Vídeo: Electricidade vinda do Espaço vai chegar às nossas casas
Cientistas de vários países europeus, América e Japão prometem energia eléctrica produzida a milhares de quilómetros de altitude, a partir da luz solar.
O conceito já não é novo, pois há décadas que é usado para alimentar missões espaciais. Mas agora a novidade é fazer descer à Terra a electricidade produzida no Espaço.
Vamos entrar na época em que a electricidade não necessita de fios para ser transmitida.
Desde a célebre experiência do MIT em que os cientistas conseguiram acender uma lâmpada de 60 W a dois metros de distância da fonte geradora de energia, muita coisa se passou.
Hoje o projecto de transmitir electricidade a grande distância sem fios, passa pela montagem de um conjunto de geradores fotovoltaicos instalados na Lua ou numa rede de satélites a 36000 Km de altitude sobre o Equador,em órbita geoestacionária, para captarem permanentemente a energia do Sol e transmiti-la para a Terra, através de microondas semelhantes às usadas nas transmissões por satélite, que seriam captadas nas nossas casas por parabólicas, com contadores e código de ligação, para que a distribuição caseira funcione dia e noite.
Electricidade mais barata para que tudo, mas mesmo tudo seja movido a electricidade.
Aviões, TGV, Eléctricos por todo o lado, automóveis eléctricos, etc.
Chegou o fim do motor térmico a gasolina e um grande bico de obra para os países produtores de petróleo que não sabem fazer outra coisa.
Mas esse é o problema deles!
A electricidade vinda do espaço vai chegar às nossas casas e os Árabes ficam lixados e o Bin Laden vai tentar destruir essas centrais se por acaso ainda estiver vivo. A Humanidade vai dar um salto em frente no bem estar de todos se por acaso não for só para os bolsos de alguns como de costume. A ver vamos como diz o cego.
...já é aborda faz 3 décadas, há inclusive um documeto do IST, (uma revista dos anos 70) que aborda esta questão...
Sobram sempre alguns pequenos detalhes técnicos sobre isto cuja solução não é elementar:
1- o rigor na manutenção das orbitas dos satélites; ainda hoje se faz tracking a satélites por forma a corrigir as orbitais em tempo-real...
2-tempestades solares e seus problemas...
3-variações do campo magnético de terra e da sua orbita, lembro que sem aviso o sismo de Sumatra "mexer a ilha 2 metros" e provocou sérias perturbações na orbita da terra..
4-variações da orbita da lua, continuamos a estuda-las através de técnica de ocultação razante e outras, marcadores laser, p.ex.; e lembro que estas variações nem sempre têm explicação imediata e não são previsíveis, dado que outros corpos celestes também têm interferência, como alinhamento planetários...etc
5- surge ainda o problema do rendimento dado que a atmosfera serve de filtro (gera perdas) e a própria interacção dos feixes enegéticos na atmosfera que ninguém conhece o verdadeiro comportamento num sistema destes...
A ideia é excelente e é um sonho como digo faz décadas, contudo o desvio do um feixe de alta potência pode "fritar" uma cidade e/ou provocar graves problemas de saúde as pessoas e outros seres vivos....
A ideia já foi também pensada como arma orbital durante a guerra fria, neste caso os problemas apontados pouco importariam, espermos que não haja objectivos ocultos... (na ESA não é hábito).
Cps.
Pode muito bem ser que a solução apresentada, realmente, o seja. Se o for, óptimo. Há contudo uma coisa que não deixa de me incomodar: será que a ideia de disparar feixes energéticos de potência gigantesca (os únicos, presumo eu, que terão viabilidade económica) a partir do espaço em direcção à Terra é, realmente, assim tão segura? Será mesmo concebível que um processo assim em nada de sério interfira com as condições relativas ao equilíbrio ecológico do nosso planeta? Senão vejamos: casas na vizinhança de linhas de Alta Tensão parecem estar associadas (mesmo que haja quem diga que não) com sérios problemas de saúde, nomeadamente malformações e disposições favoráveis para o cancro em crianças e adultos). Por isso pergunto: será mesmo possível garantir que tais transmissões energéticas a partir do espaço exterior não vão influir negativa¬mente na qualidade da vida dentro do nosso espaço planetário, ou seja, dentro das quatro paredes desta nossa casa que é o “mundo”? De resto, eu penso que medidas desta envergadura só deverão ser tomadas com base num larguíssimo consenso planetário. E este, espero, deverá ser não apenas um consenso entre os engenheiros e outros técnicos, mas deverá também incluir todas as camadas mais representativas da população mundial. Senão veja-se: diz-se na peça que 1 s de energia solar satisfaz todas as necessidades energéticas da humanidade. Assim, que faremos se as nossas técnicas nos inundarem com a energia que não queremos ou não precisamos?
