13/02/2012 atualizado às 9:20
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500 professores em protesto contra o Governo

Manifestantes identificados pela polícia

A baixa do Porto foi esta tarde palco de uma manifestação contra a política de educação seguida pelo Executivo de José Sócrates. A polícia identificou alguns dos professores que ali se deslocaram.

20:24 Sábado, 23 de fevereiro de 2008
Docentes contestam novo regime de avaliação ao seu desempenho
Docentes contestam novo regime de avaliação ao seu desempenho

O mau tempo não impediu a deslocação de 500 professores à Avenida dos Aliados respondendo à mensagem recebida nos telemóveis para uma concentração frente à Câmara Municipal do Porto.

Os professores que prestaram declarações públicas, entrevistados pela SIC, foram identificados pela PSP, depois de o agente no local ter referido que a manifestação era ilegal.

Até ao momento, o protesto não foi reivindicado por nenhum dos sindicatos da classe, que hoje voltou a acenar lenços brancos e a gritar palavras de ordem como "Chega de humilhação, com esta ministra não", em sinal de descontentamento perante o polémico regime de avaliação do desempenho dos professores.  Os docentes exigem demissão da ministra da Educação, Maria de Lurdes Rodrigues.

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professores há poucos
fftd (seguir utilizador), 2 pontos (Interessante), 0:33 | Domingo, 24 de fevereiro de 2008
Julgo que mais de 50% dos professores que se manifestam, não têm qualquer razão. A maioria deles deveria ser avaliada e sujeito a exames de forma a aferir aos reais competências para dar aulas. Muitos desses professores são inconpetentes e prestam um mau serviço ao país... Muitos não estão seguros a leccionar certas metérias, transmitindo informações de forma errada, incompleta aos alunos..
Grande parte do insucesso de muitos alunos em anos posteriores dos estudos deve-se aos maus professores que tiveram em anos anteriores.
http://lugardoconheciment...

Vejam este exemplo do prof Walter Lewin do MIT e a forma apaixonada como dá as suas aulas... talvez se inspirem e em vez de andarem a organizar manifestações... se reunissem e fossem actualizar conhecimentos e competências pedagógicas e cientifícas e técnicas

http://lugardoconheciment...

filipe f t d

Não se preocupam em
 
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    Re: professores há poucos    Ver comentário
Caparica Red Neck (seguir utilizador), 1 ponto , 0:42 | Domingo, 24 de fevereiro de 2008
    Re: professores há poucos    Ver comentário
Socrates Vicente (seguir utilizador), 1 ponto , 0:44 | Domingo, 24 de fevereiro de 2008
    OS FILHOS SÃO O ESPELHO DOS PAIS!!!!    Ver comentário
senzala (seguir utilizador), 1 ponto , 13:50 | Domingo, 24 de fevereiro de 2008
Uma Polícia muito sui generis
libertino (seguir utilizador), 1 ponto , 21:21 | Sábado, 23 de fevereiro de 2008
A polícia esta a caminhar para além do devido. Mas a culpa não é dela! É da política repressiva que, necessariamente, se esboça no horizonte como solução para a medicoridade das medidas económicas e sociais, o empobrecimento geral da população portguesa - excepção feita aos «cada vez mais ricos» -, o sentido de serviço privado em vez de serviço público, a lógica de destruição da res publica, etc.
 
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Mas quem é que garante...
Com.ta tranquilidade (seguir utilizador), 1 ponto , 21:22 | Sábado, 23 de fevereiro de 2008
... que são todos professores? Quem é envia os SMS? Nova táctica daqueles que são profissionais (porque não são obrigados a produzir para justificar o salário) da agitação. Qual seria o resultado do seu "trabalho" sem manifestações e greves?

Ainda não apareceu um governo que lhes sirva... excepção feita aos tempos das manifestações em frente ao então Ministério do Trabalho a "exigirem" a unicidade sindical.
E assim passaram 30 anos. Eles são os mesmos (continuam os mesmos nos sindicatos) e as tácticas as mesmas. Ainda nem perceberam que o Muro já caíu.

Em que é que as avaliações prejudicam os professores? Só se não se consideram competentes e dedicados e, por isso, têm medo de ser avaliados.

Há muita burocracia? Todas as mudanças têm um período de aprendizagem... é normal. O que agora parece muito difícil virá a tornar-se fácil. No sector privado há muito tempo que há avaliações...

Passam mais tempo na escola? Também é normal... não podiam ter eternamente horários da treta. Lembrem-se que os outros trabalhadores (aqueles a quem o patrão deixa cumprir o horário) trabalham 48 horas semanais.
 
