13/02/2012 atualizado às 14:20
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Espanha corta 5% nos salários da Função Pública

Para cortar o défice, Governo de Espanha reduz 5% nos salários dos funcionários públicos, elimina o cheque bebé e suspende a revalorização das pensões entre outras medidas.

9:13 Quarta feira, 12 de maio de 2010
José Luis Zapatero explicou as medidas no Congresso de Deputados
José Luis Zapatero explicou as medidas no Congresso de Deputados
J. J. Guillén/EPA

O Governo espanhol anunciou hoje uma redução de 5% nos salários dos funcionários públicos e a eliminação do cheque bebé por nascimento, de 2500 euros, como medidas adicionais para cortar o défice. 

As medidas foram anunciadas pelo primeiro ministro, José Luis Zapatero, que interveio a seu pedido no Congresso de Deputados, onde explicou ser necessário "acelerar e intensificar os planos de consolidação fiscal".

Entre as medidas anunciadas, contam-se ainda uma redução na ajuda oficial espanhola ao desenvolvimento e no investimento público estatal, a suspensão em 2011 da revalorização das pensões, com exceção das mínimas, e a eliminação do regime transitório para a reforma parcial. 

Redução de gastos em farmácia


Serão ainda reduzidos os gastos em farmácia, com uma revisão dos preços dos medicamentos e a introdução da unidose. 

"Muitos cidadãos não entenderão que o Governo, quando diz que há sinais de recuperação e dados que indiciam a saída da crise, precisamente agora, lhes peça mais esforço e anuncie esforços muito consideráveis", afirmou José Luis Zapatero. 

"É agora, quando mais o necessitamos, para cumprir compromissos europeus, para reforçar a confiança na nossa economia, para dar uma imagem de estabilidade e atrair investidores. Para fortalecer o sistema produtivo e preservar estado de bem-estar", afirmou. 

As medidas pretendem conseguir poupar às contas públicas 15 mil milhões de euros adicionais - 5000 milhões este ano e 10.000 milhões em 2011 -, depois dos 50 mil milhões de euros já cortados em medidas de austeridade aprovadas no início deste ano. 

O objetivo é retirar mais meio ponto percentual ao défice público, que o Governo antecipava reduzir já de 11,2 para 9,8% este ano. 

As justificações de Zapatero


Com as medidas hoje aprovadas, explicou José Luis Zapatero, o défice público cairá para 9,3% do PIB este ano (menos 0,5% do que o previsto) e cairá um ponto percentual face às previsões, para 6,5% em 2011.

"Não é fácil para qualquer Governo dirigir-se nestes termos aos cidadãos, especialmente para um Governo que se dedicou a melhorar a situação da maioria dos cidadãos, os mais carenciados. Os que mais sofreram as consequências da crise", disse o chefe do executivo espanhol. 

Por isso, José Luis Zapatero pediu um esforço "global e coletivo" da cidadania, partidos e entidades da sociedade civil, admitindo que a situação é "difícil", mas que o Governo "não desfalecerá" e que Espanha "voltará ao crescimento".

José Luis Zapatero falava no Congresso de Deputados, em Madrid, onde deu conta da recente decisão da União Europeia e do Fundo Monetário Internacional de criar um fundo de estabilização, que o chefe do Governo espanhol considerou uma "resposta inimaginável" no passado, para responder "à forte instabilidade" nas bolsas e nos mercados. 

"Desde o seu nascimento que a união monetária nunca tinha enfrentado uma ameaça tão real e séria à sua própria subsistência. E que afetava toda a recuperação económica europeia e global", afirmou. 

"Há quem diga que a resposta foi lenta. Mas não deveria ser-se tão severo a julgar reações perante circunstâncias sem precedentes, difíceis de avaliar e que envolvem e comprometem 16 países da zona euro, com diversas sensibilidades e situações económicas", disse. 

Para o chefe do Governo espanhol, com o acordo aprovado, "a Europa mostrou a sua força" e demonstrou que "continua comprometida consigo própria".   

