13/02/2012 atualizado às 9:53
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Estou farto de salvar a pátria...

Henrique Monteiro (www. expresso.pt)
0:00 Quinta feira, 18 de março de 2010

Quando comecei a trabalhar, a pátria precisava de ser salva dos desvarios do PREC e por isso pagámos mais impostos. Depois, nos anos 80, houve um choque petrolífero, salvo erro, e tivemos de voltar a salvar a pátria. Veio o FMI, ficámos sem um mês de salário e pagámos mais impostos. Mais tarde, nos anos 90, houve mais uns problemas e lá voltámos a pagar mais, para a pátria não se afundar. Por alturas do Governo de Guterres fui declarado 'rico' e perdi benefícios fiscais que eram, até então, universais, como o abono de família. Nessa altura, escrevi uma crónica a dizer que estava a ficar pobre de ser 'rico'... Depois, veio o Governo de Durão Barroso, com a drª Manuela Ferreira Leite, e lembraram-se de algo novo para salvar a pátria: aumentar os impostos! Seguiu-se o engº Sócrates, também depois de uma bem-sucedida campanha (como a do dr. Barroso) a dizer que não aumentaria os impostos. Mas, compungido e triste e, claro, para salvar a pátria, aumentou-os! Depois de uma grande vitória que os ministros todos comemoraram, por conseguirem reequilibrar o défice do Estado, o engº Sócrates vê-se obrigado a salvar a pátria e eu volto a ser requisitado para abrir mão de mais benefícios (reforma, prestações sociais, etc.), e - de uma forma inovadora - pagando mais impostos.

Enquanto a pátria era salva, taxando 'ricos' como eu (e muitos outros, inclusive verdadeiros pobres), os governantes decidiram gastar dinheiro. Por exemplo, dar aos jovens subsídios de renda... por serem jovens; ou rendimento mínimo a uma pessoa, pelo facto de ela existir (ainda que seja proprietária de imóveis); ou obrigar uma escola pública a aguentar meliantes; ou a ajudar agricultores que se recusam a fazer seguros, quando há mau tempo; ou a pedir pareceres para o Estado, pagos a peso de ouro, a consultores, em vez de os pedir aos serviços; ou a dar benefícios a empresas que depois se mudam para a Bulgária; ou a fazer propaganda e marketing do Governo; ou a permitir que a Justiça seja catastrófica; ou a duplicar serviços do Estado em fundações e institutos onde os dirigentes (boys) ganham mais do que alguma vez pensaram.

E nós lá vamos salvar o Estado, pagando mais. Embora todos percebamos que salvar o Estado é acabar com o desperdício, o despesismo, a inutilidade que grassa no Estado. Numa palavra, cortar despesa e não - como mais uma vez é feito - aumentar as receitas à nossa custa.

Neste aspecto, Sócrates fez o caminho mais simples. Fez exactamente o contrário do que disse, mas também a isso já nos habituámos. Exigiu-nos que pagássemos o défice que ele, e outros antes dele, nunca tiveram a coragem de resolver.

Texto publicado na edição do Expresso de 13 de Março de 2010

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Quem é leader tem de ser sempre optimista
PIANINHO (seguir utilizador), 5 pontos (Bem Escrito), 1:37 | Quinta feira, 18 de março de 2010

Caro Henrique Monteiro

Por acaso já pensou que:

"A melhor maneira de ser feliz é contribuir para a felicidade dos outros." (Confúcio)

Como Director do Expresso, que se destina à classe média e alta da sociedade portuguesa e fazendo parte de um grande grupo Económico da Comunicação Social a IMPRESA, não será descabido pensarmos, sem inveja, que você será certamente em termos de remuneração, um dos principais privilegiados do nosso pobre país, como trabalhador por conta de outrem.

Até por isso tem de compreender, que o Estado quando precisa de deitar mão aos dinheiros dos seus contribuintes, sente a atracção de se socorrer dos mais bem instalados monetariamente, pela própria pressão que a sociedade faz, dando um sentido moral às medidas que apontem em penalizar, na sua óptica, os mais abastados.

Por isso, faça as pazes com seu passado, assim ele não atrapalha o presente.

Estou certo que compreenderá que a crise internacional, que todos estamos a atravessar, se deveu à ganância de uns tantos liberais da economia de mercado, que julgo que ainda continua a defender politicamente.

