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Manuela Ferreira Leite (www.expresso.pt)
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0:00 Sábado, 4 de fevereiro de 2012
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Manuela Ferreira Leite (www.expresso.pt)
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0:00 Sábado, 21 de janeiro de 2012
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Manuela Ferreira Leite (www.expresso.pt)
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0:00 Sábado, 7 de janeiro de 2012
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Manuela Ferreira Leite (www.expresso.pt)
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0:00 Segunda feira, 26 de dezembro de 2011
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Manuela Ferreira Leite (www.expresso.pt)
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0:00 Sábado, 10 de dezembro de 2011
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Manuela Ferreira Leite (www.expresso.pt)
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0:00 Sábado, 26 de novembro de 2011
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A complexa situação financeira em que nos encontramos implica crescentes sacrifícios que necessariamente vão continuar a ser pedidos aos portugueses durante um período que ainda vai ser longo. Assim sendo, será aconselhável, por uma questão de bom senso, que as medidas sejam justificadas por razões de necessidade imperiosa, evitando recorrer a explicações demagógicas que apenas contribuem para dividir os portugueses e criar insegurança numa altura em que a sua união é fundamental.
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Manuela Ferreira Leite (www.expresso.pt)
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0:00 Sábado, 12 de novembro de 2011
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O Orçamento para 2012 não pode deixar de respeitar os compromissos internacionais a que nos comprometemos, o que implica uma redução significativa do défice orçamental através de uma combinação entre o aumento da receita e a redução da despesa. A redução da despesa deveria, desejavelmente, ser feita através da reorganização dos serviços necessários, da eliminação dos que não são indispensáveis e, em geral, através de todos os meios para aumentar a eficiência e a produtividade do sector público.
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Manuela Ferreira Leite (www.expresso.pt)
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0:00 Sábado, 29 de outubro de 2011
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Dada a grave situação financeira do país, que nos tornou totalmente dependentes dos nossos credores, percebe-se que o Orçamento do Estado para 2012 seja elaborado com este constrangimento inultrapassável. De facto, está-se simultaneamente perante uma inevitabilidade e uma emergência, aspetos que conduzem a que a margem de manobra da decisão entre as várias opções seja muito estreita.
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Manuela Ferreira Leite (www.expresso.pt)
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0:00 Sábado, 15 de outubro de 2011
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Em vésperas de se conhecer formalmente os pormenores do Orçamento do Estado para o próximo ano, pressente-se que o que nos espera, dadas as notícias diárias sobre este assunto, é de molde a não deixar ninguém tranquilo. Com efeito, desde a assinatura do memorando com a troika que se percebe que a desalavancagem financeira de que o país precisa, ao ter de ser feita no período de tempo que foi negociado, não permitirá ao Governo dosear as necessárias medidas corretivas de modo a amenizar o seu impacto negativo na economia.
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Manuela Ferreira Leite (www.expresso.pt)
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0:00 Sábado, 1 de outubro de 2011
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Em recente entrevista a um jornal diário, D. José Policarpo afirmou que "ninguém sai da política de mãos limpas". Esta afirmação, pela forma chocantemente generalista de que se revestiu, mais parecia um lapso de linguagem ocasional. Mas infelizmente, a realidade é que se tratou da conclusão lógica de uma divagação discursiva em que o entrevistado defendeu que a Igreja deve fugir da política porque não é possível escapar àquilo que esta atividade tem de reprovável.
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