11/02/2012 atualizado às 15:33
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O ministério anti-professor

O ministério da educação já não existe na realidade. Os pedagogos da 5 de Outubro só existem no mundo do humor. E, no meio deste humor involuntário, lá vão destruindo a figura do "professor".

Henrique Raposo (www.expresso.pt)
9:04 Quinta feira, 10 de junho de 2010

I. Nas últimas semanas, o humor do ministério da educação começou no grau de exigência das provas de final de ano. Numa prova do 6.º ano, os alunos foram confrontados com este desafio brutal: ordenar palavras por ordem alfabética. Repito: a prova era para o 6.º ano. Uma prova de matemática, também do 6.º ano, tinha perguntas complicadas como esta: "quantos são 5 + 2?". Tal como disse a sociedade portuguesa de matemática, 14 perguntas deste teste de aferição do 6.º ano poderiam ter sido respondidas por alunos da primária. Em nome das suas estatísticas, os pedagogos da 5 de Outubro estão a destruir qualquer noção de empenho e rigor. Isto até seria cómico, se não fosse realmente grave.

II. Há dias, o humor chegou à própria arquitectura das escolas. Um génio da "Parque Escolar" decidiu que a sala de aula já não pode ser o centro da escola, porque isso representa o passado, porque isso representa um ensino centrado, imaginem, no professor. A "Parque Escolar" quer "uma escola descentrada da sala de aula, em que os alunos se espalham por espaços informais, com os seus computadores portáteis, cruzando-se com os professores na biblioteca e discutindo projectos" . Alguém tem de explicar à "Parque Escolar" que uma escola não é um campo de férias. Alguém tem de explicar à "Parque Escolar" que o centro da escola é mesmo o professor. O aluno está na escola para aprender.

III. Já agora, aproveitando esta onda de humor involuntário produzida pela pedagogia pós-moderna, eu queria deixar uma proposta à "Parque Escolar" e ao ministério: que tal acabar de vez com o professor? Que tal substituir o professor por babysitters? Porque nesta escola "moderna" os professores são isso mesmo: babysitters. Uma salva de palmas para a 5 de Outubro.

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Fábrica de malandros.
sax.santos (seguir utilizador), 3 pontos (Interessante), 10:39 | Quinta feira, 10 de junho de 2010
As escolas são hoje, sobretudo as que estão junto a bairros sociais, autênticas fábricas de malandros, onde os alunos entram armados, os pais batem nos professores, os alunos recusam-se a aprender e jogam à bola com o lanche pago pela Câmara, como já assisti. Muitos desses alunos só vão à escola para que os pais recebam o malfadado RSI. No entanto, são mais as faltas do que as presenças e se os professores participam esse facto são ameaçados pelos pais.É a escola de Cavaco Silva, Barroso, Guterres e agora Sócrates.
 
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Helder Antunes (seguir utilizador), 1 ponto , 11:57 | Sexta feira, 11 de junho de 2010
O Facilitismo Nunca Deu Bons Resultados!
José Telhado (seguir utilizador), 2 pontos , 9:52 | Quinta feira, 10 de junho de 2010
Durante cinco anos da minha vida fui professor de Matemática. Lembro-me perfeitamente do esforço que os alunos tinham de fazer para obter resultados. Como alguns vinham mal preparados, a solução encontrada foram aulas extra para lhes dar as bases que lhes permitiram continuar os seus estudos. Se no começo aquela estratégia causou muitas incompreensões, no final foi reconfortante ver a alegria com que os estudantes passaram a estudar Matemática e muitos prosseguiram os seus estudos nessa área.

Hoje seria impossível para mim ser novamente professor.

Porque acho intolerável o facilitismo; porque não admito indisciplina e má-educação; porque acho que só com trabalho e esforço se consegue um conhecimento e preparação para a vida.

Parabéns Raposo por mais este artigo que foca algo muito importante para o futuro de Portugal: a qualidade do ensino e os métodos que devem ser utilizados para ensinar com responsabilidade.
 
