13/02/2012 atualizado às 12:10
Página Inicial » Blogues » Henrique Raposo, A Tempo e a Desmodo » O Estado deve despedir funcionários

O Estado deve despedir funcionários

A regra "saem 3, entra 1" é uma medida burocrática que não resolve o problema. Não se percebe por que razão o Estado não pode despedir os funcionários que estão a mais.

Henrique Raposo (www.expresso.pt)
9:00 Terça feira, 16 de março de 2010

I. O governo prepara-se para impor a regra do "saem 3, entra 1" no funcionalismo público. Esta medida é um acto burocrático que foge à necessidade de repensarmos a relação que temos com o Estado. Cortar a despesa do Estado não pode ser apenas este acto burocrático. Cortar as despesas do Estado tem de ser a consequência de um refundação política desse mesmo Estado.

II. A ver se nos entendemos: existem sectores do Estado onde a regra deveria ser "saem 7, e não entra nenhum". É desesperante entrar nas juntas de freguesia e nas câmaras municipais. Vemos sempre ali funcionários sem nada para fazer. Esta gente passa literalmente o tempo a olhar para as moscas. Depois, existem institutos públicos onde isto também se passa. Aliás, nestes institutos, boa parte dos funcionários são apenas "servos" ou "mordomos" das chefias. Não se percebe, por exemplo, por que razão uma directora financeira de um instituto público tem direito a motorista. Não se percebe por que razão existem departamentos apenas com chefias e sem funcionários (isso só quer dizer que esses departamentos não servem para nada e deviam ser extintos).

III. Mas, atenção, existem áreas do Estado onde a regra deveria ser "sai 1, entram 3". É evidente que as polícias têm poucos homens. Quer a PSP, quer a PJ. A PJ demora anos a dar resposta aos magistrados ao nível de perícias (como dizia alguém, há dias, no parlamento). É evidente que os tribunais têm falta de pessoal. Portanto, essa regra "saem 3, entra 1" pode debilitar ainda mais estes sectores-chave do Estado. E este dado é fundamental para percebermos uma coisa: na refundação que temos de fazer, convém perceber que existem áreas vitais que são exclusivas do Estado (segurança, justiça), mas, depois, existem áreas que não são exclusivas do Estado (ensino, saúde). Neste sentido, um magistrado deve ser funcionário público vitalício (não pode ser despedido), mas um enfermeiro já não deve ser funcionário público vitalício (pode ser despedido). É por isso que um enfermeiro pode ter um sindicato. É por isso que um magistrado não devia ter um sindicato. Na ordem das coisas, "Magistrado" e "Enfermeiro" não estão no mesmo nível. O nosso Estado falha quando não faz esta distinção, quando coloca toda a gente no mesmo saco. E, claro, esta confusão torna as coisas mais confusas e difíceis na hora de cortar despesas de forma coerente.

IV. E, acima de tudo, esta refundação do Estado tem de acabar com um mito. Em Portugal, ser funcionário público é sinónimo de "nunca serei despedido, faça o que fizer, seja útil ou não à sociedade". Isso tem de acabar. Tirando nas áreas vitais da soberania e do estado de direito (magistrados, polícias e militares, e talvez funcionários dos impostos e da segurança social), o Estado deve ter o direito de despedir funcionários, tal como sucede em qualquer empresa.

Faça login pelo Facebook e comente este artigo!
Página 1 de 4    « Anterior  |  Seguinte »
ordenar por:
mais votados ▼
As pessoas não são números.
águiadois (seguir utilizador), 2 pontos , 9:40 | Terça feira, 16 de março de 2010
Este tipo de análise é perigosa.Estamos a falar de pessoas,da vida das pessoas.A politica,quem governa e até quem escreve não poder tratar este assunto como se fosse uma equação do x e do y.
As politicas do emprego não são tratadas com régua e esquadro.
Se quem governa não sabe o que fazer então que saiam de cena e não andem aí com esses subsídios de natalidade.
Agora os intelectuais não podem embarcar neste tiro ao alvo,do saiem 3 entra 1,ou entram 2 saiem 8.
É mau demais.As pessoas não são trapos e a politica é feita para as pessoas,para lhe garantir a sua dignidade.
Essa também é a nossa obrigação.
 
