O ex-director-geral da TVI foi nomeado vice-presidente da Ongoing Media
, empresa do grupo liderado por Nuno Vasconcellos para a área da comunicação social. (Veja vídeos SIC no final do texto)
José Eduardo Moniz é o novo vice-presidente da Ongoing Media
Lusa/Andre Kosters
O presidente da Ongoing Media
anunciou hoje que José Eduardo Moniz é o novo vice-presidente do grupo de media, cujo principal objectivo é a internacionalização e a liderança em países da lusofonia.
Em conferência de imprensa, Nuno Vasconcellos, afirmou que a criação e distribuição de conteúdos foi a via escolhida para aproximação aos mercados da lusofonia, e José Eduardo Moniz o profissional para conduzir o projecto.
"Assumimos a internacionalização como factor determinante deste projecto", afirmou o presidente da Ongoing Strategy e também da Ongoing Media, sublinhando que "a ambição do grupo é ser líder em Portugal e também lá fora".
José Eduardo Moniz, escolhido para vice-presidente da Ongoing Media pela "competência, capacidade e visão estratégica", partilha deste objectivo, que considera "mobilizador".
Portugal é "um país pequeno, cada vez mais exíguo e virado para si mesmo", "demasiado dependente do Estado".
Para o ex-director da TVI, o país "atribui uma excessiva importância aos governos, acabando por isso vítima dos imobilismos que lhe são próprios, das suas perspectivas eleitoralistas e das lógicas tentaculares que os acompanham e que os impelem a tudo e todos querer controlar e condicionar".
"Já é tempo de abandonar a tendência subserviente e reverente a tudo o que vem de fora", criticou, manifestando-se satisfeito por participar na afirmação de um pequeno grupo de media à escala internacional, mas em língua portuguesa.
Nuno Vasconcellos assegurou que para avançar com este projecto o grupo Ongoing é sólido, tem autonomia e capacidade financeira e uma liquidez "invejável".
"Os activos da Ongoing foram avaliados em mais de mil milhões de euros no final do ano passado. No início do ano tínhamos uma liquidez de 102 milhões de euros, dinheiro em caixa. Isto permite ir às compras com calma", afirmou Nuno Vasconcellos.
O presidente da Ongoing justificava assim que esteja pacientemente à espera de uma hipótese para comprar mais acções da Impresa (já detém cerca de 25%), negócio que estaria ainda dependente de um acordo de gestão partilhada, ou de comprar participações na Media Capital.
Por enquanto ainda está tudo em aberto, embora Nuno Vasconcellos não esconda a sua preferência pela Impresa, uma vez que "a prioridade é sempre posições onde a Ongoing já está".
Questionado sobre a forma como encararia ficar à frente da SIC
(caso o negócio com a Impresa avançasse), José Eduardo Moniz afirmou-se um profissional "pronto a contribuir para o sucesso da Ongoing tenha que nome tiver".
Vou defender os interesses da Ongoing, onde quer que esteja e qualquer que seja o nome", afirmou, frisando contudo estar a falar sobre um "cenário hipotético".
O negócio da Ongoing no Brasil passa pelo seu lançamento na imprensa económica até ao final do ano, aproveitando o encerramento do jornal económico Gazeta Mercantil.
A Ongoing já está presente em Angola, através do título económico Expansão, criado em parceria com o grupo angolano Score Media.
Aqui está uma das razões que levou José Eduardo Moniz
a deixar a TVI, além da choruda indemnização de 3.5 milhões de euros, que recebeu da Média Capital.
E já vi escrito algures de que ia possuir três por cento das acções da empresa Ongoing Média...
Chamem-no Parvo !
... começa a ser a prioridade. Os ideais vão-se esbatendo e qualquer boa oportunidade é excelente. Afinal, não se lhe pode retirar mérito como gestor, tendo em conta que ele pegou na TVI que andava aos caídos pelo menos conseguiu ajudar a que não fechasse as portas. E isso conferiu-lhe créditos que agora o elevam acima dos gestores comuns, já que se destacou e muito, pela positiva. E, claramente, em certas idades, até que faz sentido perder alguns ideais e lutar pela melhor reforma. Parece ter sido o que também pensou JEMoniz. E no lugar dele teria feito o mesmo. Só que não ia sozinho, para bem da Humanidade.
