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Falta de matérias-primas na indústria pode chegar em cinco anos

Escassez pode começar a sentir-se em breve, perturbando cadeias de fornecimento e as economias.

Mário Lino (www.expresso.pt)
8:00 Sábado, 24 de dezembro de 2011
Falta de matérias-primas na indústria pode chegar em cinco anos

Bomba-relógio. É este o nome sugestivo de um relatório da consultora norte-americana PricewaterhouseCoopers (PwC) que ??incidiu sobre algumas das maiores indústrias de transformação nas áreas dos produtos químicos, automóvel, energias convencionais e renováveis, aviação, metais, infra-estrutura e alta tecnologia.

O documento pretendia saber qual o impacto que uma escassez de matérias-primas terá, e onde, ao longo dos próximos cinco anos. 

Dos vários setores, os líderes de negócios nas áreas automóvel, de produtos químicos e energia temem que serão os mais atingidos de acordo com o estudo "Falta de minerais e metais na indústria: uma bomba-relógio".

Para Malcolm Preston, diretor de sustentabilidade global na PwC, "Há muitas indústrias que só agora reconhecem que temos estado a viver acima dos meios do planeta. Novos modelos de negócio vão ser fundamentais para que se consiga responder aos riscos e oportunidades colocados pela escassez de metais e minerais".

Governo e empresas devem estar cientes da escassez 


Hans Schoolderman, principal autor do estudo, acrescenta: "O crescimento da população mundial,  o aumento dos níveis de riqueza e a mudança nos padrões de vida estão a elevar os níveis de consumo globais, criando uma procura cada vez maior de recursos", diz. "Eu penso que tanto os Governos como as empresas devem estar cientes da abrangência, da importância e da urgência da escassez de matérias-primas renováveis e não-renováveis: energia, água, terra e minerais", conclui.

Entre os minerais e metais na lista de "crítica" estão o berílio, o cobalto, tântalo, o flurospar e o lítio. O berílio é usado na aviação e projetos aerospaciais, bem como em armamento militar, enquanto o cobalto se usa por exemplo para baterias recarregáveis de automóveis e o tântalo ao nível dos telemóveis, computadores e eletrónica automóvel. O flurospar é usado na indústria de construção, no fabrico de vidro e cimento, bem como em estrututas de aço e o lítio é usado generalizadamente em baterias.

Instabilidade e interrupções já em 2016 


Segundo o estudo, o risco de escassez em todos os setores deve aumentar significativamente, levando a instabilidade e a interrupções de fornecimento potencial nos próximos cinco anos, mas isso também vai criar oportunidades para a vantagem competitiva.

O relatório indica que 77% das indústrias consultadas admite que a escassez de metais e minerais é um tema importante para os seus negócios. A indústria automóvel é uma das que já está em nível de alerta - 80% dos inquiridos demonstrou inquietação face à falta de matérias-primas - ao passo que as empresas nos setores das energias renováveis e bens de consumo já estão a sentir alguma instabilidade no fornecimento de matérias-primas. Os setores que se seguirão, de acordo com o documento, são os da aviação, tecnologias de ponta e infraestruturas, que deverão sentir a falta no abastecimento de forma crescente até 2016.

Curiosamente, o estudo norte-americano reconhece que das empresas europeias, em regra, estarão mais bem preparadas com programas e políticas de minimização de riscos a este nível dos que nos EUA.

O estudo da PwC abrangeu 69 executivos de sete setores diferentes em três continentes, Ásia-Pacífico, Américas (Norte e Sul) e Europa. A maioria das empresas são protagonistas-chave no mundo, com faturação de mais de 10 biliões de dólares.

 

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moncarapacho (seguir utilizador), 4 pontos (Bem Escrito), 8:52 | Sábado, 24 de dezembro de 2011
Aqui está uma informação cuja importância transcende em muito a mexeriquice política com que nos costumamos entreter.
Toda a gente assume que os recursos naturais são inesgotáveis, o desperdício tem sido a pedra de toque.
Afinal não é assim, as coisas começam a acabar e é preciso alterar comportamentos, inventar novos modos de desenvolvimento, levar a sério a reciclagem e a poupança e aproveitamento de todos os recursos.

Será que há dirigentes capazes de fugir ao ciclo da propaganda manipuladora e de falar sério aos cidadãos ???

Uma boa gestão das matérias primas exige um tipo de austeridade de consumos, que não aporta muitos votos. É necessária gente que ponha os interesses gerais acima dos pessoais ou de grupo.
Chegou o momento dos partidos ecologistas à sério ??
 
