23/02/2012 atualizado às 13:37
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Especial reportagem: Filhos separados do pai

Após o divórcio, a mágoa e o rancor da separação resultam muitas vezes numa guerra das mulheres para privarem o pai dos filhos. O fenómeno chama-se alienação parental e tem como objectivo manipular um filho para odiar o pai.

8:00 Domingo, 25 de abril de 2010
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Nota
À excepção da ex-mulher do pai Fernando Sequeira (pode vê-lo em 'Mais Testemunhos') nenhuma das outras mães quis falar com o Expresso. Todas foram, insistentemente, contactadas.

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ASSUNTO MUITO COMPLICADO
odisseia na terra (seguir utilizador), 3 pontos (Bem Escrito), 11:21 | Domingo, 25 de abril de 2010
O quadro legal é na generalidade favorável ao lado materno. Institui-se a ideia d q TODAS as mães são MELHORES q TODOS os pais. É sabido q nos primeiros anos de vida d um ser humano a figura maternal é essencial mas em situação de conflito, divorcio tal realidade não deve significar a entrega automática do filho á mãe. A separação d uma família é algo sempre violento. É a constatação d uma derrota por vezes irrecuperável e q quase sempre tb faz vitimas colaterais... os avós desse mundo q o digam. A aplicação d um quadro legal maternalmente tendencioso é geral, é a regra na Europa... a mãe dificilmente perde a custódia dos filhos. A complexidade d qualquer divorcio com crianças deveria merecer mais atenção por parte do legislador e dos tribunais. Aqui a excepção e a regra não são lineares. Existem pais maus e péssimos como também existem mães más e péssimas. Muitos são os casos de mães q após o divorcio encaram os filhos como mais um meio d aumento do seu income mensal empurrando quando lhes convém os filhos para os avós e tios... os pais esses são demonizados e no fim quem perde e muito são os filhos. Infelizmente estas situações são cada vez mais usuais e acarretam vidas destruídas, condicionadas e permanentemente bipolarizadas; claro q existem tb casos positivos, conheço muito poucos, em q as coisas são feitas consensualmente e sempre pensado na estabilidade das crianças. Em tempos d relativismo moral esquecemo-nos q casar e ter filhos é talvez a maior das responsabilidad
 
