23/02/2012 atualizado às 14:08

Freeport: Cavaco em silêncio não comenta "assuntos de Estado"

O Presidente da República voltou hoje a não querer comentar o caso Freeport, classificando-o como "assunto de Estado".

11:09 Sábado, 31 de janeiro de 2009

O Presidente da República, Aníbal Cavaco Silva, escusou-se hoje, novamente, a pronunciar-se sobre o caso Freeport, que classificou como um "assunto de Estado".

Interrogado sobre até quando não vai responder sobre o caso Freeport, Cavaco Silva disse não ser aquele o momento de tratar de "assuntos de Estado".

"Hoje estamos aqui num torneio de Golf, não se tratam de assuntos de Estado, podemos assim dizer", afirmou o chefe de Estado, depois de ter assistido ao início à Taça Portugal Solidário 2009, que decorre na Quinta da Marinha, em Cascais.

Ontem, o Presidente da República já tinha escusado pronunciar-se sobre o caso Freeport ou sobre as condições do primeiro-ministro para continuar a liderar o Governo, argumentando não querer desviar as atenções sobre temas como a pobreza e o desemprego.

"Eu não devo fazer nenhum comentário sobre essa questão", afirmou, em declarações aos jornalistas à saída IV Congresso da Confederação das Instituições de solidariedade.

Lusa
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para rir...
corta bushos (seguir utilizador), 2 pontos (Divertido), 11:52 | Sábado, 31 de janeiro de 2009
— E o seu filho, está bem? — Pois está. Está lá pra Lisboa há muitos anos. Não é por ser meu filho, mas é muito esperto. Anda lá com aqueles senhores da alta, com aquela gente assim. Sim, senhor. E está muito bem. Vive muito bem.
— Muito me conta. Mas em que é que ele se emprega?
— Olhe, nem sei bem. Ele agora é lá daqueles que falam muito: é... como é que se chama aquilo? É daqueles... é doputedo. É doputedo.

Um presidente de câmara do interior queria construir uma ponte e chamou três empreiteiros: um alemão, um americano e um português.
— Faço por três milhões de dólares — disse o alemão. — Um pela mão-de-obra, um pelo material e um para o meu lucro.
— Faço por seis milhões — propôs o americano. — Dois pela mão-de-obra, dois pelo material e dois para mim. Mas o serviço é de primeira.
— Faço por nove milhões — disse o português.
— Nove? — espantou-se o presidente — É de mais! Porquê?
— Três para mim, três para si e três para o alemão fazer a obra!

Um sujeito vai visitar um amigo deputado e aproveita para lhe pedir um emprego para o filho, que tinha acabado de completar o décimo segundo ano.
— Eu tenho uma vaga de assessor, só que o ordenado não é muito bom...
— Quanto é, doutor?
— Pouco mais de dez mil euros.
— Dez mil? Mas é muito dinheiro para o garoto! Ele não vai saber o que fazer com tudo isso. Não tem vaga mais modesta?
— Só se for para trabalhar na Assembleia. Meio período. Estão a pagar cinco mil!
— Ainda é muito, doutor! Isso vai acabar por estragar o rapaz. O senhor não tem um emprego que pague uns mil ou até mil e duzentos euros?
— Ter, tenho. Mas aí é só por concurso e é para quem tem curso superior em Engenharia, Administração, Medicina, Economia, Direito ou Contabilidade, etc. E ainda tem de possuir bons conhecimentos em informática, além de inglês, francês e espanhol fluentes...

A mãe leva a filha à Assembleia da República.
Conforme entram a mãe diz-lhe:
- Agora tens que estar caladinha. Sabes porquê, não sabes?
- Sim, porque estão pessoas a dormir.

 
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Uma nova Constituinte
aukistuxego (seguir utilizador), 1 ponto , 13:28 | Sábado, 31 de janeiro de 2009
A actual não prevê. Mas o País precisava para um total esclarecimento do que se passa, de eleições antecipadas para a presidência da república, para primeiro ministro e novas leis que não permitam o que tem acontecido nos últimos anos...
 