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vitorlage (seguir utilizador), 1 ponto , 12:50 | Sábado, 24 de dezembro de 2011
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Paulo Pedroso (seguir utilizador), 2 pontos , 14:37 | Sábado, 24 de dezembro de 2011
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vitorlage (seguir utilizador), 1 ponto , 11:59 | Domingo, 25 de dezembro de 2011
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Paulo Pedroso (seguir utilizador), 2 pontos , 16:53 | Domingo, 25 de dezembro de 2011
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vitorlage (seguir utilizador), 1 ponto , 22:05 | Segunda feira, 26 de dezembro de 2011
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moncarapacho (seguir utilizador), 2 pontos , 15:59 | Sábado, 24 de dezembro de 2011
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vitorlage (seguir utilizador), 1 ponto , 11:59 | Domingo, 25 de dezembro de 2011
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ocehcap (seguir utilizador), 1 ponto , 23:37 | Domingo, 25 de dezembro de 2011
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gnuhhhh (seguir utilizador), 1 ponto , 14:27 | Domingo, 25 de dezembro de 2011
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gnuhhhh (seguir utilizador), 1 ponto , 14:33 | Domingo, 25 de dezembro de 2011
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BIARITA (seguir utilizador), 1 ponto , 13:02 | Quinta feira, 5 de janeiro
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gnuhhhh (seguir utilizador), 1 ponto , 20:26 | Quinta feira, 5 de janeiro
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ocehcap (seguir utilizador), 1 ponto , 23:33 | Domingo, 25 de dezembro de 2011
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vitorlage (seguir utilizador), 1 ponto , 22:10 | Segunda feira, 26 de dezembro de 2011
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ocehcap (seguir utilizador), 1 ponto , 0:34 | Terça feira, 27 de dezembro de 2011
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vitorlage (seguir utilizador), 1 ponto , 20:25 | Terça feira, 27 de dezembro de 2011
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gaivota3 (seguir utilizador), 1 ponto , 14:03 | Domingo, 25 de dezembro de 2011
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moncarapacho (seguir utilizador), 2 pontos , 15:35 | Domingo, 25 de dezembro de 2011
    pois é    Ver comentário
gaivota3 (seguir utilizador), 1 ponto , 20:42 | Domingo, 25 de dezembro de 2011
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fernreis (seguir utilizador), 1 ponto , 19:56 | Domingo, 25 de dezembro de 2011
    contribuinte sim    Ver comentário
gaivota3 (seguir utilizador), 1 ponto , 21:04 | Domingo, 25 de dezembro de 2011
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fernreis (seguir utilizador), 1 ponto , 12:53 | Segunda feira, 26 de dezembro de 2011
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ocehcap (seguir utilizador), 1 ponto , 0:05 | Segunda feira, 26 de dezembro de 2011
Industria transformadora: cavar a sua sepultura
carlos-carlos (seguir utilizador), 3 pontos (Interessante), 9:39 | Sábado, 24 de dezembro de 2011
Nada é ilimitado. Nem o Universo, como no futuro se verá...

A falta/escasses de matéria-prima, sempre foi um tema importante para aumentar os preços, para criar medos e disponibilidades ao encarecimento do custo de vida.

Sabemos que ainda há muito por explorar e que muita matéria-prima é posta de lado, por não ser rentável o seu tratamento, dado que o preço dessa matéria pura ainda é "barato".

Com a exploração do ouro acontece ciclicamente o mesmo: Abandonam-se minas, por não serem rentáveis. Mas se o preço do ouro sobe, a exploração recomeça e retiram-se lucros excelentes.

Com o ferro e outros metais acontece o mesmo.
O nosso Planeta é muito imenso, mas naturalmente tem limites...

Muito antes dos minérios-base da industria acabarem, iremos ter materiais muito melhores (mais baratos, mais duradouros, mais leves e mais resistentes).

Aliás a reciclagem é uma actividade importante, porque o preço final a justifica.

Acredito até que brevemente, devido aos novos materiais, a reciclagem deixe de ser apetecível em termos económicos e passe a ser obrigatória em termos sociais.

Último ponto:
Os industriais destes minérios estão a cavar a própria sepultura: ao insistirem no aumento do preço das matéria-prima, estão a tornar rentável a investigação e criação, de novos produtos para substituir esses minérios.
É estranho, mas o fenómeno é idêntico ao aumento do preço do petróleo: os carros eléctricos começam a ser rentáveis.
 