Tudo o que seja feito em prol da humanidade é sempre bem vindo. Julgo que é uma situação que já deveria ter avançado há muito tempo. Os entendidos na matéria tem um vasto conhecimento, daquilo que vão agora fazer, mas muitos destes cientistas, estão mais virados para o armamento nuclear e como não se pode fazer tudo ao mesmo tempo, esta não tem sido a prioridade. Espero bem que desta vez concretizem um grande passo para a humanidade e um bem inquestionável para o mundo.
Esta possibilidade já é conhecida à várias décadas, desde que se começou a desenvolver os meios de captação da energia solar. Um dos grandes obstáculos é a forma de transportar a energia captada fora da atmosfera. Através de um cabo com várias centenas de quilómetros? Não existe, para já nenhum material com as propriedades necessárias para fazer semelhante cabo. Transportando baterias em vaivéns? Seria economicamente insustentável, para a quantidade de energia que se consegue armazenar, actualmente, "por unidade de volume". Transmitir electricidade sem fios é uma tecnologia fascinante mas que ainda está no início e portanto está a décadas (na melhor das hipóteses) de poder ser utilizada neste projecto revolucionário.
..."Certa noite em 1899, Tesla acionou sua máquina em força total, na esperança de produzir um fenômeno que ele chamou de "crescente ressonante". Sua torre descarregou na Terra dez milhões de volts. A corrente atravessou o planeta na velocidade da luz, forte o bastante para não morrer antes do final. Quando ela chegou ao lado oposto do planeta, ela foi rebatida de volta, como círculos de água voltando à sua origem. Ao voltarem, a corrente estava em muito enfraquecida, mas Tesla estava emitindo uma série de pulsos que se reforçavam um ao outro, resultando em um tremendo efeito cumulativo.
No ponto focal, aonde Tesla e seus assistentes assistiam, a crescente ressonante manifestou-se como uma demonstração alienígena de raios que ainda estão até hoje catalogados como a maior descarga elétrica da história. A corrente de retorno formou um arco voltaico que elevou-se até o céu por dezenove metros. Trovões apocalípticos foram ouvidos a trinta e três quilômetros de distância. Tesla, anteriormente, estava preocupado com a possibilidade de haver um limite para a geração de descargas ressonantes, mas, naquele evento, ele passou a crer que o potencial era ilimitado. A demonstração teve um fim inesperado, quando as descargas fizeram com que o gerador de força de Colorado Springs se incendiasse. Tesla não mais recebeu energia grátis dos donos da companhia desde então.
http://www.exatas.com/fis...
Os actuais aviões com motor eléctrico dividem-se em duas categorias: com bateria e sem bateria.
Com bateria temos aviões pequenos mas ágeis e com autonomia limitada, óptimos para operações de vigilância ou militares.
Sem bateria, temos aviões que recebem energia da Terra através de uma fonte emissora e voam em círculos de 3 Km de raio para utilização experimental. São estes aviões que estão equipados com uma antena parabólica, ou melhor com dezenas de micro-parabólicas de recepção de energia, que no futuro passarão a receber energia directamente da fonte instalada no espaço e que poderão voar em modo exclusivamente eléctrico.
Finalmente se lembraram de usar o mesmo mecanismo que alimenta os satélites e estações espaciais [responsável por aquele brilho que aprendi a observar à noite] ao serviço dos habitantes da Terra. Resta saber se os países que vivem do petróleo vão aceitar a derrota ou procurar destruir as centrais fotovoltaicas espaciais... [visto que a economia com a sua proposta instalação no Saara seria inversamente proporcional à sua vulnerabilidade].
Finalmente se lembraram de usar o mesmo mecanismo que alimenta os satélites e estações espaciais [responsável por aquele brilho que aprendi a observar à noite] ao serviço dos habitantes da Terra. Resta saber se os países que vivem do petróleo vão aceitar a derrota ou procurar destruir as centrais fotovoltaicas espaciais... visto que a sua economia com a proposta instalação no Saara seria inversamente proporcional à sua vulnerabilidade.