09/02/2010 actualizado às 19:50
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Entrevista com a ministra da Educação, Maria de Lurdes Rodrigues

"Não sou imune à contestação social"

O rosto da primeira grande contestação contra o Governo mantém-se resistente à frente da pasta da Educação. Apesar de afirmar não ser imune às contestações sociais, parece passar-lhes ao lado. Nega querer governar para as estatísticas e apesar das críticas de facilitismo, diz que "o ensino é hoje mais exigente".

Carla Tomás, Henrique Monteiro e Nuno Saraiva (texto); Tiago Miranda (fotos)
0:00 Sábado, 5 de Jul de 2008
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A ministra recebeu o Expresso no seu gabinete do Ministério, na 5 de Outubro
A ministra recebeu o Expresso no seu gabinete do Ministério, na 5 de Outubro

Sempre teve um discurso de grande exigência, mas os exames deste ano levam a questionar: Onde está essa exigência?
Não tenho a ideia de que os exames sejam pouco exigentes. É o que se diz mas quem o diz não o provou. A elaboração dos exames exige muito trabalho técnico, muita coordenação e leva meses a fazer. Não tenho nenhuma razão para pensar que houve pouca exigência. Pelo contrário, as instruções dadas ao instituto que elabora os exames eram de dar a garantia de que se reforçassem os mecanismos de auditoria para termos exames de melhor qualidade. Há críticas pouco exigentes com elas próprias, porque não provam o que dizem. Dizer que há uma ou três perguntas fáceis não chega. Desde há três anos que insisto na necessidade de melhorar os resultados a matemática. Divulguei publicamente os resultados do PISA porque era necessário dar dimensão política a esse problema.

Reduziu-se para metade as notas negativas na prova de aferição do 6º ano. Se as provas forem muito mais fáceis, melhoram naturalmente as notas. Pode ser um método estatístico de governar?
Não estou de acordo. Fazer isso seria muito fácil. Quem acusa o Governo de manipulação estatística não explica como é que isso se faz. Eu não sei como se manipulam estatísticas dessa maneira.

As ordens que deu ao GAVE não foi: facilitem?
Evidentemente que não. Nós necessitamos de ter provas com mais exigência, de ter provas de qualidade, de ter provas sem erros.

As provas são cientificamente correctas, mas fáceis...
Não sei se são fáceis. Pode olhar para o parecer da Sociedade Portuguesa de Física, que diz que é uma prova exigente e talvez a mais bem feita dos últimos 30 anos. São críticas fáceis que não apontam um caminho para melhorar. Temos que ter confiança nos organismos que trabalham para os exames há muito tempo. E não podemos ter a atitude de que quando as estatísticas confirmam os nossos preconceitos estão bem e quando não confirmam, estão mal.

Mas o país desconfia desses organismos e tem a noção de que o sistema de educação se tem vindo a deteriorar nos últimos 20 anos.
Nós temos um problema do que são as apreciações públicas das políticas e não só as da educação.

Mas no seu tempo o sistema educativo era ou não mais exigente do que é hoje?
Não se pode fazer uma apreciação dessa forma. Aquilo em que nos podemos basear para fazer comparações são os relatórios internacionais e o PISA é um bom instrumento. Mas não podemos alimentar a ideia de que a educação falhou. A educação não falhou. A educação tem cumprido uma missão que é hoje muito, muito exigente. A escola do nosso tempo não tinha uma missão tão exigente como a de hoje. Hoje a escola tem a missão de escolarizar todos. Antigamente tinha a missão de seleccionar. Temos é que elevar a qualidade média do sistema de ensino.

Como já admitiram, os resultados dos exames do 9º e do secundário não são comparáveis com os do ano passado porque tiveram mais meia hora de tolerância e uma estrutura diferente. Como vai apresentar os resultados? Se forem melhores vai dizer que são fruto de mais trabalho?
E se houver mais notas negativas? O objectivo dos exames não é comparar.

Mas comparou os resultados do 4º e do 6º ano, porque a taxa de negativas passou para metade a matemática...
Nós acreditamos que com mais trabalho os alunos recuperam. Há milhares de alunos que começam com negativa e recuperam ao longo do ano. As explicações eram a forma como as famílias resolviam as aprendizagens: escola pública de manhã e privada à tarde. No caso específico da matemática, pedimos às escolas que organizassem a recuperação dos alunos no interior da própria escola. E não podemos desvalorizar o que as escolas fizeram nestes últimos dois anos sob o risco de desacreditar o próprio processo de aprendizagem. Eu acredito que trabalhando se aprende. Por isso, é preciso trabalhar mais. É preciso que os alunos com dificuldade sejam acompanhados. E eu acredito que o trabalho das escolas dê resultados.