 Regras da comunidade
    Re: As pessoas não são números.    Ver comentário
Dunca (seguir utilizador), 1 ponto , 11:04 | Terça feira, 16 de março de 2010
    E os do privado? são números?    Ver comentário
Bruno_Silva (seguir utilizador), 1 ponto , 11:33 | Terça feira, 16 de março de 2010
    Re: E os do privado? são números?    Ver comentário
águiadois (seguir utilizador), 2 pontos , 12:43 | Terça feira, 16 de março de 2010
    Re: E os do privado? são números?    Ver comentário
Bruno_Silva (seguir utilizador), 1 ponto , 12:48 | Terça feira, 16 de março de 2010
    Re: E os do privado? são números?    Ver comentário
Dunca (seguir utilizador), 1 ponto , 11:46 | Terça feira, 16 de março de 2010
    Re: E os do privado? são números?    Ver comentário
Bruno_Silva (seguir utilizador), 1 ponto , 12:34 | Terça feira, 16 de março de 2010
    Re: E os do privado? são números?    Ver comentário
Trapezio (seguir utilizador), 1 ponto , 13:19 | Terça feira, 16 de março de 2010
    Re: E os do privado? são números?    Ver comentário
Bruno_Silva (seguir utilizador), 1 ponto , 23:36 | Terça feira, 16 de março de 2010
    Re: E os do privado? são números?    Ver comentário
Trapezio (seguir utilizador), 1 ponto , 22:29 | Quarta feira, 17 de março de 2010
    Re: E os do privado? são números?    Ver comentário
Trapezio (seguir utilizador), 1 ponto , 13:20 | Terça feira, 16 de março de 2010
    E vocês só chegaram a essa conclusão agora?    Ver comentário
Trapezio (seguir utilizador), 1 ponto , 13:24 | Terça feira, 16 de março de 2010
    Re: E vocês só chegaram a essa conclusão agora?    Ver comentário
Lonet (seguir utilizador), 1 ponto , 15:54 | Terça feira, 16 de março de 2010
    Re: E vocês só chegaram a essa conclusão agora?    Ver comentário
sardinha assada (seguir utilizador), 1 ponto , 16:19 | Terça feira, 16 de março de 2010
    Re: E vocês só chegaram a essa conclusão agora?    Ver comentário
Bruno_Silva (seguir utilizador), 1 ponto , 23:42 | Terça feira, 16 de março de 2010
    É já a correr, está bem?    Ver comentário
Trapezio (seguir utilizador), 1 ponto , 22:28 | Quarta feira, 17 de março de 2010
    Re: É já a correr, está bem?    Ver comentário
Bruno_Silva (seguir utilizador), 1 ponto , 9:49 | Quinta feira, 18 de março de 2010
    Re: É já a correr, está bem?    Ver comentário
Trapezio (seguir utilizador), 1 ponto , 14:14 | Quinta feira, 18 de março de 2010
    REPITO-O , AS PESSOAS NÃO SÃO NÚMEROS    Ver comentário
AUGUSTO ROSA (seguir utilizador), 1 ponto , 12:05 | Terça feira, 16 de março de 2010
A análise está bem apresentada
AvôMetralha (seguir utilizador), 2 pontos (Bem Escrito), 9:51 | Terça feira, 16 de março de 2010
Porém peca por ser (parecer ser) feita na rama. O articulista diz que "entra numa Junta de Freguesia e desespera-se por ver gente sem nada para fazer". Penso que essa é uma sensação comum a todos nós. Porém, deveria, na qualidade de pessoa que tem um amplificador na sua opinião (o jornal para onde escreve) ter ido um pouco mais além na sua pesquisa do que entrar numa Junta. Convinha apresentar números e compará-los com outros países com matrizes sociológicas iguais a Portugal. Convinha dizer qual o peso concreto da Administração Central, da Administração Local e da Administração Regional. Essa seria uma análise mais séria e mais difícil de rebater até porque o Henrique Raposo, com todo o respeito pela opinião contrária, está certíssimo! É preciso emagrecer o Estado. É preciso, fundamentalmente, acabar com a imobilidade laboral. Tal imobilidade tem reflexos profundos e muito negativos na própria comunidade. Cria um país de acomodados, conformistas, medrosos e revoltados (para dentro), que encaram o Estado como pai, mãe, padrasto e madrasta. Um país sem liberdade, sem vontade, sem alegria de viver.
 