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JORGESADANTAS (seguir utilizador), 1 ponto , 18:06 | Sábado, 24 de dezembro de 2011
    Re: Industria transformadora: cavar a sua sepultur    Ver comentário
RuyAF (seguir utilizador), 1 ponto , 19:27 | Sábado, 24 de dezembro de 2011
    Re: Industria transformadora: cavar a sua sepultur    Ver comentário
carlos-carlos (seguir utilizador), 2 pontos , 10:06 | Domingo, 25 de dezembro de 2011
    Re: Industria transformadora: cavar a sua sepultur    Ver comentário
Fala francês (seguir utilizador), 1 ponto , 19:30 | Domingo, 25 de dezembro de 2011
    Re: Industria transformadora: cavar a sua sepultur    Ver comentário
RuyAF (seguir utilizador), 1 ponto , 15:45 | Segunda feira, 26 de dezembro de 2011
    Re: Industria transformadora: cavar a sua sepultur    Ver comentário
carlos-carlos (seguir utilizador), 2 pontos , 21:57 | Segunda feira, 26 de dezembro de 2011
    Re: Industria transformadora: cavar a sua sepultur    Ver comentário
RuyAF (seguir utilizador), 1 ponto , 22:03 | Segunda feira, 26 de dezembro de 2011
    Re: Industria transformadora: cavar a sua sepultur    Ver comentário
carlos-carlos (seguir utilizador), 2 pontos , 22:19 | Segunda feira, 26 de dezembro de 2011
    Re: Industria transformadora: cavar a sua sepultur    Ver comentário
RuyAF (seguir utilizador), 1 ponto , 22:29 | Segunda feira, 26 de dezembro de 2011
    Re: Industria transformadora: cavar a sua sepultur    Ver comentário
carlos-carlos (seguir utilizador), 2 pontos , 23:00 | Segunda feira, 26 de dezembro de 2011
    Re: Industria transformadora: cavar a sua sepultur    Ver comentário
RuyAF (seguir utilizador), 1 ponto , 0:06 | Terça feira, 27 de dezembro de 2011
    Re: Industria transformadora: cavar a sua sepultur    Ver comentário
carlos-carlos (seguir utilizador), 2 pontos , 20:49 | Terça feira, 27 de dezembro de 2011
    Re: Industria transformadora: cavar a sua sepultur    Ver comentário
Fala francês (seguir utilizador), 1 ponto , 14:02 | Domingo, 25 de dezembro de 2011
Falta matérias primas na industria em cinco anos
Toni 2 (seguir utilizador), 3 pontos (Divertido), 14:56 | Sábado, 24 de dezembro de 2011
Em Portugal já começou este ano e vai-se prolongar e até agravar no próximo.

Votos de Feliz Natal!

    Este ano, em Portugal, a história dos Reis Magos
a contar às crianças neste NATAL, é assim:

O Baltazar oferece incenso;
O Belchior oferece ouro ...
... vem o Gaspar e tira tudo !

    Boas Festas!!!

 
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    Re: Falta matérias primas na industria em cinco an    Ver comentário
RuyAF (seguir utilizador), 1 ponto , 19:15 | Sábado, 24 de dezembro de 2011
    Re: Falta matérias primas na industria em cinco an    Ver comentário
RuyAF (seguir utilizador), 1 ponto , 19:18 | Sábado, 24 de dezembro de 2011
    Re: Falta matérias primas na industria em cinco an    Ver comentário
gnuhhhh (seguir utilizador), 1 ponto , 14:38 | Domingo, 25 de dezembro de 2011
    Re: Falta matérias primas na industria em cinco an    Ver comentário
Toni 2 (seguir utilizador), 2 pontos , 15:12 | Domingo, 25 de dezembro de 2011
CHAVE DO PROBLEMA!
politici lieg (seguir utilizador), 2 pontos , 9:53 | Sábado, 24 de dezembro de 2011
Reciclar! Os metais podem ser todos reciclados! Preocupa-me mais os alimentos!
 
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    Re: CHAVE DO PROBLEMA!    Ver comentário
Spitzer (seguir utilizador), 1 ponto , 14:54 | Sábado, 24 de dezembro de 2011
    Re: CHAVE DO PROBLEMA!    Ver comentário
politici lieg (seguir utilizador), 2 pontos , 16:49 | Domingo, 25 de dezembro de 2011
    Re: CHAVE DO PROBLEMA!    Ver comentário
lysten (seguir utilizador), 1 ponto , 16:31 | Sábado, 24 de dezembro de 2011
    Re: CHAVE DO PROBLEMA!    Ver comentário
politici lieg (seguir utilizador), 2 pontos , 16:48 | Domingo, 25 de dezembro de 2011
    Re: CHAVE DO PROBLEMA!    Ver comentário
lysten (seguir utilizador), 1 ponto , 17:55 | Domingo, 25 de dezembro de 2011
lol
Buma (seguir utilizador), 2 pontos (Bem Escrito), 12:07 | Sábado, 24 de dezembro de 2011
Nada disso importa porque em 2015, perdão em 2013, já teremos dobrado o cabo das tormentas e ai a economia vai crescer como o balão do João que sobe sobe sem parar!
 