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    Re: O Facilitismo Nunca Deu Bons Resultados!    Ver comentário
aguafria (seguir utilizador), 1 ponto , 11:09 | Quinta feira, 10 de junho de 2010
Escândalo
Miranda07 (seguir utilizador), 2 pontos , 10:14 | Quinta feira, 10 de junho de 2010
Evidentemente, o Henrique Raposo tem toda a razão. E eu proponho o seguinte: que se crie de imediato uma Comissão de análise dos monumentais descalabros, que vão desde os Pedagógicos, aos Arquitectónicos, às Escolas mandadas fazer há menos de meia dúzia de anos para agora se dizer que as mesmas vão ser fechadas, etc., descalabros esses activamente promovidos e defendidos pelos bur(r)ocratas da Cinco de Outubro e, claro, pagos por todos nós. O que no campo da Educação se tem feito em Portugal, com o consequente e manifesto desperdício de centenas de MILHÕES de Euros é um crime e uma grave ofensa, seja ao bom senso seja, sobretudo, ao Futuro do nosso País. Pessoalmente, começo a não ser mais capaz de tolerar que ano a pós ano, mês após mês, semana após semana se fale sempre da miséria que tem sido a condução dos destinos da Educação no nosso país. É que o problema, a meu ver começa aqui: muitos falam, mas quase ninguém faz! Sobretudo, NINGUÉM parece estar realmente a fazer o que quer que seja ao mais alto nível do Estado. Ou melhor, fazem uma coisa, todos eles: destroem o que outros, no passado fizeram; consomem somas imensas de dinheiro, ainda por cima frustrando tudo e todos, e, claro, como sempre, para NADA! Há ainda poucos dias tive a felicidade de visitar uma Escola. E que ouço? Que ela, uma Escola ainda nova, está condenada a fechar. Porquê? Porque à sua volta se construíram Escolas sem necessidade, se fez trinta por uma linha. Malfadado Portugal: Quem te poderá salvar?
 
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O fim da Escola
CãodaRosa (seguir utilizador), 2 pontos (Bem Escrito), 10:22 | Quinta feira, 10 de junho de 2010
Não haja dúvida o Ministério da Educação deixou de o ser e o PROFESSOR, permitam-me que utilize letra maiúscula para o escrever, tem sido o alvo a abater. A figura respeitada daqueles que nos ensinaram, que se dedicaram à àrdua tarefa de enveredar pela carreira docente, gerou nos despeitados que nos governam, ou deviam governar, o sentimento que tinham de acabar com eles, tinham de os "armadilhar" para conseguirem transformar a Escola naquilo que é hoje, um local onde pouco se aprende, onde a indisciplina é rainha, o facilistimo e a irresponsabilidade são regra. A Parque Escolar e os seus mentores estão a cumprir com os objectivos a que se propuseram, ganhar dinheiro, muito dinheiro e se para isso for preciso acabar com os professores não hesitam, inventam o que for preciso, nem que seja acabar com o espaço de eleição para o processo de aprendizagem, a sala de aulas. Os decisores nesta matéria seguem um princípio de quanto pior melhor, porque só assim sobressaem, só assim alcançam protagonismo e sabem que depois de tudo falhar a responsabilidade não é deles é sempre de um terceiro que andava distraído e que sem dar por ela arcou com as culpas. É asssim o nosso país, há pouco a fazer, a não ser, talvez, correr com eles na primeira oportunidade. Não referiu o autor outra das grandes medidas do ME que é acabar com as Escolas com menos de 21 alunos, fecham as Escolas e encerram o interior de Portugal, mas isto também não lhes interessa.
 
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O que será um crime?
JNv (seguir utilizador), 2 pontos (Bem Escrito), 10:44 | Quinta feira, 10 de junho de 2010
Estes sinais de decadência são tão fortes que até custa a acreditar. Já descemos tão baixo? Esta gente tem direito a ordenado e a carreira profissional? Com o dinheiro dos contribuintes?