Foram esses que afectaram o mundo financeiramente e que não se compadeceram com o seu actual estado de espírito ao afirmar em titulo: "Estou farto de salvar a pátria...".

Procure suportar com ânimo, tudo aquilo que precisa ser feito.

Alvitro que respire fundo. Isso acalma a mente. E ...

SORRIA PARA A VIDA... E ELA TAMBÉM LHE SORRIRÁ.

 
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    Re: Quem é leader tem de ser sempre optimista    Ver comentário
stiffo (seguir utilizador), 1 ponto , 18:48 | Quinta feira, 18 de março de 2010
    Re: Quem é leader tem de ser sempre optimista    Ver comentário
PIANINHO (seguir utilizador), 2 pontos , 23:27 | Quinta feira, 18 de março de 2010
    Re: Quem é leader tem de ser sempre optimista    Ver comentário
smsg (seguir utilizador), 1 ponto , 1:51 | Domingo, 21 de março de 2010
Mais do mesmo
lord byron (seguir utilizador), 5 pontos (Bem Escrito), 9:19 | Quinta feira, 18 de março de 2010
“Neste aspecto, Sócrates fez o caminho mais simples. Fez exactamente o contrário do que disse, mas também a isso já nos habituámos. Exigiu-nos que pagássemos o défice que ele, e outros antes dele, nunca tiveram a coragem de resolver.”

Alguém ainda se lembra de Correia de Campos?
E de Maria de Lurdes Rodrigues?

Pois…são os ministros que tinham ideias e estavam a fazer reformas, mas…o malfadado mas…não as sabiam comunicar e explicar ao povo.
Tivemos um PM e um governo que quis mexer com tudo isso e o respaldo foi…pois…zero!
Agora querem mudanças?
Querem os vossos ordenados e os isenções e as vossas reformas…pois… temos pena!!!
Vão ao Pordata, vejam o numero de nados este ano, ou melhor o numero de nados na ultima década e já agora aproveitem e vejam a esperança de vida e num instante percebem o que vai acontecer á vossa reforma.

“Enquanto a pátria era salva, taxando 'ricos' como eu (e muitos outros, inclusive verdadeiros pobres), os governantes decidiram gastar dinheiro. (…) ganham mais do que alguma vez pensaram.”

Não são os ricos que são taxados. Taxados são aqueles que têm algo que já vai sendo uma raridade em Portugal…trabalho com direitos!
Esta gente (publico e privado) deve ter no local de trabalho pessoas a falsos recibos verdes e em/ou trabalho temporário. Antes de vir para aqui pregar moral perguntem por lá como é que esses seus subordinados/colegas vivem.
Esta gente continua igual! ...
 
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lord byron (seguir utilizador), 2 pontos , 9:21 | Quinta feira, 18 de março de 2010
Henrique Monteiro
ANO1933 (seguir utilizador), 3 pontos (Bem Escrito), 2:33 | Quinta feira, 18 de março de 2010
Caro Henrique Monteiro:
Por amor de Deus, não me fale desses malfadados tempos do PREC!
Época para esquecer !
Isso traz-me à recordação, os saneamentos selvagens, as ocupações de terras e empresas, indevidamente, civis armados a interrogarem-nos nos transportes públicos, um exército desorganizado e sem rei nem roque, aquela malfadada conferência de imprensa em Almada do "companheiro Vasco Gonçalves" em que prometeu nacionalizar este mundo e o outro, o célebre dia de trabalho, aquelas morte de uma criança nos Montes Alentejanos e da de um empresário em Santo António de Cavaleiros, as FUP, o assalto a uma carrinha do BPI,
a actuação violenta de Otelo Sariva de Carvalho,a ameaça de meter no Campo Pequeno pelo mesmo de todos aqueles que não compartilhassem do seu espírito revolucionário, a actuação do MDLP, etc.
Em contrapartida, lembra-me como se fôsse hoje as grandes manifestações da Alameda, do Terreiro do Paço e de S.Bento, o surgimento do grupo dos nove e finalmente do 25 de Novembro, que fêz com que o País regressasse à normalidade.
Conclusão, TEMPOS PARA ESQUECER !
Caro H. Monteiro, mais um comentário em que mostra toda sua verticalidade.
Continue e que as mãos nunca lhe doam para comentar factos que não são mais que a RFEALIDADE, por mais insultos que sofra ,o que. aliás, já está habituado.
FORÇA, MAS NÃO COMPANHEIRO VASCO...
 