*** Este texto foi escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico ***

Lusa
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Espanha corta 5 nos salários da função pública
Toni 2 (seguir utilizador), 4 pontos (Bem Escrito), 11:06 | Quarta feira, 12 de maio de 2010
Liguei a tevelisão hoje de manhã e a primeira noticia foi que o PSD e Passos Coelho apoia um corte nos vencimentos dos politicos de 2,9%. O meu pensamento foi de imediato, que lá estavam uma vez mais estes politicos a fazer cocegas ao problema. De imediato o meu pensamento deixou-se ir como a criticar o Governo e a Oposição da falta de coragem uma vez mais. Pensei para comigo que o exemplo devia vir de cima e cortar nos vencimentos dos politicos 10% e nos restantes 5% e não me estou sómente a referir aos funcionários públicos. É claro continuando com o meu pensamento, disse para comigo que este corte não podia abranger as pessoas com salários e pensões mais baixas. Estabeleci uma meta que seria a partir de 1000 euros mês. Depois pensei melhor e aumentei esse plafon porque me parece baixo. É claro que me fiquei pelos 1500 euros ou talvez os dois mil. Este pensamento foi interrompido e por sinal não cheguei a nenhuma conclusão. Á conclusão chego agora que pelo andar da carruagem os nossos politicos continuam iguais a eles memo. Não é com propostas destas que nós podemos confiar neles tanto os da Oposição como os do Governo. O que o povo pede é que de uma vez por todas passem a governar para o País e não para o partido e para eles mesmo. Até compreendo as dificuldades de um politico tomar estas medidas, mas é nos tempos difíceis que se distinguem os politicos dos Estadistas que é o que estamos a precisar neste momento. Um politico agarra-se ao poder um Estadista à Nação.
 
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Dunca (seguir utilizador), 1 ponto , 13:12 | Quarta feira, 12 de maio de 2010
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estrabico (seguir utilizador), 1 ponto , 18:08 | Quarta feira, 12 de maio de 2010
Granadeiro a ver passar os comboios
águiadois (seguir utilizador), 2 pontos , 9:36 | Quarta feira, 12 de maio de 2010
Espanha sempre á frente:agora atacam a PT,com a Telefónica a encostar á parede Granadeiro e aquela equipa que parece só saber fazer contratos com o Figo.
 
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inacreditavel
odagrom (seguir utilizador), 2 pontos , 9:47 | Quarta feira, 12 de maio de 2010
Os banqueiros roubam, os políticos roubam, os investidores especulam, o país gasta acima das suas possibilidades em aeroportos, tgvs, expos, ccbs, casas da música, campeonatos de futebol, jogos olímpicos, auto-estradas, etc.

E depois quem é que tem de tapar o buraco? Os funcionários públicos (que já ganham mal), as pessoas que precisam de ajuda para criar os seus filhos e as pessoas que precisam de ajuda para a farmácia!!!

Espanhóis, gregos e portugueses MANIFESTEM-SE! Em vez de festejarem a vitória do SLB, realizem a maior manifestação da história. Não exijam a demissão dos governos, porque tanto eles como os governos anteriores (que estão na oposição a espreitar novo poleiro) são os culpados.

EXIJAM sim: cadeia para os banqueiros e políticos corruptos, impostos altíssimos para as mais-valias dos especuladores, prémios dos gestores, transferências de jogadores de futebol, aquisição de casas e carros de luxo, etc.

Se não chegar, NACIONALIZE-SE uma ou duas dessas empresas que andaram a mamar à custa do estado e que apresentam lucros suficientes para acabar com o défice. Vendam-se os jogadores do FC Porto, Benfica, Barcelona, Real, Panathinaikos, etc. O povo é a maioria, é para ele que se tem de governar, não para os amigos e enteados.
 