Maria de Lurdes Rodrigues diz estar «convicta» de que o seu modelo de avaliação dos professores vai ser aplicado, mas que não depende dela a decisão dos sindicatos
Maria de Lurdes Rodrigues diz estar «convicta» de que o seu modelo de avaliação dos professores vai ser aplicado, mas que não depende dela a decisão dos sindicatos

Como é que esse trabalho pode ser aplicado em relação aos chumbos. A senhora disse que em Portugal se chumba muito, que chumbar é ineficiente e que sai muito caro ao país e que se combate com mais trabalho.
Eu não disse que era muito caro chumbar. Eu disse quanto custava um chumbo por aluno. Repare que o Plano de Acção para a Matemática custa muito dinheiro, mas ninguém me ouve falar se é caro ou barato. Não propus às escolas um determinado "plafond" financeiro. Propus que dissessem o que necessitavam e tiveram resposta. Devemos esperar o retorno desse investimento. Eu acho pessoalmente que a repetência nos sai cara. Permanentemente no sistema educativo temos 40% de alunos repetentes. Ou seja, o sistema investe com eles o dobro ou o triplo do que investe com os outros alunos.

O que se faz com esses alunos?Não se consegue com métodos de ensino iguais em todo o lado. As 10% de crianças que chumbam no 2º ano porque não conseguem atingir um nível de competência em leitura são crianças com dificuldade de variado tipo. O ensino hoje é muito mais difícil porque tem que atender a todos. Se há alunos que dizem que não querem, então temos que decidir a idade a partir da qual aceitamos esse "não quero". Não é possível desistirmos de uma criança de 7 anos, nem de 10 nem de 12. Uma criança que seja acompanhada desde a primeira manifestação de problemas pode chegar aos 18 anos com um percurso escolar normal.

"O que os sindicatos decidem não depende de mim"

Como podemos ter confiança num sistema de ensino onde a quase totalidade dos professores não quer ser avaliada?
É preciso ter um maior distanciamento nestas análises. O que se exige hoje aos professores é o oposto do que foram as propostas que lhes foram feitas desde há muito tempo. Durante anos construiu-se uma carreira docente baseada em pressupostos, como os de que no inicio da carreira eram necessários sacrifícios, mas a partir dos 45 anos começava-se um processo de afastamento da escola e podiam reduzir as componentes lectivas. Agora está-se a normalizar a carreira docente. Em 1974 tínhamos 26 mil professores e apenas 6 mil profissionalizados. Hoje temos 150 mil. O esforço de recrutamento e de formação de professores é absolutamente brutal para o país.

Esperava que pedir aos professores para serem avaliados colocasse 100 mil professores na rua contra a sua política?
Há dois elementos na mudança que se está a propor que contrariam muito a lógica dos últimos 30 anos. Um deles é a estruturação vertical com a criação de duas categorias. Os sindicatos e as associações de professores trabalharam mais de 30 anos para anular todas as diferenças e construir uma carreira homogénea. A única variável que os professores aceitam para os distinguir é a variável tempo, os tempos de serviço.

Está confiante de que o modelo de avaliação que propõe e que vai entrar em experimentação no próximo ano vai de facto ser aplicado?
Está a ser aplicado de modo simplificado aos professores contratados e está a ser aplicado como previsto no decreto regulamentar a todos os outros professores, porque os ciclos de avaliação são ciclos de dois anos e há algum trabalho que já se está a fazer.

Mas em Julho de 2009 vai ser feita uma avaliação do modelo de avaliação. Os sindicatos já disseram que vão apresentar um modelo alternativo. Acha que vai conseguir levar para a frente este modelo em ano de eleições?
As escolas estão a trabalhar. A comissão científica da avaliação está a trabalhar. Os sindicatos têm uma comissão paritária e estão a analisar os resultados. Espero que estas instancias formais de negociação e, eventualmente, a apresentação de propostas para o ajustamento do modelo sejam suficientes.

Mas não está muito convicta?
Estou convicta. Mas o que os sindicatos decidem não depende de mim.

Quando é que descentraliza e passa as escolas para as competências das autarquias?
Também aí temos um problema de mudança de paradigma. Herdámos um modelo centralizado de escola fechada, em que o que se exige não é a participação dos agentes de proximidade, mas o fechamento. Antes do 25 de Abril proibia-se a entrada dos pais nas escolas. A escola era um braço executivo do Ministério da Educação sem nenhuma autonomia. Hoje é consensual a ideia de que o sistema ganharia eficiência se houvesse um envolvimento de proximidade. A ideia de mais autonomia e mais descentralização é consensual. O problema é a metodologia de transição. Que a transição se vai fazer não tenho nenhuma dúvida. As orientações curriculares, a afectação de recursos eventualmente, a avaliação e a inspecção caberão ao ministério. Acho que o caminho é esse. E acho que este Governo inovou na procura de metodologias para esta transição, com a aproximação que fizemos às autarquias.

A senhora ministra fala como o chefe da aldeia gaulesa, ainda não é amanhã a véspera desse dia...
Depende do que as autarquias quiserem fazer nesta matéria e há autarcas muito desiguais. Há uns que se sentem com confiança e com recursos para a partir de amanhã tomarem conta desta área. Outros estão muito receosos. Por isso a contratualização dos autarcas pode ser o motor de uma transferência mais rápida ao criar confiança noutros autarcas.

Está previsto que o novo regime de gestão das escolas entre em vigor no próximo ano lectivo. A Fenprof já entregou uma petição pública na AR contra o que considera ser um modelo anti-democrático por pôr em causa os princípios de elegibilidade, colegialidade e participação. Está confiante de que vai para a frente este novo modelo de gestão?
Pode ter a contestação de alguns sindicatos mas não de todos. Não tem a da FNE. Pode ter a oposição de alguns professores, mas não de todos. Tem os conselhos executivos e as autarquias totalmente de acordo. Apesar de tudo há uma base social de apoio a este modelo. Ele já está a ser concretizado em muitas escolas. Os autarcas estão a fazer nomeações muito exigentes. As autarquias estão a fazer-se representar ao mais alto nível. Este modelo responde ao que eram os anseios de quem hoje dirige as escolas e qualifica a participação dos pais e dos autarcas.