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    Ui o PREC...    Ver comentário
Fernando Torres (seguir utilizador), 2 pontos , 9:26 | Quinta feira, 18 de março de 2010
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lusofora (seguir utilizador), 1 ponto , 10:38 | Quinta feira, 18 de março de 2010
    Re: Ui o PREC...    Ver comentário
Fernando Torres (seguir utilizador), 2 pontos , 11:44 | Quinta feira, 18 de março de 2010
Henrique Monteiro
caprylm56 (seguir utilizador), 3 pontos (Bem Escrito), 10:26 | Quinta feira, 18 de março de 2010
Grande clarividência no seu relato, este PEC não passa de mais uma farsa socratiniana.
Para as pessoas pouco importa se o politico comete ou não uma transgressão, pois a maior parte deles não escapam do escândalo, mas escapam da justiça.
Por consequênçia dos seus actos o povo é sempre obrigado a pagar os seus excessos.
E como afirmou o sr ministro das finanças que se recusava a dar money for the boys, mas isso era para a raia miuda, porque para os big boys essa está sempre garantida.
Cumprimentos.
 
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UM BOM TEXTO QUE É UM ESPELHO REAL
NJP (seguir utilizador), 2 pontos , 4:43 | Quinta feira, 18 de março de 2010
Um dos melhores textos de Henrique Monteiro que espela o que muita gente sente em relação a um Estado que se está a tornar minimalista em relação a quem produz e paga impostos, seja trabalhador ou pequeno empresário. Até parece que cada um de nós tem como única justificação ser um mealheiro para solver recorrentemente um Estado gastador sem limites que foi capaz de um dia ter quem disssesse que "Se queres Democracia tens que pagá-la!" que é afinal reconhecer-se que os direitos dos cidadãos podem ser esmagados para lá dos limites que se supunha existirem. Assim se perdeu a ingenuidade política de quem acreditou que a Democracia aproximava coloectivamente e dava a cada um os mesmos direitos e deveres.

Parabéns pelo excepcional texto que é o espelho real dos sentimentos da maioria dos cidadãos e que logo no sábado li e que procurei na versão online para comentar mas só hoje consegui vê-lo em versão digital.
 
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O conceito de Estado de HM é igual ao meu
CondestavelXXI (seguir utilizador), 2 pontos , 8:30 | Quinta feira, 18 de março de 2010
Farto de ser criticado, HM resolveu fazer-se aclamar com este artigo que faz as delícias do protótipo portuga: armar-se em vítima e queixar-se de tudo e todos como se fosse o único português que se aproveita. Nisso somos campeões.
Não querendo deixar de associar-me ao êxito que seguramente vai conseguir vou parafrasear-me a mim próprio com um extracto de "o meu conceito de Estado":
"Estado é o conjunto de todos os contribuintes menos eu e eu mais os outros beneficiarios".
E acrescento:
O Estado nem devia existir pois para nos proteger e fazer sofrer ao mesmo tempo já bastam os patrões que fazem a mesma coisa mas com muito mais eficiência ou seja sem desperdícios, sem corrupção e sem alimentarem os preguiçosos.
 
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Quando um Director de um Jornal pensa assim...
Lima2 (seguir utilizador), 2 pontos (Bem Escrito), 9:37 | Quinta feira, 18 de março de 2010
Está chateado por ter de pagar mais impostos.

Irá dizer, como o Eduardo Catroga fez na televisão, que taxar em 45% quem ganha mais de 150.000 Euros anuais é horrível, é uma forma de os desmotivar.

Que tristeza.

Certamente não sabem no País em que vivem.

E então quem ganha 10.000 Euros anuais, que deverá andar perto da média dos salários dos Portugueses o que pensam disso.

Tenham vergonha.

Digo-lhe mais uma coisa. Quando comecei a trabalhar uma colega meu dizia "eu quero pagar sempre a taxa máxima de IRS, pois é um sinal evidente de que estou a ganhar bem. Não me preocupo se a taxa é muito grande pois se ela for baixa é porque estou a ganhar muito pouco.

Este exemplo é de pessoas que não são directores, nem administradores. Era um normal vendedor que quanto mais vendesse, mais ganhava, e como tal maior seria a tributação do seu rendimento.

