O CDS-PP afirmou hoje que estará atento ao cumprimento do princípio da legalidade no processo Face Oculta, alertando que em caso algum poderá haver judicialização da política, ou politização da justiça.
O Procurador-geral da República (PGR), Pinto Monteiro, considerou no sábado que nas restantes cinco escutas telefónicas que envolvem o primeiro-ministro "não existem elementos probatórios que justifiquem a instauração de procedimento criminal" contra José Sócrates, pelo que ordenou o arquivamento dos documentos.
Em reacção a esta decisão de Pinto Monteiro, o deputado do CDS-PP Nuno Magalhães disse que o seu partido tomou "nota do comunicado do PGR".