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FMI defende redução dos salários para combater o défice

Os comentários de Ana Sofia Santos, jornalista do Expresso, no Jornal de Economia da SIC. Em análise, o combate ao défice.

10:04 Quarta feira, 3 de fevereiro de 2010
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Palavras-chave  Economia
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Défice
ANO1933 (seguir utilizador), 2 pontos , 14:10 | Quarta feira, 3 de fevereiro de 2010
E, sinceramente, não sei como baixar o défice de 9.3% para os 3% até 2013.
Ainda, ontem, a voz insuspeita de Siva Lopes, disse não acreditar que tal seja possível.
A não ser que nos ponham "A PÃO e ÁGUA"...
 
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    Re: Défice    Ver comentário
Toni 2 (seguir utilizador), 2 pontos , 15:36 | Quarta feira, 3 de fevereiro de 2010
    Re: Défice    Ver comentário
ANO1933 (seguir utilizador), 2 pontos , 16:20 | Quarta feira, 3 de fevereiro de 2010
    Re: Défice    Ver comentário
Toni 2 (seguir utilizador), 2 pontos , 16:30 | Quarta feira, 3 de fevereiro de 2010
    Re: Défice    Ver comentário
ANO1933 (seguir utilizador), 2 pontos , 16:48 | Quarta feira, 3 de fevereiro de 2010
    Re: Défice    Ver comentário
Toni 2 (seguir utilizador), 2 pontos , 16:59 | Quarta feira, 3 de fevereiro de 2010
    Para "ano 1933"    Ver comentário
user178221 (seguir utilizador), 2 pontos , 18:32 | Quarta feira, 3 de fevereiro de 2010
    Re: Para    Ver comentário
ANO1933 (seguir utilizador), 2 pontos , 20:50 | Quarta feira, 3 de fevereiro de 2010
    Re: Défice    Ver comentário
lysten (seguir utilizador), 1 ponto , 0:46 | Terça feira, 30 de março de 2010
    Re: Défice    Ver comentário
ANO1933 (seguir utilizador), 2 pontos , 9:27 | Terça feira, 30 de março de 2010
FMI defende redução dos salários
Toni 2 (seguir utilizador), 2 pontos , 16:46 | Quarta feira, 3 de fevereiro de 2010
Que se vão os aneis e fiquem os dedos. O merceeiro está a bater à porta e não foi Medina Carreira que o chamou, esse adivinhou e para tal não era preciso ser buxo. Numa coisa ele tem razão, isto só lá vai com medidas impostas de fora, que vão provocar sangue, suor e lágrimas. Que se vá para já o subsidio de Natal e de férias. O de Natal não percebo para que serve, porque o Menino Jesus continua nu. O de Férias também para ír para O Brasil, mais vale ír para o Alentejo, Beiras ou Trás-os-Montes, onde há ar puro e os passarinhos a cantar. Como veem o que é preciso é ter imaginação. Já agora informo que não quero ser incomodado e não dou mais conselhos nem estou interessado em ser politico, nem Primeiro Ministro, ou Ministro das Finanças e muito menos Lider do PSD. Não fui eu que criei esta situação. Há anos que ando a dizer que em termos colectivos estamos a gastar o que não produzimos e a hipotecar o futuro dos nossos filhos, não para fazer obra, porque essa ainda fica e pode criar mais valias, mas pura e simpesmente para nós vivermos melhor e gastar no regabofe e em foguetes. Quem gasta o que não tem a pedir vem. Pelo andar da carruagem já nem Nossa Senhora de Fátima consegue fazer o milagre e temos mesmo de descalçar este par de sapatos, que nunca deviamos ter comprado.
 
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Situação crítica
ANO1933 (seguir utilizador), 2 pontos , 17:11 | Quarta feira, 3 de fevereiro de 2010
Após esta tomada de posição do FMI, temos a juntar a de
Joaquim Almúrias, afirmando que Portugal e a Grécia partilham de alguns problemas, bastante preocupantes.
Segundo o DE, o risco da dívida portuguesa é a que mais sobe no mundo da OCDE.
Ainda outra má notícia: Os investidores estão a dar novos sinais de receio em relação a Portugal.
Em conclusão, preparemo-nos todos para grandes sacrifícios, isto é, apertar ainda mais o cinto.
E os portugueses têm de ser informados, de que não estámos em nenhum oásis.
A verdade acima de tudo.
Não sigam o exemplo do défice...
 