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    Re: Mas quem é que garante...    Ver comentário
Cartouche (seguir utilizador), 1 ponto , 23:02 | Sábado, 23 de fevereiro de 2008
    Re: Mas quem é que garante...    Ver comentário
jorge ii (seguir utilizador), 0 pontos , 1:00 | Domingo, 24 de fevereiro de 2008
    Re: Quem tem medo da avaliação?    Ver comentário
qwepoi (seguir utilizador), 1 ponto , 9:38 | Domingo, 24 de fevereiro de 2008
    Re: Mas quem é que garante...    Ver comentário
Com.ta tranquilidade (seguir utilizador), 1 ponto , 12:19 | Domingo, 24 de fevereiro de 2008
Confusão, desalento, revolta e resignação
userEX161796 (seguir utilizador), 1 ponto , 21:41 | Sábado, 23 de fevereiro de 2008
Quão elucidativo seria se as escolas pudessem ser abertas aos jornalistas, na presença não apenas dos mais altos como também dos mais «baixos» responsáveis. É causa pública e matéria privada?
Trinta e quatro anos depois do 25 de Abril, não admira que milhares anseiem por uma IV República, alguns por um regime monárquico democrático e com uma carta constitucional na qual se vertesse em novos moldes a súmula do tal 25Abril74 e outros por sair do desalento e do desapontamento para que estão a ser levados sem quererem. Não estou a ser subjectivista. A partir de uma boa intenção, que subjaz ao pacote com propósito reformador transportado pela maioria absoluta dada por voto democrático, há tanta gente que se sente como que atraiçoada e tanta outra que se revê neste modo de agir predominante mas, coisa esquisita, se situa nos antípodas ideológicos da «situação». A confusão é basta e para se ter saúde mental apetece, frequentemente, fazer o gesto da avestruz, a saber: meter a cabeça na areia ou fugir a passo grande (há outros que vão calçar botas a oito de Março).
Um octogenário retorquiu-me deste modo: veja no que deu o 25 de Abril. Só pude acrescentar: tudo isto é Europa, OK? OK. EU
 
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Exemplo de professor
Carlos A R Ferreira (seguir utilizador), 1 ponto , 22:22 | Sábado, 23 de fevereiro de 2008
Se a manifestação é ilegal, estes senhores professores de cabeça perdida deveriam ser os primeiros a saber que a Democracia tem regras.
É que eles exigem aos alunos (muito menos preparados do que eles) que as respeitem. Para terem razão, é preciso muito mais do que insultar o Governo.
Ou serão um rebanho de professores marginais à democracia, como os que há uma semana deram o triste banho de anti-democracia frente à sede do PS?
 
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    Re: Exemplo de professor    Ver comentário
Com.ta tranquilidade (seguir utilizador), 1 ponto , 22:52 | Sábado, 23 de fevereiro de 2008
    Re: Exemplo de professor    Ver comentário
Socrates Vicente (seguir utilizador), 1 ponto , 23:33 | Sábado, 23 de fevereiro de 2008
    Re: Exemplo de professor    Ver comentário
Com.ta tranquilidade (seguir utilizador), 1 ponto , 23:38 | Sábado, 23 de fevereiro de 2008
    Re: Exemplo de professor    Ver comentário
Socrates Vicente (seguir utilizador), 1 ponto , 23:50 | Sábado, 23 de fevereiro de 2008
    Re: Exemplo de professor    Ver comentário
FR8146 (seguir utilizador), 1 ponto , 0:10 | Domingo, 24 de fevereiro de 2008
    Re: Exemplo de professor    Ver comentário
andei-por-aí (seguir utilizador), 1 ponto , 10:24 | Domingo, 24 de fevereiro de 2008
    Re: Exemplo de professor    Ver comentário
FR8146 (seguir utilizador), 1 ponto , 16:40 | Domingo, 24 de fevereiro de 2008
Questão de classe
Cartouche (seguir utilizador), 1 ponto , 23:10 | Sábado, 23 de fevereiro de 2008
Instala-se a ideia de que ninguém cumpre a lei e eis se não quando umas dezenas de professores, supostamente educadores, avançam para uma manifestação ilegal. Tivemos uma stora espertinha a dizer que não era uma manifestação mas um encontro para "conversar". Para isto têm energia, tempo, motivação - para alinhar nas reformas não.
Muitas destas pessoas estão "desiludidas"; pois estarão: votaram PS porque pensavam que ía ficar tudo na mesma, como sempre. Bastava ver as atitudes, os gestos, os comentários, os lencinhos, o ar satisfeito de quem teve um pretexto para não ficar em casa a tratar do marido e dos filhinhos para perceber como estão revoltadas.
 