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    Não, não! Nada disso!!!!    Ver comentário
Paulo Pedroso (seguir utilizador), 2 pontos , 16:16 | Domingo, 25 de abril de 2010
    Re: Não, não! Nada disso!!!!    Ver comentário
Tito D'alva (seguir utilizador), 1 ponto , 19:11 | Domingo, 25 de abril de 2010
    Re: Não, não! Nada disso!!!!    Ver comentário
Paulo Pedroso (seguir utilizador), 2 pontos , 19:53 | Domingo, 25 de abril de 2010
    Re: Não, não! Nada disso!!!!    Ver comentário
nao tento (seguir utilizador), 1 ponto , 10:07 | Segunda feira, 26 de abril de 2010
    Re: Não, não! Nada disso!!!!    Ver comentário
Paulo Pedroso (seguir utilizador), 2 pontos , 11:41 | Segunda feira, 26 de abril de 2010
    Re: Não, não! Nada disso!!!!    Ver comentário
nao tento (seguir utilizador), 1 ponto , 21:51 | Segunda feira, 26 de abril de 2010
    Re: Não, não! Nada disso!!!!    Ver comentário
Paulo Pedroso (seguir utilizador), 2 pontos , 15:16 | Sábado, 1 de maio de 2010
    Re: Não, não! Nada disso!!!!    Ver comentário
nao tento (seguir utilizador), 1 ponto , 11:12 | Segunda feira, 3 de maio de 2010
    Re: Não, não! Nada disso!!!!    Ver comentário
Paulo Pedroso (seguir utilizador), 2 pontos , 15:31 | Segunda feira, 3 de maio de 2010
    Re: Não, não! Nada disso!!!!    Ver comentário
Lonet (seguir utilizador), 1 ponto , 16:14 | Segunda feira, 3 de maio de 2010
    Re: Não, não! Nada disso!!!!    Ver comentário
Paulo Pedroso (seguir utilizador), 2 pontos , 16:39 | Segunda feira, 3 de maio de 2010
    Re: Não, não! Nada disso!!!!    Ver comentário
Lonet (seguir utilizador), 1 ponto , 10:07 | Sexta feira, 30 de abril de 2010
    Re: Não, não! Nada disso!!!!    Ver comentário
nao tento (seguir utilizador), 1 ponto , 10:32 | Sexta feira, 30 de abril de 2010
    Re: Não, não! Nada disso!!!!    Ver comentário
Lonet (seguir utilizador), 1 ponto , 11:35 | Sexta feira, 30 de abril de 2010
    Re: Não, não! Nada disso!!!!    Ver comentário
nao tento (seguir utilizador), 1 ponto , 18:29 | Sexta feira, 30 de abril de 2010
    Opinião que não tenta 1    Ver comentário
Lonet (seguir utilizador), 1 ponto , 22:06 | Sexta feira, 30 de abril de 2010
    Opinião que não tenta 2    Ver comentário
Lonet (seguir utilizador), 1 ponto , 22:09 | Sexta feira, 30 de abril de 2010
    Opinião que não tenta 3    Ver comentário
Lonet (seguir utilizador), 1 ponto , 22:18 | Sexta feira, 30 de abril de 2010
    E tantas outras opiniões...    Ver comentário
Lonet (seguir utilizador), 1 ponto , 22:20 | Sexta feira, 30 de abril de 2010
    Re: E tantas outras opiniões...    Ver comentário
nao tento (seguir utilizador), 1 ponto , 11:42 | Sábado, 1 de maio de 2010
    "Não tento porque sou ignorante": sugestão de nick    Ver comentário
Lonet (seguir utilizador), 1 ponto , 12:48 | Sábado, 1 de maio de 2010
    Inverdades do nao tento e sua interpretação    Ver comentário
Lonet (seguir utilizador), 1 ponto , 13:13 | Sábado, 1 de maio de 2010
    Re: Inverdades do nao tento e sua interpretação    Ver comentário
nao tento (seguir utilizador), 1 ponto , 14:22 | Sábado, 1 de maio de 2010
    Re: Inverdades do nao tento e sua interpretação    Ver comentário
Lonet (seguir utilizador), 1 ponto , 14:48 | Sábado, 1 de maio de 2010
    Re: Não, não! Nada disso!!!!    Ver comentário
cora kellen (seguir utilizador), 1 ponto , 17:20 | Sábado, 1 de maio de 2010
Esqueceram o preconceito
makiavel (seguir utilizador), 3 pontos (Interessante), 12:41 | Domingo, 25 de abril de 2010
Ainda hoje, em muitos casos de separação, a sociedade ostraciza e culpa a mulher.
Em dois casos que conheço, um ele saiu por outra mais nova(típico) e noutro...por outro homem. Pois as famílias deles arranjaram modo de culpar a "ex" de tal modo que os filhos adolescentes ficaram com os pais.

Parece incrivel?
Pois é.
Mas vale tudo quando há dinheiro e famílias de nomes sonantes a mexer cordelinhos.
Pena ninguém abordar esses casos.
 
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    Re: Esqueceram o preconceito    Ver comentário
LaBelleVert (seguir utilizador), 2 pontos , 13:19 | Terça feira, 27 de abril de 2010
    Re: Esqueceram o preconceito    Ver comentário
anticorporativo (seguir utilizador), 1 ponto , 2:25 | Segunda feira, 26 de abril de 2010
    Re: Esqueceram o preconceito    Ver comentário
ckage (seguir utilizador), 1 ponto , 16:55 | Terça feira, 27 de abril de 2010
É curioso...Será que há mulheres capazes disso?...
afonso aguiar (seguir utilizador), 3 pontos (Bem Escrito), 14:36 | Domingo, 25 de abril de 2010
As mulheres são umas santas ... se algo corre mal a culpa é dos outros. Passam a vida a cantar a ladainha de que são "desprotegidas",exploradas e violentadas por iniciativa dos outros,porque elas coitadas são puras e nada maldosas e insidiosas.
Estão "desprotegidas" e só têm bons desígnios, mas não faltam cavalheiros quixotescos serôdios prontos a "salvá-las" enquanto elas precisam deles.
Estão "muito desprotegidas" pelas Leis,pelas instituições coercivas e de assistência social e de concessão de subsídios e outros apoios. Coitadas... Actualmente,um homem nunca tem razão ou então para tê-la tem de passar "as passas do Algarve"...
Os homens é que são uns mauzões e ambiciosos sem escrúpulos...
Coitadas das mulheres ... E lá continua a vergonhosa ladaínha oportunista e acefalamente inteligente como sendo politicamente correcta porque lhes dá bons proveitos.
Quando é que passa a haver isenção sem preconceitos falaciosos na abordagem destes graves problemas?...
 