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    Re: lol    Ver comentário
Spitzer (seguir utilizador), 1 ponto , 14:53 | Sábado, 24 de dezembro de 2011
    Re: lol    Ver comentário
Buma (seguir utilizador), 1 ponto , 2:37 | Domingo, 25 de dezembro de 2011
cavaco silva....o visionario
Miguel1900 (seguir utilizador), 2 pontos (Bem Escrito), 15:25 | Sábado, 24 de dezembro de 2011
Para portugal esse problema não se põe,porque graças a "deus" temos um cavaco silva em portugal que já se encarregou de resolver esse problema á muitos anos atráz.
    o homem acabou com a agricultura,as pescas e imaginem...a industria, hora se não temos industria logo não temos falta de materia prima. dai que parabens ao visionario cavaco que nos livrou de um poblema antes de ele existir,,quanto á agricultura e as pescas penso que tambem o resolveu da melhor maneira, para que queremos nós peixe e productos agriculas se vamos estar todos ...emigrados no estrangeiro???..compramos no pais em que vivermos,que seguramente não tera falta de nada,pois normalmente eles governam para todo o povo e refiro-me ao paises do norte da europa, e não apenas para meia duzia de mafiosos.
    dai que sou forçado a chegar a conclusão que ate o nosso querido lider "passos", tambem esta certo quando nos manda emigrar, ele esta apenas a querer livrarnos de problemas, é que os que ficarem por cá,o mais certo é trabalharem para o governo chinêz em troca de umas tigelas de arroz,ou então ser escravo do belmiro e da malta do seu ramo, a troco talvez de umas tigelas de feijões importadas do bangladesh,embora com uma etiqueta a dizer , made in portugal.
 
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    Re: cavaco silva....o visionario    Ver comentário
zemalho (seguir utilizador), 1 ponto , 15:55 | Sábado, 24 de dezembro de 2011
Ora aqui esta uma noticia que há muito tempo
Resistente (seguir utilizador), 2 pontos , 23:40 | Sábado, 24 de dezembro de 2011
tenho reflectido. Ate aqui hauns anos assisti a uma Eva de teatro no inatel que abordava esse tema. Todos sabemos queo capitalismo para sobreviver precisa de um constante crescimento, alias essa e a sua doutrina. Mas com o fim das matérias primas que se aproxima, mais uma razão para se concluir que a alternativa e o Socialismo, onde a restei ui ao e mais equitativa e igualitária. Se nao for assim e a miseria e a fome da grande maioria da população. Mas isso ainda nao consegui ver em nenhum comentario. Será preconceito?...
 
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O Expresso preocupa-se muito em respeitar...
Lonet (seguir utilizador), 2 pontos , 23:16 | Domingo, 25 de dezembro de 2011
... o acordo ortográfico, mas publica textos cheios de erros como o presente. A falta de revisão é evidente, embora alguns erros sejam de somenos importância.

Já a discordância em número que se regista no último período é imperdoável. Assim, a maioria das empresas é...
 
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    Re: O Expresso preocupa-se muito em respeitar...    Ver comentário
DuarteSilva.S (seguir utilizador), 1 ponto , 9:42 | Segunda feira, 26 de dezembro de 2011
    Re: O Expresso preocupa-se muito em respeitar...    Ver comentário
Lonet (seguir utilizador), 2 pontos , 12:42 | Segunda feira, 26 de dezembro de 2011
Não há mercados sem ESTRATÉGIA
Spitzer (seguir utilizador), 1 ponto , 13:51 | Sábado, 24 de dezembro de 2011
Nos últimos 30 anos, a sociedade occidental e a política occidental desenvolveu uma crença de que «o mercado resolve tudo»; uma crença baseada no pressuposto de que todos os agentes «jogam limpo», que as condições normais de mercado são um dado garantido e que, em última análise, isso de arranjar matérias primas é uma questão «de mercado».

Não é nada assim.