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    Re: Situação crítica    Ver comentário
ANO1933 (seguir utilizador), 2 pontos , 17:17 | Quarta feira, 3 de fevereiro de 2010
Medida Previsível
user178221 (seguir utilizador), 2 pontos , 18:24 | Quarta feira, 3 de fevereiro de 2010
Tal como aconteceu em (salvo erro) 1977(ou 78) quando o país estava à beira da banca rota depois do "reinado" Gonçalvista/PCP e Mário Soares andou pela Europa a pedir dinheiro para pagar aos funcionários públicos, a situação que atravessamos, produto não só da crise internacional mas também da nossa debilidade produtiva e económica, é natural e previsível que tenhamos que chegar ao ponto de não pagar o 13º mês e o subsídio de férias. Para além do congelamento de salários e de outras previsíveis restrições porque a factura é muito pesada e os portugueses têm que se convencer que nenhum pais pode viver eternamente acima das suas reais possibilidades.
Porém, neste caso extremo, será fundamental e obrigatório que o governo e os deputados da A.R. tomem a iniciativa de reduzir 15 ou 20 % os salários durante 1 ano, tal como fez o governo Irlandês, porque o exemplo deve vir de cima e só com o exemplo é que existe autoridade para pedir sacrifícios extra à população.
Nuno Costa
 
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Talvez seja necessário outra medida
José Telhado (seguir utilizador), 1 ponto , 10:43 | Quarta feira, 3 de fevereiro de 2010
Porque é que em Portugal não se paga o 13º mês e o subsídio de férias durante dois anos até tudo estar nos eixos novamente.
Esperemos que o capitalismo recupere nos próximos dois anos.
Aliás esta história do 13º mês é algo que eu não conheço noutros países.
Alguém me pode esclarecer qual é o país que usa este esquema de retribuições?
 
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    Re: Talvez seja necessário outra medida    Ver comentário
JJFF (seguir utilizador), 1 ponto , 15:10 | Quarta feira, 3 de fevereiro de 2010
    Re: Talvez seja necessário outra medida    Ver comentário
tiomanecas (seguir utilizador), 1 ponto , 16:37 | Quarta feira, 3 de fevereiro de 2010
    Re: Talvez seja necessário outra medida    Ver comentário
JJFF (seguir utilizador), 1 ponto , 9:17 | Quinta feira, 4 de fevereiro de 2010
    Re: Talvez seja necessário outra medida    Ver comentário
lysten (seguir utilizador), 1 ponto , 0:51 | Terça feira, 30 de março de 2010
PUBLICAR RENDIMENTOS
Figgs (seguir utilizador), 1 ponto , 12:42 | Quarta feira, 3 de fevereiro de 2010
Hoje li que o governo pretendia publicar os rendimentos das pessoas. Isso era muito bom..., mas uma coisa gigantesca sem hipótese prática. Publiquem as reformas do estado e das empresas publicas ( administração central e local ). Por aqui todos teriamos uma ideia da DESBUNDA que isto tem sido. No regime de reformas anterior soube de um ajudante e do notário que guardaram para o fim todas as escrituras para receber os emolumentos no final e assim fazer uma reforma incrível ( eram reformados com o ultimo ordenado ). Essa história e outras.
 
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Rebaixar os salários
Rio Grande (seguir utilizador), 1 ponto , 13:20 | Quarta feira, 3 de fevereiro de 2010
É sempre assim, quem paga a conta é aquele que não participa do rateio do lucro, apenas dos prejuízos. É uma política vesga, mas que muitos, inclusive trabalhadores, aceitam e defendem. O Japão, que está em frangalhos, continua pagando os salários adicionais, além daquele convencionado pelas partes. É comum, por lá, o empregador financiar compras dos empregados, no longo curso de cinco anos, por exemplo. O pagamento do 13º é também pago no Brasil, mas está em vias de ser extinto. O FGTS (fundo de garantia por tempo de servço), que é arrecadado de todos os trabalhadores, é uma conta milionária no Brasil, usada para construir casas populares e, também, para muitas fraudes de políticos que, depois, criam leis que retiram as proteções legais em favor de empregados. Ano após ano, no Brasil, o governo retira vantagens e facilita a desoneração, como é comum nos EUA. E, os sindicatos, são atrelados políticos dos governantes, no Brasil.
 
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Portugas, andem de CHINELOS!!!
Trapezio (seguir utilizador), 1 ponto , 14:18 | Quarta feira, 3 de fevereiro de 2010
... e comam farinha, a bem do Império ...
 
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ora essa!
odagrom (seguir utilizador), 1 ponto , 16:40 | Quarta feira, 3 de fevereiro de 2010
Os banqueiros fazem m**** e agora o povo é a tem de comer...

Tudo bem, diminua-se os salários dos funcionários públicos (e por arrasto os de todos os outros trabalhadores), mas nesse caso nacionalizem a banca toda! Os lucros desses senhores também têm de ajudar a pagar o défice...
 
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Os salários têm crescido acima da produtividade!
Bruno_Silva (seguir utilizador), 1 ponto , 17:07 | Quarta feira, 3 de fevereiro de 2010
Há já vários anos! isto é um facto. Uma redução não seria mais do que um reajustar à realidade das competências médias dos protugueses face aos restantes países... isto é um facto.. não é bonito.. mas é verdade..
 
