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Manuel Ennes Ferreira (www.expresso.pt)
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0:00 Sábado, 28 de janeiro de 2012
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Manuel Ennes Ferreira (www.expresso.pt)
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0:00 Sábado, 14 de janeiro de 2012
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Manuel Ennes Ferreira (www.expresso.pt)
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0:00 Sexta feira, 30 de dezembro de 2011
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0:00 Sábado, 17 de dezembro de 2011
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Manuel Ennes Ferreira (www.expresso.pt)
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0:00 Sábado, 3 de dezembro de 2011
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Será que esta década fará surgir finalmente os 'leões económicos' africanos? O que interessa é que África está a mexer e isso não está a passar despercebido.
As esperanças são isso mesmo, espera-se que um dia... Até lá o optimismo vai a par de um misto de desespero e desânimo. É esta a história do salto que há muito se aguarda no continente africano. Este século tem sido pródigo em novos prognósticos muito alimentados pelo impacto da subida acentuada dos preços das matérias-primas no mercado mundial e as consequências da rápida urbanização e do crescimento demográfico no continente. É um facto que as taxas médias de crescimento económico têm sido elevadas e que se assinala uma forma diferente de olhar para as oportunidades deste vasto mercado. E isto diz respeito aos investidores estrangeiros e nacionais.
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Manuel Ennes Ferreira (www.expresso.pt)
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0:00 Sábado, 19 de novembro de 2011
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Os recursos naturais e boa localização geográfica virada para o Oriente podem ajudar Moçambique a desenvolver-se. E Portugal está na onda?
De "Angola à Contra-Costa" é o título do livro publicado pelos exploradores portugueses Hermenegildo Capelo e Roberto Ivens que, nos anos 1885 e 1886, efetuaram uma travessia da região austral de África, iniciada na costa angolana e terminada em Quelimane, Moçambique. No entanto, Angola sempre esteve mais à mão e as relações entre interesses metropolitanos e as oportunidades locais foram significativamente diferente quando comparadas as duas ex-colónias. Foram e são. Mas pode ser que Moçambique recupere parte desta secundarização, sem que isso traduza diminuição de interesse em Angola.
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Manuel Ennes Ferreira (www.expresso.pt)
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0:00 Sábado, 5 de novembro de 2011
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Os ventos sopraram e ditaram, mas o dogma da liberalização nos mercados regionais africanos tem que se lhe diga. Mais vale pequenos passos.
Um dos fatores que usualmente é apresentado para entusiasmar o empresário português a investir em África é a existência de mercados regionais alargados assentes em organizações de integração económica. Contudo, as oportunidades potenciais são postas à prova com a realidade das economias envolvidas e o funcionamento das organizações regionais onde se inserem.
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Manuel Ennes Ferreira (www.expresso.pt)
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0:00 Sábado, 22 de outubro de 2011
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Portugal pode aprender com a experiência das Ilhas Maurícias sobre o papel da diáspora no modelo de diplomacia económica. Até o Prémio Nobel Joseph Stiglitz as descobriu.
Continua a aguardar-se que o Governo defina qual o modelo de diplomacia económica que passará a vigorar até que entre em funções, por eleição, um governo apoiado em partidos diferentes dos da atual maioria. Até que venha outro governo? Tratando-se de matéria tão importante e estruturante no que diz respeito à defesa e promoção de interesses económicos (e de política externa), quer no exterior quer no espaço nacional, a prática infelizmente usual na rotação dos governos leva-me a considerar a probabilidade de que tudo será desmantelado e algo - um novo modelo... - surgirá.
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Manuel Ennes Ferreira (www.expresso.pt)
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0:00 Sábado, 8 de outubro de 2011
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Da universidade para a universidade é o que se pode dizer de uma semana em Luanda marcada pela primeira vitória da equipa nacional feminina de basquetebol a nível africano. A minha primeira intervenção sucedeu na Faculdade de Economia de Luanda da universidade pública Agostinho Neto. Tratou-se de arguir a dissertação de mestrado (lecionada por Economia da Universidade de Coimbra) do atual ministro dos Transportes, Augusto Tomás, que se debruçou sobre as duas fases do processo de privatizações ocorridas em Angola.
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Manuel Ennes Ferreira (www.expresso.pt)
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0:00 Sábado, 24 de setembro de 2011
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A economia guineense surpreendeu pela positiva em contramão aos sinais de impasse político. A estabilidade política continua a ser crítica.
Hoje comemora-se o aniversário da independência da Guiné-Bissau, embora nos últimos anos não tenha sido notícia pelas melhores razões. As questões políticas internas têm minado sucessivamente os esforços de reconciliação nacional. As consequências são as que se sabem com um prejuízo enorme para a economia e para o bem-estar das populações. Contudo, a declaração emitida a 20 de setembro pela equipa do Fundo Monetário Internacional (FMI) que acompanha a aplicação da Extended Credit Facility (ECF) aprovada em maio do ano passado transpira algum otimismo para com o desempenho dos principais indicadores macroeconómicos, embora refira que foi satisfatório.
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