Alguma vez pôs a hipótese de as suas reformas não se concretizarem?
É sempre possível. Mas não significa que não se faça tudo para as coisas se concretizarem. Tenho uma orientação muito pragmática. Tenho muito mais preocupação em concretizar as coisas do que em definir grandes enquadramentos jurídicos. Tenho uma maior preocupação com os agentes de proximidade que devem concretizar as políticas, com os conselhos executivos, com as autarquias.

As suas políticas têm sido alvo de grande contestação. A senhora é imune a esta contestação. O facto de estar no 12º andar do ministério afasta-a da rua?
Não estou de maneira nenhuma fechada na 5 de Outubro. E não sou imune à contestação social. Acho que é necessário ter a consciência clara de que o que se está a fazer é imprescindível, é necessário e permite melhorar. E ter a consciência do quanto isso altera os interesses. Mas o que importa é fazer prevalecer o interesse público. No caso dos sindicatos, apesar de serem bastante diferentes e terem níveis de representatividade diferentes, procuraram criar uma certa ilusão de que os interesses dos sindicatos são os interesses da escola pública. E penso que quase nunca os interesses dos sindicatos, que representam os professores e os interesses dos professores, são os interesses da escola pública.

Os sindicatos têm prejudicado a escola pública?
Não diria tanto. Diria que algumas linhas de política prejudicaram a escola pública. Por exemplo, não tenho dúvidas que o modelo centralizado de concurso é o exemplo da política aparentemente justa e igualitária do ponto de vista dos professores e dos sindicatos que prejudica.

Resistente à contestação que levou 100 mil professores à rua, afirma que se saísse agora "sairia convicta do dever comprido"
Resistente à contestação que levou 100 mil professores à rua, afirma que se saísse agora "sairia convicta do dever comprido"

A contestação dos professores que levou ao adiamento do modelo de avaliação não prejudicou a escola pública? A pressão dos sindicatos levou a um recuo?
O que chama de recuo, eu chamo de uma ponderação do tempo. É trabalhar na melhor forma de concretizar um objectivo comum. Não podemos desistir de introduzir a avaliação mas podemos trabalhar num modo de introduzi-la para diminuir angústias, medos, etc., sem perder de vista os objectivos. A política de colocação centralizada anos a fio permitiu coisas como 83% dos professores que iam a concurso concorrerem para 13% das escolas. Ou seja, os recursos mais qualificados estão concentrados em meia dúzia de escolas deixando as outras a descoberto. Uma política aparentemente igualitária, provocou enormes injustiças e desigualdade na escola pública.

Partilha das preocupações do PGR sobre a violência nas escolas?
Apesar de tudo no nosso país a violência nas escolas é um fenómeno bastante circunscrito. Com a dimensão que o país tem e que o sistema tem é possível identificar e actuar nessas escolas e procurámos fazê-lo. Tomámos medidas de discriminação positiva em algumas escolas e obtivemos muito bons resultados. Aquilo que mais me preocupa, porque é mais disseminado e mais difícil de resolver é o problema da indisciplina. As situações de violência estão circunscritas e permitem intervenções cirúrgicas. Mas o fenómeno da indisciplina é mais difuso, tem expressões por vezes mais ambíguas. É mais difícil de qualificar e de prevenir. É um problema de que se fala menos, mas que tem reflexos mais negativos no insucesso educativo, nas condições de aprendizagem. Isso preocupa-me mais porque vejo com mais dificuldade o como se resolve.

Diz que cumpriu as 70 medidas a que se propôs e que entre as que lhe são mais caras estão a integração escolar, ou a escola a tempo inteiro. Acha que está tudo na perfeição?
Nunca está tudo na perfeição. Era preciso ser-se pouco exigente para considerar que fazemos e está feito. É sempre possível melhorar. O trabalho tem uma herança e um futuro. Temos que pensar que o trabalho que fazemos é resultado das circunstâncias e que temos um futuro e que haverá quem, a partir do nosso contributo, possa fazer mais e melhor. É isso que também procuro fazer em relação ao passado. Há futuro e esse futuro sobreviver-nos-á.

O programa novas oportunidades é-lhe também querido, mas não faltam críticas.
Desafio-vos a irem assistir a uma das provas públicas. O programa tem mecanismos de controlo e de auditoria como não tem nenhuma outra formação no país. O sistema universitário não tem os sistemas de controlo que tem o programa novas oportunidades.

A ministra que "nunca" se ri foi descontraindo ao longo da entrevista que durou quase duas horas
A ministra que "nunca" se ri foi descontraindo ao longo da entrevista que durou quase duas horas

O ensino deve caminhar numa aposta mais centrada na pedagogia do que no conhecimento?
Não existe essa oposição. A pedagogia é um instrumento e propõe diferentes técnicas por exemplo para o ensino da leitura. Acho é que é necessário ter uma atitude de grande abertura e não ser fundamentalista. A obrigatoriedade da escola é ensinar todas as crianças a ler. Há umas que aprendem com um método e outras com outro.