 Regras da comunidade
    Re: A análise está bem apresentada    Ver comentário
Dunca (seguir utilizador), 1 ponto , 11:18 | Terça feira, 16 de março de 2010
    Re: A análise está bem apresentada    Ver comentário
Cruzadas (seguir utilizador), 1 ponto , 21:06 | Terça feira, 16 de março de 2010
O Estado deve despedir funcionários
Toni 2 (seguir utilizador), 2 pontos , 10:20 | Terça feira, 16 de março de 2010
Há duas palavras que não deviam existir em nenhum dicionário de nenhum País do Mundo. Enquanto as mesmas constarem nem que seja num só, significa que a Humanidade pode já ter saído da Copa das àrvores, mas ainda não consegue caminhar de pé. Estou exactamente a referir-me à pena de morte e ao despedimento, seja no Público ou Privado. Sou daqueles que não me choca que no Público existam vencimentos e regalias, não só para dar o exemplo mas também para puxar pelo privado. Dito isto tenho em parte de concordar com o Henrique Raposo. Penso que ninguém é capaz de dizer com exactidão quantos funcionários o Estado tem a mais, mas também quantos postos de trabalho foram criados que não servem para nada ou para muito pouco. Quantos são os que não fazem nada e os que se fartam de trabalhar, porque sejamos honestos, isso também acontece no Estado. Já é mais que tempo de os partidos na Assembleia deixarem a chincana politica e em conjunto olharem para os problemas reais do País. Sem nos organizarmos e procedermos a uma reestruturação despida de ideologias, não evitaremos de caír mais dia menos dia no precípicio. A Justiça, a Economia, a Saúde e a Educação, não vão poder esperar muito mais tempo. Há duas palavras que devem pautar a reestruturção no Estado, mobilidade e formação. Este problema não é tarefa para um só partido e uma só Legislatura.
 
 Regras da comunidade
    Re: A sociedade sem classes foi o maior embuste    Ver comentário
odisseia na terra (seguir utilizador), 2 pontos , 15:43 | Terça feira, 16 de março de 2010
    Re: O Estado deve despedir funcionários    Ver comentário
still (seguir utilizador), 1 ponto , 11:51 | Terça feira, 16 de março de 2010
MENOS ESTADO, MELHOR ESTADO
odisseia na terra (seguir utilizador), 2 pontos , 10:37 | Terça feira, 16 de março de 2010
O Estado tem q ser mais eficiente, mais leve. O peso da Estado é limitador pois absorve verbas q esse mesmo Estado deveria utilizar noutros fins cujos reflexos práticos fossem objectivamente mais visíveis pelas populações.
O Estado português é um cancro pois para alem d estar sobredimensionado prima pela ineficiência. Sempre q alguém se dirige ao Estado é geralmente mal servido. Países europeus com valores populacionais iguais ou ligeiramente superiores aos nossos têm um número d funcionários públicos muito inferior ao nosso. Portugal tem perto de 800 mil FP e tendo em conta os referidos países do centro e norte da Europa devia ter sensivelmente metade.
Desde o 25 de Abril de 1974 que o Estado tem sido estaleiro para todo o tipo d gente. Primeiro foram as clientelas politicas independentemente da sua origem politica, depois foram as empresas nacionalizadas onde através das administrações politicas e das comissões d trabalhadores empregos foram dados aos filhos, sobrinhos e enteados, mais tarde surgiram os boys e estes para lá levaram amigos e amigas. O diagnóstico sobre o peso do Estado está feito. É um obstáculo intransponível ao desenvolvimento nacional. Muita gente deve e tem q ser despedida, muitos serviços e direcções têm q fechar. Portugal tem q racionalizar a sua função pública segundo critérios d racionalidade e eficiência. Quem exige isto são os portugueses de hoje e d amanhã que pagam cada vez mais impostos e cujo retorno é cada vez mais mediocre e de 3º mundo
 