Gostaria de saber como é que esta gente é avaliada? Será pelo número de asneiras e aberrações que produzem?

Não deveria haver responsabilidade civil ou mesmo criminal para gente desta, que está a destruir o futuro dos nossos filhos e do nosso país?
 
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Tudo isto se deve
caprylm56 (seguir utilizador), 2 pontos , 12:04 | Quinta feira, 10 de junho de 2010
Á educação que os nosso governantes nos dão com bons exemplos de civismo e honestidade?
 
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O ministério anti-professor
Toni 2 (seguir utilizador), 2 pontos , 12:07 | Quinta feira, 10 de junho de 2010
Isto do ensino tem muito que se lhe diga, mas parece-me que os Países Nordicos tomaram a dianteira nesse sentido. A educação não devia ser alvo de lutas partidarias pois interessa a todos os portugueses independente das ideologias de cada um. Por tal facto não se compreende a razão porque no governo os partidos têm posições completamente diferentes de quando estão na Oposição. Veja-se o que se passou na última Legislatura. Manuela F. Leite apoiou as medidas antes de ser Líder e depois passou a contestá-las. Assim é impossivel chegar lá. Acontece o mesmo na Saúde e na Justiça e por isso nos encontramos neste ponto. Já diversas pessoas entendidas na matéria têm culpado as Escolas Superiores da Educação, Piaget e outras mais, que são elas a grande causa da degradação do Ensino em Portugal. Como se vê até à data o Ministério ainda não tomou nenhuma medida e duvido que vá tomar. Ninguém tenha duvidas que sem bons professores não vamos ter bons alunos.
 
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A Escola anda ao Deus dará
águiadois (seguir utilizador), 2 pontos , 12:22 | Quinta feira, 10 de junho de 2010
Na educação está o futuro.
Infelizmente o Ministério da Educação tem sido um elefante branco,cheio até ao tutano de funcionários e burocratas,liderada por ministros cinzentos ,sem capacidade de diálogo com as Escolas-e com quem lá ensina e estuda.
O Ministério da Educação tem vivido em guerra permanente com os Sindicatos e a paz -tão necessária-á análise dos caminhos e reformas a concretizar não existe.
Veio o QREN-com as verbas para requalificar o parque escolar-e Sócrates entregou esse trabalho a gabinetes de gente sua amiga-onde não falta dinheiro e onde a intervenção das Cãmaras Municipais e Associações foi muito escassa.
O Pais,neste ambiente,não proporciona o envolvimento das comunidades que se alheiam da educação dos filhos e desmotiva os Professores-que só esperam pelo tempo de serviço necessário a pedir a reforma e abandonar.
A Escola anda ao Deus dará.
A politica-e o Ministério-entrincheiram-se e as portas que deviam estar sempre abertas são fronteiras cheias de ordens de serviço.
Assim não vamos lá.
 
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Aí vou eu contra as verdades inabaláveis.
PANTE44 (seguir utilizador), 2 pontos , 13:01 | Quinta feira, 10 de junho de 2010
O ensino é tão mau hoje como era há vinte ou trinta ou quarenta anos atrás. Quem fala do passado esquece o analfabetismo, a desigualdade, a dificuldade da maioria ao acesso à faculdade e a falta de qualificação da generalidade da população.
Havia uma diferença, o professor por norma era por vocação hoje a maioria é professor porque nada encontrou para fazer na sua área profissional como tal viram no ensino uma escapatória para a falta de emprego, no entanto quando conseguem esquecem o ensino, e muito bem, e vão para onde a sua vocação sempre os quis levar.
O professor hoje é de facto desconsiderado mas alguém os viu vir para a rua lutar contra isso? Eu só me lembro de os ver lutar pelos seus direitos e não por uma escola melhor. Lutar por uma escola melhor é apontar caminhos, soluções, não basta criticar, muito menos aproveitar manifestações com um único objectivo para de vez em quando falar dos problemas de ensino.
Se duvidas houver sobre o ensino existente e o passado olhem para a fornada de políticos formados entre antes e pós Abril e reflictam nos valores e qualidades que eles demonstraram ate hoje.
Com certeza que para realizar exames com perguntas daquele teor mais vale estarem sossegados. No entanto alguém me explique para que servem os exames?
Para aferir conhecimentos?
Quando saem da escola nunca mais voltam a ter exames na vida, a não ser os exames médicos. A vida profissional é depois feita de conhecimento, pesquisa analise, consulta e conclusão e nunca em...
 