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Com esta ministra não.
Cartouche (seguir utilizador), 1 ponto , 23:11 | Sábado, 23 de fevereiro de 2008
Pode ser com outra. Desde que se mantenha a política.
 
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Manif de prof
Cartouche (seguir utilizador), 1 ponto , 23:14 | Sábado, 23 de fevereiro de 2008
Manif espontânea? Pelo pouco que vi na televisão, reconheci logo dois( eu sou professor no Grande Porto). Gatinho escondido com rabo de fora. Devem estar de cabeça perdida: volta MDP-CDE está perdoado!
 
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Professores ou desesperados sem argumentos?
etrusco (seguir utilizador), 1 ponto , 23:16 | Sábado, 23 de fevereiro de 2008
Como é possível que aquelas imagens na TV de magotes de gente malcriada aos berros, a cuspir palavrões e a comportarem-se como gandulos e delinquentes da periferia possam ser professores? Eu acho que um professor não é um bandalho qualquer, tem de ser, moral e civicamente, melhor, senão vai ensinar o quê? a chamar mentiroso a quem não faz o que ele quer? De um professor esperava argumentação e raciocínio lógico, acções inteligentes, exemplo cívico e não chusma aos berros. O Ministério da Educação tem de levar uma grande volta mas com gente vulgar a ocupar lugares de professores não estou a ver como pode mesmo mudar. Se ser professor hoje é ser assim, ralé, sem ponta de dignidade, como é que os nossos filhos podem ter respeito por quem não sabe o que isso é? Como é que eu posso continuar a dizer ao meus filhos que é preciso ter respeito pelos professores porque eles são pessoas que transmitem saberes e valores, quando depois eles olham para a televisão ao meu lado e veêm aquele espectáculo de ópera bufa de gente descontrolada e estérica? Como é que é possível que não se distinga o protesto de professores de uma claque de futebol enraivecida? Esta gente saberá o que é dignidade?
 
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    Re: Professores ou desesperados sem argumentos?    Ver comentário
Com.ta tranquilidade (seguir utilizador), 1 ponto , 23:33 | Sábado, 23 de fevereiro de 2008
    Re: Professores ou desesperados sem argumentos?    Ver comentário
Socrates Vicente (seguir utilizador), 1 ponto , 23:39 | Sábado, 23 de fevereiro de 2008
    Re: Professores ou desesperados sem argumentos?    Ver comentário
Dunca (seguir utilizador), 2 pontos , 23:48 | Sábado, 23 de fevereiro de 2008
    Re: Professores ou desesperados sem argumentos?    Ver comentário
Socrates Vicente (seguir utilizador), 1 ponto , 0:10 | Domingo, 24 de fevereiro de 2008
    Re: Professores ou desesperados sem argumentos?    Ver comentário
Dunca (seguir utilizador), 2 pontos , 1:29 | Domingo, 24 de fevereiro de 2008
    Re: Professores ou desesperados sem argumentos?    Ver comentário
etrusco (seguir utilizador), 1 ponto , 1:17 | Domingo, 24 de fevereiro de 2008
    Re: Professores ou desesperados sem argumentos?    Ver comentário
Socrates Vicente (seguir utilizador), 1 ponto , 1:29 | Domingo, 24 de fevereiro de 2008
    Re: Professores ou desesperados sem argumentos?    Ver comentário
etrusco (seguir utilizador), 1 ponto , 1:47 | Domingo, 24 de fevereiro de 2008
    Re: Professores ou desesperados sem argumentos?    Ver comentário
etrusco (seguir utilizador), 1 ponto , 1:34 | Domingo, 24 de fevereiro de 2008
Reforma reforma...
Socrates Vicente (seguir utilizador), 1 ponto , 23:30 | Sábado, 23 de fevereiro de 2008
Aconselho a leitura atenta de "Freakonomics". Também nos EUA fizeram algo similar de avaliação dos Professores e também nos EUA o aproveitamento, puro e duro, das turmas era um factor que contribuía, entre outros, para a avaliação dos mesmos. Que faziam muitos nos exames de lá? Ajudavam os alunos, quer escrevendo as respostas, quer dando-lhes dicas, quer sabendo previamente o que iria sair exactamente e fazendo uma preparação objectiva para responder a essas perguntas específicas.

