"Não preciso de fazer strip para ser transparente"
Uma entrevista atribulada ao responsável pela regulação da Comunicação Social, que vetou o acesso de um jornalista do Expresso. Admite que isso é motivo de queixa à própria reguladora a que preside... (Ouça as declarações em vídeo)
Este fulano ao que sei formou-se na Católica do Porto e aí leccionou......!
Trabalhei com ele e conheço-o minimamente...! (Fui subordinado dele.)
Desde cedo se revelou um paladino do PS! 1º de Guterres e agora de Sócrates!
Para ele quem não alinha com ele é um inegúrmeo!!!
Vê-se bem que da linha da Católica, mais um tirano, que se quer vingar de quem em tempos o humilhou ou lhe causou mal estar!
Eu tb estudei na Católica mas tive que ir para a pública terminar o curso ( e em bom tempo o fiz!!!!!!!!!!!)
Estes tipos acham-se superiores a tudo e todos e ai de quem lhes causar incómodo, que poêm logo todas as influências (tipo Opus Day, Governo, Igreja etc) em movimento, ao ponto de não terem pudor mesmo de desgraçarem a vida das pessoas!
Sei bem do que falo.....!!!!!!!!!!
Mais uma vez o "Expresso" utiliza as suas páginas como repositório de ataques aos que têm a ousadia de não proceder de acordo com as suas expectativas.
Azeredo Lopes nem sequer disse que não recebia o "Expresso". Disse apenas que não falava com um dos seus jornalistas, no que está no seu pleno direito.
Ainda vem dizer o "Expresso", na edição impressa, que "permitiu" a recusa ao jornalista. "Permitiu" porque queria dar a "notícia" e remexer mais estes assuntos próprios que só a si interessam. Teria sido muito mais digno renunciar a fazer a entrevista, mas não podiam perder esta oportunidade de suportar o seu solilóquio arrogante. E então sujeitaram-se a fazê-la nas condições ditadas pelo entrevistado.
Em suma: Azeredo 100, Expresso 0.
Diga-se aliás que, caso pretenda dirimir adequadamente o desacordo com Azeredo Lopes, o Expresso pode, além de recorrer para a própria ERC, accionar os meios judiciais, ou seja, recorrer aos Tribunais. Eles se encarregarão de avaliar se está ou não em causa o proclamado "direito de informar".
Aqueles que são alvo da original concepção que o Expresso faz do Direito de Resposta - como, citando caso recente, aconteceu com o Ministro da Cultura - também só podem recorrer à ERC ou aos Tribunais. Ou calarem-se.