Como socióloga não acha que o fecho de escolas contribuiu para a desertificação do país?
Há mais de 20 anos que o país tinha decidido fechar essas escolas. É uma ilusão pensar que a escola vai atrair pessoas. Os interesses das crianças e do país não se podem subordinar a uma ideia que não passa por esta política educativa. Acho que salvámos estas 10 mil crianças das cerca de 2 mil escolas que fechámos. Basta ir às escolas que as acolheram. São crianças de meios rurais que passaram a ter acesso a outros recursos, desde logo a outras crianças para brincar.

"Todos nos sentimos cansados"

Diz que já cumpriu o que se propôs. Se tivesse que sair hoje, sairia convicta do dever cumprido?
Isso em qualquer dos dias. Sairia convicta do dever cumprido, não hoje mais do que há um ano ou há dois anos.

Tem consciência de que é o primeiro rosto da contestação ao Governo? Que é o 1º membro do Governo a colocar milhares de pessoas na rua contra as políticas governativas? Não a incomoda?
São ou não necessárias estas mudanças? Esta é que é a questão com que nos debatemos. Contestação haverá sempre e será tanto maior quanto forem melhores as condições para essa contestação e quanto mais profunda for a mudança de paradigma. São mudanças muito radicais em relação à tendência dos últimos 30 anos.

No meio da grande contestação de que tem sido alvo, nunca pensou demitir-se? Na altura em que Correia de Campos se demitiu , também se pensou que a senhora iria abandonar o Governo.
Não lhe vou responder a isso.

Não se sente cansada ou desgastada?
O cansaço é normal em quem trabalha. Todos nos sentimos cansados. Todos temos uns dias em que estamos mais motivados do que noutros.

Como é que gostava de ser recordada?
Não penso nisso. Não trabalho para a memória. Não me faça perguntas dessas que me deixa atrapalhada.

Pensa filiar-se no PS?
Sim, não é uma questão problemática para mim.

Então porque ainda não o fez?
Porque entendo que é necessário disponibilidade para a vida partidária. Encaro a vida partidária como um desafio importante e um dever cívico. Já pensei filiar-me várias vezes mas ainda não aconteceu. Não me faz trabalhar pior, nem melhor filiar-me no PS.

Acha que o PS tem condições para renovar a maioria absoluta e deve pedi-la?
Eu gostaria muito que o PS voltasse a ter maioria absoluta e farei o meu melhor para que isso aconteça. Mas acho que falta muito tempo.

Se o Eng. Sócrates ganhar outra vez as eleições está disponível para mais quatro anos?
Não estou a pensar nisso. Isso não depende de mim, mas sobretudo do Eng. Sócrates.

No dia em que foi convidada alguém a aconselhou a não aceitar o convite?Há sempre de tudo.

Houve um ex-ministro da administração interna que disse algo do género: "estes não são os meus polícias". Estes são os seus professores?
Esta é a comunidade educativa do meu país e tudo farei para dar o meu contributo.

Disse que perdeu os professores mas ganhou o país...
Dou um prémio a quem encontrar essa minha frase. Há diferentes interesses que devem ser ponderados, os dos professores, os dos alunos, os das famílias, das autarquias, os do país. O que a frase pode simbolizar no aspecto mais positivo é que há vários interesses que têm de ser ponderados. A política da educação não pode estar reduzida à condição dos professores.

Já foi sindicalizada? Que visão tinha e tem hoje dos sindicatos?
A minha experiência de sindicalizada é insignificante para o caso. A minha visão mais elaborada sobre os sindicatos vem de ter estudado o sindicalismo e de leccionar sociologia do trabalho.


