O Parlamento da Guiné-Bissau aprovou esta quarta-feira a proibição da mutilação genital feminina. A sua prática passa a ser punida com penas entre um e cinco anos de prisão. A lei foi aprovada com 64 votos a favor, um contra e três abstenções.
O primeiro-ministro da Guiné-Bissau, Carlos Gomes Júnior, considerou a nova legislação um "passo muito importante" para um país que quer primar na "defesa dos direitos humanos". A mutilação genital feminina é uma prática há muito enraizada nas etnias da Guiné-Bissau, violando os direitos das mulheres.