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José António Saraiva e a moda da homossexualidade

José António Saraiva ajuda-nos a distinguir entre a homossexualidade autêntica e a homossexualidade da moda.

Bruno Sena Martins
21:41 Sexta feira, 6 de novembro de 2009

José António Saraiva questiona neste artigo até que ponto a homossexualidade se terá instalado nas sociedades contemporâneas - do rato ao Marais - como uma moda. Contra a ameaça do momento, bem capaz de nos destabilizar as referências,  oferece-nos a excelência da sua coragem para enfrentar o politicamente correcto. Fá-lo numa sofisticadíssima dicotomia entre homossexualidade genética e aquela que decorre da moda. A verdade é que, no meio de umas tantas linhas sofríveis, António José Saraiva acaba por nos oferecer um excelente tratado do que seja o atavismo. 

Ora detenhamo-nos  então na palavra atavismo - "Propriedade de os seres reprodutores comunicarem aos seus descendentes, com intervalo de geração, qualidades ou defeitos que lhe eram particulares." 

Pois bem. O  texto de José António Saraiva ressalta como o justo testemunho de um ser reprodutor - porque heterossexual, claro está - a tentar passar os seus preconceitos às gerações seguintes. Oxalá fracasse  a bem da espécie. E da moda, claro.

Palavras-chave  Blogues, Política, Portugal 2009
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que sábias palavras ...
ctmartins (seguir utilizador), 1 ponto , 2:11 | Sábado, 7 de novembro de 2009
admito perfeitamente que o estado Português seja laico.
Confundir isto com anti religioso é grave. Na media que a religião tem valores essenciais a uma sociedade que se quer perfeita.
Nós somos uma soma de valores "Amor", Pai,Mãe, Avós,Tios e etc.Temos a percepção de que os processos cognitivos são em parte transmitidos por imitação dos Próximos á criança. A maneira de andar, a forma de verbalizar, os gestos em sociedade etc...

Deveríamos estar preocupados em procurar corrigir esses defeitos de aprendizado, mas não, ao invés de corrigir simplesmente apagamos a estrutura de sociedade, produzindo seres sem direitos, sem valores. Vamos ver se conseguimos chegar de novo a macacos ... em poucas gerações ... macacos depilados
 
A Nossa Liberdade termina quando prejudicamos o Outro.
 
 
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Paulo Pedroso (seguir utilizador), 2 pontos , 0:08 | Domingo, 8 de novembro de 2009
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