 Regras da comunidade
    Re: MENOS ESTADO, MELHOR ESTADO    Ver comentário
Dunca (seguir utilizador), 1 ponto , 14:06 | Terça feira, 16 de março de 2010
Mais do mesmo
lord byron (seguir utilizador), 2 pontos , 13:08 | Terça feira, 16 de março de 2010
Pedir a um mentecapto para pensar é o mesmo que pedir a burro para comer de garfo e faca. Ambos os asnos não têm o necessário equipamento para as respectivas tarefas, pois se um tem cascos em lugar de mãos o que torna impossível o agarrar o outro tem um vácuo onde o cérebro devia estar.
Vamos então ao que o vácuo produz.
Comecemos pelos despedimentos.
Num contexto social actual e para total retracção económica a única coisa que falta é o estagnar o consumo na totalidade de bens que não sejam de primeira necessidade. E se se começasse a despedir a torto e a direito os poucos que não têm vínculos laborais precários (ou alguém tem duvidas que a mesma alteração á lei ia servir para os privados) qual acham que seria o resultado?
Quanto a polícias.
Não existem poucos polícias!
O que existe é uma má distribuição e um envelhecimento do efectivo.
A GNR um força supostamente rural tem a grande concentração em Lisboa nos quartéis-generais, a PSP e a GNR têm muitos agentes/militares que já não podem com uma gata pelo rabo. Mas o que é que lhes querem fazer?
Quanto á PJ e a todo o edifício do órgão de soberania sindicalizado…aí sim são necessários despedimentos em serie com justa causa. Quando essa limpeza e apenas quando essa limpeza estiver terminada se deve ver em que estado estão as coisas e fazer a reestruturação necessária (a justiça em Portugal está tão podre por promiscuidades como os médicos e os laboratórios farmacêuticos). ...
 
 Regras da comunidade
    cont.    Ver comentário
lord byron (seguir utilizador), 2 pontos , 13:09 | Terça feira, 16 de março de 2010
Será que alguém o mandou escrever isso?...
Mordaquikesaileite (seguir utilizador), 2 pontos , 17:15 | Terça feira, 16 de março de 2010
Força. Despedimentos a acrescentar ao Código de Trabalho em vigor na Função Pública, de todos os funcionários que se possam confundir com a esquerda, bem como todos os que sejam mais activos e esclarecidos politicamente. Seria uma Paz maravilhosa e o caminho livre para perpectuar os interesses de uma minoria, o aumento da miséria e da corrupção. Seria uma óptima medida, como já acontece nas empresas privadas...
Nota: Acrescento que comento, sem ler o que o Sr.Henrique raposo escreve, porque já estou esclarecido...e não estou para perder tempo...
 
 Regras da comunidade
Um magistrado não pode ser despedido??
JCCC (seguir utilizador), 2 pontos , 17:30 | Terça feira, 16 de março de 2010
Portanto, concluindo pelas palavras de HR, não existem magistrados incompetentes.

Em que ficamos?
Como é que se podem fazer reformas na justiça?
Os juízes não fazem parte do problema da ineficácia da justiça portuguesa?