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PÁRA BENS Á PULÍTICA INDUCATIVA DA SINHORA MENISTR
Aldeido Formico (seguir utilizador), 1 ponto , 1:59 | Sábado, 5 de Jul de 2008
ACHO QUE ESTÃO E EXAGERAR NO FACTO DE DIZEREM QUE OS EXAMES FORAM FÁCEIS !! .
POR EXEMPLO:ACHAM QUE PERGUNTAR QUANTOS SÃO DOIS E DOIS É DE RESPOSTA FÁCIL?? NÃO QUEIRAMOS TUDO AO MESMO TEMPO!!! SAPIECIA E DISCIPLINA AO MESMO TEMPO??? ERA O QUE MAIS FALTAVA.! AS NOSSAS CRIANÇAS NÃO SÃO NENHUMAS MAQUINAS E EXIGIR MAIS DO QUE O QUE SE ENSINA AGORA ERA PERIGOSO PARA O CÉREBRO DAS CRIANÇAS QUE ATÉ PODIA EXPLODIR, E EXIGIR QUE SE CONTIVESSEM SEM BATER NOS PROFESSORES ERA IGUALMENTE PERIGOSO POI PODIA CRIAR-LHES COMPLEXOS MUITO GRAVES,O QUE AFECTARIA A SUA VIDA ADULTA
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    Re: PÁRA BENS Á PULÍTICA INDUCATIVA DA SINHORA MEN    Ver comentário
hmmsa (seguir utilizador), 1 ponto , 21:31 | Sábado, 5 de Jul de 2008
    Re: PÁRA BENS Á PULÍTICA INDUCATIVA DA SINHORA MEN    Ver comentário
sandishaw (seguir utilizador), 1 ponto , 22:02 | Sábado, 5 de Jul de 2008
    Re: PÁRA BENS Á PULÍTICA INDUCATIVA DA SINHORA MEN    Ver comentário
hmmsa (seguir utilizador), 1 ponto , 22:41 | Sábado, 5 de Jul de 2008
    Re: PÁRA BENS Á PULÍTICA INDUCATIVA DA SINHORA MEN    Ver comentário
sandishaw (seguir utilizador), 1 ponto , 23:01 | Sábado, 5 de Jul de 2008
    Re: PÁRA BENS Á PULÍTICA INDUCATIVA DA SINHORA MEN    Ver comentário
hmmsa (seguir utilizador), 1 ponto , 23:44 | Sábado, 5 de Jul de 2008
    Re: PÁRA BENS Á PULÍTICA INDUCATIVA DA SINHORA MEN    Ver comentário
hmmsa (seguir utilizador), 1 ponto , 23:53 | Sábado, 5 de Jul de 2008
    Re: PÁRA BENS Á PULÍTICA INDUCATIVA DA SINHORA MEN    Ver comentário
sandishaw (seguir utilizador), 1 ponto , 1:33 | Domingo, 6 de Jul de 2008
    Re: PÁRA BENS Á PULÍTICA INDUCATIVA DA SINHORA MEN    Ver comentário
aguafria (seguir utilizador), 1 ponto , 18:29 | Domingo, 6 de Jul de 2008
    Re: PÁRA BENS Á PULÍTICA INDUCATIVA DA SINHORA MEN    Ver comentário
Rantaplan (seguir utilizador), 1 ponto , 21:27 | Domingo, 6 de Jul de 2008
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temi (seguir utilizador), 1 ponto , 19:37 | Segunda-feira, 7 de Jul de 2008
Competência(s)
mitic0 (seguir utilizador), 1 ponto , 2:39 | Sábado, 5 de Jul de 2008
Aquela que é apontada como um dos ministros mais competentes, é para mim um exemplo claro de inteligência artificial. Incapaz de encaixar críticas, do exercício do contraditório, vai propagueando algumas ideias vagas, vãs, para se furtar a explicitações concretas. Exemplo paradigmático foi hoje a entrevista no jornal da noite da rtp1. Surreal.

