|
|
Ver 10, 20, 50 resultados por pág.
|
|
Luís Mira Amaral (www.expresso.pt)
|
0:00 Sábado, 4 de fevereiro de 2012
|
Escolha uma das opções para ler o artigo inteiro
Compre o Expresso na banca
|
Assine o Expresso no site
|
Aceda ao Expresso no iPad
|
|
|
|
|
Luis Todo Bom (www.expresso.pt)
|
0:00 Sábado, 21 de janeiro de 2012
|
Escolha uma das opções para ler o artigo inteiro
Compre o Expresso na banca
|
Assine o Expresso no site
|
Aceda ao Expresso no iPad
|
|
|
|
|
Luís Todo Bom (www.expresso.pt)
|
0:00 Sábado, 7 de janeiro de 2012
|
Escolha uma das opções para ler o artigo inteiro
Compre o Expresso na banca
|
Assine o Expresso no site
|
Aceda ao Expresso no iPad
|
|
|
|
|
Luis Mira Amaral (www.expresso.pt)
|
0:00 Sábado, 10 de dezembro de 2011
|
Escolha uma das opções para ler o artigo inteiro
Compre o Expresso na banca
|
Assine o Expresso no site
|
Aceda ao Expresso no iPad
|
|
|
|
|
Luis Todo Bom (www.expresso.pt)
|
0:00 Sábado, 26 de novembro de 2011
|
Como se explica que o país continue a perder o conhecimento e a experiência que já deteve nas áreas de investigação tropical?
A Universidade de Stanford criou recentemente o Stanford Institute for Innovation in Developing Economies-SIID, que é pronunciado e pretende ser conhecido por SEED, de modo a significar possibilidade e crescimento. Dotado de um fundo de 150 milhões de dólares, este Instituto desenvolverá a sua atividade no âmbito da investigação, educação e trabalho aplicacional que suportem empresários e ajudem as empresas a crescer, através de:
- Condução de investigação multidisciplinar em estreita colaboração com gestores locais,
Escolha uma das opções para ler o artigo inteiro
Compre o Expresso na banca
|
Assine o Expresso no site
|
Aceda ao Expresso no iPad
|
|
|
|
|
Luís Mira Amaral (www.expresso.pt)
|
0:00 Sábado, 12 de novembro de 2011
|
O Álvaro que se cuide pois agora toda a gente reconhece a necessidade da função, talvez porque há muitos anos que não existia ministro da Economia.
Em 1995 começava um longo ciclo socialista durante o qual o país estagnou e se bateu orgulhosamente com o Haiti na performance económica. Com as teorias da cumplicidade estratégica mercado-Estado e dos centros de decisão nacional, o Estado, que foi sendo capturado pelo bloco central político-financeiro, bloqueou a concorrência, favoreceu os incumbentes, encantou-se com as PPP sem risco para os promotores, escolheu os vencedores (como tem acontecido na energia) e o país esqueceu-se dos bens transacionáveis.
Escolha uma das opções para ler o artigo inteiro
Compre o Expresso na banca
|
Assine o Expresso no site
|
Aceda ao Expresso no iPad
|
|
|
|
|
Luís Todo Bom (www.expresso.pt)
|
0:00 Sábado, 29 de outubro de 2011
|
Não está, nem nunca esteve, em causa a privatização da água, que é um bem público inalienável. Então, a quem interessam os equívocos, as inverdades e os fantasmas que se têm levantado?
(...) Nenhum estudo sério alguma vez recomendou a privatização das Águas de Portugal (AdP), transformando um monopólio público num monopólio privado, contrariando todos os manuais de economia. Mesmo a privatização parcial da AdP é um processo desaconselhável, uma vez que iniciaria um processo de pressão por parte dos investidores privados para o controlo e privatização total. O que está em causa, é tão somente, a concessão a grupos privados da gestão da exploração dos sistemas de captação, tratamento, transporte e distribuição de água doméstica e industrial assim como a recolha, tratamento e rejeição dos efluentes líquidos domésticos e industriais.
Escolha uma das opções para ler o artigo inteiro
Compre o Expresso na banca
|
Assine o Expresso no site
|
Aceda ao Expresso no iPad
|
|
|
|
|
Luís Mira Amaral (www.expresso.pt)
|
0:00 Sábado, 15 de outubro de 2011
|
Portugal é o campeão do rácio energia renovável / consumo médio e na relação eólica / consumo de vazio de verão estamos em 2º lugar, o que levanta o problema do que fazer a tanta energia. Criou-se um novo monstro. A APREN encomendou a uma consultora, "treinadora" da EDP, um estudo sujeito à máxima "quem paga, encomenda o resultado". É um exercício de publicidade enganosa.
Escolha uma das opções para ler o artigo inteiro
Compre o Expresso na banca
|
Assine o Expresso no site
|
Aceda ao Expresso no iPad
|
|
|
|
|
Luis Todo Bom (www.expresso.pt)
|
0:00 Sábado, 1 de outubro de 2011
|
A maioria dos pareceres formulados são vagos, opinativos, descritivos, focados em aspetos qualitativos, ou seja, são completamente inúteis.
Se o nosso Eça, de "A Relíquia", cá voltasse e contactasse com a realidade empresarial na sua relação com a administração pública, certamente que escreveria "38 pareceres para a aprovação de um projeto imobiliário-turístico de qualidade e vocação internacional! São pareceres a mais para um país tão pobre e pequeno!". Este é o verdadeiro problema do Estado. Não é só o que gasta, mas sobretudo, o que atrapalha, o que atrasa, o que impede que o país ganhe. Este número absurdo de pareceres, em regra sem prazos máximos, é a norma para a aprovação de qualquer projeto de investimento privado.
Escolha uma das opções para ler o artigo inteiro
Compre o Expresso na banca
|
Assine o Expresso no site
|
Aceda ao Expresso no iPad
|
|
|
|
|
Luís Mira Amaral (www.expresso.pt)
|
0:00 Sábado, 17 de setembro de 2011
|
Como o tráfego de passageiros será pequeno, a linha em bitola europeia até ao Pinhal Novo pode perfeitamente trazer o TGV de Madrid.
O TGV transformou-se numa querela ideológica. O PS é a favor (porque todo o investimento público é bom) e o PSD é contra porque desconfia que o investimento público estratégico é aquele que nos pede hoje sacrifícios em nome de sacrifícios maiores no futuro... Nas penúltimas legislativas, Ferreira Leite acusava José Sócrates de estar feito com os espanhóis, esquecendo que quem tinha assinado o compromisso tinha sido o seu governo...
Escolha uma das opções para ler o artigo inteiro
Compre o Expresso na banca
|
Assine o Expresso no site
|
Aceda ao Expresso no iPad
|
|
|
|
|
|
Ver 10, 20, 50 resultados por pág.
|
|
|