Em Portugal parece que temos que passar pelos erros dos outros... sem tomar as precauções para os evitar.

Todos temos que ser avaliados nas nossas profissões, sem dúvida, agora que se arranje um bom método de avaliação, porque para fazer algo que leve a uma situação pior... já dizia o poeta "pior a emenda que o soneto".
 
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    Re: Reforma reforma...    Ver comentário
Dunca (seguir utilizador), 2 pontos , 23:51 | Sábado, 23 de fevereiro de 2008
    Re: Reforma reforma...    Ver comentário
Socrates Vicente (seguir utilizador), 1 ponto , 0:16 | Domingo, 24 de fevereiro de 2008
    Re: Reforma reforma...    Ver comentário
Dunca (seguir utilizador), 2 pontos , 2:10 | Domingo, 24 de fevereiro de 2008
Sócrates continua a ajustar vidro com martelo_
Caparica Red Neck (seguir utilizador), 1 ponto , 23:35 | Sábado, 23 de fevereiro de 2008
_de ferrro.
Experimento certa difculdade em descifrar o motivo desta preocupaçao pela manifestaçao de um grupo de profissionais. O inconformismo, justificado ou nao mas com certo consenso, nao deixa de ser uma forma de se aproximar da realidade das populaçoes, num ansiado universo de tolerancia e por tanto condescendente com ditas "rebelioes".
Por outra parte, cabe ao governo manter a sua decisao mas sem perder a prespectiva social, gerando contrapartidas que promovam o compromisso e mostrando certo respeito pelas inquietaçoes de quem, por exemplo, pretende desenvolver-se dentro de um entorno no qual a reciprocidade seja mais positiva. A carencia de um modelo familiar, como o Português real, impede que a proactividade dos docentes resulte gratificante, o governo deve rever o estatuto. Depois de revistos e supridos os aspectos mais negativos, os profissionais, devem ser "ferozmente" avaliados, ainda que só para quem nao se sintam enganados por um colega que ganhe o mesmo ordenado mas trabalhe menos que o alfaiate do tarzan.
 
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    Re: Sócrates continua a ajustar vidro com martelo_    Ver comentário
Com.ta tranquilidade (seguir utilizador), 1 ponto , 23:57 | Sábado, 23 de fevereiro de 2008
Re: Manifestantes identificados pela polícia
leitura (seguir utilizador), 1 ponto , 0:16 | Domingo, 24 de fevereiro de 2008
Conheço alguns professores e são favoráveis a serem avaliados, mas afirmam que desta forma não concordam. No meio de tudo isto parece-me que anda muita deturpação e muita coisa por esclarecer. O que acho interessante nesta notícia
“Os professores que prestaram declarações públicas, entrevistados pela SIC, foram identificados pela PSP, depois de o agente no local ter referido que a manifestação era ilegal.”
Se é uma manifestação ilegal, não deviam ter sido todos identificados? Só foram identificados os professores que prestaram declarações?
Pelos vistos pode haver manifestações, mesmo ilegais, desde que não justifiquem as razões porque se manifestam...
 
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O Fascismo está ai!!!
Arre! (seguir utilizador), 1 ponto , 0:23 | Domingo, 24 de fevereiro de 2008
A Democracia, o estado de direito, a liberdade, não são garantidos todos os dias quando acordamos!!!

Nesses mesmos dias temos que lutar, mesmo que seja contra um partido que se diz Democrata, que zela pelo estado de direito e pela liberdade...

Cada vez, as desigualdades sociais são maiores!!!

E para não esquecer: Hitler foi socialista e obteve uma maioria absoluta!!!
 
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Avaliação do Empenho
Joao Ratao (seguir utilizador), 1 ponto , 0:47 | Domingo, 24 de fevereiro de 2008
Já que a avaliação de desempenho dos professores não se vai realizar por evidente incompetência do governo; proponho que o Presidente da República atribua uma medalha de Altos Serviços Prestados ao País aos Professores do Ensino Secundário na pessoa de um dos mais de 100 mil Professores Não Titulares, no próximo 25 de Abril.

 
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SÓCAS O REFORMADOR DAS MENTIRAS !
jorge ii (seguir utilizador), 1 ponto , 1:18 | Domingo, 24 de fevereiro de 2008

      Agora na saúde é que aquilo vai andar com a cunhada do Costa na comunicação do ministério...heheheh.

    Na educação nunca vão reformar coisa nenhuma contra os professores ,...é simples...!
 
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