Se queremos transmissão e assimilação de conhecimentos e competências ( e de saber SER),na educação, para quando um exemplo dado pelo responsável máximo?
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bgl (seguir utilizador), 1 ponto , 3:09 | Sábado, 5 de Jul de 2008
É tudo farinha do mesmo saco!
Mamaevovo (seguir utilizador), 1 ponto , 9:12 | Sábado, 5 de Jul de 2008
Se compararmos a politica da Educação com a política das Obras Públicas e Transportes obteremos uma linha coincidente, isto é, em época de transição aposta-se tudo no modelo anterior. Se dissermos que isso é uma política de modernidade e que é bom para o país, temos o caldo deste governo.
A violência nas escolas é generalizada em todos os países do mundo. Acredita-se que são necessárias novas metodologias para esse combate, o que fazem os outros países? Apostam em escolas de proximidade e mais pequenas, onde toda a gente conhece toda a gente e se sabe quem são os pais daqueles filhos. Esta medida pode ser em si própria o método mais rápido de se acabar com a violência, como facilmente se entende.
O que se faz no nosso País? Vai buscar-se o modelo que originou a violência, amplia-se para tornar as escolas ainda maiores, fecham-se as escolas de proximidade e põem-se a GNR à porta das escolas!
Tal e qual o que está a fazer o ministro Mário Lino.
Numa época em que todos nós estamos a sentir na pele as consequências do estertor do petróleo, o que faz este governo? Aposta em mais do mesmo e, mais grave ainda, deixa para serem pagas pelos nossos netos as asneiras que está a fazer hoje.
A respeito do TGV muitas vezes se evoca a atitude de D. Carlos, imagine-se que andávamos hoje a pagar um comboio especial que para ser mais rápido utilizasse 100 parelhas de cavalos ou uma albergaria em que poderiam ser feitas 500 mudas de cavalos por minuto!
É mais ou menos isto que Sócrates nos propõe, como sendo política de “modernidade” e que é “bom para o País”: apostar no antigo, ignorar o presente e hipotecar o futuro!
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    Re: É tudo farinha do mesmo saco!    Ver comentário
Dunca (seguir utilizador), 1 ponto , 14:10 | Sábado, 5 de Jul de 2008
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Mamaevovo (seguir utilizador), 1 ponto , 16:39 | Sábado, 5 de Jul de 2008
Humildade faz bem
Nunes da Silva (seguir utilizador), 1 ponto , 10:07 | Sábado, 5 de Jul de 2008
Na opinião que a Ministra toma como certa, esta prova de matemática foi talvez a melhor dos últimos 30 anos. Se é “melhor” é diferente da do ano passado. Um senão para deitar foguetes com resultados.
    Mas para ela os resultados deste ano provieram exclusivamente de melhoria do ensino. Como é que, de um ano para o outro, o ensino melhorou tanto e conseguiu superar de tal modo deficiências de preparação dos alunos por terem tido “pior” ensino nos seus anos anteriores?
    A lógica aconselharia a meditar nestas contradições e... ouvir .
        Fechar escolas, na sua opinião, deu aos alunos mais oportunidade de brincar. Mas obriga-os a perder tempo, a levantarem-se mais cedo, a maior despesa e risco nas deslocações, a maior dificuldade dos pais para acompanhar os filhos. E contribui sem dúvida para desertificação de zonas do país onde deixa de haver escola. Na escolha de local de habitação pesam as facilidades para os filhos estudarem. E um professor dá nitidamente mais atenção a cada aluno se só tiver 5 discípulos do que 30.
    Mas claro que melhorar métodos de ensino proporciona melhores resultados. É sempre útil o que se possa fazer nesse sentido.
    Humildade, reconhecer erros é salutar. Não há soluções infalíveis.
                António José de Matos Nunes da Silva
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associações e comissões inúteis
Carlos A R Ferreira (seguir utilizador), 1 ponto , 10:43 | Sábado, 5 de Jul de 2008
As associações científicas andam atarefadas a analisar o grau de dificuldade dos exames deste ano. Mas quando os exames eram do gosto dessas comissões e associações científicas, isto é, antes desta ministra, sempre tivemos um dos piores e mais caros ensinos do Mundo. No nosso País, paraíso das associações e comissões inúteis, só se acorda quando se toca em interesses corporativos.
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    Re: associações e comissões inúteis    Ver comentário
Professor.com.muita. (seguir utilizador), 1 ponto , 20:26 | Sábado, 5 de Jul de 2008
    Re: associações e comissões inúteis    Ver comentário
Carlos A R Ferreira (seguir utilizador), 1 ponto , 20:38 | Sábado, 5 de Jul de 2008
    Finalmente    Ver comentário
Professor.com.muita. (seguir utilizador), 1 ponto , 14:45 | Domingo, 6 de Jul de 2008
Um edificio educativo que virou manta de retalhos
saej (seguir utilizador), 1 ponto , 11:51 | Sábado, 5 de Jul de 2008
Tivemos nos ultimos 30 anos umas dezenas de equipas ministeriais, com outras tantas politicas educativas disruptivas das anteriores e sem qualquer preocupação de prosseguimento pelas seguintes, construindo um edificio educativo que é uma autentica manta de retalhos. Para cumulo, esta equipa ministerial, conseguiu transformar o palco da educação num ring de conflitos, com a ministra e seus acólitos num canto, os professores noutro, os pais noutro e os alunos no outro canto. O arbitro foi assistindo impassivel à construção desta realidade.
Talvez a pior ministra, os piores secretários de estado. e as piores politicas dos ultimos 30 anos, para mal do nosso futuro.
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    Re: Um edificio educativo que virou manta de retal    Ver comentário
jorcsilva (seguir utilizador), 1 ponto , 12:09 | Sábado, 5 de Jul de 2008
    Re: Um edificio educativo que virou manta de retal    Ver comentário
Dunca (seguir utilizador), 1 ponto , 14:22 | Sábado, 5 de Jul de 2008
    Re: Um edificio educativo que virou manta de retal    Ver comentário
aguafria (seguir utilizador), 1 ponto , 19:52 | Sábado, 5 de Jul de 2008
Demita-se Srª Ministra!
afonsosil (seguir utilizador), 1 ponto , 13:01 | Sábado, 5 de Jul de 2008
Sou professor há 14 anos, e já leccionei em escolas do Norte ao Sul de Portugal. Mas uma coisa é certa, o estado, o espiríto vivido nas escolas nunca foi tão deplorável como nos dois últimos anos. Esta Ministra teve a incompetência de agravar a burocratizçõ das escolas, instalar um clima de divisão entre professores, criar aulas de substituição que mais não são que espaços lúdicos dos alunos. Esta Ministra voltou a instaurar a possibilidade dos compadrios e «cunhas» nos concursos de professores. E vem falar em rigor, em qualidade.Ora, quem trabalha numa escola sabe a pressão que existe, emanada da legislação, para transitar os alunos. Chega a ser vergonhoso e deplorável o que se faz e discute nos Conselhos de Turma de avaliação para passar os alunos. É triste o papel que muitos Directores de Turma têm que representar nesses Conselhos de Turma para pressionar os colegas a transitar os alunos. Nem vou falar nos exames, pois tenho uma filha no 9º ano, e como professor de Matemática prefiro nem comentar a falta de exigência desse exame. Sinto que este sistema educativo está claramente a aldrabar os alunos, e que daqui a uns anos os que ingressarem no ensino superior vão perceber isso, mas aí é tarde...Oh, Srª Ministra não faz a mais pequena ideia do que se passa nas salas de aula deste país! Faça o favor de descer à realidade escolar.As suas visitas às escolinhas são preparadas, artificiais, porque o dia-a-dia é bem diferente!A indisciplina grassa a olhos vistos, dentro e fora da sala de aula.E muita dessa indisciplina é da sua responsabilidade. Como é que uma responsável que consegue colocar 100 mil profs na rua a pedir a sua demissão consegue suportar enfrentar o país? Há pessoas com capacidade para ser «rato», por favor Srª Ministra nós não a queremos por cá! Demita-se!
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    Re: Demita-se Srª Ministra!    Ver comentário
Dunca (seguir utilizador), 1 ponto , 13:25 | Sábado, 5 de Jul de 2008
    Re: Demita-se Srª Ministra!    Ver comentário
Carlos A R Ferreira (seguir utilizador), 1 ponto , 20:46 | Sábado, 5 de Jul de 2008
    Re: Demita-se Srª Ministra!    Ver comentário
Rantaplan (seguir utilizador), 1 ponto , 22:09 | Sábado, 5 de Jul de 2008
    Re: Demita-se Srª Ministra!    Ver comentário
Carlos A R Ferreira (seguir utilizador), 1 ponto , 13:00 | Domingo, 6 de Jul de 2008
    É por isso que a ministra ganha.    Ver comentário
Professor.com.muita. (seguir utilizador), 1 ponto , 14:57 | Domingo, 6 de Jul de 2008
    Re: É por isso que a ministra ganha.    Ver comentário
Carlos A R Ferreira (seguir utilizador), 1 ponto , 19:34 | Domingo, 6 de Jul de 2008
    Lá vamos nós outra vez    Ver comentário
Professor.com.muita. (seguir utilizador), 1 ponto , 0:46 | Segunda-feira, 7 de Jul de 2008
    Re: Demita-se Srª Ministra!    Ver comentário
aguafria (seguir utilizador), 1 ponto , 17:25 | Domingo, 6 de Jul de 2008
    Re: Demita-se Srª Ministra!    Ver comentário
Carlos A R Ferreira (seguir utilizador), 1 ponto , 19:37 | Domingo, 6 de Jul de 2008
    Re: Demita-se Srª Ministra!    Ver comentário
sandishaw (seguir utilizador), 1 ponto , 22:12 | Sábado, 5 de Jul de 2008
    Re: Demita-se Srª Ministra!    Ver comentário
Cafer (seguir utilizador), 1 ponto , 1:00 | Domingo, 6 de Jul de 2008
    Re: Demita-se Srª Ministra!    Ver comentário
sandishaw (seguir utilizador), 1 ponto , 1:48 | Domingo, 6 de Jul de 2008
    Re: Demita-se Srª Ministra!    Ver comentário
Cafer (seguir utilizador), 1 ponto , 2:37 | Domingo, 6 de Jul de 2008
    Re: Demita-se Srª Ministra!    Ver comentário
sandishaw (seguir utilizador), 1 ponto , 16:16 | Domingo, 6 de Jul de 2008
    Re: Demita-se Srª Ministra!    Ver comentário
aguafria (seguir utilizador), 1 ponto , 17:41 | Domingo, 6 de Jul de 2008
    Re: Demita-se Srª Ministra!    Ver comentário
Rantaplan (seguir utilizador), 1 ponto , 22:07 | Domingo, 6 de Jul de 2008
    Re: Demita-se Srª Ministra!    Ver comentário
Cafer (seguir utilizador), 1 ponto , 0:31 | Segunda-feira, 7 de Jul de 2008
    Re: Demita-se Srª Ministra!    Ver comentário
Rantaplan (seguir utilizador), 1 ponto , 22:00 | Domingo, 6 de Jul de 2008
    Foi posta fora?    Ver comentário
Professor.com.muita. (seguir utilizador), 1 ponto , 1:27 | Segunda-feira, 7 de Jul de 2008
    Re: Demita-se Srª Ministra!    Ver comentário
Rantaplan (seguir utilizador), 1 ponto , 21:41 | Domingo, 6 de Jul de 2008
É tempo de trabalho?
Dunca (seguir utilizador), 1 ponto , 13:14 | Sábado, 5 de Jul de 2008