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Não misturar as coisas é fundamental.
CondestavelXXI (seguir utilizador), 3 pontos (Bem Escrito), 8:21 | Segunda feira, 26 de abril de 2010
O grande erro da maioria de pais e mães separados, divorciados ou em vias disso é usarem os filhos como arma na "guerra" entre os dois. A ganância ou o despeito estão normalmente na base de tais comportamentos e quem actua dessa forma por melhor que possa cuidar dos filhos causa-lhes um grave dano incutindo-lhes valores errados como se fossem correctos. Muitos progenitores que "jogam" dessa maneira acabam mais tarde por sofrer as consequências desses "valores" sendo chantageados pelos filhos que decidem ir viver com o outro progenitor "só para chatear" o que também não é bom para ninguém.
Pais ou mães não passam a ser maus ou bons por romperem a união nem mesmo por não cumprirem com todas as suas obrigações como pais ou mães o que também acontece muitas vezes em uniões normais. Não misturar as coisas é fundamental para a criança que deve ser ensinada a amar e a respeitar o pai e mãe que lhe tocaram em sorte, por vezes bem pouca. Os filhos a quem criamos e educamos correctamente saberão sempre reconhecer onde está a virtude.
   
 
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INFELIZMENTE SÃO AS CRIANÇAS SEMPRE AS VITIMAS
maria helena pereira (seguir utilizador), 2 pontos (Bem Escrito), 11:36 | Segunda feira, 26 de abril de 2010
Ao destruir a relação do filho com o pai, a mãe entende que assume o controle total e atinge sua meta:
que o pai passe a ser considerado um intruso, um inimigo a ser evitado, e que o filho agora é ‘propriedade’ somente
dela; ela dita as regras e faz o que quiser ‘para o bem dele’, mas, ao contato com terceiros, chegam as mães por
vezes a alterar o discurso e ‘se passarem por cordeiras’ dizendo que ‘nunca’ afastarão o pai e que ‘a vida é assim’,
pois, como dissemos, são astutas, vis e dissimuladas, premeditadas e com atitudes maquiavélicas e quase sempre
concatenadas.
Fato é que eventualmente a criança vai internalizar tudo e perderá a admiração e o respeito pelo pai,
desenvolvendo temor e mesmo raiva do genitor. Mais: com o tempo, a criança não conseguirá discernir realidade e
fantasia e manipulação e acabará acreditando em tudo e, consciente ou inconscientemente, passará a colaborar com
essa finalidade, situação altamente destrutiva para ela e, talvez, neste caso especifico de rejeição, ainda maior para o
pai.
Em outros casos, nem mesmo a mãe distingue mais a verdade da mentira e a sua verdadepassa a ser
‘realidade’ para o filho, que vive com personagens fantasiosos de uma existência aleivosa, implantando-se, assim,
falsas memórias, daí a nomenclatura alternativa de ´Teoria da implantação de falsas memórias´.
 
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    Re: INFELIZMENTE SÃO AS CRIANÇAS SEMPRE AS VITIMAS    Ver comentário
Armagedom (seguir utilizador), 1 ponto , 20:56 | Segunda feira, 26 de abril de 2010
Lar,doce lar
águiadois (seguir utilizador), 2 pontos , 14:45 | Segunda feira, 26 de abril de 2010
Lar.doce lar:quando os laços partem tudo se precipita na escarpa da vida.E sem o afecto que só o lar pode dar um homem nunca sabe o que é ser menino.
 
