13/02/2012 atualizado às 17:26
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Novas regras do subsídio de desemprego em vigor já este ano

A lei que limita o subsídio de desemprego entrará em vigor ainda este ano, garantiu a ministra do Trabalho e Solidariedade Social.

16:36 Segunda feira, 15 de março de 2010
O Governo vai avançar, ainda este ano, com medidas para incentivar os desempregados a aceitarem os trabalhos que são propostos pelos centros de emprego, disse hoje a ministra do Trabalho e Solidariedade Social, Helena André
 
"Todas as medidas que permitam apoiar os desempregados a voltar ao mercado de trabalho são, para o Governo, objetivo prioritário", disse a governante, acrescentando que algumas das medidas para apoiar os que estão sem emprego, tomadas no seguimento da crise económica, podem ter um "efeito perverso".  

"Num momento em que os números do desemprego continuam a ser elevados e quando existem necessidades de mão-de-obra em vários setores da nossa economia, não podemos continuar com este paradoxo de existirem muitas pessoas desempregadas e ao mesmo tempo postos de trabalho que não são preenchidos", afirmou a governante.

Ministra afasta retirada de apoios


 
Quanto às afirmações de Teixeira dos Santos, ministro da Finanças, que numa entrevista publicada hoje pelo Jornal de Negócios defende "novas regras para as pessoas que estão em casa a receber subsídio de desemprego", nomeadamente, "diminuir as ajudas do estado aos desempregados", Helena André referiu que tem sido política deste Governo "ativar as pessoas que estão no desemprego".
 
Helena André afastou a possibilidade de retirada de apoios e esclareceu que esta é uma "questão de discussão no âmbito do subsídio de desemprego - se algumas da medidas previstas são ou não encorajadoras para o retorno ao mercado de trabalho -, sendo este o ponto de partida para a discussão".
 
Segundo a ministra o subsídio de desemprego é um "subsídio transitório", como tal, acredita que "não há ninguém que esteja a receber este subsídio e que pretenda com mais veemência a possibilidade de voltar ao emprego".
 
"Depois da análise que fizemos entendemos que algumas destas medidas têm um efeito perverso, caso este efeito se confirme, teremos que fazer tudo para que ele deixe de existir", assinalou. 

Propostas serão discutidas com parceiros sociais 


A possibilidade de recusar emprego com a justificação de que o salário oferecido não é suficientemente atrativo é uma das medidas "a ser revista", disse a ministra, concluindo que, apesar de estar decidido que as novas regras "são para aplicar em 2010", não existe ainda uma data porque as propostas não foram ainda discutidas com os parceiros sociais. 
 
Helena André falava aos jornalistas à margem de uma cerimónia de lançamento da primeira pedra de um Centro de Dia a edificar na freguesia do Monte de Caparica, em Almada e adiantou que "todas as medidas que permitam apoiar os desempregados a voltar ao mercado de trabalho são o Governo objectivo prioritário". 
 
"Isso implica que olhemos de novo para algumas das medidas que estão previstas no subsídio de desemprego e isso faremos, obviamente, com os parceiros sociais em sede de concertação social". 
 
Este texto foi escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico

Nota da Direcção do Expresso

O Expresso apoia e vai adoptar o novo Acordo Ortográfico. Do nosso ponto de vista, as novas normas não afectam - antes contribuem - para a clarificação da língua portuguesa.

Por outro lado, não consideramos a ideia de que a ortografia afecta a fonética, mas sim o contrário. O facto de a partir de 1911 a palavra phleugma se passar a escrever fleugma e, já depois, fleuma não trouxe alterações ao modo como é pronunciada. Assim como pharmacia ou philosophia.

O facto de a agência Lusa adoptar, a partir de amanhã, o Acordo, enquanto o Expresso, por razões técnicas (correctores e programas informáticos de edição) ainda não o fez, leva a que neste sítio na Internet coexistam as ortografias pré-acordo e pós-acordo.

Pedimos, pois, a compreensão dos nossos leitores.

Lusa
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CPE
lumogo (seguir utilizador), 2 pontos , 22:31 | Segunda feira, 15 de março de 2010
Existem situações que impossibilitam o desempregado de voltar ao activo a não ser pela forma de criação do próprio emprego.
Os processos são de tal forma demorados que no fim correrá o risco de não ter mais viabilidade financeira.
Um maior apoio e rapidez nos processos iriam combater decisivamente este flagelo, pois é claro que este problema devido á quantidade só terá solução aceitável com a criação de novas micros e médias empresas.
 
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Fernando Torres (seguir utilizador), 2 pontos , 22:58 | Segunda feira, 15 de março de 2010
O que não falta por aí são "profissionais do desemprego"..
Ele é gente que perante solicitação de comparência para se apresentar perante um possivel empregador arranjam as escusas mais esfarrapadas para que o empregador se desinteresse do seu concurso..
Ele é gente que durante o periodo do subsidio de desemprego se entrega á gancharia..
Ele é gente que (pasme-se) propõe a entidades empregadoras pagar os custos sociais e fiscais do periodo minimo para elegibilidade do subsidio de desemprego..
Ele é gente que pura e simplesmente não quer trabalhar e que coloca todos os obstáculos perante oferta de trabalho na mira de terminado o subsidio candidatarem-se ao Rendimento de Inserção Social..
Existe gente assim..muita gente mesmo..parasitas sociais que todos nós sustentamos e muitos de nós encaramos como sendo uns pseudo-herois..
Não esqueçamos que quem engana o Estado está a enganar-nos a todos e cada um..
 