Aparentemente premiamos também com um emprego vitalício aqueles que são incompetentes.
É que também os deve haver.
 
 Regras da comunidade
Todas estas medidas são
caprylm56 (seguir utilizador), 2 pontos , 19:56 | Terça feira, 16 de março de 2010
Para se começar a vender tudo a privados, mas quando Portugal se der conta já não á nada para vender.
 
 Regras da comunidade
Deve sim senhor..
Fernando Torres (seguir utilizador), 2 pontos , 22:49 | Quarta feira, 17 de março de 2010
E pra começar pode despedir já os funcionários que sem funcionarem recebem balurdios..
Se calhar depois de despedidos estes que citei nem fará falta despedir outros..
 
 Regras da comunidade
Um dia todos pensarão assim
Carlos A R Ferreira (seguir utilizador), 1 ponto , 9:24 | Terça feira, 16 de março de 2010
Termos de pagar horas de ócio dos outros é muito duro.
Uma ajuda temporária face a um drama acidental é uma coisa; gente que passa anos sem fazer nada e com o dobro das regalias dos outros que têm de lhes pagar as mordomias, é outra.
Diz, e muito bem, que até haverá serviços do Estado com gente a menos. Corrija-se.
 
 Regras da comunidade
    Re: Um dia todos pensarão assim    Ver comentário
Dunca (seguir utilizador), 1 ponto , 11:36 | Terça feira, 16 de março de 2010
Será que compreende a minha gente?
jamptrans (seguir utilizador), 1 ponto , 9:42 | Terça feira, 16 de março de 2010
Estou a ficar farto de ler comentários de comentadores de pacotilha que, ao arrepio de opinião de organismos mundiais de insuspeitadas credenciais, vêm denegrir TUDO o que se faz no nosso país, como se fossemos todos uns néscios e incompetentes e como se nada feito por nós possa ter valia, por mínima que seja. Ou será que os néscios e incompetentes não serão na realidade esses comentadores que teimam em nada enxergar, mesmo quando, para todos os outros, isso seja clamorosamente evidente.
Será assim tão doloroso (!!!) admitir que fazemos algumas coisas bem? Ou será que só vende a informação de que somos uma corja de incompetentes e estúpidos?
 
 Regras da comunidade
O problema da Função Pública está nas chefias
Acanto (seguir utilizador), 1 ponto , 9:46 | Terça feira, 16 de março de 2010
O problema é que não existem funcionários em excesso, o Estado vem recorrendo cada vez mais à prestações de serviços externos substancialmente mais caros do que se fossem satisfeitos pelos seus empregados.
O problema existe de facto e deve-se à falta de autoridade que existe na função pública onde as chefias são nomeadas por critérios meramente políticos o que desde logo as enfraquece junto dos seus subordinados pois detêm um autoritarismo de cartão e não uma autoridade de competência.
 
