O tempo foi o primeiro obstáculo - mas apesar da chuva e do vento, os finalistas do Primus Inter Pares não desistiram das provas físicas da competição. Habituados a lutar pelos objectivos e a exigir o máximo de si, motivação não faltou, nem a adrenalina.
Pela frente, tiveram que cumprir uma exigente prova de orientação para testar o espírito de grupo e a capacidade de ultrapassar obstáculos. Divididos em três equipas, os concorrentes foram munidos de lanternas e mapas com o percurso, em Peniche, onde estavam assinalados os postos de controlo por onde deviam passar para obterem dinheiro.
O objectivo seria cumprir um conjunto de problemas e provas físicas que davam capital, tendo os concorrentes ainda a possibilidade de negociar mais dinheiro, através de apostas.
Já a capacidade de vencer o medo foi avaliada numa prova de rappel. E mesmo os menos radicais tiveram que desafiar o receio de descer uma parede de 20 metros, se é que não quisessem perder pontos e prejudicar a equipa. Resultado? Ninguém desistiu, ficando à vista a garra e a motivação de todos os concorrentes.
"Para um projecto de sucesso é preciso saber trabalhar em grupo, definir estratégias, mas também saber liderar e enfrentar o medo", diz Amândio da Fonseca, administrador executivo do grupo Egor e responsável pela organização.
"No mundo empresarial, enfrentamos diariamente situações adversas e temos que ter essa capacidade de saber gerir os conflitos", sublinhou o responsável, lembrando que no mínimo quem frequentar um MBA terá que ter essas noções.
No final, os três vencedores do Primus ganham a oportunidade de frequentar um MBA à escolha por ordem de classificação, no INSEAD, IESE ou Universidade Católica Portuguesa - Universidade Nova de Lisboa (MBA em parceria).