“As férias de Natal estão previstas de 19 de Dezembro de 2008 a 4 de Janeiro de 2009, as de Carnaval de 23 a 25 de Fevereiro de 2009 e, por último, as da Páscoa de 28 de Março a 13 de Abril de 2009. O fim das aulas para os alunos dos 9.º, 11.º e 12.º anos deverá acontecer a partir de 09 de Junho de 2009.”

Vejamos essas interrupções na ponta do lápis:

Natal - 17 dias
Carnaval - 3 dias
Pascoal - 17 dias
Férias grandes - 3 meses

Por outro lado... Declarou a Ministra na entrevista com muita propriedade:

- “...O trabalho tem uma herança e um futuro...”

Pois é... Mas... Não estou a ver esse trabalho, e, por conseqüência, não vejo futuro...

Certamente, não é em trabalho o que está a pensar o Ministério da Educação, professores, alunos, sindicatos, associações científicas, de pais e outras tantas inúteis... E nem a oposição protestou... Todos estão de acordo com esse:

“Dolce Far Niente”

Porra !!! É... E ninguém protestou... Com tanto tempo de ociosidade... O ensino que se lixe.... Aprender para quê? Queima os neurônios.

A oligarquia estabelecida precisa de muitos burros para carregar a nação.

Arre burro !!!

“Antes quero burro que me carregue do que cavalo que me derrube” Gil Vicente.