Olhe agora para si e para muitos outros como o Eduardo Catroga (ainda por cima com responsabilidades políticas) e encham-se de vergonha pela vossa desmotivação.
 
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Henrique Monteiro tem razão....
Brilhantina (seguir utilizador), 2 pontos , 14:45 | Quinta feira, 18 de março de 2010
... se não fosse ele, Henrique Monteiro, a salvar a Pátria, não sei o que seria de Portugal... Não sei mesmo...
Sugiro uma Petição Pública para galardoar Henrique Monteiro como salvador da Pátria. No site PETIÇÃO PÚBLICA irá haver uma subscrição para ser entregue em São Bento denominado'' UMA MEDALHA PARA HENRIQUE MONTEIRO''.
A propósito de medalhas, o Nuno Vasconcelos quando esteve a prestar declarações na Comissão de Ética referiu-se a si dizendo que quando lá esteve que delirou um pouco. Nuno Vasconcelos justificou a afirmação que fez face ao que Henrique Monteiro tinha dito na comissão em relação à Ongoing ou seja, se tivesse verificado o aumento de capital na IMPRESA tornando a Ongoing accionista maioritario, que o EXPRESSO descaracterizar-se-ia.
A pergunta que faço é simples, será que se o EXPRESSO passasse de um grupo económico para outro grupo económico a mentalidade e consequente conduta dos seus responsáveis também mudaria?
Faço a pergunta de outra maneira e induzida pelas suas palavras, o EXPRESSO é hoje um semanário moldado aos interesses de um determinado grupo económico, ao passar para outro proprietário, para outro grupo económico, o EXPRESSO passaria por novos moldes com o fim de moldar os seus responsáveis (incluindo o corpo redactorial) para um novo carácter e daí a sua descaracterização?
Pois, as suas palavras põem-me a pensar e parecem-me gato escondido com o rabo de fora... essa coisa de agradar ao chefe não é pressão?
 
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E se em vez de nos arvorarmos em salvadores...
userEX113852 (seguir utilizador), 2 pontos (Bem Escrito), 17:35 | Quinta feira, 18 de março de 2010
...da pátria, tivéssemos apoiado as reformas, que foram levadas a cabo por Sócrates, e que afectaram muitas corporações com benesses e benesses adquiridas e consideradas irreversíveis, por classes privilegiadas.

O fim da reforma levada a cabo no Ministério da Educação, por uma grande ministra chamada M.L. Rodrigues, custou ao estado 450 milhões de euros anuais.

Eu gostaria de perguntar ao Henrique Monteiro:

Esteve o senhor, por um minuto que fosse, ao lado da ministra Maria de Lurdes Rodrigues?

Algum partido da Oposição (PSD, CDS, BE, PCP) apoiou esta reforma da Educação?

Algum dia os dois comentarista permanentes ao serviço da oposição e contra o governo Sócrates, contratados pelo Expresso (HR e DO) apoiaram a reforma de MLR? Porque é que Henrique Monteiro não contratou, pelo menos um cronista que apoiasse o governo a fazer reformas? Não apoiaram, sabotaram.

E o mais reformista ministro da saúde que eu conheci, Correia de Campos, contou com o apoio de Henrique Monteiro e do Expresso?

Porque é que quando se trocou o ministro pela actual ministra, deixaram de ser notícia os partos nas ambulâncias?

Porque é que a imprensa em geral e o expresso em particular, deram cobertura a tudo o que fosse sabotagem das reformas.
Miguel Baía
 