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Toni 2 (seguir utilizador), 2 pontos , 10:44 | Quarta feira, 12 de maio de 2010
    Re: inacreditavel    Ver comentário
moncarapacho (seguir utilizador), 1 ponto , 11:32 | Quarta feira, 12 de maio de 2010
    Re: inacreditavel    Ver comentário
Dunca (seguir utilizador), 1 ponto , 12:46 | Quarta feira, 12 de maio de 2010
    Re: inacreditavel    Ver comentário
Dunca (seguir utilizador), 1 ponto , 12:56 | Quarta feira, 12 de maio de 2010
    Re: inacreditavel    Ver comentário
Tibiriçá.... (seguir utilizador), 1 ponto , 1:31 | Quinta feira, 13 de maio de 2010
Alguém me explica?
userEX105252 (seguir utilizador), 2 pontos (Interessante), 10:09 | Quarta feira, 12 de maio de 2010
Sem qualquer ironia, mas apenas porque não percebo nada do assunto, pedia que alguém me explicasse:
1. O dinheiro não é volátil. É uma coisa física, como a água. A água, quando evapora, sabemos para onde vai. E a pergunta, é: o dinheiro, quando "evapora", vai para onde?
2. Ou seja, se o dinheiro falta AQUI, tem de estar nalgum lado. Onde?
3. Por que razão, em tempos de crise, se vai buscar o dinheiro a quem tem pouco, e deixa-se tranquilo quem tem muito?
4. Por que não se vai buscar o dinheiro a onde ele realmente está?
 
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    Onde está o dinheiro ?    Ver comentário
Fernando Torres (seguir utilizador), 2 pontos , 10:27 | Quarta feira, 12 de maio de 2010
    Re: Onde está o dinheiro ?    Ver comentário
Delinquente (seguir utilizador), 1 ponto , 3:08 | Quinta feira, 13 de maio de 2010
    Re: Alguém me explica?    Ver comentário
JJFF (seguir utilizador), 1 ponto , 11:04 | Quarta feira, 12 de maio de 2010
    Re: Alguém me explica?    Ver comentário
Figgs (seguir utilizador), 1 ponto , 12:28 | Quarta feira, 12 de maio de 2010
    Re: Alguém me explica?    Ver comentário
forevertheuni (seguir utilizador), 1 ponto , 13:27 | Quarta feira, 12 de maio de 2010
    Re: Alguém me explica?    Ver comentário
forevertheuni (seguir utilizador), 1 ponto , 13:24 | Quarta feira, 12 de maio de 2010
O discurso muda consoante as circusnstâncias...
Alberto Teixeira (seguir utilizador), 2 pontos (Bem Escrito), 11:33 | Quarta feira, 12 de maio de 2010
É curioso que aqueles que ontem protestavam contra um hipotético imposto sobre o seu 14º mês por ser "inqualificável", "vergonhoso" e que iriam necessitar daquele dinheiro para fazer face a despesas prementes já vêem de outra forma esta privação se, em vez que lhes ser dirigida for dirigida a outros trabalhadores (os FP's).
É infelizmente este tipo de falta de solidariedade, para o qual contribui facilmente o estigma a que estes trabalhadores estão constantemente associados pela imprensa e infelizmente pelos dirigentes do País, que acaba por se concretizar em perdas para todos os trabalhadores sem excepção.
O problema é que enquanto temos 5,5 milhões de pessoas na população activa, os FP's são apenas 550 mil logo os valores em causa têm um rácio de 1 para 10.
Se eu puder não pagar 10% do meu 14º mês e em virtude disso um FP ficar sem 100% do dele já fico satisfeito nem que para isso tenha de justificar (para ficar de bem com a minha consciência) que se tratam de párias que nada fazem, que entram tarde e saem cedo e que têm um emprego para a vida e que estão cheios de privilágios, mesmo que não tenha ideia do que estou a falar.
Afinal o umbigo de cada um continua a mandar e bem.
 
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A minha colaboração
Terra_maronesa (seguir utilizador), 2 pontos (Interessante), 11:43 | Quarta feira, 12 de maio de 2010
Para dar o meu contibuto para combater a crise estou disposta a prescindir dos meus subsídios de férias e de Natal, embora no Natal este fosse mais necessário, desde que se estipulem cumulativamente as seguintes medidas:

1-Os sindicatos comprometem-se que durante 3 anos, pelo menos, não convocam greves.

2-Congelamento dos salários de todos os trabalhadores, sem excepção até 2013, inclusivé.

3-Eliminação pura e simples, com carácter definitivo, dos prémios dos gestores, quer públicos quer privados. O seu prémio já está no alto salário que auferem, precisamente por serem gestores.

4-Criar legislação no sentido de proibir a acumulação de pensões.
   
