13/02/2012 atualizado às 19:57
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José Couceiro admite candidatura à Liga de Clubes

"Estarei disponível desde que não seja para manter as coisas como estão e que a Liga de Clubes seja um fator de união e não de desunião", diz José Couceiro

13:32 Segunda feira, 15 de março de 2010
José Couceiro está disponível para pensar o futebol profissional português,, no sentido de criar um modelo que o torne mais competitivo, mas só avançará se houver uma ideia coincidente
José Couceiro está disponível para pensar o futebol profissional português,, no sentido de criar um modelo que o torne mais competitivo, mas só avançará se houver uma ideia coincidente
Ana Baião

José Couceiro admite estar disponível para ser candidato à presidência da Liga Portuguesa de Futebol Profissional (LPFP) "desde que existam projetos de base".    

A associação do nome do atual treinador do Gaziantepspor, da Turquia, à presidência da LPFP não é nova, tendo surgido mesmo antes do mandato de Hermínio Loureiro, e volta a ganhar forma com o aproximar de novo ato eleitoral.

Em declarações à Agência Lusa, José Couceiro diz que até ao momento ainda não recebeu qualquer convite formal, mas que já foi abordado por vários clubes, principalmente da Liga de Honra, no sentido de ser candidato. "Estarei disponível para pensar no assunto e discutir essa questão, desde que não seja para manter as coisas como estão e que a Liga seja um fator de união e não de desunião", defende José Couceiro. 

Todos a puxar para o mesmo lado


Para José Couceiro "é essencial que os clubes funcionem na Liga como um cartel, salvaguardando as diferenças ao nível desportivo, dado que todos querem ganhar, e pretendam pensar em conjunto o negócio do futebol". 

Entre os problemas urgentes a tratar pela Liga, José Couceiro elege a reorganização do futebol profissional, tornando-o mais competitivo, e a defesa de interesses comuns, tanto na Liga como na Liga de Honra.

"O sucesso passa por estabelecer bases de equilibro", sustenta José

Couceiro. "Somos um mercado pequeno, mas queremos competir com mercados grandes, nomeadamente no financiamento das provas profissionais". 

O antigo treinador do FC Porto que já foi também diretor geral do Sporting, administrador da SAD do Alverca e presidente do Sindicato dos Jogadores, reconhece que abraçar um novo projeto trará sempre discordâncias, mas apela à "separação de interesses".

Criar modelo mais competitivo


José Couceiro afirma que está disponível para pensar o futebol profissional português, no sentido de criar um modelo que o torne mais competitivo, mas só avançará se houver uma ideia coincidente. 

"Apresentar a candidatura será mesmo o último passo, pois o mais importante é pensar o futebol português. Como é que o podemos tornar mais competitivo a nível internacional", explica José Couceiro. 

O treinador, que defende uma presidência acima da gestão das várias áreas (Disciplina, Arbitragem e competições) reconhece que, caso avance com a candidatura, terá que mudar radicalmente de vida. 

"É um desafio altamente aliciante e interessante, se houver base para se poder avançar", adianta José Couceiro, interessado em participar na reforma no futebol português, embora admita que tal possa demorar algum tempo. 

*** Este texto foi escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico ***

Nota da Direcção do Expresso

O Expresso apoia e vai adoptar o novo Acordo Ortográfico. Do nosso ponto de vista, as novas normas não afectam - antes contribuem - para a clarificação da língua portuguesa.

Por outro lado, não consideramos a ideia de que a ortografia afecta a fonética, mas sim o contrário. O facto de a partir de 1911 a palavra phleugma se passar a escrever fleugma e, já depois, fleuma não trouxe alterações ao modo como é pronunciada. Assim como pharmacia ou philosophia.

O facto de a agência Lusa adoptar o Acordo Ortográfico, enquanto o Expresso, por razões técnicas (correctores e programas informáticos de edição) ainda não o fez, leva a que neste sítio na Internet coexistam as ortografias pré-acordo e pós-acordo.

Pedimos, pois, a compreensão dos nossos leitores.

Lusa
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xadrez (seguir utilizador), 1 ponto , 21:07 | Segunda feira, 15 de março de 2010
é que move um treinador de futebol querer abraçar uma carreira de executivo num organismo de futebol? Não se sente realizado a ministrar, aos seus pupilos, táctica e técnica de futebol? Ou será que prefere as lides, desta vez, nos meandros do mesmo?
 
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Para fazer o mesmo?
boissy (seguir utilizador), 1 ponto , 15:27 | Terça feira, 16 de março de 2010
Se é para fazer a mesma m.... que o outro que la esta, vale mais ficares onde estas.
 
 Regras da comunidade
Ele diz que está disponível para a Liga mas...
Thunderbolt (seguir utilizador), 1 ponto , 16:05 | Terça feira, 16 de março de 2010
o que ele realmente quer é tacho! Seja onde for e melhor ainda se for muito bem pago!
 
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