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    Re: E se em vez de nos arvorarmos em salvadores...    Ver comentário
userEX113852 (seguir utilizador), 1 ponto , 17:38 | Quinta feira, 18 de março de 2010
    Re: E se em vez de nos arvorarmos em salvadores...    Ver comentário
Henrique Monteiro (seguir utilizador), 1 ponto , 18:04 | Quinta feira, 18 de março de 2010
    Re: E se em vez de nos arvorarmos em salvadores...    Ver comentário
Henrique Monteiro (seguir utilizador), 1 ponto , 18:05 | Quinta feira, 18 de março de 2010
    Re: E se em vez de nos arvorarmos em salvadores...    Ver comentário
Henrique Monteiro (seguir utilizador), 2 pontos , 18:08 | Quinta feira, 18 de março de 2010
    Re: E se em vez de nos arvorarmos em salvadores...    Ver comentário
userEX113852 (seguir utilizador), 1 ponto , 23:32 | Quinta feira, 18 de março de 2010
    Re: E se em vez de nos arvorarmos em salvadores...    Ver comentário
Henrique Monteiro (seguir utilizador), 1 ponto , 10:52 | Sexta feira, 19 de março de 2010
    Re: E se em vez de nos arvorarmos em salvadores...    Ver comentário
userEX113852 (seguir utilizador), 1 ponto , 11:59 | Sexta feira, 19 de março de 2010
    Re: E se em vez de nos arvorarmos em salvadores...    Ver comentário
Marco de Salvaterra (seguir utilizador), 1 ponto , 17:27 | Sexta feira, 19 de março de 2010
    Re: E se em vez de nos arvorarmos em salvadores...    Ver comentário
Resignado (seguir utilizador), 1 ponto , 1:38 | Quarta feira, 24 de março de 2010
    Re: E se em vez de nos arvorarmos em salvadores...    Ver comentário
cafre (seguir utilizador), 1 ponto , 21:58 | Quinta feira, 18 de março de 2010
    Re: E se em vez de nos arvorarmos em salvadores...    Ver comentário
userEX113852 (seguir utilizador), 1 ponto , 23:13 | Quinta feira, 18 de março de 2010
    Quem fala assim não é gago!!!    Ver comentário
Brilhantina (seguir utilizador), 2 pontos , 13:35 | Sexta feira, 19 de março de 2010
Estou-me nas tintas..
Fernando Torres (seguir utilizador), 2 pontos , 22:36 | Quinta feira, 18 de março de 2010
A sério..estou-me nas tintas para esta classe de gente..os que nos governam..nos teem governado e os que apoiam ou apoiaram..
Portugal é mais alto e maior que esta gentalha que se limita a fingir que trabalha e se remunera principiscamente com os frutos do nosso trabalho..
Mas nós..os de cá de baixo..precisamos desta gente para quê ?..
Se ainda não deu para notar refiro-me aos Mamocratas & Cia. ilimitada (todos os dias aparecem mais uns quantos nessa abjecta sociedade)..
Continuando.....temos necessidade de nos vermos sugados..atropelados e gozados lentamente ? (lentamente porque não teem coragem de o fazer de forma rápida)..
O que ouço é sempre tipo "lá aumentaram isto..lá fizeram aquilo..vá lá que é devagarinho..."..como se devagarinho o mal não fosse no final o mesmo que de repente..mas como é devagarinho a malta vai-se conformando e ajustando..
Façam contas pôrra (ops..arroz tambem leva dois "érres")..a nossa qualidade de vida tem sofrido constantes retrocessos..pausadamente..devagarinho..
Tou-me nas tintas para argumentos de que tenhamos mais kms. de auto-estrada per capita que fulano ou beltrano quando esses kms. de auto-estrada significam que uns quantos mamaram á farta e agora temos todos de pagar..a mamagem incluida..
Tou-me nas tintas para obras faraónicas que tambem servem para alimentar ganâncias particulares..
Quero e exijo rigor na utilização do dinheiro de todos nós..
Pró resto..tou-me nas tintas...

 
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Má sorte ter nascido aqui...
José Telhado (seguir utilizador), 2 pontos (Bem Escrito), 23:43 | Quinta feira, 18 de março de 2010
Com comentadores que tentam esquecer a mais grave crise que o capitalismo alguma vez sofreu e que debitam demagogia como quem come uma santola, é caso para dizer MÁ SORTE TER NASCIDO AQUI!
 
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Que pena tenho de si
BispodeBraga (seguir utilizador), 1 ponto , 14:12 | Quinta feira, 18 de março de 2010
Por muita gente pensar como o sr Henrique é que Portugal se encontra neste estado lastimável.
O seu texto só mostra aquilo que o sr Henrique é, ou seja um rico que vive às custas dos pobres e se acha no direito de não contribuir para a igualdade do todo.
Parabéns por descascar a cebola.
 
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a culpa do cidadao
stiffo (seguir utilizador), 1 ponto , 17:26 | Quinta feira, 18 de março de 2010
O segundo paragrafo deste artigo e' uma coleccao de asneiras acumuladas pelos dois partidos que tem governado o pais. Os simpatisantes de cada partido em vez de pedir explicacoes pelos erros cometidos preferem empenhar-se numa guerra de acusacoes: "tu tambem fizeste portanto nao podes falar"

Pedir explicacoes ao partido em que votamos? Isso e'coisa de malucos. Ou somos do partido ou nao somos do partido. E no meu partido ninguem toca.