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    Os factos contariam-no    Ver comentário
Professor.com.muita. (seguir utilizador), 1 ponto , 22:28 | Quinta feira, 10 de junho de 2010
    Re: Os factos consolidam o que escrevi    Ver comentário
PANTE44 (seguir utilizador), 2 pontos , 23:02 | Quinta feira, 10 de junho de 2010
    Sou professor numa escola do grande porto    Ver comentário
Professor.com.muita. (seguir utilizador), 1 ponto , 1:11 | Sexta feira, 11 de junho de 2010
    Re: Sou professor numa escola do grande porto    Ver comentário
PANTE44 (seguir utilizador), 2 pontos , 16:43 | Sexta feira, 11 de junho de 2010
    Re: Sou professor numa escola do grande porto    Ver comentário
Professor.com.muita. (seguir utilizador), 1 ponto , 15:43 | Sábado, 12 de junho de 2010
Aí vou eu contra as verdades inabaláveis.
PANTE44 (seguir utilizador), 2 pontos , 13:02 | Quinta feira, 10 de junho de 2010
...em exame mas sempre em exposição de uma ideia baseada em conhecimento e procura. Quando um advogado defende um caso em tribunal ou um projectista um projecto nas entidades licenciadores nunca é um exame a que se sujeita mas sim a uma apreciação e discussão do resultado, e tanto um como outro são realizados com acesso livre a informação existente para consulta, salvo muitas raras excepções.
 
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o sr. raposo...
Marco de Salvaterra (seguir utilizador), 2 pontos , 13:53 | Quinta feira, 10 de junho de 2010
... esqueceu de escrever que a sociedade portuguesa de matemática, que citou, faz parte da comissão de elaboração de provas. Depois, isso da "5 de Outubro" ele sabe muito bem (ou deveria saber para escrever sobre o assunto) só tem o papel de coordenação das comissões independente que elaboram as diversas provas. Já que falou de provas, seria interessante para que quem o lê pudesse raciocinar com mais propriedade, que nos mostrasse esses tais enunciados. Provavelmente até o sr. raposo chegaria à conclusão que tirar conclusões fora de contexto não é o mais correcto. É mais fácil atirar pedras e esconder a mão utilizando frases que estão na moda.

Depois também não percebi bem a que "escola" e que "professores" se refere. Deve ser tido um lapso qualquer ou então dormiu mal... o que é o mais provável dado que já estamos nos santos populares.

Pois é, mudar nunca, manter tudo como sempre esteve é que é bom, mesmo que a sociedade e os seus hábitos se alterem. Mesmo que actualmente todas as crianças vão à escola; que o universo de estudantes seja incomparavelmente superior ao de "antigamente" que é o que era bom.

A escola tem que se adaptar às novas realidades. Elas não são no dia a dia uma coisa e na escola outra completamente diferente. Não funcionaria, ninguém perceberia.

Aconselho o sr. raposo a visitar o novo parque escolar (incluindo as escolas que já foram reabilitadas) antes de debitar opiniões.
 
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    Re: o sr. raposo...    Ver comentário
userEX105348 (seguir utilizador), 1 ponto , 21:18 | Quinta feira, 10 de junho de 2010
    Re: o sr. raposo...    Ver comentário
Marco de Salvaterra (seguir utilizador), 2 pontos , 21:39 | Quinta feira, 10 de junho de 2010
Alguns falam do ME...
Marco de Salvaterra (seguir utilizador), 2 pontos , 16:09 | Quinta feira, 10 de junho de 2010
... como se fosse uma coisa completamente a leste da escola e da problemática do ensino.