Em tempo: Pelo que se vê na fotografia da Minstra, ela parece ter um belo par de pernas. Sem malícia.
 Como funciona a comunidade no Expresso Responder
    Re: É tempo de trabalho?    Ver comentário
BrincaNareia (seguir utilizador), 1 ponto , 17:38 | Sábado, 5 de Jul de 2008
    Re: É tempo de trabalho?    Ver comentário
Rantaplan (seguir utilizador), 1 ponto , 22:12 | Sábado, 5 de Jul de 2008
    Re: É tempo de trabalho?    Ver comentário
Dunca (seguir utilizador), 1 ponto , 0:29 | Domingo, 6 de Jul de 2008
    Re: É tempo de trabalho?    Ver comentário
Cafer (seguir utilizador), 1 ponto , 1:37 | Domingo, 6 de Jul de 2008
    Re: É tempo de trabalho?    Ver comentário
sandishaw (seguir utilizador), 1 ponto , 22:42 | Sábado, 5 de Jul de 2008
    Re: É tempo de trabalho?    Ver comentário
Cafer (seguir utilizador), 1 ponto , 1:02 | Domingo, 6 de Jul de 2008
    Re: É tempo de trabalho?    Ver comentário
aguafria (seguir utilizador), 1 ponto , 17:50 | Domingo, 6 de Jul de 2008
    Re: É tempo de trabalho?    Ver comentário
Rantaplan (seguir utilizador), 1 ponto , 21:12 | Domingo, 6 de Jul de 2008
SENHORES DO MUNDO, ABRAM OS OLHOS!!
Magarefe (seguir utilizador), 1 ponto , 13:56 | Sábado, 5 de Jul de 2008
Senhores, vejam que afinal há milagres. Uma senhorita erigida em ME dum país em que a maioria se está borrifando para tudo o que seja saber (para quê?), colocado ao pé da Somália, Burundi etc nos "rankings" ( em resultados de provas efectivas) de um ano para o outro consegui o que se pode ver!! subida de 50%no desempenho dos alunos do secundário e na disciplina ódio de estimação dos génios lusos!!. Haja decência!! Senhores do Expresso, que é que pretendem ao dar tamanha saída à demagogia mais rasteira e à trafulhice mais elementar? Será que o dr Balsemão está à espera do resultado de algum concurso? Era preferível por na primeira página a parelha Ronaldo/Nereida, era menos nocivo à pouca sanidade mental que nos resta.
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    Re: SENHORES DO MUNDO, ABRAM OS OLHOS!! Nº 2    Ver comentário
userEX141019 (seguir utilizador), 1 ponto , 22:21 | Sábado, 5 de Jul de 2008
Mas até parece que é!
oquemevierarealgana (seguir utilizador), 1 ponto , 17:45 | Sábado, 5 de Jul de 2008
A impressão que dá, senhora ministra, é a de k é... imune e prepotente!
Visite o blog: oquemevierarealgana.blogspot.com
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Esta Ministra é a maior, ah ah ah
Professor.com.muita. (seguir utilizador), 1 ponto , 20:17 | Sábado, 5 de Jul de 2008
Deve passar a 1ª Ministra Já.

Só um exemplo:
Lançou este ano um Plano de apoio à matemática, tão bom, tão bom, tão bom, que embora fosse só para alunos até ao 9ºano, já conseguiu que a média nacional do exame de matemática de 12º subisse de 7 e pouco para 12. No fundo só tiraram negativa alguns alunos que tentaram sabotar o enorme mérito da MILUXA.

Se ela fosse primeira ministra, lançava o plano tecnológico do socras, e quando acabasse, os EUA, pediam para passar a pertencer a Portugal.
Ah grande Miluxa, espero que o PS te candidate a Primeira ministra em vez do socras. Os professores, que te adoram, votam todos em ti, campeâ das vitórias estatísticas manipuladas.

Lanço aqui já:
A Terra é demasiado pequena para a MILUXA.

MILUXA a presidente do SOL, JÁ.
Dou euros para ajudar a construir uma nave especial para a enviar para lá.
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Ministra boa
quase (seguir utilizador), 1 ponto , 21:12 | Sábado, 5 de Jul de 2008
Sim senhor com esta é que a madama me deu a volta, aquela perna, aquele sorriso. Meu deus onde andei eu este tempo todo que só via uma ministra, mais parecida com uma beata, quando na realidade estamos na presença de uma ministra boa. Já meu deu metade da volta, já começo a dizer que o ensino está a melhorar...
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Re: "Não sou imune à contestação social"
libertino (seguir utilizador), 1 ponto , 21:54 | Sábado, 5 de Jul de 2008
Tirem esta senhora do sitio onde está! Ocupa espaço e faz porcaria.
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Ah, não ???
userEX141019 (seguir utilizador), 1 ponto , 22:21 | Sábado, 5 de Jul de 2008
Ah, não ? Não é imune à contestação social ?
Então por que é que ainda não se demitiu ?
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desculpem...
B l u e S k y (seguir utilizador), 1 ponto , 22:26 | Sábado, 5 de Jul de 2008
...mas estas fotos da ministra estão no limite da pornografia.
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    Re: desculpem...    Ver comentário
hmmsa (seguir utilizador), 1 ponto , 22:52 | Sábado, 5 de Jul de 2008
    Re: desculpem...    Ver comentário
Rantaplan (seguir utilizador), 1 ponto , 22:19 | Domingo, 6 de Jul de 2008
71 comentários
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