Google e NSA ("National Security Agency") estão a ultimar um pacto, com o objectivo de defender a empresa de ciberataques levados a cabo por companhias ou governos estrangeiros. A empresa denunciou, recentemente, um alegado ataque da China.
Peritos e organizações de direitos cívicos perguntam se a intimidade dos utilizadores da Internet não estará em causa, num possível quadro de conflito entre privacidade e segurança.
Quanto ao objectivo do acordo, a NSA ajudaria o Google a detectar rapidamente casos de espionagem, que a firma denuncia estar a ser alvo.
Google e NSA recusam comentar o assunto, mas fontes anónimas conhecedoras do processo, revelaram hoje ao "USA Today" que a aliança prevê a partilha de "informação importante", sem pôr em causa a violação de nenhuma lei referente à protecção ou privacidade dos norte-americanos.
Outra fonte anónima garantiu ao "The Washington Post" que a NSA não irá perscrutar as buscas ou caixas de correio electrónico dos internautas.
Na terça-feira, durante uma sessão da comissão de Defesa do Senado, o director da NSA, Dennis Blair, considerou que os ditos ciberataques contra o centro operacional da Google devem ser vistos como um "alerta".
Nota da Direcção do Expresso
O Expresso apoia e vai adoptar o novo Acordo Ortográfico. Do nosso ponto de vista, as novas normas não afectam - antes contribuem - para a clarificação da língua portuguesa.
Por outro lado, não consideramos a ideia de que a ortografia afecta a fonética, mas sim o contrário. O facto de a partir de 1911 a palavra phleugma se passar a escrever fleugma e, já depois, fleuma não trouxe alterações ao modo como é pronunciada. Assim como pharmacia ou philosophia.
O facto de a agência Lusa adoptar o Acordo, enquanto o Expresso, por razões técnicas (correctores e programas informáticos de edição) ainda não o fez, leva a que neste sítio na Internet coexistam as ortografias pré-acordo e pós-acordo.
Pedimos, pois, a compreensão dos nossos leitores.