09/02/2010 actualizado às 21:35
Daniel Oliveira Guerra e paz  «  Daniel Oliveira  «  Opinião  « Página Inicial |

Guerra e paz

8:00 Segunda-feira, 12 de Jan de 2009
Deixe aqui o seu comentário 16 comentários   [1518 visitas]
Aumentar Texto Diminuir Texto Link para esta página Imprimir Enviar por email
del.icio.us technorati digg facebook myspace reddit google search.live newsvine

De 2001 até ao começo desta incursão punitiva em Gaza, morreram, vítimas dos rockets do Hamas, 23 israelitas. No mesmo período foram mortos pelos israelitas mais de 2000 civis palestinos de Gaza. Esta contabilidade macabra não diz quem tem razão neste conflito. Mostra apenas a razão porque a paz tem sido impossível no Médio Oriente. A assimetria de força militar e política é, pelo menos desde 1973, absoluta.

Israel tem o 4º mais poderoso exército do mundo, recebe em ajuda financeira dos Estados Unidos tanto como todos os restantes países do planeta juntos e tem carta branca internacional para fazer o que está interdito a qualquer outro país. Esta assimetria de forças levou Israel a desprezar qualquer possibilidade de uma paz justa e equilibrada. Permitiu que continuasse a expandir colonatos em terra alheia, que continuasse a expulsar palestinianos das suas casas, que recortasse a Cisjordânia com um muro e que, em acções militares, adoptasse uma definição tão ampla de alvos militares que só encontra paralelo na de uma qualquer organização terrorista.

Com tamanho ascendente político e militar, Israel minou a própria organização dos palestinianos. Começando por um boicote premeditado à sua economia e acabando na ingerência sistemática na sua vida política. No final dos anos 80, financiou o Hamas, uma organização então quase inexistente, com o objectivo de enfraquecer a OLP de Arafat. Em 2006, por pressão internacional, a Palestina realizou eleições. Um feito extraordinário: ocupada e em guerra, preparava-se para ser a primeira democracia árabe. Acto contínuo, Israel conseguiu que o mundo o seguisse no isolamento internacional do governo recém-eleito. Impediu assim que os árabes acreditassem que a democracia, em vez das bombas, compensa. Promoveu a guerra civil, apoiando agora a Fatah, separando os dois territórios da Palestina e enclausurando Gaza, que definha há meses no caos e na miséria. O caldo ideal para o desfecho, preparado há meio ano, a que agora assistimos.

Garantido que nenhuma solução de poder é viável no que resta da Palestina, mantendo preso o mais popular dirigente palestiniano vivo (Marwan Barghouti, da Fatah) e alimentando líderes fracos que dependam de Israel e dos EUA para se manterem no poder, de um lado, e fanáticos irresponsáveis, do outro, Israel domina todas as peças deste xadrez.

A paz tem de ser mais do que um papel assinado. Exige justiça e equilíbrio. No caso deste conflito, passa pela aceitação, mesmo que com pequenas modificações, das fronteiras de 1967; Jerusalém como capital dos dois Estados; fim dos colonatos; negociação da situação dos refugiados; ligação física entre a Cisjordânia e a Faixa de Gaza; e reconhecimento do Estado de Israel pelos países árabes. Tudo isto está muito longe do que foi prometido aos palestinianos há 60 anos. E, no entanto, Israel não aceitaria conversar nestes termos. Porquê? Porque nem a pressão internacional nem a situação no terreno o obrigam.

Só uma coisa poderia mudar as regras deste jogo viciado: que existissem democracias árabes com governos obrigados pelos seus povos a maior firmeza, em vez da retórica da indignação acompanhada da cumplicidade prática de egípcios e jordanos. Aí sim, Israel teria tudo a perder. É com pena que o digo: só algum equilíbrio entre os dois lados poderá levar Israel a querer mais do que uma rendição palestiniana. Só o medo da guerra poderá construir a paz. E esta tem sido a tragédia do Médio Oriente.

