2009
E digo-lhe isto, sr. articulista ...
Trapezio (seguir utilizador), 1 ponto , 11:25 | Quinta feira, 24 de dezembro de 2009
... porque eu sei o que é essa m**da de trabalhar vinte e quatro horas por dia, percebe?
 
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    Re: E digo-lhe isto, sr. articulista ...    Ver comentário
João Vieira Pereira (seguir utilizador), 1 ponto , 10:05 | Terça feira, 5 de janeiro de 2010
as criticas
ruiasc (seguir utilizador), 1 ponto , 11:58 | Quinta feira, 24 de dezembro de 2009
Gostei imenso do seu texto e penso ter compreendido onde quer chegar...

Em vez de se lameixarem e jogar a culpa sempre para os outros, porque é que não procuram ser originais como este imigrante o foi...e vejam que resultou.

Vou dar um exemplo: foi sócio de uma bomba de combustivel nos Açores em que customava ser cliente anteriormente; quando cheguei a 'loja' da só tinha o balcã para o pagamento do combustivel e tinha meia dúzia de óleos da marca num canto no chão; peguei comprei umas prateleiras €12,50 cada conjunto e em menos de duas semanas vendemos o stock com mais de 4 anos e não ficamos por aí, montámos uma loja de conveniencia aberta até ás 24:30H (a única na ilha), resultado, um grande sucesso...

GRULA, VAL DO RIO, a junção da MIMOSA/GRESSO/AGROS, entre outros exemplos, são uma boa solução, mas não a única...

Sejam portugueses no que há de melhor, sejam originais, dessenrascados, ambiciosos, lutadores e não derrotados e/ou derrotistas nem invejosos!

Olhem e apreciem os bons exemplos, acreditem que chegam lá.

Um Bom Natal.

 
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    Re: as criticas    Ver comentário
Tibiriçá.... (seguir utilizador), 1 ponto , 16:59 | Quinta feira, 24 de dezembro de 2009
    Re: as criticas    Ver comentário
fimdalinha (seguir utilizador), 1 ponto , 9:12 | Domingo, 27 de dezembro de 2009
O umbiguismo de JVP
dadada (seguir utilizador), 1 ponto , 15:55 | Quinta feira, 24 de dezembro de 2009
ainda não tinha precebido que o JVP é ultra-liberal, mas agora fiquei esclarecido. Desde que tenha a loginha aberta para o servir o resto de se lixe.

alguns jornalistas do Expresso tem de se decidir: ou são ultra-liberais ou são conservadores: são dois posições contaditórias.
 
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    Re: O umbiguismo de JVP    Ver comentário
João Vieira Pereira (seguir utilizador), 1 ponto , 10:18 | Terça feira, 5 de janeiro de 2010
O PAIS DOS ESCRAVOS É PORTUGAL
pastor51 (seguir utilizador), 1 ponto , 16:41 | Quinta feira, 24 de dezembro de 2009
este jornalista JVP,quanto a mim é uma aberração,onde quer ele chegar com as lojas abertas 24/24,bem se vé que não deve ter a sua mulher a trabalhar num supermercado,se fosse o caso não escrevia tais asneiradas,há Hipermercados que estão abertos até as 22h,e supermercados até as 21h,já acho isto tratar o pobre trabalhador como um escravo,depois vem a tal LEI que proibe a superficie que tem mais de 2000 M2, por isso considerada Hipermercado de estar aberta ao Domingo, só quando em periodos de festas Natal, Pascoa etc,é que podem estar abertos,isto para quem tem mulher ou homem a trabalhar numa destas superficies tem a vida estragada porque não estão juntos ao Domingo,ou durante a semana,só a partir das 23h é que o casal se junta?mas com tudo isto os supermercados estão abertos para lá das 21h,e todos os dias da semana e tambem ao Domingo, ora sendo o Pais conhecido no Estrangeiro como um Pais muito Catolico eu pergunto,que fazem os Bispos deste Pais para não condenar os Patrões que OBRIGAM A TRABALHAR AO DOMINGO,