 Regras da comunidade
    Re: O problema da Função Pública está nas chefias    Ver comentário
jamptrans (seguir utilizador), 1 ponto , 10:04 | Terça feira, 16 de março de 2010
    Re: O problema da Função Pública está nas chefias    Ver comentário
Marco de Salvaterra (seguir utilizador), 1 ponto , 10:50 | Terça feira, 16 de março de 2010
    Re: O problema da Função Pública está nas chefias    Ver comentário
Dunca (seguir utilizador), 1 ponto , 12:03 | Terça feira, 16 de março de 2010
    Re: O problema da Função Pública está nas chefias    Ver comentário
Marco de Salvaterra (seguir utilizador), 1 ponto , 15:40 | Terça feira, 16 de março de 2010
    Re: O problema da Função Pública está nas chefias    Ver comentário
jamptrans (seguir utilizador), 1 ponto , 12:11 | Terça feira, 16 de março de 2010
    Re: O problema da Função Pública está nas chefias    Ver comentário
Marco de Salvaterra (seguir utilizador), 1 ponto , 15:52 | Terça feira, 16 de março de 2010
    Re: O problema da Função Pública está nas chefias    Ver comentário
sardinha assada (seguir utilizador), 1 ponto , 16:36 | Terça feira, 16 de março de 2010
    Re: O problema da Função Pública está nas chefias    Ver comentário
AM(Lx) (seguir utilizador), 1 ponto , 14:32 | Terça feira, 16 de março de 2010
    Re: O problema da Função Pública está nas chefias    Ver comentário
Marco de Salvaterra (seguir utilizador), 1 ponto , 16:09 | Terça feira, 16 de março de 2010
    Re: O problema da Função Pública está nas chefias    Ver comentário
AM(Lx) (seguir utilizador), 1 ponto , 16:54 | Terça feira, 16 de março de 2010
    Re: O problema da Função Pública está nas chefias    Ver comentário
jamptrans (seguir utilizador), 1 ponto , 19:01 | Terça feira, 16 de março de 2010
Uma questão de organização
Mensagero (seguir utilizador), 1 ponto , 9:59 | Terça feira, 16 de março de 2010
Infelizmente o que se diz no artigo é verdade. Há serviços que têm falta de pessoal e outros há em que os funcionários se aborrecem e até existem anedotas alusivos a esse facto. O Estado já há muito deveria funcionar como qualquer empresa empregadora. Há mordomias que não se entendem e custam caro aos bolsos dos contribuintes. Pagar mais para sustentar esta chulice institucionalizada, NÃO!
 
 Regras da comunidade
Antes pensava
Durruti Blak (seguir utilizador), 1 ponto , 10:53 | Terça feira, 16 de março de 2010
que o rapazola era apenas um puto armado em neo-liberal, hoje cheguei à conclusão de que é um perigoso terrorista neo-liberal.
"entrar nas juntas de freguesia e nas câmaras municipais" e ver "sempre ali funcionários sem nada para fazer", é das maiores idiotices que li até no seu blogue. Eu quando entro em qualquer local de trabalho, por um período de tempo curto, não posso e não devo deduzir que alguém que nesse período esteja sem fazer nada, que não é necessário.
Quanto a achar que "existem áreas que não são exclusivas do Estado (ensino, saúde)", é apenas mais uma dessas boçalidades neo-liberais. Desafio-o a escrever uma "redacção" sobre porque razão o sector privado não está interessado em certas áreas da medicina e a explicar com que disponibilidade financeira a maioria dos portugueses poderia enfrentar um ensino completamente privado.
 
 Regras da comunidade
    Re: Antes pensava    Ver comentário
Rio Grande (seguir utilizador), 1 ponto , 22:12 | Terça feira, 16 de março de 2010
    Re: Antes pensava    Ver comentário
Durruti Blak (seguir utilizador), 1 ponto , 3:31 | Quarta feira, 17 de março de 2010
    Re: Antes pensava    Ver comentário
Heinkel (seguir utilizador), 1 ponto , 12:13 | Quarta feira, 17 de março de 2010
    Re: Antes pensava    Ver comentário
Rio Grande (seguir utilizador), 1 ponto , 22:17 | Quarta feira, 17 de março de 2010
    Re: Antes pensava    Ver comentário
Heinkel (seguir utilizador), 1 ponto , 11:19 | Quinta feira, 18 de março de 2010
O Estado e o estado (do Estado)
relatoriotuga (seguir utilizador), 1 ponto , 11:17 | Terça feira, 16 de março de 2010
Desta vez tem toda a razão quando clama por uma restruturação de fundo no sector publico. É obvio que não se pode encarar todo o sector publico como um só, e esse é um dos principais erros de todos Governos. É obvio que alguns sectores possuirão pessoas que ninguém sabe o que fazem, chefes sem ninguém para chefiar, etc, tal como é óbvio que noutos sectores verifica-se o inverso.