5-Impor um limite máximo do seu valor. Quem não criou riqueza no activo não faz sentido fazê-lo enquanto pensionista. Um valor máximo de 3.000,00 € é razoável.
   
O nº 4 abrangeria as já existentes e o beneficiário optaria pela que lhe fosse mais favorável.

O n.º 5 entraria em vigor após a aprovação da legislação a criar. sem carárter retroactivo.

Sou uma simples funcionária autárquica que, como técnica superior e com 36 anos de serviço, leva para casa 1.100,00 euros.

Por isso digo aos funcionários do sistema privado: estejam à vontade para pedir a minha cabeça, que é como quem diz, rapem à vontade o meu bolso, se isso servir para que continuem a manter o vosso nível de vida como até aqui.

Para uns terem todos os direitos há outros que só têm deveres, neste caso eu e outros como eu.

Bom dia
 
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    Re: A minha colaboração    Ver comentário
Tibiriçá.... (seguir utilizador), 1 ponto , 1:27 | Quinta feira, 13 de maio de 2010
    Re: A minha colaboração    Ver comentário
Terra_maronesa (seguir utilizador), 1 ponto , 11:33 | Quinta feira, 13 de maio de 2010
A suspensão da democracia
CondestavelXXI (seguir utilizador), 2 pontos , 11:53 | Quarta feira, 12 de maio de 2010
Não aplaudo nem recrimino estas medidas drásticas que os governos (em especial os ibéricos) acabam de ser forçados a tomar pela UE e pelo FMI. Trata-se únicamente de acalmar os mercados financeiros e monetarios cujo nervosimo estava a precipitar a bancarrota dos PIGS. Não existe alternativa e a única coisa que Zapatero e Sócrates podem fazer é escolher onde cortam na despesa e onde aumentam na receita (e que explicações dão) para atingir os resultados que lhes foram impostos. A democracia acabou por ser suspensa tal como referia a "bruxa" Ferreira Leite a quem não quisemos para governante e a quem teria acontecido mais o menos o mesmo que o que aconteceu a Sócrates. Modestia à parte também me considero bruxo pois ando há meses a escrever aqui sobre a "democracia dos credores" enquanto que muitos continuam mais preocupados com o caracter de Sócrates.
Esperemos que os mercados aceitem de vez as medidas agora tomadas.
 
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Espanha
ANO1933 (seguir utilizador), 2 pontos , 13:09 | Quarta feira, 12 de maio de 2010
Há só aqui uma pequenina diferença, é que em Espanha o corte de salários partiu do próprio Governo, enquanto que em Portugal existe sòmente uma proposta e feita pelo PSD!
Isto é uma demonstração pura e simples de que José Sócrates uma vez mais foi ultrapassado e de que Pedro Passos Coelho se prepara para ser o próximo PM.
Quanto ao "cheque bébé", não sei se José Sócrates irá pelo mesmo caminho, tanta foi a propaganda para o aumento da natalidade...
A propósito de Pedro Passos Coelho é bom frisar que ele tem uma equipa ganhadora, eficiente e muito competente!
Tudo o que está a suceder, mostra bem como o Governo se deixou ultrapassar pelos acontecimentos, ou, então, conhecia as causas, mas ocultou-as, como foi o caso do défice.
Infelizmente, a taxa de desemprego, mantém-se nos 10.5%.
Uma notícia boa, vem sempre acompanhada de uma má notícia.
 
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    Acabe com a propaganda    Ver comentário
Professor.com.muita. (seguir utilizador), 1 ponto , 15:53 | Quarta feira, 12 de maio de 2010
Assim o governo PT
caprylm56 (seguir utilizador), 2 pontos , 15:10 | Quarta feira, 12 de maio de 2010
Tivesse a dignidade de o fazer?
 
