Os investimentos em publicidade feitos pelas empresas norte americanas na Internet ultrapassarão pela primeira vez em 2010 os feitos na imprensa escrita, segundo as previsões constantes de um estudo divulgado hoje pela firma Outsel
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No documento prevê-se que a despesa total em publicidade e marketing no mercado dos Estados Unidos da América aumente 1,2% para 368 mil milhões de dólares (270 mil milhões de euros).
Deste total, as empresas afetarão 120 mil milhões de dólares a estratégias digitais e em linha, ao passo que para a imprensa escrita deverão destinar 111,5 mil milhões de dólares.
Queda da publicidade nos diários
O estudo da Outsell prevê a despesa, a quota e o crescimento em cinco tipos de meios, a saber, em linha, eventos, imprensa, rádio e televisão e, ainda, relações públicas e outros.
Entre as conclusões está a previsão de crescimento da publicidade destinada aos magazines em 1,9%, para 9,4 mil milhões de dólares, mas uma queda da orientada para os diários, a efetividade do Facebook e uma aposta forte das empresas nos seus próprios sítios.
O estudo da Outsell baseou-se num inquérito a mais de mil anunciantes norte-americanos em dezembro de 2009.
*** Este texto foi escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico ***
Nota da Direcção do Expresso
O Expresso apoia e vai adoptar o novo Acordo Ortográfico. Do nosso ponto de vista, as novas normas não afectam - antes contribuem - para a clarificação da língua portuguesa.
Por outro lado, não consideramos a ideia de que a ortografia afecta a fonética, mas sim o contrário. O facto de a partir de 1911 a palavra phleugma se passar a escrever fleugma e, já depois, fleuma não trouxe alterações ao modo como é pronunciada. Assim como pharmacia ou philosophia.
O facto de a agência Lusa adoptar o Acordo, enquanto o Expresso, por razões técnicas (correctores e programas informáticos de edição) ainda não o fez, leva a que neste sítio na Internet coexistam as ortografias pré-acordo e pós-acordo.
Pedimos, pois, a compreensão dos nossos leitores.