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    Re: Lar,doce lar    Ver comentário
makiavel (seguir utilizador), 2 pontos , 22:17 | Quinta feira, 29 de abril de 2010
Eu já contei aqui uma pequena parte do meu caso
Mordaquikesaileite (seguir utilizador), 2 pontos , 21:21 | Segunda feira, 26 de abril de 2010
noutro local. Se eu fosse contar tudo, as pessoas de bem ficariam estupefactas...com tanta falta de caracter e que só prova quanto são perigosos certos relacionamentos que podem deixar marcas para toda uma vida, quando se trata com pessoas sem escrúpulos. Ora, ninguém é obrigado, homem ou mulher a manter um casamento contra vontade, mas o que me aconteceu é muito grave e lamentável...ainda por cima uma mulher licenciada e católica praticanye. A população da vila de Tábua, se soubesse a verdade, do comportamento dessa gente ligada ao regime antes do 25 de Abril e que eu sempre respeitei, apesar das minhas ideias progressistas, ficaria incredula...Até um "mulher de tratamentos incorpórios" se presume ter estado envolvida"...eu até fui à policia denunciar mas sem consequências. É mesmo perigoso viver em Portugal...Últimamente tenho até recebido insistentes chamadas anónimas...sem ninguem dizer nada...
 
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Trogloditas
agridoce lisboa (seguir utilizador), 1 ponto , 15:55 | Domingo, 25 de abril de 2010
O mais miserável não são as mulheres puxarem a brasa à sua sardinha, por mais sacanas que algumas sejam! (também só o são porque não levam duas lamparinas nas trombas que é o que eu faria à estúpida que tivesse a veleidade de usar um filho meu! O mais miserável é haver homens que ainda acham que elas estão mais bem preparadas para tratar de uma criança, ou de um bebé, só porque são mulheres!! Que pobreza! Como se fosse o sexo a determinar competências emocionais, afectivas, ou de outra ordem qualquer no que à educação diga respeito!!! Pobres diabos! Devem ser a vocês que elas fazem as popas na cabeça!!
 
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    Á porradinha e à naifada é que é!    Ver comentário
MariadeViana (seguir utilizador), 2 pontos , 21:42 | Segunda feira, 26 de abril de 2010
    Re: Á porradinha e à naifada é que é!    Ver comentário
agridoce lisboa (seguir utilizador), 1 ponto , 11:24 | Quarta feira, 28 de abril de 2010
    Re: Á porradinha e à naifada é que é!    Ver comentário
MariadeViana (seguir utilizador), 1 ponto , 12:39 | Quarta feira, 28 de abril de 2010
    Re: Á porradinha e à naifada é que é!    Ver comentário
agridoce lisboa (seguir utilizador), 1 ponto , 13:26 | Quarta feira, 28 de abril de 2010
    Re: Á porradinha e à naifada é que é!    Ver comentário
THUNDER I (seguir utilizador), 1 ponto , 18:22 | Quarta feira, 28 de abril de 2010
    Re: Trogloditas    Ver comentário
Tito D'alva (seguir utilizador), 1 ponto , 19:14 | Domingo, 25 de abril de 2010
    Re: Trogloditas    Ver comentário
anticorporativo (seguir utilizador), 1 ponto , 2:27 | Segunda feira, 26 de abril de 2010
Nem as mulheres são santas, nem...
mclara morais (seguir utilizador), 1 ponto , 16:11 | Domingo, 25 de abril de 2010
Nem as mulheres são santas, nem os homens. Em muitos casos nem Mãe nem Pai, deviam ser escritos em maisculas, porque a forma como se comportam mostram a mesquinhez de muitos.

Com os defeitos que o ser humano tem e que em momentos de grandes decisões em vez de se tornar um elemento apaziguador...torna-se mais agressivo... NÂO DEVEM nunca os filhos, independentemente da sua idade serem usados como jogo de interesses.

Se uma relação termina e as pessoas se separam é exactamente a primeira coisa que devem decidir acima das suas "razões pessoais"... o bem estar dos filhos, os cuidados, a educação. E ambos devem participar, para que os filhos não se sintam emocionalmente abalados... Isso implica apenas uma relação humana de civismo. Se bem que para mim é difícil entender que pessoas que vivem em comum por muitos ou poucos anos, não mantenham pelo menos algum elo de amizade e de respeito um pelo outro.
 
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...
teixeiranet (seguir utilizador), 1 ponto , 22:46 | Domingo, 25 de abril de 2010
Os pais têm sido discriminados pelos juizes. É um crime abominável!!!
Começem já a arranjar bons argumentos, pois não sei como se vão safar quando tiverem que enfrentar o Altíssimo!!
 