Palavras-chave  daniel  oliveira  gaza  israel  guerra  rockets
Relacionados
14 Jan 2009 A protecção inocente da Palestina
[1800 visitas]
16 comentários
Página 1 de 1   
ordenar por:
mais votados ▼
ALGUEM PENSOU EM SI, DANIEL (foi o PUBLICO)
odisseia na terra (seguir utilizador), 3 pontos (Bem Escrito), 9:52 | Segunda-feira, 12 de Jan de 2009
No dia em que escrevo, quarta-feira, confirma-se que mais uma vez uma cadeia de televisão europeia, a France 2, transmitiu imagens falsas numa reportagem que dedicou ao ataque israelita a Gaza.

Crianças mortas e uma casa destruída ilustravam os efeitos dramáticos entre os civis palestinianos dos bombardeamentos efectuados pelo exército de Israel.

Poucas horas após a emissão da reportagem concluía-se que destas imagens apenas os cadáveres e o prédio destruído não foram ficcionados. Aquelas pessoas morreram, mas não morreram a 5 de Janeiro de 2009, como afirma o jornalista da France 2, mas sim a 23 de Setembro de 2005. Também não morreram na sequência de um ataque israelita mas sim no resultado da explosão acidental de um camião que transportava rockets do Hamas dentro do campo de refugiados de Jabalya.

Defende-se a France 2 dizendo que foi enganada pela propaganda palestiniana. Nestas coisas da comunicação, os palestinianos têm de facto as costas demasiado largas, pois aquilo a que temos assistido nos últimos anos é à participação voluntária e entusiástica de vários órgãos de comunicação ocidental na diabolização de Israel, através da divulgação de imagens e notícias sem qualquer tipo de confirmação das fontes ou até mesmo com a promoção de imagens e notícias falsas. Foi assim com o relato da morte de Muhammad al-Durrah, o menino que, em Setembro de 2000, segundo uma reportagem da mesma France 2, teria sido baleado por soldados israelitas junto ao seu pai, acabando os dois assassinados. A imagem da criança tentando proteger-se sob o cadáver do pai emocionou o mundo e legitimou a segunda intifada. Infelizmente, os mesmos jornalistas que tão rapidamente espalharam esta imagem não se deram ao trabalho de divulgar as investigações que provavam a sua manipulação. Maior silêncio ainda caiu sobre os responsáveis pela morte da família de Huda Ghaliya, a menina que o mundo inteiro viu chorando sobre os cadáveres de toda a sua família, numa praia de Gaza, em 2006. Os jornais ocidentais, com a mesma diligência com que a promoveram o novo ícone palestiniano, também o esqueceram quando se soube que a sua família não morrera vítima de um ataque israelita mas sim de armas palestinianas.

Os exemplos desta fábrica mediática de mártires para ocidente consumir levam-nos invariavelmente à constatação de que existe no ocidente uma espécie de "insurgentes de sofá". Tal como os treinadores de bancada raramente praticam qualquer desporto, também estes "insurgentes de sofá" jamais pegariam numa arma ou fariam um atentado. E não o fariam porque moralmente não seriam capazes e também porque este mundo ocidental do qual dizem tanto mal lhes tem proporcionado invejáveis padrões de vida. Israel torna-se assim no "lugar ideológico" que lhes permite acharem-se ideologicamente coerentes enquanto usufruem o que de melhor a democracia a que dantes chamavam burguesa tem para oferecer.

Claro que há algumas décadas outros povos acompanhavam os palestinianos como objecto da sua solidariedade. Eram então os vietnamitas, os cambodjanos, o então designado "povo mártir da Coreia do Sul", os angolanos, os moçambicanos, os rodesianos... enfim todos aqueles povos cujos problemas pudessem ser de alguma forma imputáveis a países que alinhassem no chamado bloco ocidental. No preciso dia em que a culpa deixou de poder ser assacada a portugueses, norte-americanos, ingleses... esses povos deixaram de gerar piedade e desapareceram os activistas. Os massacres no Ruanda, a fome no Zimbabwe, as epidemias no Congo e a corrupção em Angola não só deixaram o paradigma das notícias que causam indignação como passaram a ser apresentados sob as vestes da fatalidade histórica.