José Eduardo Moniz é um jornalista inteligentíssimo, profissão onde milita há décadas, logo conhecedor profundo dos meandros da comincação moderna. A sua saída da TVI foi ou poderá vir a ser um verdadeiro desastre para a estação de Queluz, que perdeu o cérebro transformador de uma pequena estação televisiva, para um verdadeiro portentado, diversificado, onde apenas os invejosos e corruptos criticam. A imparcialidade dos seus blocos informativos, trouxeram à TVI a maioria da população portuguesa. Ferir susceptibilidades ao mexer com corrupções instaladas, enquanto se salientam casos de "paralização" judiciária, fazem parte do dia-a-dia da TVI. Portanto, agora vice-presidente da Ongoing, está no bom caminho para um possível regresso, noutra situação!
Estou capaz de deixar de jogar no Euromilhões, porque nunca me sai nada de jeito. Ando a apostar nos numeros errados. Milagre foi o Moniz que mesmo sem jogar lhe saíu. Não sei porquê mas Nossa Senhora de Fátima deve estar mesmo zangada comigo.
...se vai observando toda a canalhada que existe neste País.
A festa de despedida,emocionada, por receber uns milhões.
Agora a nomeação apressada, já que faltava o elemento chave, para o ataque, sabenos bem a quem.
Estes ,aqueles, que o defendem,não venham a gora dizer que a culpa foi do governo.Estava tudo preparado, até ao mínimo detalhe.Aqueles, os tais... still watching you.
Escrevo desde o primeiro dia em que começou a polémica com a PT (nem chegou a ser polémica, foi somente um ataque directo a José Sócrates) que o ilustre casal Moniz tinha (tem) a sua estratégia para atingir este objectivo.
Quem vê ali à mão 6 milhões (era o valor previsto na clásula de rescisão do contrato entre JEM e a TVI) tudo fará para lhes deitar a mão.
Qualquer um desses meus comentários foram "classificados pelos "grandes pensadores" cá do burgo com brilhantes e elogiosos (atendendo a quem é suposto ser a origem) "despropositados".
Esta não é uma vitória pessoal minha, é só a constatação daquilo que se vai passando na "política à portuguesa" e em alguma CS... infelizmente.
Cada um só trata dos seus interesses pessoais. O país e o povo que se lixem.
Para garantir mais um "despropositado" acrescento que os únicos que não o fezeram foram o Sócrates e o seu governo. O resto é pura conversa.
Se bem percebi esta Ongoing Media tem interesses no grupo Impresa e agora na Media Capital ao comprar parte da Prisa e o José Eduardo Moniz é agora e em virtude deste negocio vice-presidente da Ongoing?
Percebi bem?
E o Sócrates é segundo alguns dos reputados jornalistas que escrevem neste jornal de alguma forma parte interessada ao querer tira-lo da TVI?
E agora tem-no nos dois canais privados, onde pode promover aquilo a que chama jornalismo não em um canal mas em dois?
A mim, isto parece-me uma promoção e se é isto que o Sócrates faz aos seus inimigos…eu gostaria de me inscrever na respectiva lista!
PS. Alguém me pode informar onde posso adquirir os formulários necessários para esse fim?
PS. E tu Emídio Rangel se estiveres a ler isto vê se aprendes com o Moniz a fazer os inimigos certos!!! CERTO?
Aconteceu aquilo que já se previa. José Eduardo Moniz com a sua inteligência vai querer controlar a SIC e, consequentemente, "arrumar" com a TVI.
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http://toxicidades.blogsp...
Pois só espero que o caro senhor seja muito feliz lá na sua nova função. E que continue o óptimo trabalho que tem feito para levar o país para a frente! É mesmo de telejornais e novelas boçais de que necessitamos em Portugal. Viva a mediocridade e a imbecilidade proclamadas (e propagadas) pelo casal Moniz!
JEM disse que não era querido na Media Capital...Grande novidade!!! Já desde o episódio de Marcelo que havia a intenção que ele se demitisse.
Não ser querido é um eufemismo para ser corrido só que temos de reconhecer o mérito de ter aguentado tanto tempo sem sair.
Agora é que a sua dilecta esposa vai ter de parar com as "bocas" no Jornal Nacional.
É que Jornalismo é outra coisa, algo mais que mandar bocas foleiras e picar os interlocutores até os levar ao limite!
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