A bondade e a dedicação aos outros passaram de moda? Uma historiadora e um psicanalista defendem, num artigo publicado no Courrier, que o mundo capitalista vê no amor ao próximo um sintoma de narcisismo ou de fraqueza. Outros têm a generosidade em melhor conta e, ainda que a crise incite ao egoísmo, esforçam-se por apoiar os mais desprotegidos.
 |
|
(clique na imagem para ver o documento em formato PDF) |
Outro assunto em destaque nesta edição é o acordo ortográfico. O jornal "O Estado de São Paulo" defende que as mudanças na língua portuguesa podem criar confusão mas compensam, por simplificarem o idioma. Ainda na secção Portugal, saiba como a revitalização das salinas do Algarve foi vista pelo jornal americano "New York Times".
Carente de revitalização está também a economia global, afectada pela maior crise desde a Grande Depressão de 1929, no entanto, um pequeno país resiste ao naufrágio: é o Líbano, que tem registado lucros recorde, em grande parte devido à boa prestação de Riad Salameh, governador do Banco Central, distinguido como o melhor do mundo nessa função.
Outras funções são as que desempenha Muthappa Rai. Talvez não seja o melhor do mundo, mas é o maior mafioso de Bangalore, capital tecnológica da Índia. E planeia mesmo lançar-se numa carreira política, apoiando-se nos milhões que aufere no sector imobiliário e na sua enorme fama de benemérito. É que Rai tem dedicado muito dinheiro a ajudar os desfavorecidos.
E se umas algas microscópicas pudessem salvar o mundo? A esperança reside nos cocolitóforos, plantas marinhas que absorvem carbono dissolvido no mar para fabricarem conchas. Estes seres contribuem para que haja menos dióxido carbono na atmosfera, pelo que - afirmam cientistas do Centro Oceanográfico britânico - são adversários activos do efeito de estufa e do aquecimento global.