Tudo aquilo que nós tomamos por adquirido, incluindo o acesso aos mercados de matérias primas, depende de factores estranhos ao «mercado»: entre os quais factores militares.

Não há nada de «natural» no «mercado». O «mercado» não surge do nada: não é uma criação natural. Para que «o mercado» exista é preciso força militar, Lei, e as estructuras que suportam a força militar, a Lei e a aplicação da Lei: são precisos Estados. A ideia de «o Estado» não serve para nada e que «os mercados» funcionam melhor sózinhos retiraram à política uma das suas funções mais fundamentais: A ESTRATÉGIA.

A crise que vamos viver não será apenas uma crise de matérias primas: será também uma crise da mentalidade que eliminou a estratégia (económica) da vida política em nome de um «mercado» que, supostamente, resolve tudo.

Resta-nos reflectir e decidir se gostamos da solução que o mercado nos dá.
 
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Polítias: precisam-se!
Motuproprio (seguir utilizador), 1 ponto , 17:43 | Sábado, 24 de dezembro de 2011
Começar a olhar, com olhos de gente, o subsolo, e não deixar que sejam os estrangeiros a ter a iniciativa e a vir explorar o que é nosso. Claro que na óptica do empresário português, tudo que não dê lucro imediato, não presta.
 
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Não gosto de parafrasear, mas...
DuarteSilva.S (seguir utilizador), 1 ponto , 18:21 | Sábado, 24 de dezembro de 2011
 
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Não gosto de para parafrasear, mas...
DuarteSilva.S (seguir utilizador), 1 ponto , 18:36 | Sábado, 24 de dezembro de 2011
Todos e em força para o Ultramar, porque os gajos também estão à rasca.
É hora e amanhã já é tarde, para que o pessoal regresse ao Ultramar.
Os gajos estão tão à rasca como nós.
Destruíram séculos de convivência e agora?
Será que o meu mainato, a quem paguei durante doze anos e a quem alimentava, fora aquilo que o gajo roubava e eu não estava nem aí, arranjou melhor emprego?
Palavra que não sei.
Pelo menos dava para ele, para tombazana e para cinco filhos, todos encaminhados para uma escola pública!
Afinal quem é que roubava, era eu, ou Lisboa?

 
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    Re: Não gosto de para parafrasear, mas...    Ver comentário
joão.malheiro (seguir utilizador), 1 ponto , 20:51 | Segunda feira, 26 de dezembro de 2011
Falta de matéria primas...
BLRiopaiva (seguir utilizador), 1 ponto , 18:45 | Sábado, 24 de dezembro de 2011
A matéria prima mais abundante na natureza são os espermatozóides e óvulos. Mesmo assim a produção de bebes começou a cair nos países mais desenvolvidos . A queda na produção de gente vai-se acelerar devido á manufatura de mulheres e homens de esqueleto plástico, carne e músculos de silicone com beleza e funcionamento iguais ou melhores que o natural que já precisam de produtos artificiais para no enganar

Os meios de transporte; principalmente o particular-automóveis e motocicletas- já são uma praga que mata mais gente que as armas de fogo. Também a propaganda que incentiva o consumo de álcool e drogas ainda toleradas e produção de alimentos artificiais tentadores que fazem crescer junto com as dietéticas, as doenças que dificultam o trabalho do metabolismo e conseqüente desgaste da bomba –coração-:podem ser vistas como predadores que não deixam o rebanho crescer.

Se as aparências não me enganam, penso que; guerras como a 1ªe 2ª mundiais não acontecerão no futuro, porque o material bélicp pesado não serve mais. Por isso e pelo que foi mencionado acima pude imaginar que em 2050 teremos poucos idosos e poucas crianças e muita sobra de sucata e minérios

Escrevi este comentário com base nas sugestões dos nossos irmão excluídos da sociedade farta para a área onde ,não sei como, poderão ter um Natal feliz .
Certamente , Jesus , de algum modo vedado aos fartos lhes mostrará sinais do Paraíso .

 
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Pode ser que sim...
JRFOriginal (seguir utilizador), 1 ponto , 22:05 | Sábado, 24 de dezembro de 2011
Mas a fome vai chegar muito antes...

E não há matéria prima que lhe valha...
 
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Flurospar...
Bargao_Henriques (seguir utilizador), 1 ponto , 0:53 | Domingo, 25 de dezembro de 2011
No texto falam em "flurospar" que, tanto quanto penso saber, em Português se apelida de Flourite, um mineral composto basicamente por fluoreto de cálcio. As restantes referências são feitas a elementos químicos: berílio, cobalto, tântalo, e lítio
 
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