De igual modo, quando os palestinianos se matam entre si, por exemplo quando o Hamas chacinou os membros da Fatah, o facto é ignorado. Se Israel - ou seja, o país do nosso mundo - não é passível de ser responsabilizado então mal existem notícias e muito menos indignação. Donde também nunca ouvirmos falar da situação dos palestinianos no Líbano e no Egipto ou das medidas tomadas pela Jordânia para controlar os movimentos que os representam.

Estaria contudo a faltar à verdade caso se não reconhecesse que tem existido alguma evolução sobre Israel nos chamados defensores da causa palestiniana. Já admitem que o Estado de Israel vai continuar a existir mas não prescindem de uma espécie de livro de estilo para se lhe referir. Desse livro fazem parte alguns dogmas. A saber:

a) Entre os palestinianos só existem civis
Israel tem um exército e serviços secretos. Os palestinianos têm líderes espirituais ou de facção, activistas, militantes e figuras religiosas. O que de mais belicoso se concede ao seu estatuto é designá-los como combatentes. Mas nunca como militares. Não são apenas os membros do Hamas que cobardemente se misturam com a população, que usam as escolas, os hospitais, as mesquitas e as ambulâncias para fins militares. A linguagem usada por boa parte da imprensa ocidental transforma-os também em civis. Ou civis inocentes como é hábito dizer. Inversamente Israel tem militares. Ou seja, culpados, logo à partida.

b) Entre palestinianos, o estatuto de refugiado é eterno e transmissível
O que quer dizer exactamente a expressão "campo de refugiados palestinianos em Gaza"? Quer dizer que em território palestiniano, Gaza, existem palestinianos que saíram, há décadas, de localidades que fazem hoje parte de Israel (e também da Jordânia e do Egipto pois parte do território do Estado Palestiniano criado em 1948, ao mesmo tempo que o Estado de Israel, e recusado pelos países árabes, acabou por ser integrado naqueles dois países). Estes palestinianos mantêm-se com o estatuto de refugiados nos territórios palestianianos que eles mesmos administram. O que de mais equivalente com esta situação se pode conceber seria os retornados portugueses terem sido mantidos em campos, em alguns casos com direitos diferentes dos outros cidadãos da então metrópole, e ainda hoje eles, os seus filhos, netos, bisnetos e demais descendência serem todos considerados refugiados e Portugal continuar a exigir o direito do seu regresso às localidades donde fugiram nos anos 70.
Esta condição de refugiado crónico condenou os palestinianos à exclusão que nenhum país democrático aceita para os seus cidadãos. Por isso os retornados são hoje simplesmente portugueses tal como milhares de judeus que após a criação do Estado de Israel tiveram de fugir dos países árabes como Marrocos, Egipto, Iraque, Líbia, Síria, Argélia, Tunísia e Iemen são simplesmente israelitas.

c) Toda e qualquer iniciativa de defesa levada a cabo por Israel está condenada ao fracasso. Se triunfa é porque é desproporcionada
Se de todo em todo se admite que Israel poderá reagir, logo se avisa que a estratégia escolhida está errada. (A propósito, qual é o balanço do tão vilipendiado muro?) Como, apesar de tanta opinião em contrário, Israel sobreviveu e mantém uma vitalidade política invejável, então temos o problema da desproporção da resposta. A não ser para aqueles que desejam o desaparecimento de Israel, dificilmente se entrevê um cenário mais terrível do que aquele que resultaria caso a situação fosse inversa - o Hamas ou a Fatah terem mais capacidade militar do que o exército israelita - ou terem forças equivalentes. A óbvia superioridade militar de Israel impede uma escalada da violência para níveis certamente inimagináveis.

