Na primeira reunião houve duas votações em que o candidato apenas obteve quatro e três votos a favor da sua escolha, num universo de 15 votantes. Antes que fosse marcada uma segunda reunião para nova votação, o docente Pedro Campos Rosado resolveu retirar a sua candidatura.
O presidente do Conselho de Representantes convocou uma nova reunião para este órgão aprovar um novo processo e calendário eleitoral (que decorreu na passada quarta-feira, dia 4 de Fevereiro) onde ficará estabelecido um novo prazo para a apresentação de novas candidaturas ao cargo de director.
Caso não haja novas candidaturas "o processo de nomeação passará para a presidência do IPL", disse João Serra, o presidente do Conselho dos Representantes.
Este era um momento histórico para a Escola Superior de Arte e Design pois pela primeira vez iria eleger o seu dirigente máximo, quebrando a tradição de vinte anos das nomeações decididas por Leiria.
Caberá novamente aos professores-adjuntos ao serviço daquela escola - alguns dos quais até já passaram pela sua direcção por nomeação do IPL - apresentar uma candidatura à direcção, pois, no caso de não o fazerem, será novamente Leiria a nomear administrativamente o futuro director.
No dia anterior à desistência ao cargo de director da escola, Pedro Campos Rosado foi recusado no concurso para o lugar de professor coordenador do curso de Artes Plásticas da ESAD. Em primeiro lugar ficou António Rebelo Tomás, docente ligado à Universidade da Beira Interior.