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avergasta (seguir utilizador), 2 pontos , 11:10 | Quarta feira, 17 de março de 2010
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Fernando Torres (seguir utilizador), 2 pontos , 11:39 | Quarta feira, 17 de março de 2010
    Re: Gosto..    Ver comentário
PANTE44 (seguir utilizador), 1 ponto , 1:07 | Terça feira, 16 de março de 2010
    Re: Gosto..    Ver comentário
avergasta (seguir utilizador), 1 ponto , 11:21 | Quarta feira, 17 de março de 2010
    Re: Gosto..    Ver comentário
avergasta (seguir utilizador), 1 ponto , 11:26 | Quarta feira, 17 de março de 2010
    Seras um deles?    Ver comentário
chakal (seguir utilizador), 1 ponto , 18:05 | Terça feira, 27 de abril de 2010
De facto é verdade!!!!!
JMott (seguir utilizador), 2 pontos (Bem Escrito), 23:30 | Segunda feira, 15 de março de 2010
Se não houver subsídio de desemprego as pessoas tenderão a aceitar qualquer coisa para sobreviver: uns aceitarão trabalho ultraprecário; os patrões tenderão a aproveitar-se da situação; outros entrarão mais rapidamente no mundo do crime... também é verdade que se deixarmos de pagar aos políticos eles tenderão a arranjar outros empregos, folgando os cofres do Estado. Se deixarmos de pagar os salários fantásticos dos chamados "gestores" públicos, a maior parte deles aceitará trabalhar por menos de 1/4 do valor pago. A teoria é de uma extrema verdade. Há certamente, alguma gente que, no desemprego, poderia estar a trabalhar, mas a questão é também de dignidade...foi para isso que as pessoas descontaram também. Todos os desempregados podem sempre ir trabalhar nem que seja como ajudante de pedreiro, mulher a dias, etc. , mesmo se antes eram bancários, engenheiros, etc. é assim que também é possível pôr parte dos funcionários públicos na rua, pôr os assessores e boys a trabalhar...mas vingarem-se nos desprotegidos, só mesmo os socialistas...que podem pagar, à nossa custa, milhões a um só boy..
 
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    Re: De facto é verdade!!!!!    Ver comentário
avergasta (seguir utilizador), 1 ponto , 11:31 | Quarta feira, 17 de março de 2010
PEC - um atentado
clareza (seguir utilizador), 1 ponto , 22:45 | Segunda feira, 15 de março de 2010
Um atentado a quem trabalha ou poucos rendimentos tem. É isto que é o PEC e não venham com a conversa do interesse nacional. Vender a TAP é defender o interesse nacional? e os CTT? Uma vergonha.
 
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só falta uma sindicalista
PANTE44 (seguir utilizador), 1 ponto , 1:22 | Terça feira, 16 de março de 2010
Num país onde todos os dias fecham empresas vir falar em colocar pessoas a trabalhar é no mínimo de alguém que à muito não vinha a Portugal ou então nunca esteve no mercado de trabalho!
As áreas profissionais com mais desemprego são o Direito e a Psicologia, gostava de perguntar a esta senhora onde vai ela colocar esta gente. Nas ‘obras’ não é de certeza porque é uma área de negócio em recessão, como todas as outras em Portugal.
O nosso País sempre teve políticos fraquinhos mas agora começam a aparecer muitos incompetentes, gente que fala do que não sabe e que diz o que não percebe.
Culpar os cerca de 600.000 desempregados pela sua situação é branquear a incompetência de políticas tanto do estado como privadas.
Vir com a ideia peregrina que as pessoas não trabalham porque não querem só pode ter uma de duas leituras, ou esta senhora esta a preparar-se para empobrecer mais alguns Portugueses, baixando por portas e travessas obscuras o valor do ordenado mínimo nacional ou não tem a noção que um País que não tem gente qualificada e minimamente motivada não produz e vive eternamente na obscuridade profissional e social. Bom mesmo era podermos passar sem ela no governo!
 
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luis72 (seguir utilizador), 1 ponto , 0:13 | Sexta feira, 13 de agosto de 2010
Continuar
lf1 (seguir utilizador), 1 ponto , 20:28 | Quinta feira, 27 de maio de 2010
Quanto mais dificultam quem nao tem é pior. Muitos pensam : Roubar para matar a fome nao é crime. Outros diriam : Na cadeia teremos comida e TV e uma cama. Ora bem se isto piorar é preciso arranjar mais 5 milhoes de PJ's e 5 milhoes de policias um para cada Português
 
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A desumanização
luis72 (seguir utilizador), 1 ponto , 21:11 | Quinta feira, 24 de junho de 2010
Pois é...eles querem números...pois o máximo q têm é uma pura matemática vencida pelas contas mal feitas q os próprios fizeram, como o resultado é lhes negativo, preciso é arranjar uma nova equação, esta, mesmo que seja traiçoeira, não faz mal, porque no fim das contas o mais fraco da equação passa a ser o elemento de eliminação...tornado a equação mais fácil de resolver!
 
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