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Aplaudo esta decisao...
pekatex (seguir utilizador), 1 ponto , 9:48 | Quarta feira, 12 de maio de 2010
Aplaudo esta decisão do governo espanhol... É preciso coragem política para efectuar esta acção... Claro que Zapatero hipotecou num curto prazo o seu futuro político... Mas acredito que a médio-longo prazo Zapatero ficara na história por esta acção...
Para quando em Portugal a implementação de um plano concreto de contenção (desenvolvimento) mas a longo prazo??? O povo está farto da dança das cadeiras... Penso que está na hora de deixar o conforto do sofá e começarmos a exigir á nossa classe politica, responsabilidade e implementar objectivos concretos…
Está na altura de reestruturar, mas o pais inteiro… Mas para isso é preciso a intervenção de todos NÓS, povo anónimo, sem cor politica, mas interventivo e exigente… Penso que a nossa classe politica já nos deu a entender que nem uma mercearia conseguia gerir, quanto mais um pais…
 
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Por cá vão aproveitar a boleia...
Alberto Teixeira (seguir utilizador), 1 ponto , 9:50 | Quarta feira, 12 de maio de 2010
Os Funcionários públicos espanhóis são dos mais bem pagos da Europa Comunitária no entanto por cá o governo vai certamente aproveitar a boleia.
Parece-me que estes sacrifícios devem ser repartidos por todos e não apenas pelos FP's pois, incidindo apenas sobre aqueles os sacrifícios serão certamente 10 vezes mais duros e produzirão 10 vezes menos resultados.
Não tenho dúvidas que o facto dos salários dos FP's estarem incluídos na chamada "Despesa pública" absorvendo aproximadamente 11,5% da riqueza do País faz deles um objectivo apetitoso.
No entanto o facto de se ter já diminuído essa percentagem de 14,5% em 2005 para os actuais 11,5% (10% previstos no actual PEC em 2013) e também os números do défice português, mais de 3 pontos inferior ao espanhol demonstram que não será necessário em Portugal optar por uma política tão repressiva ao nível dos salários e pensões dos FP's.
Também o facto de Passos Coelho propor um corte de 2,9% nos salários dos políticos e gestores públicos constitui esse valor como um "tecto máximo" a aplicar a uma hipotética medida desse estilo (não faria sentido aplicar uma percentagem superior a essa aos FP's)
Enfim. Uma coisa é certa esta crise está a ser bem aproveitada pelos governos ibéricos para meter a massa no bolso dos cidadãos. Vamos ver por onde fica a gula do governo!
 
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Outras opções...
JJFF (seguir utilizador), 1 ponto , 10:21 | Quarta feira, 12 de maio de 2010
O governo socialista espanhol tinha outras opções para reduzir o défice público, como por exemplo aumentar os impostos sobre os combustíveis. Preferiu sacrificar os seus funcionários para manter os preços dos combustíveis inferiores aos praticados em Portugal e desse modo colher impostos de portugueses que abastecem as suas viaturas em Espanha. Veremos se os governantes portugueses saberão dar a resposta.
 
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Sobre os Funcionários Públicos
forevertheuni (seguir utilizador), 1 ponto , 10:23 | Quarta feira, 12 de maio de 2010
Sobre os Funcionários Públicos. Sim são precisos, mas:
- Por esta Europa Fora, na Europa mais desenvolvida os funcionários públicos ganham menos,muito menos do que no privado, mas não passam grandes dificuldades.
- Portugal, o inverso, é mais fácil ser funcionário público e ganhar melhor. Porquê? O Estado absorveu os melhores qualificados na altura pós-25 de Abril porque precisou deles, contudo, o investimento em educação foi medíocre! Deu no que temos hoje! E o que temos hoje é maior desequilíbrio social, porquê?
- Porque as famílias menos qualificadas ganham mal, porque o salário mínimo é horrível e nenhum político teve coragem de o aumentar decentemente em tempos de vacas gordas(Sr. Cavaco Silva) aumentando o desemprego numa altura que se podia.
Aqui vai a minha análise, sendo que a classe média melhor qualificada foi para a função pública a produtividade portuguesa nunca pôde aumentar. E para compensar isto, o privado paga muito, mas muito mais aos bem qualificados do privado. Fazendo um fosso enorme que faz continuar o circulo da pobreza e não qualificação.
Basta ver a % do PIB investido em educação e investigação versus PIB per capita que a conclusão é clara. ..mas em Portugal e Espanha sempre se investiu em obras públicas que nunca devem ser motor de economia, excepto em situações de crise.
 
