As críticas ao sistema de ensino dividem os adeptos da simples abolição de exames e os que defendem um ensino mais exigente, como Miguel Galrinho, aluno do 1.º ano do Mestrado Integrado em Engenharia Aeroespacial, do Instituto Superior Técnico.
Para ele, "um ensino pré-universtário mais exigente", que ensine os alunos a estudar, só será possível quando os exames deixarem de ser feitos pelo Ministério da Educação.
"Cada ministro quer mostrar os resultados das suas políticas e por esse objectivo não se importa de sacrificar a exigência, a fiabilidade dos exames", defende. E cita ainda o professor Nuno Crato, propondo "acabar com o Ministério da Educação e constituir um Ministério pela Educação".