d) As informações do médico norueguês, do padre católico e da activista da ONG são absolutamente verdadeiras
Estas fontes emudecem quando os ataques ocorrem entre os palestinianos e são possuídas por uma apreciável verborreia quando Israel intervém. Mas o seu papel mais grave nem é tanto o que de falso por vezes dizem mas sobretudo o facto de pouparem os líderes palestinianos a prestarem declarações. O discurso destes últimos, sobretudo se forem os integristas do Hamas com as suas promessas de extermínio de Israel e muita retórica do martírio religioso, gera anticorpos nas sociedades ocidentais. O médico norueguês, o padre católico e a activista da ONG não só são ocidentais como falam como ocidentais para ocidentais. De cada vez que eles falam, Israel torna-se no responsável por tudo o que acontece. Quando fala o Hamas, Israel ganha senão simpatia pelo menos compreensão. Jornalista
 Como funciona a comunidade no Expresso Responder
    Tanto disparate em tao pouco espaco...    Ver comentário
Jonas Savimbi (seguir utilizador), 1 ponto , 10:20 | Terça-feira, 13 de Jan de 2009
    E como os disparates sao mesmo muitos...    Ver comentário
Jonas Savimbi (seguir utilizador), 1 ponto , 10:32 | Terça-feira, 13 de Jan de 2009
    Re: MAIS UM ILUMINADO QUE NÃO LÊ JORNAIS -JSAVIMBI    Ver comentário
odisseia na terra (seguir utilizador), 1 ponto , 14:41 | Terça-feira, 13 de Jan de 2009
    Re: ALGUEM PENSOU EM SI, DANIEL / Pt.1    Ver comentário
Durruti Blak (seguir utilizador), 1 ponto , 16:09 | Terça-feira, 13 de Jan de 2009
    Re: ALGUEM PENSOU EM SI, DANIEL / Pt.2    Ver comentário
Durruti Blak (seguir utilizador), 1 ponto , 16:10 | Terça-feira, 13 de Jan de 2009
Comanditas
taralhouco (seguir utilizador), 1 ponto , 19:27 | Segunda-feira, 12 de Jan de 2009
Um dos trabalhos que mais curiosidade me despertou foi o que desempenhei numa firma comandita. Um dos sócios fez-me a seguinte proposta:
Tenho um trabalho para si que pago antecipadamente sem saber os resultados e sem ter a mínima garantia de que V. cumprirá o combinado. Vou dar-lhe uma quantia que no fim ficará para si mas que por agora lhe servirá para comprar uma posição na minha sociedade de que passará a ser mais um sócio. Teremos 1ou 2 reuniões por mês e o seu trabalho será atacar-me fortemente durante as reuniões conforme os elementos que lhe darei. A missão durará 3 ou 4 meses que é o tempo e o número de reuniões que julgo necessárias para descobrir várias coisas e quem está do meu lado ou contra mim. Aceita?
Aceitei e como antes dos 4 meses previstos os resultados tinham sido conseguidos retirei - me conforme previsto e combinado. Foi a única vez que alguém me deu uma avultada quantia para que o atacasse, mas exemplos semelhantes não devem faltar neste mundo.
 Como funciona a comunidade no Expresso Responder
    Re: Comanditas    Ver comentário
amboiva (seguir utilizador), 1 ponto , 15:45 | Terça-feira, 13 de Jan de 2009
    Amboiva    Ver comentário
taralhouco (seguir utilizador), 1 ponto , 22:51 | Terça-feira, 13 de Jan de 2009
    Pagas    Ver comentário
amboiva (seguir utilizador), 1 ponto , 12:48 | Quarta-feira, 14 de Jan de 2009
Guerra e paz - Pte. 1
Durruti Blak (seguir utilizador), 1 ponto , 17:43 | Terça-feira, 13 de Jan de 2009
Até que enfim, consigo do Expresso – parabéns à nova direcção – um artigo em que vejo reflectido o que penso sobre o que se passa na Palestina, i.e., um artigo em que alguém não defende a posição de Israel-vítima, ou a adopta a posição (dita) neutral, que é o mesmo que dizer, pró-israelita. Ainda assim, umas notas:
