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A trinta graus do Equador e a 80 milhas da civilização (Tenerife), esconde-se a fronteira mais a sul de Portugal: dois rochedos desprotegidos e inóspitos, plantados em pleno Oceano Atlântico, e mais próximos das Canárias do que do arquipélago da Madeira. Ali não há telefones, a água é a que sobra das chuvas, a electricidade vem do sol e só existem duas casas. Uma pertence ao governo, a outra ...
| 19:04 Quinta-feira, 1 de Mar de 2007 |
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A trinta graus do Equador e a 80 milhas da civilização (Tenerife), esconde-se a fronteira mais a sul de Portugal: dois rochedos desprotegidos e inóspitos, plantados em pleno Oceano Atlântico, e mais próximos das Canárias do que do arquipélago da Madeira. Ali não há telefones, a água é a que sobra das chuvas, a electricidade vem do sol e só existem duas casas. Uma pertence ao governo, a outra ...
| 19:03 Quinta-feira, 1 de Mar de 2007 |
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A trinta graus do Equador e a 80 milhas da civilização (Tenerife), esconde-se a fronteira mais a sul de Portugal: dois rochedos desprotegidos e inóspitos, plantados em pleno Oceano Atlântico, e mais próximos das Canárias do que do arquipélago da Madeira. Ali não há telefones, a água é a que sobra das chuvas, a electricidade vem do sol e só existem duas casas. Uma pertence ao governo, a outra ...
| 19:02 Quinta-feira, 1 de Mar de 2007 |
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A trinta graus do Equador e a 80 milhas da civilização (Tenerife), esconde-se a fronteira mais a sul de Portugal: dois rochedos desprotegidos e inóspitos, plantados em pleno Oceano Atlântico, e mais próximos das Canárias do que do arquipélago da Madeira. Ali não há telefones, a água é a que sobra das chuvas, a electricidade vem do sol e só existem duas casas. Uma pertence ao governo, a outra ...
| 19:01 Quinta-feira, 1 de Mar de 2007 |
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Amanheceu com bom tempo na Baía das Cagarras. O navio-patrulha da Marinha pode aparecer a qualquer momento no horizonte. Como o mar está calmo, vai poder amarrar à bóia. Rosário, o vigilante que tomou o gosto de dormir ao relento, já arrumou o saco-cama. Foi o primeiro a estar pronto para a viagem. Um dos avisos que mais ouvi nos últimos dias foi para ter tudo a postos para partir porque há ...
| 10:00 Quinta-feira, 22 de Fev de 2007 |
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Regresso às Selvagens, em jeitos de making-of. Apanhado de alguns dos melhores momentos vividos pela equipa do Expresso.
Duração de 03:58 minutos
| 9:59 Quinta-feira, 22 de Fev de 2007 |
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Há um único despertador na Selvagem Grande que, além do mais, não serve para acordar ninguém. A sua função é alertar Manuel José, o vigilante, para as horas em que tem de fazer comunicações por rádio para as informações de rotina. Para o resto, é a natureza a ditar as suas regras: acorda-se naturalmente, adormece-se naturalmente.
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| 10:00 Quarta-feira, 21 de Fev de 2007 |
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Já a bordo do Patrulha da Marinha, despedimo-nos das Selvagens e caminhamos rumo à civilização. Após uma agitada noite no Atlântico, avistaremos, primeiro, as Desertas, e depois o Funchal.
Duração de 01:27 minutos
| 9:59 Quarta-feira, 21 de Fev de 2007 |
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Ontem tivemos um fim de noite divertido, dentro das possibilidades. Reaprendi as regras da sueca na mesa do alpendre e fiz equipa com José, o fotógrafo, contra Manuel José, o vigilante, e Cristina, a engenheira florestal. Volta e meia, um roque de castro embatia contra as vidraças, entontecido pela luz da casa. Perdemos todos os jogos de cartas menos um, em que conseguimos um empate técnico. ...
| 10:00 Terça-feira, 20 de Fev de 2007 |
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Ao contrário da Selvagem Grande, a mais pequena ilha do sub-arquipélago tem praias de areia clara e um consensual aspecto de paraíso. Passeio pela ilha, pouco antes da partida.
Duração de 01:28 minutos
| 9:59 Terça-feira, 20 de Fev de 2007 |
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