Lisboa, 01 Nov (Lusa) - As instituições de ensino superior privado recusam assumir em exclusivo os custos relacionados com a avaliação e acreditação dos cursos, admitindo que isso se reflicta no valor das propinas a cobrar aos alunos.
"Tudo o que são custos de funcionamento de uma instituição que não recebe financiamento do Estado tem de se reflectir na sua fonte de receita. Não há volta a dar", afirmou o presidente da Associação Portuguesa de Ensino Superior Privado (APESP), em declarações à Agência Lusa.
João Redondo recorda que a responsabilidade de avaliar e inspeccionar o funcionamento regular das instituições é do Estado, pelo que deve ser o próprio a "abrir os cordões à bolsa" para financiar este sistema, cujas receitas defende não poderem vir apenas das universidades e politécnicos.