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    Re: Sobre os Funcionários Públicos    Ver comentário
Lonet (seguir utilizador), 2 pontos , 10:56 | Quarta feira, 12 de maio de 2010
    Re: Sobre os Funcionários Públicos    Ver comentário
forevertheuni (seguir utilizador), 1 ponto , 11:47 | Quarta feira, 12 de maio de 2010
    Re: Sobre os Funcionários Públicos    Ver comentário
Lonet (seguir utilizador), 1 ponto , 12:31 | Quarta feira, 12 de maio de 2010
    Re: Sobre os Funcionários Públicos    Ver comentário
forevertheuni (seguir utilizador), 1 ponto , 13:17 | Quarta feira, 12 de maio de 2010
    Re: Sobre os Funcionários Públicos    Ver comentário
Lonet (seguir utilizador), 1 ponto , 15:38 | Quarta feira, 12 de maio de 2010
    Re: Sobre os Funcionários Públicos    Ver comentário
forevertheuni (seguir utilizador), 1 ponto , 17:39 | Quarta feira, 12 de maio de 2010
    Re: Sobre os Funcionários Públicos    Ver comentário
Lonet (seguir utilizador), 1 ponto , 17:51 | Quarta feira, 12 de maio de 2010
    Re: Sobre os Funcionários Públicos    Ver comentário
forevertheuni (seguir utilizador), 1 ponto , 17:59 | Quarta feira, 12 de maio de 2010
    Re: Sobre os Funcionários Públicos    Ver comentário
Lonet (seguir utilizador), 1 ponto , 18:25 | Quarta feira, 12 de maio de 2010
    Re: Sobre os Funcionários Públicos    Ver comentário
PANTE44 (seguir utilizador), 1 ponto , 14:20 | Quarta feira, 12 de maio de 2010
    Re: Sobre os Funcionários Públicos    Ver comentário
Lonet (seguir utilizador), 1 ponto , 15:48 | Quarta feira, 12 de maio de 2010
    Re: Sobre os Funcionários Públicos    Ver comentário
PANTE44 (seguir utilizador), 1 ponto , 16:41 | Quarta feira, 12 de maio de 2010
    Re: Sobre os Funcionários Públicos    Ver comentário
Lonet (seguir utilizador), 1 ponto , 17:32 | Quarta feira, 12 de maio de 2010
    Re: Sobre os Funcionários Públicos    Ver comentário
PANTE44 (seguir utilizador), 1 ponto , 18:54 | Quarta feira, 12 de maio de 2010
    Novo pedido de desculpas...    Ver comentário
Lonet (seguir utilizador), 1 ponto , 17:57 | Quarta feira, 12 de maio de 2010
    Re: Sobre os Funcionários Públicos    Ver comentário
Tibiriçá.... (seguir utilizador), 1 ponto , 1:46 | Quinta feira, 13 de maio de 2010
Os mesmos de sempre
vjosepedro (seguir utilizador), 1 ponto , 10:51 | Quarta feira, 12 de maio de 2010

Os mesmos de sempre a ganhar quanto querem e podem: a alta finança e os especuladores que lhe estão associados

Os mesmos de sempre a pagar o desvario, os roubos, a especulação, o compadrio vergonhoso: os cidadãos!

Estranho,...em tudo isto,...é os cidadãos estarem a assemelhar-se, cada vez mais,...com os rebanhos de ovelhas,...com uma agravante,...é que já nem méééé sabem dizer!

Ou nem sequer têm força, já, "para abrir boca"!
 
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NÓS POR CÁ
Figgs (seguir utilizador), 1 ponto , 12:08 | Quarta feira, 12 de maio de 2010
Por cá preparam-se medidas daquelas mais fáceis..., e com menos ondas ! Aumenta-se o IVA e záz ! Ficamos é cada vez menos competitivos com a Espanha ( cujas taxas são muito inferiores ). É o comércio PARALELO do público consumidor a assumir proporções enormes e o dos comerciantes que se financiam com a diferença de IVA. Ás vezes até vão comprar a Espanha " e perdem " as facturas, o que é optimo para não pagar IRC. São dezenas de camions por dia de bens alimentares, detergentes, higiene, bebidas, etc, etc.
 
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