Agente da ASAE fiscaliza loja junto ao Santuário de Fátima, mas as suas competências poderão vir a ser alargadas
Tiago Miranda/Expresso
Em declarações à SIC Notícias, o especialista fez a análise da notícia avançada hoje pelo Expresso, sobre as aulas de manuseamento de armas, perseguições de automóvel e técnicas de defesa pessoal, desencadeadas em virtude da violência que se tem verificado na recepção dos agentes em alguns locais, segundo responsáveis da ASAE.
Para Paulo Rangel, está-se a "duplicar meios" dispersando corpos policiais, quando há "queixas de falta de meios e quando outras forças precisam delas e sabem como usá-las".
"A sua esfera de competência é a fiscalização económica" e, por isso, defende, "não deve ser a ASAE a ter competências de Polícia Judiciária".
Trata-se de "questões de bom senso e lógica" já que "não faltam instrumentos de outras forças que podem ser complementares", sublinhou Rangel alertando para uma situação que poderá conduzir "a exageros bastante negativos para a liberdade dos cidadãos" e tornar "menos claro" o quadro policial.