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Eleições Legislativas no mesmo dia das Europeias ?
Fragon (seguir utilizador), 1 ponto , 13:52 | Sábado, 31 de janeiro de 2009
Se Sócrates se demitir a seguir ao Congresso do PS, depois de ser reeleito SG, o que fará o PR ?

Eleições Legislativas + Europeias em Junho ?
 
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Assunto de Estado
vasil (seguir utilizador), 1 ponto , 14:20 | Sábado, 31 de janeiro de 2009
Os portugueses não têm direito a conhecer os assuntos de Estado!
Preparem-se para a CENSURA, depois a INQUISIÇÂO...
Leiam o Proença de Carvalho, o tal que ía defender os rapazes da Casa Pia, e depois largou a questão... Agora ataca as vitimas e os seus defensores!...

O PR, na sua popular honestidade (verdadeira), subiu-lhe à cabeça o estar ao Serviço dos Senhores Feudais, e como 'cumpridor' das suas funções, barimba-se no Paíseno Povo! Assuntos de Estado! Não somos nós o Estado?

E o que diz da 'justiça portuguesa'? E das Leis,feitasà conveniência Senhorial?
 
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é visível em Cavaco Silva
B l u e S k y (seguir utilizador), 1 ponto , 14:45 | Sábado, 31 de janeiro de 2009
um certo mau estar e uma tremenda dificuldade em comentar assuntos de estado ou outros assuntos de particular relevo.
 
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Ó PR!!
Sebastião da Treta (seguir utilizador), 1 ponto , 15:04 | Sábado, 31 de janeiro de 2009
Quando os homossexuais puderem casar pelo Estado é que vão ser elas!! Vamos passar fome!!

HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA!
 
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O PR pode prejudicar-se
Musoko (seguir utilizador), 1 ponto , 15:20 | Sábado, 31 de janeiro de 2009
O PR vai ter de se pronunciar se o caso não for esclarecido em sede de Justiça. Pronunciou-se sobre os divórcios (talvez estimulado pela esposa), sobre a legislação, e um dia destes tem de ser o Freeport, tenha paciência. O caso Freeport, a existir, também tem a ver com desemprego, corrupção, riqueza e pobreza, porque parece andar ali dinheiro dos contribuintes que vai nãos e sabe para onde, impactos ambientais que fazem parte da riqueza de cidadania, ética política.
Por quanto mais tempo se vai arrastar este caso?
Preparemo-nos porque a imprensa não o vai largar porque além do mais, este caso vende.
O PR já se pronunciou, como disse, em casos menos graves. Ele vai assobiando para o lado, mas atenção que colocar-se fora ou na retaguarda deste caso ético pode prejudicá-lo.
Rui Ramos
 
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    Re: O PR de acordo com Governo    Ver comentário
Fragon (seguir utilizador), 1 ponto , 16:07 | Sábado, 31 de janeiro de 2009
caso freeport
patricio branco (seguir utilizador), 1 ponto , 7:21 | Domingo, 1 de fevereiro de 2009
o país não pode continuar pendente do esclarecimento de um caso que pode demorar muito, pois trata-se do primeiro ministro.
mesmmo inocente, o PM tem de tomar uma decisão rápida, eventualmente demitir-se, para se esclarecer a verdade sem o país sofrer.
É tambem doloroso para os cidadãos sentir-se governados por um PM sob investigação.
 
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O pé na argola
user178221 (seguir utilizador), 1 ponto , 12:13 | Domingo, 1 de fevereiro de 2009
É evidente que Cavaco Silva, naquele local e naquele momento, meteu bem o "pé na argola". Argola que lhe vai prender o pé e, provavelmente, denunciar outra intenções.
Esta declaração do P.R. é assustadoramente inábil e provatória, e, de certo modo, um gesto comprometedor pelo ar bem sorridente com que a proferiu, contrastando surpreendentemente com a gravidade do caso que o país hoje defronta.
Há sorrisos (largos) que matam.
Nuno

 
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