 
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Tibiriçá.... (seguir utilizador), 1 ponto , 17:04 | Quinta feira, 24 de dezembro de 2009
ainda não chega ?
jmosimoes (seguir utilizador), 1 ponto , 8:59 | Domingo, 27 de dezembro de 2009
Saiu ás 22.00 ?, entrou a que horas ?, que fez durante o dia ?, foi eficaz no seu dia de trabalho para que saisse a essas horas ?,
Pasando á frente, não sabe que existem hipers abertos até á 24.00 ?, que se entrar ás 24.00 não é posto na rua e pode fazer compras que os func esperam ?, sabe por ventura que mercê da organização do trabalho os func da distribuição são dos mais produtivos per capita do pais, custos laborais exorbitantes sabe do que fala informou-se ?, os vencimentos destas pessoas são no máximo 750€, os mais antigos, então se trabalharem a pedido da empresa não é justo que se lhe paguem horas extra, a empresa pede pois sabe que vai lucrar com o seu trabalho, depois recebem em tempo de descanso ? é isso que paga as contas?.
O imigrante quando abre comércio é isento de alguns impostos, trabalha com a familia a quem não paga salário, faz descontos para a seg social não sei, mas sei que quando acaba a isenção muda o negócio para o nome de outro familiar, cria emprego extra familia as maior parte das vezes não, cumpra as leis a que o comercio obriga a maior parte das vezes não, pelo modo como expõe as coisas e para jornalista está com lacunas de informação ,
esquecia-me não falou dos serviços de apoio para os func da distribuição tais como creches, pois a sair ás 24.00, pois eu já fiquei com filhos de colegas por não terem onde os deixarem, também não li nada sobre bancos seguradoras, serviços publicos abertos ás horas da sua conveniência...
 
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ainda não chega? , parte 2
jmosimoes (seguir utilizador), 1 ponto , 9:20 | Domingo, 27 de dezembro de 2009
...quanto aos horários de abertura dos hipers não chega ?, sábado e até ás 13 de domingo não chega, ?, as pessoas que se organizem, existem paises onde o comércio não está aberto, as pessoas fazem as suas compras na mesma, bom mas nós somos um pais mais desenvolvido que esses já me esquecia,.
Para acabar, espero ver no suplemento de economia os lucros abissais da distribuição, que acho bem que tenham mas que deêm umas migalhas a quem trabalhou por isso nas lojas(normalmente não é assim).
Quanto á greve, a APED representa a distribuição, os trabalhadores são representados pelos sindicatos, greve na véspera de natal pq não ?, não existem outras greves também com cariz oportunista ?, função publica, Groundforce , etc., quando os func da distribuição se aperceberem da força que têm unidos, é possivel que passem a ser olhados de outra forma por pessoas como você, e não apenas como mercadoria.
 
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Gostava que me exclarecesse várias questões
userEX50677 (seguir utilizador), 1 ponto , 21:19 | Quinta feira, 31 de dezembro de 2009
O senhor acha que as mercearias deveriam estar abertas 24 horas por dia e com produtos a preços mais acessíveis? e acha então que algumas pessoas deveriam sujeitar-se a trabalhar durante mais horas e por que não durante toda a noite e perder ainda mais qualidade de vida para que outros pudessem ganhar mais qualidade? Outra questão, o que pensa o senhor jornalista, dos imigrantes que aceitam qualquer oferta de trabalho e sem contrato? acha que os portugueses também deveriam sujeitar-se a tal? e o senhor, sujeitar-se-ía a trabalhar mais 60 horas, num trabalho habitualmente extenuante, durante a noite sem ver filhos nem mulher...?
Na minha opinião, é preocupante o abuso e exploração para com o trabalhador e a mentalidade consumista e por vezes fútil.
 
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