Quando o nosso partido chega ao governo pousamos a espada e levantamos o escudo.

A culpa e' sempre dos outros. Temos esta atitude irresponsavel de culpar o partido oposto pela terrivel situacao em que o pais se encontra. Deste que vivemos em democracia que o pais esta sempre pior e a culpa e' sempre dos outros.

Nunca a culpa e' do cidadao portugues. Sentadinhos em casa no sofa televisivo, o cidadao portugues nao tem qualquer tipo de responsabilidade. Que lhe tragam as melhorias a casa for favor. Envolvimento politico? Nao vale a pena, isto nunca muda. Votar? Votar para que? Sao todos iguais. Nao me chateis que eu estou bem em casa. se quiseres vai tu.

O nosso Primeiro Ministro tem tendencia para seguir o coracao. Tem todo o meu respeito por isso. Mas parece que as privatisacoes anunciadas estao a ser decididas em cima do joelho.

Ha' alguem no PS para fazer perguntas? Porque e' muito facil rir da lei da rolha; mas ha' alguem capaz de usar construtivamente as vantagens da sua inexistencia?
 
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cafre (seguir utilizador), 1 ponto , 21:54 | Quinta feira, 18 de março de 2010
Converta-se, Henrique!
impertinente (seguir utilizador), 1 ponto , 19:15 | Quinta feira, 18 de março de 2010
Está a ver, H. M., está a ver? O senhor merece mesmo estes comentários! Porque a sua atitude é inqualificável! Então diz-se farto de salvar a Pátria? Atreve-se a dizer que o n/ bem amado chefe e o seu bendito governo aumenta os impostos, que faz o contrário do q. disse, q. n/ fez as reformas anunciadas, quando toda a gente sabe q. não houve nem vai haver aumento de impostos ( com uma pequenina excepção que até é honrosa...) , q. o n/ bem amado chefe e o seu magnífico governo são escravos da sua palavra, e só não fizeram todas as reformas porque, como alguns comentadores aqui dizem, os anti-patriotas como você se opuzeram! A culpa é toda sua H.R. e dos da sua laia. Porque coragem foi, e muito bem, o qualificativo mais usado para o n/ querido chefe e seu não menos querido governo! A Pátria só não foi definitivamente salva pelas iluminadas mentes q., por obra do Altíssimo ( e dos eleitores, claro), nos governam porque há portugueses de má vontade, que dizem que estão fartos! Quando o n/ idolatrado governo tem feito tudo ( e até o seu contrário) para salvar Portugal, que faz HR? Torpedeia esse esforço, subversivamente diz-se farto. Confesse. Você está ao serviço da oposição, desses malandros que não deixaram fazer as reformas q. o + corajoso governo q. já tivemos quiz empreender.
Passe para o lado dos bons. Deixe o governo governar. Ajude-o a salvar a Pátria. Converta-se, Henrique!
 
 
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Ditosa Pátria ...
CãodaRosa (seguir utilizador), 1 ponto , 10:37 | Sexta feira, 19 de março de 2010
Não haja dúvida vivemos numa ditosa Pátria, onde uns comem os figos e outros rebenta-lhe a boca. A história confirma que são sempre os mesmos "pobres-ricos" a pagar as crises e a salvar a Pátria que para uns é, sempre foi madastra e para outros é um espaço onde podem saquear tudo o que está ao alcance das suas mãos, sem que por isso sejam responsabilizados. A mentira é a sua arma predilecta, quando querem sentar-se na cadeira do poder, usam-na sem a mínima vergonha, por estarem certos que não pagam por isso. De manhã ouvi alguém dizer numa das rádios que desde 2004 todos os anos o estatuto de aposentação tem sido alterado, que os apoios, seja ao que for, são mudados com frequência deixando os cidadãos indecisos sobre as opções a tomar, a insegurança jurídica é uma realidade insustentável e os pobres-ricos continuam a pagar as facturas dos "manhosos" que nos deviam governar, mas que apenas se governam. É uma ditosa Pátria, mas o país da pouca sorte.
 
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