Não se pode encarar este texto como mais um ataque aos funcionários publicos, é um ataque às classes dirigentes, aos politicos. Não se deturpe o que está escrito para se gritar aos ventos que HR é um neo-liberal perigoso, um terrorista como já vi aqui escrito. Leia-se e entenda-se o conteudo porque desta vez o Sr. tem razão.

Esta regra de 3 por 1 é uma perfeita idiotice, mais uma mera campanha eleitoral dissimulada, que na prática é injusta e prejudica o Estado. O verdadeiro Estado que somos todos nós. Nós é que seremos prejudicados com esta regra que não olha à necessidades dos serviços e encara todo o sector publico como um só. Concordo plenamente que o Estado deveria ter maior abertura para dispensar quem é desnecessário, despedir os incompetentes. Já é tempo de acabar com a impunidade pois só assim se defenderá os que realmente trabalham e produzem no sector publico.

Já é altura de todos os partidos entenderem que o Estado deve ser gerido como aquilo que é, a maior empresa do país. E em vez de montarem circos na AR, trabalharem em prol do país que é para isso que lhes pagamos.
 
 Regras da comunidade
    Re: O Estado e o estado (do Estado)    Ver comentário
Durruti Blak (seguir utilizador), 1 ponto , 3:46 | Quarta feira, 17 de março de 2010
    Re: O Estado e o estado (do Estado)    Ver comentário
relatoriotuga (seguir utilizador), 1 ponto , 11:31 | Quarta feira, 17 de março de 2010
    Re: O Estado e o estado (do Estado)    Ver comentário
Durruti Blak (seguir utilizador), 1 ponto , 12:55 | Quarta feira, 17 de março de 2010
    Re: O Estado e o estado (do Estado)    Ver comentário
relatoriotuga (seguir utilizador), 2 pontos , 14:33 | Quarta feira, 17 de março de 2010
    Re: I    Ver comentário
Durruti Blak (seguir utilizador), 1 ponto , 17:29 | Quarta feira, 17 de março de 2010
    Re: I (continuação)    Ver comentário
Durruti Blak (seguir utilizador), 1 ponto , 17:35 | Quarta feira, 17 de março de 2010
    Re: I (continuação)    Ver comentário
relatoriotuga (seguir utilizador), 1 ponto , 21:21 | Quarta feira, 17 de março de 2010
    Re: I (continuação)    Ver comentário
relatoriotuga (seguir utilizador), 1 ponto , 21:36 | Quarta feira, 17 de março de 2010
    Re: I (continuação)    Ver comentário
Durruti Blak (seguir utilizador), 1 ponto , 10:04 | Quinta feira, 18 de março de 2010
Página 1 de 4    « Anterior  |  Seguinte »
PUB
 
Email
O Expresso no
Arquivo
PUB




O meu amigo Jorge Luís (Borges)
8:00 Sexta feira, 10 de fevereiro de 2012, 12
A humanidade que nem o holocausto destrói
8:00 Quinta feira, 9 de fevereiro de 2012, 47
Livrai-nos do cavalheiro do haxixe, dr. António Costa
8:00 Terça feira, 7 de fevereiro de 2012, 52
O comboio que liga Portugal à Alemanha (ou a falta que faz o Luís)
8:00 Segunda feira, 6 de fevereiro de 2012, 42
Dois mitos sobre a emigração portuguesa
7:31 Quinta feira, 2 de fevereiro de 2012, 45
O PCP a dar beijinhos no bigode de Hitler
8:00 Quarta feira, 1 de fevereiro de 2012, 116
A defesa de Ana Drago
8:00 Terça feira, 31 de janeiro de 2012, 90
Sebald ainda simboliza a Alemanha?
8:00 Segunda feira, 30 de janeiro de 2012, 30
Leia aqui toda a informação das últimas 24 horas | últimos 2 dias |  anterior »
MBA
Grupo ImpresaACAP