1) “A assimetria de força militar e política é, pelo menos desde 1973, absoluta.” – Desde 1936, que os colonos euro-judeus, com a reformulação dos propósitos da Hagannah, passaram a dispor duma “assimetria” positiva, e nem a entrada no conflito dos países árabes veio alterar essa “assimetria” pois que já possuíam um exército numericamente superior (75 mil vs. 71 mil árabes), mais bem armado, organizado e treinado, e com mais experiência de combate, experiência essa adquirida durante a 2.a GM e com a guerra de guerrilhas contra o exército colonial britânico e os palestinianos.
2) “com pequenas modificações, das fronteiras de 1967” – refere-se a “modificações” do lado palesteniano? Ou israelita? Não se esqueça que em 1947, a ONU criou Israel com uma superfície territorial mais privilegiada e fértill. Graças a uma guerra, em que mais uma vez adoptaram a posição de vitímas, conquistaram mais território. Exigir aos palestinianos que cedam mais do seu território significa uma nova humilhação que será utilizada pelas forças mais fundamentalistas;
 Como funciona a comunidade no Expresso Responder
Guerra e paz - Pte. 2
Durruti Blak (seguir utilizador), 1 ponto , 17:46 | Terça-feira, 13 de Jan de 2009
3) “Só uma coisa poderia mudar as regras deste jogo viciado” – não concordo. As regras do jogo só poderão ser modificadas pela conjunção de uma série de factores, de entre os quais a democratização dos países árabes é um desses factores, mas também pela criação de uma ampla frente internacional em que a opinião pública, essencialmente a ocidental, exigisse a alteração de posicionamento político dos seus governos – apenas mais democracias nos países árabes não iriam alterar a posição diplomática-económica-militar estado-unidense ou francesa, inglesa ou alemã, já que Israel é um estado “europeu” e embora nenhum desses estados seja “racista”, nos momentos decisivos portam-se como tal e prestam a devida “solideriedade”.
 Como funciona a comunidade no Expresso Responder
Pobre Daniel
Vistodaqui (seguir utilizador), 1 ponto , 2:26 | Quarta-feira, 14 de Jan de 2009
Já não há pachorra para aturar este sectário zarolho que só vê com o olho esquerdo. Parece que o homem se transformou no representante dos terrorista do Hamas em Portugal. Então e não é que ele provou e gostou. Haja paciência para aturar jornalistas que ganham a vida defender gente desta.
 Como funciona a comunidade no Expresso Responder
Guerra e Paz - versão dos funcionários da "press".
Johnny Guitar (seguir utilizador), 1 ponto , 20:59 | Domingo, 18 de Jan de 2009
Entre os comentadores de situações,que nunca lá vão ver como são,e os "enviados especiais" da Imprensa,que também fazem uma"perninha"para a TV,mas que ficam a milhas de distância dos locais que eram supostos de visitar,porque "é proibido"aproximarem-se,uma pessoa fica mesmo confusa,ou com vontade de fazer "zapping",na TV,e aqui...
 Como funciona a comunidade no Expresso Responder
16 comentários
Página 1 de 1   
PUB
 
Arquivo


Aviso
FAQ. Como funciona a comunidade no Expresso
Para fazer o seu comentário precisa de estar registado. O registo é gratuito e demora pouco mais de 30 segundos.

Se já for utilizador registado, coloque o seu mail e palavra-chave nos campos para o efeito, na página de registo. Depois disso, poderá comentar qualquer conteúdo.

Clique aqui  para se registar.

Em caso de dúvida escreva-nos para novosite@expresso.pt, seremos tão breves quanto possível a responder.

Miguel Martins, Editor de Multimédia do Expresso

Os do costume

0:00 Quinta-feira, 4 de Fev de 2010,
[622 visitas]

A banalidade do bem

0:00 Quinta-feira, 28 de Jan de 2010,
[578 visitas]

O futuro dos outros

0:00 Quinta-feira, 21 de Jan de 2010,
[811 visitas]

Desperdício

0:00 Quinta-feira, 14 de Jan de 2010,
[594 visitas]

O óptimo e o bom

0:00 Quinta-feira, 7 de Jan de 2010,
[1083 visitas]
Leia aqui toda a informação das últimas 24 horas | últimos 2 dias |  anterior »
Primus Inter Pares
Grupo ImpresaACAP