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Lamento ter de discordar com esse ponto de vista
afonso aguiar (seguir utilizador), 1 ponto , 17:45 | Quarta feira, 3 de fevereiro de 2010
"Reduzir os salários" é ridículo para não dizer tolo,porque para haver actividade económica,indispensável à manutenção ou à melhoria da economia de um país é fundamental haver circulação de recursos financeiros para ser mantida ou aumentada para os compromissos financeiros assumidos pelos cidadãos e instituições e empresas serem cumpridos e,se aumentasse a circulação financeira,surgiriam novas disponibilidades que permitiriam mais empregabilidade,lucros empresariais e receitas fiscais para o erário público.
Tendo em conta o asfixiamento da actividade económica nos países de Estado Social do mundo ocidental(incluindo Portugal),os ordenados de quem está no activo deveriam era aumentar em vez de diminuir,dado que estes cidadãos estão a pagar ou são potenciais aquisitores de património imóvel e móvel,têm crianças,jovens ou outros a seu cargo sem rendimentos próprios e cada vez têm mais exigências no seu trabalho e restrições cada vez maiores para efeitos de reforma,isto é,estão a sofrer na pele a falta de condições económico-financeiras e sociais deixadas por os responsáveis anteriores pela estruturação e viabilização da sociedade por não terem tido visão de prevenir e só pensaram em si,tendo se reformado prematuramente com reformas favoráveis com ordenados por inteiro ou superiores e,em muitos casos,com mais de 2 reformas.
As restrições deveriam era incidir sobre os inúmeros reformados favorecidos no passado que têm mais disponibilidade dispensável e são menos consumidores.
 
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Morte lenta
Press (seguir utilizador), 1 ponto , 18:58 | Quarta feira, 3 de fevereiro de 2010
Lá mais para a frente o governo terá que mostrar que está mesmo disposto a cortar na despesa pública corrente . O FMI e a Comissão Europeia já estão a caminho da Portela pelos vistos. O corte nos salários seria um suicidio político para Sócrates a não ser que este seja irremediavelmente forçado a fazê-lo a exemplo do que sucedeu na Irlanda com cortes de 15% nos salários mais elevados e 5% nos salários mais baixos a começar pelos membros de executivo irlandês. Em Portugal se for pressionado externamente talvez o Governo se veja forçado a cortar nos subsidios de férias e de natal, como forma de mostrar empenho no reequilibrio e consolidação das contas públicas. Ou isso ou uma subida dos impostos indirectos como o IVA ou uma solução combinada entre as duas medidas. A situação é de facto grave, e a seguir a mesma tendência nem no corrente ano o defice baixará 1 pp para 8,3% como é ventilado no OGE2010. Para grandes males, grandes remédios. O paciente já está em paragem cardio respiratória e a morte lenta ainda se arrisca a transformar em morte súbita...
 
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A percepção
xadrez (seguir utilizador), 1 ponto , 21:56 | Quarta feira, 3 de fevereiro de 2010
que eu tenho desta crise, é que ela não foi criada por quem está a sofrer as agruras provocadas pela sua eclosão, ou seja os mais pobres, e a classe média. Que eu saiba a crise financeira que eclodiu foi provocada pela avareza e soberba do sector bancário de todo o Mundo. Agora, vêm eles, os das agência de "rating" e quejandos, botar "faladura para boi dormir". Não concordo, de todo, que se reduzam os salários se estivermos a falar dos mesmos do costume. Quem teve a estupidez de apostar todas as suas fortunas em aplicações de alto risco, que acabe de concluir a sua imprudência, que pague os custos da crise, bem como os banqueiros e capitalistas de todo Mundo. Hoje, nas agências noticiosas foi largamente difundida uma ideia da Grécia, que defende que a U.E. deve ser solidária com todos os países que estão nas mesmas circunstâncias e se emitam empréstimos obrigacionistas para ajudar os países em dificuldades. Há também pessoas "experts" na matéria que dizem que vão acontecer grandes surpresas quando todos os países divulgarem os números das suas contas públicas... Acontece que, se forem países "graúdos", aí vão surgir grandes corridinhos com medidas imediatas para aliviar as suas costas. Vale uma aposta?
 
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Divergir
Press (seguir utilizador), 1 ponto , 23:21 | Quarta feira, 3 de fevereiro de 2010
A crise financeira global tem as "costas largas" para explicar o grave desiquilibrio das contas públicas em Portugal. Esqueçemo-nos, a uns porque convém a outros por distração que Portugal se encontra em divergência com a média da UE há quase uma década no que diz respeito aos indicadores de competitividade e de custos laborais por unidade de produto. Basta consultar as estatísticas e indicadores do BdP, Eurostaat, Comissão Europeia,etc... A incompetência política consubstanciada em politicas económicas desajustadas sem objectivos e sem planos estratégicos que fixem targets concretos, já vem de longe...muito anterior a 2008 e à tal crise financeira global. Não adianta tapar o Sol com a peneira...
 
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O FMI NÃO MANDA AQUI E OS BITAITES SÃO LIXO!
turrican (seguir utilizador), 1 ponto , 23:14 | Segunda feira, 29 de março de 2010
Vão para o Bangladesh ou para o Inferno
 
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    Re: O FMI NÃO MANDA AQUI E OS BITAITES SÃO LIXO!    Ver comentário
lysten (seguir utilizador), 1 ponto , 0:44 | Terça feira, 30 de março de 2010
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