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    Re: ...    Ver comentário
anticorporativo (seguir utilizador), 1 ponto , 2:29 | Segunda feira, 26 de abril de 2010
Olhar pela terceira Via
anticorporativo (seguir utilizador), 1 ponto , 2:17 | Segunda feira, 26 de abril de 2010
Infelizmente Portugal é um País onde o Associativismo não existe.
Estes tipos bem falantes não fazem coisa nenhuma para alterar seja o que fôr.
Eu Explico:
-Portugal não tem legislação sobre a matéria das responsabilidades Parentais, apesar duns atrasados mentais dizerem que é das melhores do mundo.
-O que faz com que os Juizes dterminem de acordo com o que lhes vai na alma a guarda das crianças, ou seja , digam que as mamas são mto melhores que os papas.
-Estas e outras nojices, fazem com que as mamas impeçam os papas de verem as crianças, pq os incumprimentos destas santas cabras não dá em coisa nenhuma.
-Os bem falantes, há uma porrada de anos que sabem disto e em vez de pedirem legislação como deve ser, pedem aos juizes para alterarem a sua praxis.

Dá pra rir, não dá?
A Alienação Parental obviamente que existe em todos os casos, pq as mulheres em regra, não suportam que os homens se estejam nas tintas pra elas em caso de separação, pq mulheres são muitas.7 para cada Homem!!!
Assim sendo, e sabendo desta praxis nojenta aproveitam para fazer chantagem.
A verdade é apenas esta: Pode muito bem um snr Juiz , dizer que naquele caso específico, a criança não sofrer com a suposta alienação , pq uma crina pode muito bem viver apenas com um dos progenitores.
Para quem tem filhos, sabe que só um animal é que pode dizer que a criança dispensa os ritmos do pai e da mãe.
Um arraçado de Suinídeo é que pode defender a preferência maternal e avbençoar a Monoparentalidade
 
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    A motivação    Ver comentário
ckage (seguir utilizador), 1 ponto , 17:25 | Terça feira, 27 de abril de 2010
    Re: A motivação    Ver comentário
MariadeViana (seguir utilizador), 1 ponto , 21:26 | Terça feira, 27 de abril de 2010
    Re: A motivação    Ver comentário
anticorporativo (seguir utilizador), 1 ponto , 22:47 | Terça feira, 27 de abril de 2010
    Re: A motivação    Ver comentário
MariadeViana (seguir utilizador), 1 ponto , 13:15 | Quarta feira, 28 de abril de 2010
    Re: A motivação    Ver comentário
anticorporativo (seguir utilizador), 1 ponto , 22:41 | Terça feira, 27 de abril de 2010
    É um bocado indiferente.    Ver comentário
ckage (seguir utilizador), 1 ponto , 17:12 | Quarta feira, 28 de abril de 2010
"O fio da navalha"
mamamon (seguir utilizador), 1 ponto , 16:37 | Segunda feira, 26 de abril de 2010
Esta expressão, é apropriada para definir um assunto de tanta importância e sensibilidade, como é a da separação de um casal com filhos.
É um equilíbrio de tal ordem instável, que na maioria dos casos, infelizmente é causador de problemas.
Principalmente emocionais, que se reflectem na personalidade da criança, mesmo quando as separações são amigáveis e muitas vezes até benfazejas, para ambos os lados.

Um casal desavindo, normalmente provoca um ambiente familiar depressivo, infeliz e sofredor, que atinge a criança em qualquer idade, com as consequentes mazelas de distúrbios comportamentais, e impróprios duma sã convivência.
Para evitar um maior agravamento das situações em todo o agregado familiar, a separação amigável dos progenitores, é certamente o mais recomendável.

Geralmente o grande problema, está nas condições em que se determinam os divórcios litigiosos, normalmente acompanhados por ressentimentos e rancores das partes em litígio, com as consequentes atribulações sofridas pelos filhos.

E o nosso sistema judicial peca, por ainda nele subsistirem determinados princípios legais que já não estão em conformidade com factores concernentes à nossa sociedade actual.

A prioridade maternal, em desfavor da paternal é uma delas. ...
 