Talvez desconheçam que mais de 60% do pessoal do ME é composto de professores destacados. Se estes professores que lá trabalham - em destacamento - não "conhecem o terreno" quem o conhecerá?

Alguns estarão lá por cunha? É claro que sim, mas isso acontece no público e no privado e não se conhece o peso percentual no universo em exercício. Será que todos aqueles admitidos por cunha são incompetentes?

Obviamente, as colocações por cunha não deveriam existir. Mas isso só por si não garante que todos os outros sejam competentes.
 
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    Não conheço nenhum professor destacado    Ver comentário
Professor.com.muita. (seguir utilizador), 1 ponto , 19:29 | Quinta feira, 10 de junho de 2010
    Re: Não conheço nenhum professor destacado    Ver comentário
Marco de Salvaterra (seguir utilizador), 2 pontos , 21:46 | Quinta feira, 10 de junho de 2010
    Re: Não conheço nenhum professor destacado    Ver comentário
Marco de Salvaterra (seguir utilizador), 2 pontos , 22:03 | Quinta feira, 10 de junho de 2010
    Mais dois erros seus. Chiça, que já ...    Ver comentário
Professor.com.muita. (seguir utilizador), 1 ponto , 1:20 | Sexta feira, 11 de junho de 2010
    Re: Mais dois erros seus. Chiça, que já ...    Ver comentário
Marco de Salvaterra (seguir utilizador), 2 pontos , 1:38 | Sexta feira, 11 de junho de 2010
    Mais um erro seu    Ver comentário
Professor.com.muita. (seguir utilizador), 1 ponto , 15:38 | Sexta feira, 11 de junho de 2010
SER PROFESSOR EM PORTUGAL
Anamanacosta (seguir utilizador), 1 ponto , 10:04 | Quinta feira, 10 de junho de 2010

A profissão de professor nunca foi fácil. Mas em Portugal tem sido especialmente complicada. As repetidas mudanças da política educativa, sem a avaliação das políticas anteriores no sentido de identificar e aperfeiçoar os aspectos conseguidos, tem levado a uma criatividade desenfreada por parte dos legisladores.
Há ainda a considerar um aspecto negativo que se mantém em todas as reformas educativas que é a ideia mirabolante de que os alunos aprendem melhor pela descoberta e com jogos. Assim, em vez de o professor ser um facilitador das aprendizagens, ele torna-se um espectador que observa, na maior parte dos casos, as tentativas infrutíferas e demoradas dos seus alunos na procura, às cegas, do caminho para a aprendizagem. Os alunos ficam ão cansados que as aprendizagens não se realizam.
É evidente que a maioria dos professores dá o devido desconto a este devaneio dos legisladores, que não estão no terreno, e desempenha a seu trabalho: ensina, da melhor forma possível, ao aluno uma determinada matéria de estudo, desempenhando um papel importante na formação do cidadão.
 
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Mário Raposo
D.Correia (seguir utilizador), 1 ponto , 11:35 | Quinta feira, 10 de junho de 2010
O jornalista-comentarista Mário Raposo nunca existiu, trata-se de um irrupção cutânea facilmente tratável com água de malvas.
 
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Interessante...
afonso aguiar (seguir utilizador), 1 ponto , 11:40 | Quinta feira, 10 de junho de 2010
"A brincar ... A brincar,lá se vai dizendo as verdades..."
O Henrique Raposo abordou de forma sintética, clara, realista e sem peias uma temática que toca às jovens gerações e tem grandes implicações na sua vida presente e futura.
É uma temática sobre a qual urge reflectir e ser consequente na acção para melhorar algo de possível.
Parabéns pela coragem e pertinência da temática.
 
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