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    Re: "no fio da navalha" - Mamamon    Ver comentário
afonso aguiar (seguir utilizador), 1 ponto , 18:44 | Segunda feira, 26 de abril de 2010
A mãe tirana e o pai inocentinho
MariadeViana (seguir utilizador), 1 ponto , 21:12 | Terça feira, 27 de abril de 2010
Conheço muitos casos específicos em que com ou sem divórcio, entre o casal, é a mãe que providencia tudo relativamente aos filhos: dá-lhes banho, prepara a comida, vai às reunióes da escola, leva-os (e paga) ao dentista ou ao médico, leva-os à creche, tudo isto quotidianamente, 365 ou 366 dias por ano. Os pais brincam uma horita com os meninos o que já não é mau e dão-lhes uns presentes. Após o divórcio, a tendencia mantem-se ou agrava-se. Existem pais exemplares, mas sem recurso a "estudos e estatísticas", empiricamente se pode constatar que muitos homens não têm responsabilidade nenhuma nem para cuidar deles próprios, quanto mais de crianças.
Removam os meus comentários novamente se quiserem, mas realmente é deplorável observar mulheres que são as primeiras a condenar as outras, como se estivessem eternamente a "banir a concorrência". Serão sempre sobrecarregadas em todos os níveis à conta desse tipo de atitude.
 
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    Re: A mãe tirana e o pai inocentinho    Ver comentário
Igualdade Parental (seguir utilizador), 1 ponto , 0:06 | Quarta feira, 28 de abril de 2010
    Re: A mãe tirana e o pai inocentinho    Ver comentário
MariadeViana (seguir utilizador), 1 ponto , 13:02 | Quarta feira, 28 de abril de 2010
    Re: A mãe tirana e o pai inocentinho    Ver comentário
Igualdade Parental (seguir utilizador), 1 ponto , 14:16 | Quarta feira, 28 de abril de 2010
Alieação....de que tipo?
MariaIC (seguir utilizador), 1 ponto , 17:01 | Quarta feira, 28 de abril de 2010
Não há nada pior que o sofrimento de uma criança…
Impensável quando esse sofrimento é causado por uma das pessoas que tinha como obrigação dar-lhe amor, carinho, estabilidade….
Quantos casos existirão? Mas a alienação parental é provocada somente pela mãe????
Passou a ser moda o pai exigir… mas não passará somente de uma moda???
Quantos o fazem por ser o único meio de atingir a mãe??
Que nome darão à situação de um pai que se recusa a pagar 1 único euro ao filho, mas que se acha no direito de exigir participar e sobrepor-se à vontade da mãe, só para a atingir?
Que tipo de alienação será esta?
Caríssimos…. Por se tratar de moda, estão a esquecer de tudo o resto…
Não queiram começar a casa pelo telhado…
Tratem das situações vergonhosas de pais que infringem ordens dos tribunais, só porque sim….
Primeiro as nossas crianças….
Mas não se esqueçam das vidas deploráveis em que muitas mães vivem….
Para essas lutadoras, não existem reportagens, não existem propostas a alterações à lei (de modo a caçarem literalmente os incumpridores)…
Não estão na moda….. mas existem….
 
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    Re: Alieação....Não se trata de um problema    Ver comentário
Mordaquikesaileite (seguir utilizador), 2 pontos , 21:20 | Quarta feira, 28 de abril de 2010
    Re: Alieação....de que tipo?    Ver comentário
Igualdade Parental (seguir utilizador), 1 ponto , 0:53 | Quinta feira, 29 de abril de 2010
ALERTA
Paula Seabra (seguir utilizador), 1 ponto , 14:18 | Quinta feira, 29 de abril de 2010
É triste ver, ver hoje em dia pais divorciados e principalmente mães que lutam desesperadamente para conseguir a custodia dos filhos e levar a que o pai nao participe no crescimento e educaçao dos seus filhos.
Será que essas mulheres nao veem que a unica coisa que estao a provocar é um mal estar nas crianças envolvidas. Porque será que os pais divorciados pensam so em se atingirem um ao outro e nao pensam que nessa tentativa de se magoarem nao são so eles os envolvidos, mas sim tambem as crianças existentes . Eu sou mae divorciada e sempre pensei no meu filho, antes de tudo e acima de tudo, ele adora o pai e eu nunca, mas nunca o proibi ou deixei que ele ficasse sem estar com o pai. Pois para o equilibrio das crianças, é bom que os pais deixem de lado as brigas e pensem nos filhos. O meu filho, apesar de ser filho de pais separados é uma criança equilibrada, educada, sem medos, feliz e se depender tanto de mim como do pai, o continuara a ser. Pois o que nos interessa é a felicidade dele.....
OS PAIS DIVORCIADOS, PENSEM UM POUCO NOS VOSSOS FILHOS E ESQUEÇAM AS VOSSAS BRIGAS
 
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